
Meg Cabot

Big Boned

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Size 14 Is Not Fat Either - Traduo




Barista BoySexo no copo O que voc me pergunta Alm de "O que foi isso?""Barista Boy"Escrito por Heather WellsO rapaz atrs do balco me avaliava. No, realmente.
Ele  sexy, tambm. Bem, tipo com uns vinte anos meio barista. Aposto que toca guitarra. Aposto que fica escrevendo, msicas, como eu fao. Posso contar pelas sombras
leves sob seus olhos verdes e seus longos clios, e o modo como seu cabelo loiro ondulado gruda na sua testa. Cabeceira de cama. Nenhum banho de chuveiro antes de
trabalho, ele se atrasa escrevendo. Como eu. "O que ser?" ele me pergunta. Mas com um olhar. Um olhar que definitivamente diz, eu analiso voc. Sei que eu sou
analisada porque no havia algum atrs de mim.Bem, e por que ele no deve me avaliar? Sou bem vista. Quero dizer, as partes de mim que voc pode ver por meu casaco
volumoso de inverno, de qualquer jeito. Eu coloquei rmel e mascara hoje de manh (no como Barisa Boy, eu quero disfarar minhas olheiras). E o que com minhas bengalas
de chocolate, voc no pode ver as quatro-bem, t bom, dez-que coloquei nos meus bolsos. Porque o que conta calorias quando  Natal? Ou Ano Novo? Ou depois do Ano
Novo, quando todos esses doces de Natal ainda est  venda? H tempo demais para entrar forma outra vez para a estao do biquni.E, t bom, falo isso h uns cinco
ou seis anos, e eu realmente ainda no tentei-entrar em forma para a estao de biquni, eu quero dizer. Mas quem sabe? Talvez este ano. Tenho dois dias de frias
devido a meu, tudo que eu acumulei desde que passei do meu emprego de perodo experimental em outubro. Podia ir a Cancn. E, t bom, s para o fim de semana. Mas
ainda. Ento que se tenho cinco anos-bem, talvez oito- mais velha que o Barista Boy? Eu percebi. Obviamente.
"Um expresso grande com leite, por favor," eu disse. Eu totalmente no sou chegada bebidas espumosas com creme vazando do topo do copo, mas  o primeiro dia oficial
do semestre de primavera (primavera! Certo), e est realmente frio l fora e supostamente chovera mais tarfe, e Tanoeiro partiu hoje de manh (para destino desconhecido,
como de costume) sem ligar a mquina de caf, e minha cachorra Lucy no sairia porque est frio, ento eu provavelmente acharei uma surpresa amvel dela quando chegar
em casa, e eu REALMENTE necessito de um pequeno estimulante para me ajudar com esse sentimento triste em mim. O fator positivo, voc sabe, contanto que gasto cinco
dlares numa xcara de caf, eu tambm vou para o ouro."Um expresso grande com leite saindo," o Barista Boy diz, fazendo um dessas coisas de flippy com minha xcara.
Sabe, girando-o, como se fosse um revlver e ele  um pistoleiro ocidental. Oh, sim. Ele definitivamente toca guitarra. Pergunto-me se senta ao redor de canes
escrita por ele que nunca vai poder executar, como eu? Pergunto-me se  constantemente perturbado por seu talento de compositor, como eu sou?No.  chamado para
levantar-se na frente de uma multido com um violo e os prprios poemas lricos. Quero dizer, olhe s para ele. "Soja ou achocolatado?" ele pergunta. Oh, Deus.
Eu no posso encarar meus primeiros dias de trabalho depois de frias com leite achocolatado. E a soja? A soja?"Apenas leite, por favor," digo. Estarei boa mais
tarde. No almoo eu acabo comendo frango e uma salada, e talvez s PROVE o iorgute congelado... Mmmm, a menos que Magda trouxesse mais Dove Bars... "Sabe," o Barista
Boy diz, quando ele vem para cima de mim, "voc parece realmente familiar."."Oh," digo. Coro com prazer. Lembra-se de mim! Deve ver centenas, talvez MILHARES de
nova iorquinos que pedem cafena, mas lembra-se de MIM!
Felizmente est to frio l fora, e ento me aqueci aqui, minhas bochechas vermelhas facilmente se sobressaiam sobre a cor do meu casasaco, e no que tenha haver
sobre ele lembrar de mim. "Bem, vivo e trabalho na vizinhana," digo. "Estou aqui todo o tempo." Que no  estritamente verdadeiro, desde que mantenho a um oramento
verdadeiramente apertado (devido a meu salrio desprezvel), que bebidas espumosas de caf definitivamente no fazem parte, desde que posso tomar caf a qualquer
hora quero eu quero na cafeteria.Eles no tm chantili. Ou creme chicoteado. Tentamos manter latas chicoteadas de creme no caf, mas as pessoas no tm mantido
no seu. "No," o Barista Boy diz, sacudindo sua cabea deliciosamente felpuda. "No  isso. Realmente, qualquer pessoa jamais falou o quanto parece com Heather
Wells?".Tomo minha bebida dele. Isto, naturalmente,  sempre a parte difcil. O que eu digo? Sim, realmente...porque sou Heather Wells, e ento corro o risco dele 
me convidar para sair simplesmente porque pensa que eu ainda tenho conexes na indstria da msica (to no. Veja: temor ser vaiada depois dessa etapa)? Ou acabo 
rindo e dizendo, por que, no? Porque ento o que acontece mais tarde, depois que comeamos a macar, e ele descobre Heather Wells? Quero dizer, eu provavelmente 
posso mant-lo em segredo por enquanto, mas eventualmente descobrir meu nome real. Como quando estivermos na Alfndega voltando de Cancun. Ou quando assinamos a 
certido de casamento...Ento contento-me em dizer, "Realmente?" "Seguramente. Bem, se no h mais nada para pedir," Barista Boy diz, com um sorriso. "Aqui est 
seu expresso. Tenha um bom dia!". 
O que eu no posso acreditar  como a cidade inteira pode estar em alerta por uma chuvinha prevista-quero dizer, caminhes cheios de sal e areia podem estar passando 
pela Tenth Street, cortando galhos de rvores enquanto passam; as mercearias podem j ter vendido po e leite; a televiso pode mostrar nada mais que Relgio de 
Tempestade atualizado-e ainda, os traficantes de drogas esto l fora em plena fora. Esto em toneladas no Square Park. Acabo de adivinhar que ns americanos ainda 
temos muito que aprender sobre nossa populao imigrante trabalhadora.Mas a eles esto, nas caladas com suas bengalas de chocolate de Perry Ellis, aproveitando 
de seus mochaccinos frescos. Desde que  esta manh uma significativa-para a Cidade de Nova Iorque, de qualquer jeito-quantia de neve est sendo prevista para cair 
a qualquer momento, muitas poucas pessoas andam pelas caladas, mas esses que fazem so saudados com ofertas alegres de sensimilla. E t bom, essas ofertas so 
atraentes . Mas quando os traficantes de drogas me notam eles se misturam a eles para me seguir, eles bondosamente gritam uma lista de suas mercadorias em minha 
direo.Riria se no estivesse to amuada por causa do Barista Boy. Mais o fato , a cada momento que piso fora de casa, cruzo com estes caras. No que parea importar 
a eles que eu compre algo deles. Eles s no se encolhem se voc diz que o ltimo estimulante artificial que voc consumiu foi cafena. Triste. Eu no minto, embora. 
Uma cerveja de vez em quando est bom. Cerveja leve, naturalmente. Ei, uma garota tem que cuidar da sua figura."O que voc acha de todo este material branco que 
vai cair sobre seu relgio, Heather?" um dos traficantes de drogas, um rapaz afvel chamado Reggie, me perguntou longe de seus compatriotas, com solicitude elegante. 
"O material branco que voc e seu peloto de civis armados vende, Reggie," me choquei ao me ouvir rosnar. Deus, o que h de errado comigo? Ordinariamente, sou formidvelmente 
gentil com Reggie e seus colegas. No antagonizo seu negociante local. Mas ordinariamente, eu no s fui chamada de gordurinha por meu Barista Boy favorito. "Hey, 
baby," Reggie diz, parecendo magoado. "No quis te ofender."."Sinto muito, Reggie," digo, querendo diz-lo. "Tm razo.  s de nove meses pra c, voc tem tentado 
empurrar para fora da minha porta principal, e de nove meses pra c, eu tenho dito no. o que voc pensa que vai acontecer? Que vou me drogar durante a madrugada? 
O Gimme est quebrado.". "Heather." Reggie suspira, olhando em direo s nuvens cinzentas e grossas. "Sou homem de negcios. Que tipo de homem de negcios seria 
se deixasse uma mulher jovem como voc, como quem passa por um perodo muito difcil em sua vida e provavelmente pode usar um pequeno estimulante, anda por sem uma 
tentativa de empenhar seu negcio?".E, para ilustrar seu significado, Reggie pega uma cpia do New York Post que ele mantinha enfiado sob o seu brao, e abre  
primeira pgina. L, em letras Negritas, gritava a manchete, Juntos Outra Vez, sobre uma foto preto-e-branca de meu ex-noivo de mos dadas com sua outra vez, noiva 
de outras vezes, Tania Trace a princesa do estouro. "Reggie," digo, depois de tomar um gole restaurativo de meu expresso de caf. Mas s porque estou com frio. 
Eu realmente no o quero mais, porque  parecido com o Barista Boy. Bem, talvez eu ainda queira o creme chicoteado. Que tipo  bom para voc. Quero dizer,  leite. 
E leite  uma parte importante de um desjejum equilibrado."Voc realmente pensa que eu fico fantasiando todo dia em voltar com meu ex? Porque nada pode estar mais 
longe da verdade." O fato , que fico fantasiando com o irmo do meu ex, que continua teimosamente imune a meus encantos. Mas no h nenhuma razo para um traficante 
de drogas saber disto. 
"Minhas desculpa, Heather," Reggie diz, colocando o papel debaixo do brao. "Acabo de pensar que voc queria saber. Hoje de manh no Nova Iorque One, disseram que 
o casamento ainda est programado para ser na catedral de St. Patrick , com a recepo no Plaza neste sbado.". Olho com curiosidade para ele. "Reggie," digo, 
atordoada. "Voc v o Nova Iorque One?" Nossos olhares se cruzaram suavemente. "Verifico o tempo, como qualquer nova-iorquino, antes deu sair para trabalhar.". Ol. 
Isso  to gracioso. Verifica o tempo antes de sair para trabalhar negociando drogas no canto da minha rua!"Reggie," digo, impressionada, "minhas desculpa. Admiro 
sua dedicao. S no faa isso deixar de lado seu trabalho, mas no por causa de fofoca local. Por favor v adiante e continue tentando me vender droga.". Reggie 
sorri, mostrando os todos seus dentes, muitos de que so cobertos-festivamente-com ouro. "Obrigada, baby," diz, como se acabo de dizer a ele alguma honra muito 
grande. Sorrio de volta para ele, ento continuo o caminho para meu trabalho. Eu realmente no devo cham-lo para um trabalho, embora. Eu realmente levo pouco tempo 
para chegar l, que  bom, desde que tenho um problema me levantando na de manh. Se vivesse em Park Slope ou o the Upper West Side ou algo assim, e teria que tomar 
o metr para trabalhar todos os dias, esquece-se o (embora, se vivesse em Park Slope ou o UWS, seria exigido por lei ter uma criana, ento est bem). Sou realmente 
afortunada, de certa maneira. Quero dizer, seguramente, eu mal posso ter recursos para um expresso de caf, e agradecer a todos os feriados que eu assisti, eu no 
posso entrar num nmero menor que 42 ao menos que eu use um par de Spanx. E t bom, meu ex est para casar e vai sair na People na lista das 50 pessoas mais bonitas, 
e eu nem sequer possuo um carro prprio, quanto mais casa prpria. Mas ao menos eu vivo sem pagar aluguel no segundo andar de um prdio e moro perto do meu trabalho 
na cidade mais fria no mundo inteiro. 
E t bom, eu s peguei meu trabalho, como assistente da diretora de um dormitrio na Faculdade de Nova Iorque, para receber benefcios de remisso de matrcula e 
realmente atinge o BA que eu menti sobre j ter em meu currculo. E sim, bem, ento tenho um pequeno problema fazendo parte de a Escola das Artes e Cincias devido 
a minha contagem EXATA, que era to baixo que a diretora no me admitir at que eu tome-e passe-num curso de recuperao de matemtica, apesar de eu explicar isso 
a ela, em vez de pagar aluguel, eu tinha tudo para receber um salrio de detetive particular muito bom, e no recebo. Mas  intil esperar uma burocracia do seu 
chefe-com-corao-frio-mesmo trabalhando para-tratar voc como um indivduo. Aqui estou, com quase vinte e nove, sobre aprender o mtodo de FOLHA para o primeiro 
bimestre (e me deixe contar, eu imagino h um tempo uma situao onde).E sim, escrevo canes at tarde na noite, mesmo que eu no possa, sobre a minha vida, que 
nunca vou cantar. Mas ainda. Meu caminho s toma dois minutos, e eu recebo ver meu patro/proprietrio, com quem eu tenho uma reunio importante, usando nada mais 
que uma toalha de quando em quando, me lano no banheiro da lavanderia procurando um par limpo de jeans. Ento vida no est ruim. Apesar do Barista Boy. Ainda, 
vivo formidavelmente perto do meu local de trabalho ainda tem suas desvantagens, tambm. Por exemplo, as pessoas no parecem ter nenhum limite sobre me chamar em 
casa sobre questes incoerentes, como banheiros quebrados. S porque moro dois quarteires longe, eu devo ser capaz de vir em qualquer hora para me certificar sobre 
questes do meu patro, o diretor de construo em que vivo, est supostamente me manipulando. Mas em contraponto, eu gosto de meu trabalho. 
Eu mesma como meu novo patro, Tom Snneling. Que  por que quando ando em Corredor de Fischer nessa manh rtica e acho que Tom ainda no est a, depois sou eu 
a vagabunda-e no s porque desse modo no h mais ningum para apreciar o fato que eu cheguei antes de nove e trinta. Ningum, exceto Pete, o guarda de segurana, 
que est no telefone, tentando falar com o diretor para saber porque um dos estudantes foi parar na deteno. E adivinho h uma estudante de fazendo trabalho na 
recepo. Mas ela sequer nem olha para cima quando eu passo, de to absorvida que estava numa cpia de US Weekly a cada semana ela  roubada da caixa de correio 
(Jessica Simpson na cobertura. Outra vez. Ela e Tania Trace so instrumentos para o Tablide Skank do Ano).No at que eu viro o canto e passo os elevadores que 
eu vejo a linha de salas paralelas  sala do diretor que fica no corredor. E me lembro, tardiamente, que o primeiro dia de trabalho tambm  o dia que muitos estudantes 
voltam das Frias de Inverno-os que no permanecem no dormitrio (quero dizer, corredor residencial) e at algumas aulas comeam hoje, um dia depois do Martin Lurther 
King Day. E quando Cheryl Haebig-um estudante universitrio da Faculdade de Nova Iorque desesperado por uma mudana de quarto porque  uma animadora de torcida e 
seu companheiro de quarto atual  um Gtico que despreza espritos escolares em todos seus trajes, e mais parece um adestrador de animais-pulou para cima do sof 
azul institucional na frente da porta do meu escritrio e gritou: "Heather!" Sei que eu estou para ter uma manh cheia de dores de cabea.O que  bom  que tenho 
meu expresso de caf para me manter de p. Os outros estudantes-eu reconhecia cada um, desde que estiveram no meu escritrio para contar seus conflitos com os companheiros 
de quarto-se levantaram do cho frio de mrmore em que eles estavam esperando, o sof  apenas um com dois lugares. Sei o que eles estavam esperando. Sei o que eles 
querem. E no ser bonito. 
"Olhem caras," digo, lutando corpo a corpo para tirar as chaves do escritrio do bolso do meu casaco. "Eu digo. Nenhum quarto muda enquanto os estudantes do intercmbio 
no tiverem ido embora. Ento veremos o que posso fazer."."Isso no est claro," exclama um rapaz magrinho com grandes fones de ouvido nas suas orelhas. "Por que 
algum estpido deve transferir estudantes pra c? Chegamos aqui primeiro.". "Sinto muito," digo. Eu realmente sinto, porque se mudo todos de quarto, eu no teria 
que escutar mais seus lamentos. "Mas tem que esperar at que eles cheguem. Ento, se h qualquer quarto sobrando, podemos colocar vocs neles. Quando chegar segunda-feira 
que vem, quando sabemos quem inscreveu e no apareceu-" sou interrompido por um gemido geral. "Segunda-feira que vem eu estarei morto," um residente garante a outro. 
"Ou meu companheiro de quarto estar," seu amigo diz. "Porque eu o terei matado."."Ningum vai matar seu companheiro de quarto," eu digo, abrindo a porta do escritrio 
e acendendo as luzes. "Ok. Vamos rapazes. Esperem apenas mais uma semana.". A maioria deles vai embora, resmungando. Cheryl  a nica que continua vagabundeando, 
parecendo animada enquanto ela me seguia pelo meu escritrio. Vejo que tem um que h um menino tmido olhando para ela da porta. "Heather," diz outra vez. "Olha. 
Escuta, se lembra de quando disse que se achasse algum que quisesse trocar de quarto comigo, eu podia me mudar? Bem, achei algum. Isto  o amigo da companheira 
de quarto da Lindsay, Ann, e ela disse que ela trocaria comigo.".Tirei meu casaco e pendurei num cabide prximo. Agora afundei em minha cadeira da escrivaninha 
e olhei para Ann, que parecia estar com um resfriado, ela trs um Leno de Papel usado. Passo a ela a caixa que eu mantenho em mo nos casos de derramamentos de 
Diet Coke. "Quer negociar quartos com Cheryl, Ann?" Pergunto, s para me assegurar que era verdade. Eu no posso imaginar por que algum quisesse viver com uma 
pessoa que pintou as paredes de seu lado do quarto de preto. 
Ento outra vez, provavelmente irritava o companheiro de quarto de Cheryl cujo o lado do quarto de Cheryl foi decorado com many pansises, o mascote da Faculdade 
de Nova Iorque. "Adivinhou," Ann diz, parece plido."Ela quer," Cheryl garante-me brilhantemente. "No quer Ann?". Ann se encolhe. "Quero," diz. Comecei a perceber 
que Ann podia ter sido ameaada para concordar com esta mudana de quarto. "Ann," eu disse. "Sabe quem  o companheiro de quarto de Cheryl, Karly? Sabe que ela, 
er...gosta da cor preta?". "Oh," Ann diz. "Sim. A coisa gtica. Sei.  t bom." "E..." hesito em mencionar, porque, ew. "A cobra?". "O que. Quero dizer" -olha Cheryl- 
"nenhuma ofensa, nem algo assim. Mas eu antes viveria com uma cobra do que com uma animadora." Cheryl, longe de se ofender, sorriu para mim."V?" ela disse. "Ento 
voc pode fazer a papelada para nossa troca agora? Porque meu pai est aqui para me ajudar a me mudar, e quer afastar-se de Nova Jersey antes desta grande tempestade." 
Retiro os formulrios, me encolhendo, tipo como Ann-quando peguei. "T bom," digo, e os passo os papis que elas tm que completar para fazer a mudana. Quando 
as meninas-Cheryl tonta de animao, Ann assertivamente mais calma-acabam de completar seus formulrios e saem, olho sobre a janela e a noite pendurava. O Corredor 
de Fischer  privilgio da chefia vigiado por um guarda de segurana, recepcionistas e estudantes, e assistentes dos residentes, estudantes que, em troca de quarto 
e alimentao grtis, agem tipo como se fossem mes. Tm que completar relatrios no fim de suas mudanas, e meu trabalho  ler e reforar com as informaes essenciais. 
Isto sempre torna uma manh interessante.Os relatrios variam do ridculo ao banal. Ontem  noite, por exemplo, seis garrafas de cervejas Sixth Precinct foram lanadas 
da janela de um professor de histria sobre o teto de um txi que passava na rua
Dez copos de Sixth Precinct chegaram e correram para cima e para baixo na escada algumas vezes, tentando compreender onde as caixas tinham cado. No outro fim do 
espectro, a recepo aparentemente perdeu um disco laser de Columbia House, causando muita consternao. Um do RAs sombriamente informou que um residente bateu na 
sua porta vrias vezes, chorando, "odeio isso aqui." O RA deseja dirigir o estudante a Servio de Conselhos.Outro relatrio declara que ocorreu uma pequena revolta 
quando um trabalhador da cafeteria castigou um estudante que tentava fazer uma pizza inglesa de bolinho no forno. Quando meu telefone toca, eu atendo, agradecida 
por ter algo para fazer. Amo meu trabalho-realmente. Mas eu tenho que admitir no exige muito do meu intelecto. "Fischer Hall, aqui  Heather, como eu posso ajud-lo?". 
Minha ltima patroa, Rachel, tinha sido muito clara sobre como atendia o telefone. Mesmo que Rachel no trabalhe mais aqui, velhos hbitos no mudam. "Heather?" 
Posso ouvir uma ambulncia ao fundo. "Heather,  o Tom."."Oh, ol, Tom". Olho no relgio. Nove e vinte. Sim!Era quando ele ligou! Se no na hora, ento pelo menos 
antes das dez! "Onde voc est?" "No St. Vincent." Tom soa esgotado. Ser o diretor do corredor residencial de um dormitrio da Faculdade de Nova Iorque  um trabalho 
muito exigente. Tem que procurar aproximadamente setecentos universitrios, a maioria que, com a exceo de acampamento de vero ou talvez uma tarefa no internato, 
nunca foi muito longe de sua casa durante um perodo muito longo antes em sua vida-e jamais compartilhou um banheiro com outro ser humano. Os residentes vm a Tom 
com todos seus problemas-conflitos com companheiro de quarto, edies acadmicas, interesses financeiros, crises de identidade sexual-eles o chamam e Tom os ouve.E 
se um residente fica magoado ou doente,  o trabalho do diretor do corredor residencial assegurar-se de que ele vai ficar bem de qualquer modo. 
 desnecessrio dizer, Tom gasta muito tempo em lugares com emergncias, particularmente em fins de semana, que  quando a maioria dos menores de idade vai beber. 
E faz tudo isso-fica de planto vinte e quatro horas por dia, trezentos e quarenta e trs dias por ano (todos administradores da Faculdade de Nova Iorque recebem 
vinte e dois dias de frias)- no muito mais que eu fao, mais quarto e alimentao livres. Ei ser que  qualquer maravilha meu ltimo patro s ter durado alguns 
meses? Tom parece um belo estbulo, embora. Quero dizer, como um estbulo anterior a UM&linebacker de M cujo filme favorito  Little Women que comoveu a cidade 
de Nova Iorque mostrando que voc pode sair do armrio sem fingir ser algum que no . "Olhe, Heather," Tom diz tirnico. "Vou ficar aqui por mais algumas horas 
ao menos. Tivemos um aniversrio de vinte anos ontem  noite.". "Uh-oh." Celebraes de aniversrio de vinte anos so as piores. Inevitavelmente, o rapaz miservel 
de aniversrio ou menina  aconselhado a brincar de roleta (vcs sabem a "brincadeira" com os revolveres). Desde que o corpo humano no pode processar tanto lcool 
em um perodo to curto, a maior parte dos nossos estudantes festeja seus aniversrios de vinte anos nos nossos quartos de emergncia. Legal, oh Huh?"Sim," Tom 
diz. "Odeio perguntar, mas podia reprogramar minhas audies judiciais de hoje de manh? Eu no sei se vo expulsar este estudante ou no, e ele no nos deixa chamar 
seus pais-". "Nenhum problema," eu disse. "Como est tudo a?"Tom bufa tempestuosamente. "Ele diz que a festa s durou at as sete. Apesar de dizerem que foi 
a meia-noite ou uma da manh. Perdi toda pista sobre tempo."."Posso cobrir seu turno se voc quiser." Quando um estudante est no quarto de emergncia, mas no 
foi admitido,  obrigatrio que um representante da Faculdade de Nova York permanea com ele ou com ela durante todas s vezes. Voc nem sequer pode ir para casa 
tomar um banho de chuveiro pobre ao menos que haja algum l para cobrir seu turno.
A Faculdade de Nova Iorque no deixa seus estudantes s no ER. Mesmo que os estudantes freqentemente procurem no dar pistas, ento se sentam
l observa sabes espanhis durante uma hora antes de voc descobrir que o estudante nem sequer estava mais l. "Ento ao menos posso levar para voc alguma coisa 
para comer.". "Sabe, Heather" Tom disse, "penso que eu aceitarei essa oferta se voc no estiver ocupada.". Digo que eu no estou e pego dinheiro para o txi do 
fundo para pequenos gastos. Amo fundo para pequenos gastos.  como ter o prprio banco, certo no escritrio. Infelizmente, Justine, a garota que ocupava esse cargo 
antes de mim, tinham se sentido do mesmo jeito, e tinha gastado todo fundo para pequenos gastos do Corredor Fischer em aquecedores cermicos para seus amigos e famlia. 
O Escritrio de Oramento ainda autoriza nossos vales do fundo para pequenos gastos com olhos de guia quando resolvemos pega-lo para reembolso, mesmo que cada um 
deles ainda esteja completamente rico. E eu ainda no compreendi o que  um aquecedor cermico. Acabo reprogramar todos os compromissos do Tom, ento acabo meu 
expresso de caf num trago. Se fosse mais fino. Sabe o que, Barista Boy? Com essas unhas longas voc no segurara um violo porque  pobre demais para ter recursos 
para comprar um violo novo, voc parece uma menina. Sim, isso tem razo. Uma menina. Gosta disso, Barista Boy?Dei uma parada rpida na cafeteria para pegar um 
bagel e comer no caminho ao hospital, e eu estarei pronta para ir. Quero dizer, expressos de caf so bons, mas eles no fornecem energia duradoura...no como um 
bagel 
faz. 
Particularmente um bagel rico em ricota (leite) em que vrias camadas de toicinho (protena) foram adicionadas. Peguei meu casaco e vou pegar meu bagel quando noto 
Magda, minha melhor amiga de trabalho e a caixa da cafeteria, na porta do meu escritrio, olhando pertubada."Bom Dia, Magda," digo a ela. "Voc no vai acreditar 
no que o Barista Boy me disse.". Mas Magda, normalmente uma pessoa muito questionadora, e uma adoradora do Barista Boy, no pareceu muito interessada. "Heather," 
ela diz. "Tem algo que eu tenho que mostrar voc.". "Se  a primeira pgina do Post," digo, "Reggie j me mostrou. E realmente, Mags,  t bom. Estou brm. Eu no 
posso acreditar que ela tornou a apoiar depois dessa coisa toda de Pussycat Dolls com Paris. Mas, ei, seu pai possui uma etiqueta sem precedentes. O que mais se 
pode fazer?". Magda sacode a sua cabea. "No," diz. "No  o Post. Somente venha, Heather. Venha.". Curiosa-mais porque ela ainda no mostrou um sorriso  porque 
realmente acho que ela tem algo importante para me mostrar-sigo Magda corredor a baixo, passando o escritrio de governo de estudante-fechado desde manh cedo-e 
o escritrio do patro de Magda, que, estranhamente, estava vazio. Normalmente, o jantar no escritrio fica cheio com os trabalhadores da cafeteria , Gerald Eckhardt, 
o diretor do corredor,  fumante descontrolado. Ele supostamente havia parado de fumar, mas invariavelmente o pego soprando longe na sua escrivaninha, ento soprando 
a fumaa para a janela aberta, ele no pensa que qualquer um pode pega-lo. Mas no hoje. Hoje o escritrio est vazio-e livre de fumaa. "Magda," digo, como seu 
avental cor-de-rosa desaparecendo pelas portas de vaivm da cafeteria, "O que aconteceu?". 
Mas Magda no diz nada at que ela fica ao lado do fogo industrial imenso, em que um nico pote pode ferver. Gerald estava l tambm, olhando entre seus empregados, 
todos os outros com sua armao imensa-um resultado por mostrarem a prpria receita de frango todo dia. Gerald olhava-bem, h s uma palavra para ele: assustado. 
Saundra tambm, a auxiliar no preparo da salada, e Jimmy, o atendente. Magda estava plido embaixo de sua maquiagem brilhante. E Pete-o que estava fazendo aqui? 
-parece que ele queria se esconder. "T bom, pessoal," digo. Convencida de que  tudo uma piada. Porque Gerald, que est no servio de alimentao, apronta uma 
volta e meia, rato de borracha na gaveta de escrivaninha, e aranha plstica na sopa. "O que ? Primeiro de Abril. Pete, o que voc faz a?" Que  quando vejo Pete-que, 
por alguma razo, estava na beira do forno-abrir o forno, e dou uma boa olhada no que estava dentro dele. 
2O que  que estas calcinhas Esto fazendo no meu sof? Elas no so minhas No, no h nenhuma dvida. Voc no me pegar Em um tamanho de cordo S. Assim 
que  que voc fez Aqui, a noite toda? "Cano do Cordo" Escrito por Heather WellsA cafeteria Fischer Hall estava lotada, mas no com estudantes. Ns falamos 
para os residentes que havia um vazamento de gs-nada grande bastante para evacuar o edifcio inteiro, mas um que necessitava de fechamento da caf. A coisa triste 
, eles estavam todos com os olhos to turvos da festa da noite anterior, que os residentes na verdade pareciam acreditar. Pelo menos, ningum protestou-uma vez 
que eu comecei entregando os cartes de vale de livre-refeio, para que assim eles pudessem ir comer na unio estudantil.Agora o corredor de jantar ainda estava 
cheio-mas com presidentes da faculdade, administradores, trabalhadores da cafeteria, policiais, e detetives de homicdio, em vez de jovens de dezoito anos famintos. 
Mesmo assim, o quarto estava estranhamente silencioso, de forma que as lmpadas economizadoras de energia nos lustres sobre nossas cabeas-lanando reflexos nas 
janelas perto das bordas do teto alto-pareciam estar zumbindo mais ruidosamente que o normal. Sobre o zumbido, eu posso ouvir Magda fungando. Ela est sentada em 
um lado da cafeteria com o resto dos trabalhadores da sua mesma categoria, com suas redes de cabelo e uniformes cor-de-rosa e manicuras francesas. Um policial da 
cidade est falando com eles em um tom suave. "Ns os deixaremos ir para casa logo quando ns conseguirmos suas impresses digitais," ele diz. "Para que voc precisa 
de nossas impresses digitais?" o queixo de Magda est tremendo com medo-ou talvez indignao. "Ns no fizemos nada. Nenhum de ns matou aquela menina!" 
Os outros trabalhadores da cafeteria murmuram de acordo. Nenhum deles matou aquela menina, de qualquer forma. O tom do policial fica suave. "Ns precisamos de todas 
as suas impresses digitais assim ns podemos averiguar que impresses na cozinha so suas, ma'am, e quais so do assassino. Se ele deixou qualquer." "Caia fora," 
Gerald diz, enquanto vinha  defesa dos empregados dele. "Mas eu estou agora mesmo falando a voc, ningum do meu pessoal  um assassino. Eu tenho razo, pessoas?"Todo 
o mundo nos aventais rosas assentiu solenemente. Porm, seus olhos esto lustrados com algo um pouco mais que apenas lgrimas. Eu suspeito que poderia ser excitao: 
No s ter encontrado uma vtima de assassinato em sua cozinha, a mesmo entre os cos de milho e amendoim-manteiga-e-barras de gelia, mas agora eles so valiosas 
testemunhas de um crime, e como tal no esto sendo tratado como trabalhadores de cafeteria-intocvel, at onde os estudantes que eles servem esto preocupados-mas 
atualmente como seres humanos de pensamento. Para alguns deles, este poderia ser de fato um primeiro. Noto a cabea de algum do Departamento de Alojamento, Dr. 
Jessup, em uma mesa com vrios outros administradores, todos pareciam artutidos. A descoberta da cabea de um cadver no campus funcionou como um expediente, conseguindo 
que a assessoria administrativa trabalhasse antes das dez, apesar do temporal iminente. At mesmo o presidente de faculdade, Phillip Allington, estava l, sentado 
prximo a Steven Andrews, o novo treinador de basquetebol de cabea, que parecia preocupado. Ele tem uma razo boa para isso: a equipe inteira de basquetebol da 
Faculdade de Nova York-sem mencionar as garotas de torcida da universidade-est morando no Fischer Hall, graas  proximidade do edifcio com o Complexo Winer, o 
centro de esporte da faculdade. 
Depois das duas mortes de estudantes neste edifcio durante o primeiro semestre-Fischer Hall ganhou o apelido de Dormitrio da Morte-todos os empregados universitrios 
(inclusive treinadores de esporte) pareciam estar sentindo um pequeno salto. E quem pode culp-los? Especialmente Presidente Allington. Sua posse no foi fcil. 
Ningum sabe melhor que eu, diretora assistente do Dormitrio da Morte. E agora parece que as coisas s pioraram imensuravelmente, no s para o presidente, mas 
para o chefe de meu chefe, o cabea do Alojamento...E ele sabe disto. O show-hanky comprimiu no bolso amassado do seu peito, como se algum-exercitando minhas habilidades 
investigativas superlativas, eu imagino que esse algum fosse o prprio Dr. Jessup-tivesse usado isto de fato. Cair sentada em uma cadeira numa mesa pegajosa da 
cafeteria passada meia hora passada no fez muito para as pregas no terno do Dr. Jessup, de qualquer modo. 
 "Heather," Dr. Jessup me diz, um muito pouco cordialmente, quando vou para sua mesa, tendo sido chamada para longe de minha mesa-onde fui diretamente aps revelao 
de Pete para comear a chamar todo o mundo em quem eu poderia pensar, incluindo Dr. Jessup e meu chefe, Tom-por um dos policiais. "Detetive Canavan quer falar com 
voc. Voc se lembra do Detetive Canavan do Sexto Distrito, no lembra?" Como se eu pudesse esquecer. "Detetive," eu digo, enquanto estendia minha mo direita 
para o homem de meia-idade parecendo ligeiramente amarrotado com o bigode ficando cinza, que estava com um p descansando no assento de uma cadeira vazia da cafeteira. 
Detetive Canavan observa da xcara de caf que est segurando. Os olhos dele so da cor de ardsia, e a pele ao redor deles est enrugada pela sobreexposio aos 
elementos. No  nenhuma piada, enquanto sendo um detetive de homicdio da Cidade de Nova York. Tristemente, nem todos eles parecem com Chris Noth. Na realidade, 
nenhum deles parece, eu notei. "Agradvel v-la novamente, Heather," o detetive diz. O aperto dele  to formidvel como sempre. "Eu entendi que voc viu isto. 
Assim. Qualquer idia?" Eu olho do detetive ao honcho cabea do meu departamento e olho novamente ao detetive. "Um," eu digo, no seguro em que ir. Espera-Dr. 
Jessup e Detetive Canavan na verdade querem minha ajuda para resolver este crime odioso? Porque assim isto  o oposto de como eles estavam sobre minha ajuda em tempos 
passados.... "Onde o resto dela est?" "Isso no foi o que Detetive Canavan quis dizer, Heather," Dr. Jessup diz, com um riso forado. "Ele quis dizer, voc reconhece...Isto?" 
Carol Ann Evans, reitora de estudantes-sim, a mesma que no me admitir na sua faculdade at que eu mostre a ela que posso multiplicar fraes-aconteceu de estar 
sentado perto, e fez um tipo de barulho sufocado e cobriu sua boca com um tecido estofado quando ela ouve a palavra dele. E, pelo meu certo conhecimento, ela nem 
mesmo deu uma olhada dentro do que est na panela. 
Oh. Eles realmente no querem minha ajuda. No DESSE modo. Eu digo, "Bem,  difcil falar." De nenhum modo sou eu quem vou anunciar, em frente a todas estas pessoas 
que Lindsay Combs, rainha da volta ao lar e (agora no por muito tempo) a futura companheira de quarto da sua melhor amiga Cheryl Haebig, tinha sido decapitada aparentemente 
por pessoa ou pessoas desconhecidas, e a sua cabea foi deixada em uma panela no fogo da cafeteria do Fischer Hall. Eu sei. Ew. "Venha, agora, Heather," Dr. Jessup 
diz, com um sorriso que no alcana totalmente seus olhos. Para Detetive Canavan ele diz, ruidosamente o bastante para todo o mundo na caf ouvir, aparentemente em 
um esforo para impressionar Presidente Allington que no me conheceria nem vestida de Ado-entretanto sua esposa e eu quase fomos assassinadas uma vez pela mesma 
pessoa-"Heather aqui conhece cada um dos setecentos residentes do Fischer Hall atravs do nome. No conhece, Heather?" "Bem, em geral," eu digo incomodamente. "Quando 
eles no foram postos para ferver durante algumas horas." Aquele som sacudiu? Eu acho que sim. Reitora Evans est sufocando novamente. Eu no pretendi dizer aquilo 
para mexer.  s que veio. Eu espero que a reitora no v segurar isto contra mim. Voc sabe, admisso-para-a-faculdade-de-Artes-e-Cincias-sbias. 
"Assim quem  ela? A garota." O detetive parece inconsciente do fato que quase todo o mundo na lanchonete est escutando s escondidas nossa conversa. "Um nome seria 
agradvel." Sinto que meu estmago rola um pouco, como antes na cozinha quando Pete tinha erguido a tampa e eu me acharia fitando naqueles olhos cegos. Inspiro 
profundamente. O ar na lanchonete  pungente com os cheiros comuns de caf da manh... ovos e lingia e xarope de bordo (xarope feito daseia extraida de tronco 
de 
bordo). Voc no pode cheir-la. Pelo menos, eu no penso assim. Ainda, eu estou grata que no tive tempo esta manh para meu caf da manh habitual de creme-queijo-e-bancon 
bagel. O mocha de caf tem-to longe-sido mais que suficiente. O assoalho do cho do corredor de jantar est nadando um pouco ante meus olhos. Eu clareio minha 
garganta. A. Isso me faz sentir um pouco melhor. "Lindsay Combs," eu digo. "Namora - namorava - o pontuador do Pansies." Pansies (Amores perfeitos)  o (triste) 
nome da III Diviso de basquete da Faculdade de Nova York. Eles perderam o seu verdadeiro nome, the Cougars (os Pumas), em um escndalo nos anos cinqenta, e esteveram 
presos a serem Pansies desde ento-para a diverso dos times com que jogam, e para seu prprio pesar perptuo. Todo o mundo no lugar suga sua respirao. Presidente 
Allington-vestindo, como sempre, na sua interpretao do que um estudante da sua faculdade poderia usar (se estivesse no ano de 1955), a A capa de letra de Faculdade 
de Nova York e cordes cinzentos-realmente chora, "No!" Ao lado do presidente, Treinador Andrews-como sabia que ia-fica plido. "Oh, Deus," ele diz. Ele  um sujeito 
grande-aproximadamente da minha prpria idade-com cabelo escuro espetado e olhos encantadoramente azuis...o que eles chamam de Irlands Preto. Ele seria atraente 
se 
ele no fosse assim to msculo. Oh, e se ele na verdade notasse que eu estava viva. 
No que, se notasse, qualquer coisa viria disto, desde que meu corao pertence a outro. "No Lindsay," ele diz, com um gemido. Eu sinto por ele. Eu realmente 
o fao. Cheryl Haebig no  a nica que gostava de Lindsay...Todos ns gostavamos. Bem, todo o mundo excluindo nossa assistente graduada do escritrio estudantil, 
Sarah. Lindsay era uma menina imensamente popular, a capit do time das lderes de torcida da Faculdade de Nova York, com cabelo tingido de cor de mel que iam at 
a cintura e peitos de toranja- que Sarah calculava que eram o resultado de cirurgia plstica. Enquanto o esprito escolar excessivo de Lindsay pudesse ser irritantemente 
esperto (para mim, de qualquer maneira) s vezes, era pelo menos uma mudana agradvel do tipo habitual dos estudantes da Faculdade de Nova York que ns vimos em 
nosso escritrio-deteriorado, insatisfeito, e ameaando chamar o advogado do pai deles se ns no conseguissimos um nico ou uma cama extra-grande. "O Jesus Cristo." 
Dr. Jessup no tinha acreditado nisto quando eu tinha chamado para dizer que ele precisava chegar o mais cedo possvel para o Fischer Hall, devido ao fato daquela 
nossa residente tinha perdido sua cabea...Literalmente. Agora parece como se finalmente estivesse prenetando. "Voc est segura, Heather?" "Sim," eu digo. "Eu estou 
segura.  Lindsay Combs. Cabea das lderes de torcida" eu engulo novamente. "Desculpe. No pretendia nenhum trocadilho." Detetive Canavan removeu um bloco de notas 
do seu cinto, mas no escreve nada nisto. Ao invs, ele sacode lentamente pelas pginas, enquanto no observava. "Como voc pode contar?" Eu estou tentando dificilmente 
no lembrar daqueles olhos cegos olhando para mim-apenas no. "Lindsay usava lentes de contato. Tingidas. Verdes." Tal uma sombra antinatural de verde que Sarah, 
de volta ao escritrio, sempre perguntava, sempre que Lindsay partia, "Quem inferno ela pensa que est enganando? Aquela cor no acontece na natureza." 
 "Isso  tudo?" Detetive Canavan pergunta. "Lentes de contato tingidas?" "E os brincos. Ela  tinha trs de um lado, dois no outro. Ela desceu muito em meu escritrio," 
eu digo, por via de explicar como eu estava to familiarizada com o piercings dela. "Encrenqueira?" Detetive Canavan pergunta. "No," eu digo. A maioria dos estudantes 
que terminam no escritrio do diretor do hall residencial est l de qualquer modo porque elas esto em dificuldade, ou eles tm um problema com seus companheiro 
de quarto. Ou, como no caso de Lindsay, porque eles querem o controlador de natalidade grtis que eu detenho num jarro em minha escrivaninha em vez dos beijinhos 
de Hershey (baixo em calorias). "Preservativos." Detetive Canavan eleva suas sobrancelhas cinza. "Eu imploro seu perdo?" "Lindsay parou muito para pegar preservativos 
grtis," eu digo. "Ela e seu namorado eram bastante quentes e pesados." "Nome?" Eu percebo, retardadamente, que sp consegui incriminar um de meus residentes. Treinador 
Andrews percebe isto, tambm. "Aw, vamos, Detetive," ele diz. "O Mark no  capaz de-" "O Mark o que?" o Detetive Canavan demanda. Treinador Andrews, eu vejo, 
est parecendo apavorado. Dr. Allington se apressa para o salvamento de seu empregado favorito. Bem, tipo. "Os Pansies tm um jogo muito importante amanh de noite," 
o presidente comea preocupadamente, "contra a Faculdade de Jersey East Devils (Demnios Orientais). Ns somos oito-e-oh, voc sabe." Para o que Treinador Andrews 
soma defensivamente, "E nenhum de meus meninos teve qualquer coisa a ver com o que aconteceu a Lindsay. Eu no os quero arrastados nisto." Detetive Canavan-nem 
mesmo soando como se estivesse mentindo, o que eu sei que ele est-diz, "Eu simpatizo com seu dilema, Treinador. Voc, tambm, Dr. Allington. Mas o fato , eu tenho 
um trabalho para fazer. Agora-" 
 "Eu no acho que voc entende, Detetive," Dr. Allington interromope. "O jogo de amanh a noite estar sendo transmitido no Nova York One. Milhes de dlares de 
propaganda comercial esto em jogo aqui." Eu encaro o presidente, boquiaberta em surpresa. Eu noto que Reitora Evans est fazendo a mesma coisa. Ela capta meu olhar, 
e est claro que ambas estamos pensando: Whoa. Ele s no disse isso. Pensaria, considerando somos ambos na mesma onda cognitiva, ela seria um pouco mais simpatizante 
sobre a coisa de matemtica medicinal. Mas eu no acho. "Voc  que no entende, Doutor." a voz de Detetive Canavan  bastante dura, e alta de fazer Magda e os 
trabalhadores de lanchonete da sua mesma categoria deixar de chorar e ergue suas cabeas. "Ou suas pessoas me do agora o nome do namorado da garota, ou voc estar 
enviando mais garotas para casa depois deste semestre em bolsas de corpo. Porque eu posso garantir, qualquer doente bastardo fez isto a Senhorita Combs, ele far 
isto novamente, para outra pessoa." Dr. Allington comear a olhar duro ao detetive que fita at mais duro de volta. "Mark Shepelsky," eu digo depressa. "O nome 
do namorado dela  Mark Shepelsky. Ele est no Quarto Dois-doze." O treinador Andrews escorrega atravs da mesa, enterrando sua cabea em seus braos. Dr. Allington 
geme, enquanto belisca a ponta de seu nariz entre o dedo polegar dele e dedo de indicador como se ferido por uma dor de cabea sbita de seio. Dr. Jessup s olha 
para o teto, enquanto Dr. Flynn, o psiclogo do pessoal do Departamento de Alojamento, sorri tristemente a mim da mesa onde ele senta com os outros administradores 
escolares. 
Detetive Canavan parece um pouco mais tranqilo quando sacode seu bloco de notas aberto novamente e anota o nome. "Aqui," ele diz. "Isso no doeu, agora, doeu?" 
"Mas," eu digo. Detetive Canavan suspira audivelmente a mim. Mas eu o ignoro. "O namorado de Lindsay no poderia ter tido nada a ver com isto." Detetive Canavan 
vira seu olhar duro fixo de pedra a mim. "E s queria saber como voc saberia?" "Bem," eu digo, "quem a matou teve que ter acesso a uma chave para a lanchonete. 
Porque a pessoa precisaria se mover furtivamente antes da cafeteria ser aberta para decepar sua namorada, limpar o lugar, e cair fora at que o pessoal chegasse. 
Mas como o Mark conseguiria uma chave? Eu quero dizer, se voc pensa nisto, os empregados do Fischer Hall realmente deveriam ser seus suspeitos primrios-" "Heather." 
Detetive Canavan estreitou mais os olhos. "No faa-eu repito, no faa-est conseguindo qualquer idia que voc vai lanar sua prpria investigao pessoal no assassinato 
desta menina. Este  o trabalho de uma mente doente e desequilibrada, e estaria no melhor interesse de todo o mundo, voc particularmente, se desta vez voc deixasse 
a investigao aos profissionais. Acredite em mim, ns temos coisas sob controle." Eu pisco a ele. Detetive Canavan pode ser assustador quando ele quer ser. Eu 
posso contar que at mesmo os reitores esto assustados. Treinador Andrews parece aterrorizado. E ele  palmo mais alto que o detetive, e aproximadamente cinqenta 
libras mais pesado... todo msculos. Eu desejo mostrar para o detetive que eu no teria que lanar minha prpria investigao pessoal nos assassinatos do ltimo 
semestre 
se ele tivesse me escutado de fato desde o princpio que eram, na realidade, assassinatos.Mas  bem bvio que ele parece perceber isso dessa vez. Eu deveria lhe
falar provavelmente que no tenho absolutamente nenhum desejo de estar toda envolvida com este caso criminal particular. Eu quero dizer, enquanto lanavam as meninas
elevador abaixo  uma coisa. 
Cortar suas cabeas fora? Assim no algo que quero me envolver . Meus joelhos ainda esto tremendo do que eu vi dentro daquela panela. Detetive Canavan assim no 
precisa se preocupar sobre eu fazer qualquer investigao desta vez. Os profissionais so bem-vindos neste aqui. "Voc est me escutando, Wells?" o detetive demanda. 
"Eu disse que no quero um desempenho repetido-" "Eu saquei isto," interrompo depressa. Eu elaboraria-como que de nenhum modo eu quero ter algo a ver com cabeas 
de lderes de torcida-mas decidi que simplesmente seria mais sbio me retirar. "Posso ir agora?" eu pergunto-dirijo a pergunta mais a Dr. Jessup, desde que ele 
, na realidade, meu chefe-bem, Tom  meu chefe direto, mas desde que Tom est ocupado tentando descobrir se h alguma chave da cafeteria perdida (uma tarefa que 
ele parece apreciar, desde que o mantm bem longe do que eles acharam no fogo-e o fato  que pareceu pedir que tambm   prova de que Detetive Canavan tem razo... 
o NYPD tem coisas sob controle), Stan  a coisa mais prxima que tenho por perto. Mas Stan est encarando seu chefe, Presidente Allington que est tentando conseguir 
a ateno do Detetive Canavan. Que  um tipo de alvio, desde tudo que tive foi a ateno do Detetive Canavan at o momento. Esse cara pode ser assustador. "Assim 
o que o ouo falando, Detetive..." Dr. Allington est dizendo, a sua expresso cuidadosa ilustrando o treinamento que ganhou em seu PhD. "O que eu o ouo dizendo 
 
que este assunto infeliz provavelment no ser esclarecido hoje no almoo? Porque estava planejando ser anfitrio em meu escritrio esta tarde para honrar nossos 
atletas estudantes e trabalhadores, e seria uma vergonha ter que adiar isto..." 
 "Eu percebi, Detetive," Dr. Allington diz. "Porm, eu tinha esperado-" "Pela causa de Cristo, Phil," Dr. Jessup interrompe. Ele teve o bastante. Finalmente. "Algum 
tentou fricass uma criana, e voc quer abrir a barra de salada?" "Tudo que estou dizendo," Dr. Allington diz, enquanto parecia indignado, " que, em minha opinio 
profissional, seria melhor no permitir que este incidente interfira com na rotina normal dos residentes. Voc recordar que alguns anos atrs, quando a escola teve 
aquela erupo cutnea de suicdios, era a publicidade gerada sobre isso que provocou tantas das tentativas de imitao-" Detetive Canavan no pode ajudar levantando 
uma sobrancelha cinza aparentemente incrdula quilo. "Voc pensa que meia dzia de alunos de uma outra faculdade vo se apressar para casa e golpear para fora suas 
prprias cabeas?" "O que eu estou tentando para dizer," Dr. Allington continua arrogantemente, " que se o almoo est cancelado-no mencionando o jogo de amanh 
de noite-a verdade sobre o que est acontecendo aqui ser impossvel de no escoar. Ns no vamos poder manter algo como isto quieto por muito tempo. Eu no estou 
falando sobre o Post, ou, ou at mesmo 1010 WINS. Eu estou falando sobre o New York Times, talvez at mesmo a CNN. Se suas pessoas no acham o corpo daquela menina, 
Detetive, logo ns podemos atrair as redes at mesmo. E isso poderia ser muito danificador  reputao da escola-" 
 "Cabea sem corpo achada na cafeteria de dormitrio," Carol Ann Evans, para a surpresa de todo mundo, diz. Quando todos ns virarmos nossas cabeas para piscar 
a ela, ela adiciona, em uma voz sufocada, "Hoje  noite em Edio Interior." Detetive Canavan troca o peso dele e remove o p dele do assento da cadeira. "Presidente 
Allington," ele diz. "Em aproximadamente cinco minutos, minhas pessoas entram para marcar esta asa inteira fora do pblico. E por pblico, eu estou incluindo seus 
empregados. Ns estamos lanando uma investigao completa neste crime. Ns pedimos que voc coopere. "Voc pode fazer assim, primeiramente, removendo seus empregados 
da vizinhana imediata assim que meus homens estiverem terminado com eles. Secundariamente, eu terei que perguntar que esta cafeteria permanea fechada at o tempo 
que eu julgar seguro reabrir. A menos que eu esteja enganado"-o tom insinuante do detetive  que  o duro-"voc teve um estudante assassinado em terrenos escolares 
esta manh, e o seu assassino ainda est grande, possivelmente aqui mesmo no campus. Possivelmente igualmente aqui neste mesmo lugar. Se h qualquer coisa que poderia 
estar danificando mais ao reputao de sua escola que isso, eu no posso pensar. Eu realmente no penso em adiar um almoo-ou um jogo de basquetebol- comparvel, 
entende?" Eu acho que realmente no posso culpar a Reitora Evans por h pouco ter estourado ento em um ajuste de risadinhas nervosas. A sugesto que poderia haver 
um assassino na Faculdade de Nova York na vida da assessoria administrativa estudantil  bastante para enviar o indivduo mais calmo em at mesmo uma risada histrica. 
Um grupo mais enfadonho de pessoas quase no poderia ser achado em qualquer outro lugar no planeta. Gerald Eckhardt, com sua fumagem sub-reptcia e tacha de gravata 
cruz-moldada, brandindo um cortador de carne? Treinador Andrews, sacudindo em suas calas e jaqueta de carta, decepando uma menina jovem at morte? 
Dr. Flynn, todas suas cem e quarenta libras, usando um circular para desmembrar uma lder de torcida? S no est dentro do reino do possvel. E ainda. E ainda 
mesmo Carol Ann Evans deve ter se compreendido agora com quem matou Lindsay e teve um acesso completo na cafeteria. S algum que trabalha no Fischer Hall-ou no 
Departamento da Vida Estudantil-teria acesso  chave. Que significa que algum no pessoal do Alojamento poderia ser um assassino. A parte triste , isto nem mesmo 
me pega de surpresa. Wow. Eu acho realmente que sou uma nova iorquina insensvel. 
3S porque voc conseguiu uma grande gratificaoNo comece a pensar que pode nos possuir. Seguramente, no podemos dispor de diverso cara Mas no condomnio 
da vida, voc ainda  o poro. "Cara do Investimento no Banco" Escrito por Heather Wells"Voc tem um grupo de mensagens," Sarah, nossa assistente graduada do 
escritrio estudantil-em todo hall residencial  nomeado um GA que, em troca de penso completa grtis, ajuda a correr com os aspectos administrativos do escritrio 
do hall- me informa laconicamente quando entro. "Os telefones esto tocando no gancho. Todo o mundo quer saber por que a caf est fechada. Eu tenho usado a desculpa 
de vazamento de gs, mas no sei por quanto tempo as pessoas vo acreditar, com todos estes policiais passeando para dentro e para fora. Eles acharam o resto dela 
contudo?" "Shhh," eu digo, enquanto dou uma olhada ao redor do escritrio, no caso de haver um residente espreitando. Mas o escritrio (ainda engrinaldado com 
guirlandas sempre verde fraudado, um menorah, e cabaas de Kwanzaa, graas a meu levemente manaco e claramente excessivo decorador de feriados) est vazio, com 
exceo de Tom que est de volta ao seu escritrio-separado do escritrio exterior no qual eu sento, por uma grade de metal-murmurando no telefone. 
 "O que," Sarah diz, enquanto roda seus olhos. Sarah est se tornando uma mestra em psicologia, assim ela sabe muito sobre a psique humana e como funciona. Ou ela 
acha que sabe, de qualquer maneira. "Meio que as pessoas no edifcio ainda nem mesmo esto desperta. Ou, se esto, apressaram-se para aula. Assim voc acha que eles 
vo cancelar o jogo de amanh de noite? No por causa deste temporal que supostamente ns conseguimos, mas por causa de... voc sabe. Dela?" "Um," eu digo, enquanto 
deslizo para trs de minha escrivaninha. Sinta-se bem para se sentar. Eu no estava atenta de como meus joelhos estavam tremendo at agora. Bem, no  diariamente 
voc v a cabea decapitada de uma lder de torcida em uma panela. Especialmente uma lder de torcida que voc conhece. No  nenhuma maravilha estar um pouco trmula. 
Mais, com exceo da mocha de caf, ainda no tomei caf da manh. No que eu tenha vontade de comer. Bem, muita. "Eu no sei," eu digo. "Eles querem interrogar 
o Mark." Sarah pareceu aborrecida. "Ele no fez isto," ela diz desdenhosamente. "Ele no  bastante inteligente. A menos que ele tivesse ajuda."  verdade. Os 
padres de admisso para a Faculdade de Nova York so uns dos mais altos no pas... exceto quando for atletas. Basicamente qualquer jogador de bola semi-decente 
que 
quiser vir a Faculdade de Nova York aceita, desde, como uma faculdade de Terceira Diviso, todos os melhores atletas tendem a entrar para as faculdades de Primeira 
Diviso ou Segunda. Ainda, Presidente Allington est determinado por ter o seu legado na Faculdade de Nova York  que ele virou isto em um contendor atual no mundo 
da bola da faculdade-sua meta final, divulgou,  ter a faculdade reintegrada a Primeira Diviso. 
Embora a probabilidade deste acontecimento-especialmente levando em conta os eventos de hoje-parece fina. "Eu ainda no posso superar isto," Sarah est dizendo. 
"Onde o corpo dela pode estar?" "Onde todos os corpos na Cidade de Nova York voltam," eu digo, enquanto olho para minhas mensagens telefnicas. "Em algum lugar 
no rio. Ningum achar isto at primavera, quando a temperatura sobe bastante para fazer o corpo subir e descer." Eu no sou nenhuma perita criminal, naturalmente, 
e nem mesmo tenho fui capaz de me matricular em qualquer curso de justia criminal tambm, graas  matemtica medicinal que preciso por primeiro. Mas eu assisti 
muito Law and Order e CSI. Mais, voc sabe, eu vivo com um detetive particular. Ou "partilho um domiclio com," eu deveria dizer, invs de "vivo com" soa como se 
compartilhssemos algo mais, o que ns no fazemos. Tristemente. Sarah estremece elaboradamente, embora esteja morno no escritrio e ela est usando um dos suteres 
listrados grossos tecido especialmente para ela por um scio da mesma categoria do kibutz no qual ela passou seu vero do ano de caloura. Parece, enquanto ia buscar 
totalmente em cima do seu sobretudo. "S no faz sentido," ela diz. "Como pode haver outro assassinato neste edifcio? Ns realmente estamos nos transformando no 
Dormitrio da Morte." Eu estou olhando para minhas mensagens. Minha melhor amiga Patty-ela  vista na cobertura do Post de hoje indubitavelmente, e est to preocupado 
quanto Reggie estava sobre como fui afetada. Algum que no daria seu nome e disse se eu ligaria de volta depois-credor, nenhuma dvida. Eu estourei meus cartes 
de crdito no frenezi de comprar presentes no pr-feriado. 
Se eu puder evit-los at maro, reembolsarei tudo quando conseguir meu reembolso de imposto. E- Eu renuncio ao deslize a Sarah. "Isto  real? Ele realmente ligou? 
Ou voc est arrancando minha cadeia?" Sarah que parece pega de surpresa. "Honestamente, Heather," ela diz. "Voc acha que eu brincaria em um dia como hoje? Jordan 
Cartwright realmente ligou. Ou, pelo menos, algum que reivindicou ser Jordan Cartwright ligou. Ele quer que voc ligue de volta imediatamente. Ele disse que era 
vitalmente importante. nfase no vitalmente." Bem, isso parece com Jordan, tudo bem. Tudo  vitalmente importante para Jordan. Especialmente se envolve me humilhar 
de algum modo. "O que se," Sarah diz, "o corpo de Lindsay no estiver no rio? Supondo que isto ainda esteja no edifcio. Supondo... meu Deus, supondo que isto ainda 
est no quarto de Lindsay!" "Ento ns j teramos tido notcias de Cheryl," eu digo. "Desde que ela e a companheira de quarto de Lindsay trocaram espaos, a primeira 
coisa nesta manh." "Oh." Sarah parecia desapontada. Ento ela clareia. "Talvez est em outro lugar no edifcio! Como no quarto de outra pessoa. Voc poderia imaginar 
a casa prxima da aula e se acha um corpo acfalo dentro de sua cadeira giratria, como em frente a seu computador?" Meu estmago torce. O mocha de caf no est 
descansando bem. "Sarah," eu digo. "Srio. Cala a boca." "Oh, meu Deus, ou se ns achssemos isto no quarto de jogos, apoiado contra a mesa de foosball?" "Sarah." 
eu luzo a ela. 
 "Oh, ilumine-se, Heather, "ela diz, com um riso. "Voc no pode contar que estou recorrendo a humor de forca em um esforo para quebrar a conexo entre um estmulo 
horrorizante e uma resposta emocional no desejada, como revulso ou temor que neste caso no seria til ou profissional?" "Eu preferiria revulso," eu digo. "No 
acho que qualquer um tem que ser profissional quando houver uma lder de torcida acfala envolvida."  neste momento que Tom escolhe para aparecer na entrada de 
seu escritrio. "Ns no podemos dizer que palavra?" ele pergunta escrupulosamente, enquanto agarrando a armao da porta para se apoiar. "O que?" Sarah sacode 
algum de seu cabelo ondulado para fora de seu ombro. "Lder de torcida?" "No," Tom diz. "Acfalo. Ns temos sua cabea. S no seu resto. Oh, Deus. Eu no posso 
acreditar apenas disse isso." Ele olha miseravelmente para mim. H sombras roxas debaixo de seus olhos injetados de sua noite gasta no hospital, e seu cabelo loiro 
feiamente emplastrado  testa dele de falta de produto. Debaixo de circunstncias normais, Tom no seria pego parecendo to morto e desleixado. Ele  realmente mais 
exigente sobre seu cabelo que eu sou. "Voc deveria ir para cama," eu digo a ele. "Ns temos as coisas cobertas aqui, Sarah e eu." "Eu no posso ir para cama." 
Agora Tom parecia chocado. "Uma menina foi achada morta em meu edifcio. Voc pode imaginar como isso pareceria a Jessup e todo o mundo? Se eu s... For para cama? 
Eu ainda estou em provao de emprego, voc sabe. Eles s decidiriam que eu no posso cortar isto e-" Ele engole. "Oh, meu Deus, apenas disse a palavra corte?" "Volte 
ao seu escritrio, feche a porta, e feche seus olhos durante algum tempo," eu digo a ele. "Eu cobrirei para voc." "Eu no posso," Tom diz. "Toda vez eu fecho meus 
olhos, eu vejo... Ela" 
Eu no tenho que perguntar o que ele quer dizer. Eu sei, unicamente muito bem. Desde que a mesma coisa tem acontecimento a mim. "Ei." uma criana em um hoodie, 
com um par prateado minsculo de halter perfurado pelo fundo de seu nariz, inclina sua cabea no escritrio. "Por que a caf est fechada?" "Vazamento de gs," Sarah, 
Tom, e eu dizemos todos ao mesmo tempo. "Jesus," a criana diz, enquanto fazia uma cara. "Assim vou caminhar para o outro lado do campus para conseguir o caf da 
manh?" "V para a unio de estudante," Sarah diz depressa, enquanto oferecia uma vale de refeio. "Em ns." A criana olha para baixo ao vale. "Doce," ele diz, 
porque com o vale, a refeio no ser da cota diria dele. Agora ele pode tomar DOIS jantares, se ele quiser. Ele se arrasta alegremente para fora. "Eu no vejo 
por que ns no podemos apenas lhes contar a verdade," Sarah declara, assim que ele foi. "Eles vo descobrir de qualquer maneira." "Certo," Tom diz. "Mas ns no 
queremos causar um pnico. Voc sabe, que h um assassino psicopata solto no edifcio." "E," eu adiciono cuidadosamente, "ns no queremos as pessoas achando que 
eles souberam antes dos pais de Lindsay." "Sim," Tom diz. "O que ela disse."  estranho um chefe que no sabe o que ele est fazendo de fato. Eu quero dizer, grande 
Tom, no me entenda erradamente. Mas ele no  nenhum Rachel Walcott. O que, em equilbrio,  algo para agradecer.... "Ei, vocs, caras," Sarah diz. "O que sou 
eu? Ha, ha, ha, pancada." Tom e eu olhamos inexpressivamente para um ao outro. "Eu no sei," eu digo. 
 "Algum rindo com sua cabea para fora. Sacam? Ha, ha, ha, pancada." Sarah olha para ns reprovadoramente quando no rirmos. "Humor de forca, pessoas. Nos ajudam 
a CONTENDER." Eu olho a Tom. "Quem est com a criana de aniversrio?" eu lhe pergunto. "Um no hospital? Se voc e eu aqui formos, eu quero dizer?" "Oh, bosta," 
Tom diz, enquanto parecia plido. "Eu me esqueci dele. consegui a chamada, e-" "Voc o deixou s?" Sarah rola seus olhos. O seu desprezo para nosso chefe novo no 
 algo que ela tenta esconder. Ela pensa que Dr. Jessup deveria t-la contratado para assumir, embora ela seja uma estudante de tempo integral. Um estudante de tempo 
integral cujo passatempo de meio perodo  analisar os problemas de todo mundo que ela se encontra. Por exemplo,tenho supostamente emisso de abandono, devido a 
minha me ter escapado para a Argentina com meu agente... e todo meu dinheiro. E porque eu no procurei o assunto to agressivamente quanto acha a Sarah que eu devia 
pelos tribunais, eu sofro de baixo amor-prprio e passividade, como bem, supostamente. Pelo menos de acordo com Sarah. Mas sinto como se tivesse uma escolha (bem, 
no realmente, porque no  como se eu tivesse dinheiro para procurar isto nos tribunais, de qualquer maneira): eu posso sentar e posso ser amarga e ressentida do 
que Mame fez. Ou eu posso pr isto para trs e apenas seguir com minha vida. Est errado eu escolher o posterior? Sarah parece pensar assim. Embora este  s 
o material que ela me conta quando no est ocupada me acusando de eu ter algum adorvel complexo de Super-homem, por querer salvar todos os residentes do Fischer 
Hall que j vem me prejudicar. Realmente nem  todo mistrio para mim por que Sarah no arrumou o emprego e o Tom sim.
Tudo que Tom sempre me diz  coisa como ele gostou de meus sapatos, e eu vi American Idol ontem  noite.  muito mais fcil de se dar bem co, Tom que com Sarah.
"Bem, penso em trunfos de assassinato e veneno no lcool," eu digo, enquanto vou  defesa de Tom. "Mas ns ainda precisamos ter algum l com o residente, especialmente 
se ele no terminou de ser admitido...." Se Stan nos descobre tendo um residente l no ER sem um supervisor cuidando dele, ele nos sacudir fora. Eu no quero apenas 
perder meu novo chefe quando estou comeando a gostar dele. "A Sarah-" "Eu tenho um laboratrio," ela diz, nem mesmo olhando por cima das laudas de sing-in ela 
est juntando para fotocopiar, ostensivamente assim a polcia pode conferir para ver se Lindsay tinha qualquer convidado na noite anterior que poderia ter decidido 
reembolsar a hospitalidade dela cortando sua cabea. Exceto, naturalmente, Lindsay no tinha. Ns tnhamos estado duas vezes sobre os troncos. Nada. "Mas-" "Eu 
no posso perder isto," Sarah diz. " o primeiro do semestre novo!" "Eu irei, ento," eu digo. "Heather, no." Tom parece apavorado. Eu no posso contar se for 
porque ele no quer me pr por numa sala de espera de um ER da Cidade Nova York depois do que j passei por esta manh genuina, ou se s  que ele no quer ser deixado 
s no escritrio, enquanto considerando o fato que ele  to novo em seu trabalho. "Eu conseguirei um do RAs...." "Eles vo tudo ter aula, tambm, apenas igual Sarah," 
eu digo. Eu j estou sobre meus ps e alcanando para meu casaco. A verdade , eu no estou tentando ser uma mrtir. Eu estou dando boas-vindas de fato a chance 
de sair de l. Embora eu tente no agir como isto. 
 "Realmente, est bem. Eles tero que admiti-lo logo, direito? Ou deix-lo ir. Assim eu irei logo atrs.  um homem, certo?" "Que menina seria estpida o bastante 
para tentar beber vinte e um copos em uma noite?" Sarah pergunta, enquanto roda seus olhos. " um cara," Tom diz, e me d uma tira de papel com um nome e nmero 
ID de estudante nisto, o qual eu empurro em meu bolso. "No um conversador cintilante, entretanto, ele ainda estava inconsciente quando eu estava l. Talvez ele 
esteja at agora acordado. Precisa de dinheiro insignificante para passagem de txi?" Eu asseguro a ele que ainda tenho o que tinha pego mais cedo da caixa de metal, 
quando estava a caminho do que achariamos de Lindsay. "Assim," Tom me diz em uma voz surda, quando estou a ponto de cair fora em direo a porta. "Voc lidou com 
isto antes." Ambos sabemos o que ele com isto. "O que, um, eu deveria fazer?" Ele realmente parecia preocupado. Que e a cabeceira de cama o fazem parecer mais jovem 
que realmente ... O que, aos vinte e seis,  ainda mais jovem que eu. Quase to jovem quanto o Barista Boy. "Seja forte," eu digo, enquanto ponho uma mo no seu 
volumoso, Izod-suter-de-malha vestido em seu ombro. "E tudo que voc faz... no tente voc resolver o crime. Acredite em mim." Ele engole. "Tudo bem. Como se eu 
quisesse terminar com minha cabea em uma panela? No, obrigado." Eu lhe dou um tapinha tranqilizador. "Eu estarei com meu celular se voc precisa me localizar," 
eu digo. 
Ento eu bati em retirada precipitada no corredor onde me encontro com Julio, o empregado chefe, e seu sobrinho recentemente contratado-nepotismo vive e bem na Faculdade 
de Nova York como  em qualquer outro lugar-o Manuel, pondo tapetes borracha apoiados ao longo do cho para proteger o mrmore de sal dos residentes quando finalmente 
comea nevar. "Heather," o Julio diz apreensivamente a mim quando passo, " realmente verdade, o que eles dizem? Sobre..." seus olhos escuros olham para o salo 
de 
entrada no qual os policial e administradores da faculdade ainda esto enxameando como fashionistas em uma venda de amostra. " verdade, Julio," eu paro para lhe 
falar, em uma baixa voz. "Eles acharam um..." estou a ponto de dizer corpo morto, mas isso no  estritamente verdade. "A menina morta na lanchonete," eu me conformo 
em terminar. "Quem?" Manuel Juarez, um ultrajante belo cara que tinha ouvido falar de muitas fmeas-e at mesmo alguns machos-trabalhadores estudantis que suspiram 
em cima dele (eu no aborreo, por que no acredito que trabalho seja lugar para romance. Tambm porque ele nunca olhou duas vezes para mim, e no  provvel, com 
tantos fulcrosos dezenove anos barriga descoberta de balizas. Eu no descobri minha barriga desde, um, comeou a se sobressair em cima do cs de minhas calas jeans), 
parece preocupado. "Quem era?" "Eu realmente no posso dizer ainda," eu lhes falo, porque supostamente ns esperamos at que a famlia do defunto estiver informada 
antes de distribuir seu nome a outros. A verdade, naturalmente,  que se tivesse sido qualquer um menos Lindsay, eu teria lhes falado em uma batida de corao. 
Mas todo o mundo-at mesmo o pessoal cuja tolerncia para com as pessoas cujos os pais provem nossos salrios  mnima, melhor-gostava de Lindsay. E eu no vou 
ser quem vai lhes contar o que aconteceu a ela.
Que  uma das razes que agradeo ter esta chance de estar caindo fora daqui. Julio atira a seu sobrinho um olhar aborrecido-eu acho que  porque ele sabe tambm
como eu que no me permitem divulgar o nome-e murmura algo em espanhol. Manuel cora sombriamente, mas no responde. Eu sei Manuel, como Tom, ainda  to novo que
est em provao de emprego. Tambm aquele Julio  o mais rgido dos supervisores. Eu no queria t-lo como meu chefe. Eu vi o modo que age quando pegar os residentes 
Rollerblading pelos seus chos recentemente encerados. "Eu tenho que ir para o hospital com uma criana diferente," eu falo para o Julio"Esperanosamente irei logo 
atrs. Mantenha o olho de Tom aceso para mim, voc vai? Ele no  dado a qualquer uma desta matria-prima." Julio acerna com a cabea sombriamente, e sei que meu 
pedido ser levado a cabo pela carta... at mesmo se significar que o Julio tem que fingir derramar uma lata de refrigerante na porta do diretor do hall, assim como 
ele pode gastar meio uma hora limpando isto. Eu consigo passar por todas as pessoas no salo de entrada e fora no frio sem ser parada novamente. Mas embora-milagrosamente-h 
um txi que pra em frente a Fischer Hall da mesma maneira que eu caminho para fora, eu no pego esse. Em vez disso, eu apresso-me a p ao redor do canto, volto 
em direo ao brownstone que deixei somente um par de horas antes. Se eu for sentar no hospital todo o dia, h um par de coisas preciso-como meu livro de ensino 
de matemtica medicinal assim eu posso estar pronto para minha primeira aula, se no for cancelada devido a neve, e talvez meu Game Boy, carregado com Tetris (oh, 
com quem estou brincando? Entre estudar e Tetris,  uma aposta slida que passarei minha manh tentando bater minha pontuao mxima). 
Ainda, talvez posso convencer Lucy a vir e fazer o negcio, assim no tenho que me preocupar sobre achar qualquer surpresa depois. As nuvens acima ainda so escuras
e pesadas com umidade presa, mas quer dizer no, eu sei, por que Reggie e seus amigos no sero vistos em nenhuma parte. Eles se espalharam graas  presena policial 
pesada ao redor do canto, em Fischer Hall. Eles provavelmente esto no Washington Square Diner, enquanto levando uma hora do caf. O assassinato  forte no negcio 
de droga como em tudo mais. Lucy est confusa por me ver em casa assim cedo que esquece de protestar sobre ser deixada para trs no jardim frio do av de Cooper. 
At que eu recobrei meu livro de ensino e Game Boy e voltei escada abaixo, ela est sentanda pela porta dos fundos, o negcio cozinhava em vapor da distncia de 
alguns terrenos. Eu deixei-a voltar e apressadamente limpo suas bagunas, e estou a ponto de rasgar da casa quando noto a luz de mensagem que pisca na secretria 
eletrnica no corredor-nosso telefone de casa, ao invs da linha de negcios de Cooper. Eu aperto INICIAR, e a voz irmo de Cooper enche o fone. "Um, oi," meu ex-noivo 
diz. "Esta mensagem  para Heather. Heather, eu tenho tentado localiz-la em seu celular como tambm em seu telefone de trabalho. Eu acho que continuo sentindo sua 
falta. Voc poderia me ligar de volta assim que voc ouvir esta mensagem? Eu tenho algo realmente importante que preciso falar com voc aproximadamente." Wow. Realmente 
deve ser importante, se ele est me chamando na linha da casa de Cooper. A famlia de Cooper no falou com ele durante anos-desde que eles souberam que o patriarca 
familiar, Arthur Cartwright fundador da Cartwright Records, tinha deixado o brownstone da sua West Village para seu neto ovelha negra, um pedao principal dos bons 
imveis da Cidade de Nova York (avaliado em oito milhes de dlares). 
As relaes no estavam exatamente quentes antes disso, entretanto, graas  recusa de Cooper de entrar na empresa familiar (especificamente, Cooper recusou tocar 
baixo na Easy Street, a boy band que o pai dele estava reunindo). Na realidade, se no fosse por mim-e minha melhor amiga Patty e seu marido Frank-Cooper teria 
gasto seu Natal e Ano Novo sozinho (no que a perspectiva disto pareceu t-lo aborrecido muito), em vez de se aquecer no brilho quente da famlia... Bem, a famlia 
de Patty, de qualquer maneira, minha prpria famlia ou est presa (Pai) ou no lam com meu dinheiro (Me. Provavelmente  realmente bom eu ser filha nica). Ainda, 
me encontrei durante anos namorando o irmo de Cooper e o que  importante para Jordan raramente  importante para mim. Assim eu no exatamente pego o telefone e 
ligode volta. Ao invs, eu escuto o resto das mensagens-umas sries de declives: telemarketing, sem nenhuma dvida-e ento vou em direo a sada ao frio de St. 
Vincent's. Agora que quero um, claro que no posso achar um txi, assim eu tenho que caminhar cinco ou seis quadras (avenida bloqueada, no rua curta bloqueada) 
para o hospital. Mas est bem. Supostamente ns temos que ter uma meia hora de exerccio um dia, de acordo com o governo. Ou  uma hora? Bem, o que for, cinco quadras 
em um frio amargo parecem mais que suficiente. At chegar ao hospital, sinto meu nariz e minhas bochechas entorpecidas. 
Mas est quente na sala de espera-catico... Entretanto no tanto quanto  regularmente: A previso do tempo amedrontou a maioria dos hipocondracos a aparentemente 
em ficar em casa-e eu posso achar um assento com facilidade. Alguma bondosa enfermeira mudou o canal na televiso da sala de espera de sabes espanhis para New 
York One, assim todo o mundo pode manter a par da prxima tempestade. Tudo que preciso para o conforto  cacau um pouco quente-e consigo suficientemente fcil, passando 
despercebida algumas moedas no distribuidor automtico de caf-e algum caf da manh. Porm, comida  menos fcil de vir na sala de espera do ER de St Vincent, 
a menos que eu esteja disposta a me conformar com Funyuns e Milk Duds da mquina de doce. O qual, sob circunstncias normais, eu estaria. Mas levando em conta estes 
eventos matutinos, sinto que meu estmago est um pouco enjoado, e eu no estou segura que ele pode controlar uma afluncia sbita de sal e caramelo com sua facilidade 
habitual. Mais, a cada cinco horas... O tempo em que os guardas de segurana abrem as portas do ER e permitem cada paciente ter visitas. No caso de meu estudante, 
a visita seria eu. Naturalmente, quando eu precisar disto, eu no posso errar deixando de achar o papel que Tom tinha me dado, um com o nome do estudante e o nmero 
do ID nele. Assim sei que terei que pegar isto quando entrar no ER. Esperanosamente no haver aquele cara de vinte e um anos l, dormindo com muitas bebidas do 
aniversrio da noite anterior. Eu especulo se as enfermeiras poderiam me ajudar...Mas no fim, eu no preciso de qualquer ajuda. Eu reconheo meu estudante no minuto 
que ponho olhos nele, esticado fora em uma maca em baixo de um lenol branco. "Gavin!" Ele geme e enterra sua face no seu travesseiro. "Gavin." eu me levanto 
ao lado da maca, enquanto resplandeo abaixo para ele. Eu deveria saber. Gavin McGoren, jnior, o estudante de cinema, e o maior residente dor-ao-alvo em Fischer 
Hall: Quem mais manteria meu chefe a noite toda? 
"Eu sei que voc no est adormecido, Gavin," eu digo severamente. "Abra seus olhos." As palpebras de Gavin abrem-se voando. "Jesus Cristo, mulher!" ele chora. 
"Voc no pode ver que estou doente?" Ele aponta ao IV que ressalta do brao dele. "Oh, por favor," eu digo repuganadamente. "Voc no est doente. Voc s  estpido. 
Vinte e uma bebidas, Gavin?" "O que," ele murmura, enquanto dobra seu brao livre do IV cima de seus olhos, para impedir a luz fluorescente. "Eu tinha meus meninos 
comigo. Eu sabia que estaria bem." "Seus meninos," eu digo menosprezarmente. "Oh, sim, seus meninos tomaram grande cuidado com voc." "Ei." Gavin estremece como
se o som de sua prpria voz o machuque. Provavelmente o faz. "Eles me trouxeram aqui, eles no o fizeram?" "Descarregaram-no aqui," eu o corrijo. "E esquerda. Eu
no vejo ao redor mais nenhum deles, vejo?" "Eles tiveram que ir a aula," Gavin diz mole. "De qualquer maneira, como voc saberia? Voc no estava aqui. Isto era 
outra ferramenta do hall-onde ele foi?" "Se voc quer dizer Tom, o diretor do hall," eu digo, "ele teve ir negociar com outra emergncia. Voc no  nosso nico 
residente, voc sabe, Gavin." "O que voc est planejando para mim?" Gavin quer saber. " meu aniversrio." "Isso que  um modo para celebrar," eu digo. "O que. 
No para nada, mas eu estava filmando isto para um projeto de aula.". 
"Voc sempre est se filmando algo para fazer algum estpido projeto aula," eu digo. "Se lembra do reenactment que voc fez da cena de Hannibal? Um com o crebro 
de vaca?" Ele ergue seu brao para luzir a mim. "Como supostamente eu saberia que sou alrgico a feijes de fava?" "Poderia pegar a surpresa de saber, Gavin," 
eu digo, quando meu celular vibra no bolso do meu casaco, "esse Tom e eu na verdade temos coisas melhores para fazer que segurar sua mo toda vez que voc pega algum 
artodoamento que termina com voc no quarto de emergncia." "Como o que?" Gavin pergunta, com um bufo. "Deixe esse RAs puxas-sacos sugarem voc at mais um pouco?" 
 muito difcil no contar para Gavin sobre Lindsay. Como ele pode mentir aqui, enquanto sente-se to culpado por ele-especialmente depois de ter feito algo to 
inacreditavelmente estpido para se entrar nesta posio em primeiro lugar-quando de volta a construo uma menina est morta, e ns nem podemos mesmo achar o corpo 
dela? "Olha, voc pode apenas descobrir quando eu posso cair fora daqui?" Gavin pergunta, com um gemido. "E me poupar das conferncias, por uma vez?" "Eu posso," 
eu digo, s muito feliz de deix-lo. Entre outras coisas, ele no cheira muito bem. "Voc quer que eu chame seus pais?" "Deus, no," ele geme. "Por que eu ia querer 
que voc fizesse isso?" "Talvez para deix-los saber como voc celebrou seu aniversrio? Eu estou segura que eles ficaro muito orgulhosos...." Gavin puxa o travesseiro
para cima de sua cabea. Eu sorrio e vou para uma das enfermeiras para discutir a possibilidade dele ser dele liberado. Ela me fala que ver o que o doutor
diz. Eu lhe agradeo e volto para a sala de espera, enquanto tiro meu cellular para ver quem me ligou... ... e fico emocionada ao ver as palavras Cartwright, Cooper 
no tela de meu celular.Eu fico emocionada at mesmo mais quando, um segundo depois, uma voz diz, "Heather." E eu observo e me acho fitando nos olhos do prprio 
homem. 
Cap. 4
Eu me lembro que havia um tempo Que o que eu precisava no valia uma moeda de dez centavos Mas agora eu estou mais velha, o que posso dizer? Se no for nenhuma 
Lacuna, ento no h nenhum modo. Untitled Escrito por Heather Wells Oh, tudo o que. Assim eu estou apaixonada por ele, e ele mostrou absolutamente zero de interesse 
em corresponder meus sentimentos. Assim o que? Uma garota pode sonhar, certo? E pelo menos eu estou sonhando com algum de idade apropriada, desde que Cooper tem 
mais de trinta-uma dcada mais velho que o Barista Boy. E no  como se Cooper estivesse ganhando salrio mnimo em algum caf. Ele possui seu prprio negcio. 
E, certo, ele na verdade no me CONTA o que  que ele faz todo o dia, porque ele parece achar que isto no se ajusta a algum de minhas tenras sensibilidades saber... 
Mas esses so os meios que ele se preocupa, certo? Exceto que sei que ele se preocupa. 
Por que ele me pediu para mudar com ele (bem, no apartamento de ltimo andar do seu pedra marrom, de qualquer maneira) depois que Jordan me expulsou (embora mantenha 
que Jordan no fez tal coisa, que fui eu quem partiu. Mas, eu sinto muito, foi ele que deixou Tania Trace cair de cara de primeira na sua forquilha-em nosso prprio 
apartamento, nada menos. Quem no interpretaria algo assim como um convite para partir?) Mas Cooper fez isto deixando IMENSAMENTE claro que ele s se preocupa comigo 
como uma amiga. Bem, em to longe como ele nunca se deu comigo, de qualquer maneira. E, certo, Cooper ordenou uma vez a meno-quando eu estava em um estado de 
choque severo de quase ter sido assassinada, e estava apenas semiconsciente-que ele acha que sou uma garota legal. Mas realmente supe que achei isto uma coisa 
boa? Eu quero dizer, legal? Os caras nunca ficam com garotas legais. Eles ficam com meninas como Tania Trace que, no ltimo vdeo dela, "Bitch Slap," estava rolando 
em um leo que usa astutamente nada mais que nas calcinhas de couro e numa esposa-batedeira. Eles no FAZEM calcinhas de couro do meu tamanho. Eu estou bem segura. 
Ainda, sempre h uma chance Cooper no ser do tipo de calcinhas de couro. Eu quero dizer, ele j provou que no  nada como o resto da famlia sendo to legal comigo. 
Talvez haja esperana. Talvez seja por isso que ele est agora mesmo aqui no hospital, para me falar que no pode se levantar sem mim mais nenhum segundo, e que 
o carro dele est esperando l fora para nos bater ao aeroporto para Vegas para nos casar e uma lua de mel havaiana- "Ei," Cooper diz, enquanto sustenta uma bolsa 
de papel. "Eu achei que voc no tinha comido. Eu lhe trouxe um sanduche do Joe." Oh. Bem, okay. No  Vegas para se casar e uma lua de mel havaiana.Mas  um 
sanduche de Joe Dairy, minha loja de queijo favorita! 
E se voc alguma vez tentou o muzzarela defumada de Joe, voc sabe que  bom do mesmo jeito que uma lua de mel havaiana. Possivelmente melhor. "Como voc sabe que 
eu estava aqui?" eu pergunto artitudamente, enquanto levando a bolsa. "Sarah me falou," Cooper diz. "Eu liguei para seu escritrio quando ouvi o que aconteceu. 
Estava no relatrio policial." "Oh." Naturalmente. Cooper escuta um relatrio policial enquanto est em stakeouts (vigilncias escondidas coordenadas de uma situao 
ou pessoa em evidncia de reunio, especialmente a respeito de atividade criminal. O termo deriva da prtica por agrimensores de usar estacas para medir uma rea 
antes do cano do projeto principal do edifcio ser comeado.). Ou jazz. Ele  uma noz para Ella Fitzgerald. Se Ella no estivesse morta, eu teria cimes. "Seus 
clientes no vo desejar saber onde voc est?" eu pergunto. No posso acreditar que ele est escapando de um caso por mim. " certo," Cooper diz com um encolher 
de ombros. "O marido de minha cliente est ocupado no momento." eu nem mesmo me preocupo em perguntar o que ele quer dizer, desde que sei que ele no me falar. 
"Eu ia para o almoo, de qualquer maneira, e eu achei que voc no tinha comido," ele diz. Meu estmago ribomba esfomeadamente a palavra almoo. "Eu estou faminta," 
eu confesso. "Voc  um salvador." "Assim." Cooper me conduz a um jogo vazio de assentos laranjas na sala de espera. "O que tem a criana?" Eu olho s portas do 
quarto de emergncia. "Quem, Gavin? Estupidez crnica." "Gavin novamente, huh?" Cooper produz dois Yoo-Hoos do bolso de seu parka e me d um. Meu corao balana. 
YOO-HOOS! Deus, eu amo este homem. Quem no amaria? "Se essa criana viver para a graduao, eu serei pego de surpresa. Assim. Como voc se mantm l? Eu quero dizer, 
com a menina morta." Eu afundei meus dentes no baguete crocante-cheio muzzarella defumada frescamente feita, pimentas assadas aliceas, e tomates secos. 
 impossvel falar depois disso, naturalmente, porque dentro da minha boca est tendo um orgasmo. "Eu agora pus uma chamada," Cooper vai, enquanto v que minha 
boca est cheia (entretanto ignorando, esperanosamente, todos os fogos de artifcio que vo dentro disto), "para um amigo no escritrio do juiz investigador de 
morte suspeita. Eles superaram l bem depressa, voc sabe, por causa de negcio estar reduzindo a velocidade, supostamente, que ns conseguimos graas a esta tempestade. 
De qualquer maneira, eles esto bem seguros que ela estava morta bem antes que fosse... bem, voc sabe." Decapitada. Eu acernei com a cabea, enquanto ainda mastigava. 
"Eu s pensei que voc ia querer saber," Cooper vai. Ele est desembrulhando um sanduche dele prprio. Prosciutto (Presunto), eu penso. "Eu quero dizer, que ela 
no... Sofreu. Eles esto bem seguros que ela foi estrangulada." Eu engulo. "Como eles podem contar?" eu pergunto. "Considerando... Bem, que no h nenhum pescoo?" 
Cooper levou s uma mordida do prprio sanduche dele quando pergunto isto. Ele sufoca um pouco, mas consegue baixar isto. "Descolorao," ele diz, entre tosses. 
"Ao redor dos olhos. Significa que ela deixou de respirar antes da morte acontecer, devido a estrangulao. Eles chamam isto de inibio vagal." "Oh," eu digo. 
"Desculpe." eu quero dizer sobre faz-lo sufocar. Ele enxagua algum Yoo-Hoo. Quando ele o faz, tenho uma chance para observ-lo sem ele notar. Ele no cortou este 
manh... no que importe. Ele ainda  um dos caras parecendo hots que alguma vez eu vi. As cinco horas dele-mais igual meio-dia-sombras s faz os avies angulares 
de sua face mais definidos, enquanto trazem at mesmo mais definio a sua mandbula magra e suas mas do rosto altas. Algumas pessoas-como do pai dele, Grant Cartwright-poderiam 
pensar que Cooper precisa de um corte de cabelo. Mas eu gosto de um cara com o cabelo que voc pode traspassar seus dedos. Voc sabe, se ele o deixasse. 
Ainda, embora a mim ligeiramente achava que o cabelo escuro lhe d a aparencia de um co pastor amigvel, Cooper tem que golpear uma figura imponente a outros. Isto 
fica bvio quando um sujeito sem-teto que leva uma garrafa em uma bolsa de papel, entrando no hospital para sair do frio por um pequeno tempo, espia uma cadeira 
vazia prxima a mim e vaga para isto... ... s para mudar seu pensamento quando consegue um olhar aos ombros largos de Cooper-faz parec-lo mais intimidante at 
mesmo 
pela inchao do anoraque dele-e volumoso at mais que terras madeireiras. Cooper nem mesmo nota. "Eles acham que ela esteve l por algum tempo," ele diz, depois 
de ter forado prosperamente abaixo tudo que estava sufocando. "No, er, fogo. Desde ento antes de amanhecer, pelo menos." "Deus," eu digo. Mas entretanto de 
volta ao dormitrio-eu quero dizer, hall residncial-eu no pude pensar no que tinha acontecido a Lindsay sem sentir uma onda de nusea, eu no tenho nenhum problema 
para acabar meu sanduche. Talvez seja porque eu realmente estava sofrendo de fome. Ou talvez seja por causa da presena acalmante de Cooper. Amor faz coisas engraadas 
a voc, eu acho. Falando de amor... Meu telefone celular gorjeia, e quando eu tiro isto do meu bolso, eu vejo que Jordan est me ligando. Novamente. Eu empurro apressadamente 
o telefone de volta nos recessos de meu casaco. No rapidamente o bastante, entretanto. "Ele realmente tem que precisar falar com voc sobre algo," Cooper diz 
suavemente. "Ele deixou uma mensagem em casa, tambm." "Eu sei," eu digo medrosamente. "Eu ouvi isto." 
"Eu vejo." Cooper parece divertido com algo... Pelo menos quanto aos cantos da sua boca, enrolados para cima, em baixo da polegada de penugem escura que cresce ao 
redor deles. "E voc no est ligando de volta porque...?" "O que," eu digo, aborrecida. Mas no com Cooper. Eu estou aborrecida com o irmo dele que se recusa a 
perceber que um colapso  apenas isso: Um colapso. Voc no continua ligando para seu ex, especialmente quando a noiva dele  outra pessoa, depois que voc se separou. 
Eu quero dizer,  cortesia comum. Eu acho que no ajuda que eu continue dormindo com ele. Jordan, eu quero dizer. Mas srio, foi s daquela vez no corredor de 
Cooper, e em um momento de fraqueza total. No  como se isto j fosse acontecer novamente. Eu no acho. Eu acho que voc tambm poderia dizer que estou um pouco 
aborrecida comigo. "Assim voc a conhecia?" Cooper pergunta, ardilosamente mudando o assunto, provavelmente porque ele pode contar que no estou apreciando isto 
nenhum pouco. "Quem? A menina morta?" eu bebo Yoo-Hoo. "Sim. Todo mundo conhecia. Ela era popular. Uma lder de torcida." Cooper parecia chocado. "Eles tm lderes 
de torcida na faculdade?" "Seguramente," eu digo. "O time da Universidade de Nova York fez isto aos finais do ano passado." "Finais do qu?" "Eu no sei," eu 
admito. "Mas eles esto orgulhosos disto. Lindsay-essa  a menina morta-estava especialmente orgulhosa disto. Ela estava estudando para ser uma contadora. Mas ela 
tinha toneladas de esprito escolar. Ela-" eu rompo. Nem sequer Yoo-Hoo ajuda desta vez. "Cooper. Quem faria algo assim a algum? E por que?" 
"Bem, o que voc sabe desta menina?" ele pergunta. "Eu quero dizer, alm de que ela era uma lder de torcida que estava estudando para ser um contador?" Eu penso 
nisto. "Ela estava namorando um dos jogadores de basquetebol," eu digo, depois de um tempo. "Na realidade, eu acho que ele poderia ser um suspeito. Detetive Canavan 
parece pensar assim, de qualquer maneira. Mas ele no fez isto. Eu sei que ele no fez. Mark  uma criana agradvel. Ele nunca mataria qualquer um. E certamente 
no a namorada dele. E no daquele modo." " o modo o que me golpeia..." Cooper encolhe os ombros em baixo de seu anoraque."Bem, a palavra excesso vem a mente. Quase 
 como se o assassino a deixasse como um modo de advertncia." "Uma advertncia para quem?" eu pergunto. "Jimmy o cozinheiro da linha?" "Bem, se ns soubssemos 
isso," Cooper diz, "ns teramos uma boa idia de quem fez isto, no teramos? E por que. O direito de Canavan por comear com o namorado. Ele  um pouco bom? Como 
um jogador, eu quero dizer?" Eu olho inexpressivamente para ele. "Coop. Ns somos da Terceira Diviso. Como ele pode ser bom?" "Mas os Pansies tm jogado muito 
melhor desde que eles conseguiram aquele treinador novo, este cara, Andrews," Cooper diz, com um sorriso leve... eu adivinho minha ignorncia de esporte. "Eles comearam 
a radiodifuso at mesmo os jogos. Localmente apenas, eu sei. Mas ainda. O jogo de amanh de noite ser cancelado, levando em conta tudo isso?" Eu bufo. "Voc est 
brincando? Ns estamos tocando para o New Jersey East Devils em casa. Voc no sabe que ns somos oito-e-oh?" O sorriso de Cooper alarga, mas a voz dele  tingida 
com gelo. "A cabea de uma das lderes torcida foi achada na lanchonete de seu dormitrio, mas eles no esto cancelando o jogo de amanh a noite?" "Hall residncial," 
eu o corrijo. 
"Heather Wells?" Uma doutora saiu do ER, enquanto segurava um clipboard. "Com licena," eu digo a Cooper, e me apresso a doutora do ER que me informa que Gavin 
est se recuperando bem e que ela est o liberando. Ele estar fora assim que tiver assinado os formulrios apropriados. Eu agradeo a doutora e volto ao lado de 
Cooper, s para ach-lo j de ps, enquanto recolhe o escombros de nosso piquenique e coloca isto em uma lata de lixo prxima. "Gavin pronto para ir," eu digo a 
ele. "Assim eu juntei." Cooper retira suas luvas, aprontando-se para o mergulho de volta no tempo rtico. "Seu cara precisa de um elevador para voltar?" "Eu duvido 
de Gavin at para caminhar," eu digo. "Mas ns pegaremos um txi. Eu no corro o risco dele vomitar em seu carro." "Para o qual eu lhe agradeo," Cooper diz gravemente. 
"Bem, a vejo em casa, ento. E, Heather... sobre Lindsay-" "No se preocupe," eu interrompo. "De nenhuma maneira vou interferir com a investigao na morte dela. 
Eu totalmente aprendi minha lio na vez passada. O NYPD est prprio na deles com esta aqui." Cooper parece srio. "No era isso o que eu ia dizer," ele me informa. 
"Nunca me ocorreu que voc consideraria at mesmo se envolver no que aconteceu em Fischer Hall hoje. Especialmente no depois do que aconteceu da vez passada."  
ridculo. E ainda, me sinto picada. "Voc quer dizer que da ltima vez, quando eu achei que o assassino era outro antes de qualquer pessoa?" eu exijo. "Antes de 
qualquer um outro at mesmo perceber que aquelas meninas estavam sendo mortas, e no morrendo de seu prprio descuido?" 
"Whoa," Cooper diz. "Devagar, slugger. Eu s quis dizer-" "Porque voc percebe que quem fez isto a Lindsay tinha que ter acesso s chaves para a cafeteria, certo?" 
eu no me preocupo que o cara sem teto com a garrafa-na-sacola que est me dando agora o olhar cauteloso que antes ele tinha dado a Cooper s minutos antes. O que 
me falta em amplitude de ombro, eu trago com cintura e quadril. Oh, e pura e agudamente. "Porque no havia sinal de entrada forada," eu vou. "Quem ps a cabea 
de Lindsay l tinha que ter tido acesso a uma chave mestra. Ns estamos falando trs ou quatro fechaduras individuais aproximadamente. Ningum poderia ter escolhido 
trs ou quatro fechaduras diferentes, no em uma noite, no sem algum ter notado. Assim tinha que ser algum que trabalha para a universidade. Algum com acesso 
as chaves. Algum que EU CONHEO." "Certo," Cooper diz, em uma voz calmante... provavelmente a mesma voz que ele usa nos clientes dele, esposas histricas que esto 
convencidas que os maridos delas a esto traindo, e precisam contrat-lo para provar isto para conseguir a custdia da praia de casa em Hamptons. "Tranquilize-se. 
Detetive Canavan est nisto, certo?" "Certo," eu digo. Eu no adiciono que minha f nas habilidades investigativas de Detetive Canavan no  alta. Eu quero dizer, 
eu quase morri uma vez por causa delas. "Assim no se preocupe sobre isto," Cooper diz. Ele pe uma mo em meu ombro. Muito ruim estar usando tanto-casaco, suter, 
pulver, camiseta, suti-eu s posso sentir at mesmo isto. "Quem que for, Canavan o pegar. Isto no  como da vez passada, Heather. Vez passada, ningum alm de 
voc estava mesmo seguro que tinha sido um crime. Esta vez... Bem,  bem bvio. A polcia cuidar cuidado disto, Heather." os dedos dele apertam em meu ombro. O 
olhar 
dele est atento a mim. Sinto como se pudesse mergulhar nesses olhos azuis e apenas comear a nadar, e ir sem parar e nunca alcanar o horizonte. 
"Yo, Wells." Gavin McGoren confiantemente escolhe aquele momento para vir, mancando para fora do ER. "Este cara a aborrece, Wells?" Gavin quer saber, enquanto 
empurra seu queixo espiralado de bode na direo de Cooper. Eu me contenho-apenas-de bater nele. Pessoal da universidade  proibido de bater em estudantes notveis, 
no importa quanto extremamente tentato ns poderamos estar. De forma interessante, no nos permitem beij-los, de qualquer jeito. No que eu alguma vez quis, pelo 
menos at onde Gavin est preocupado. "No, ele no est me aborrecendo," eu digo. "Este  meu amigo Cooper. Cooper, este  Gavin." "Ei," Cooper diz, enquanto 
oferece a mo direita dele. Mas Gavin s ignora a mo. "Este sujeito  seu namorado?" ele exige de mim, rudemente. "Gavin," eu digo, mortificada. Eu no posso 
olhar em qualquer lugar na redondeza da face de Cooper. "No. Voc sabe perfeitamente bem que ele no  meu namorado." Gavin parece relaxar um pouco. "Oh, isso 
 certo," ele disse. "Voc gosta desses tipos de caras bonitos. Jordan Cartwright. Sr. Easy Street." Cooper derrubou a mo dele. Ele est encarando Gavin com uma 
expresso de diverso entrosada e derriso. "Bem, Heather," ele diz. "Como  encantador conhecer uma de suas cobras infantis, acho que irei agora." "Ei!" Gavin 
parece insultado. "Quem voc chama de criana?" Cooper reconhecendo a presena de Gavin apenas, enquanto apenas diz, "Eu a verei em casa," para mim, com uma piscadela, 
virando para partir ento. "'Vejo voc em casa?'" Gavin est encarando com punhais Cooper que est partindo de volta. "Vocs, caras, vivem junto? Eu pensei que 
voc disse que ele no era seu namorado!" 
"Ele  o dono de onde moro," eu digo. "E ele tem razo. Voc  uma criana. Pronto para ir? Ou voc quer parar na volta pela loja de bebida alcolica no caminho 
para o hall assim voc pode comprar uma garrafa de Jger-meister e pode acabar com o trabalho?" "Mulher," Gavin diz, enquanto balana sua cabea, "por que voc 
pode ser boa desse modo? Sempre para cima em meu negcio?" "Gavin." eu estou girando meus olhos. "Seriamente. Eu chamarei seus pais...." Ele derruba o gangbanger 
imediatamente. "No faa," ele diz, o cavanhaque se inclinando. "Minha me me matar." Eu suspiro e levo o brao dele. "Venha, ento. Iremos para casa, antes que 
comece a nevar. Voc conseguiu um atestado do doutor, desculpa a aula?" Ele faz carranca. "Eles no daro atestados para envenamento lcoolico." "O beb pobre," 
eu digo alegremente. "Talvez isto lhe ensinar uma lio." "Mulher," Gavin explode novamente, "Eu no preciso que voc me diga como agir!" E ns entramos juntos 
no frio, enquanto brigamos como um irmo e irm. Pelo menos, eu acho ns soamos como isso. Pouco que sei que Gavin pensa algo completamente diferente. 
Cap. 5
Meu pobre corao racha Como copo quebrado Respirar  difcil Comeo a tossir Isto tem que terminar Isto tem que parar Fazer com que qualquer um saiba como 
Desligar esse Stairmaster? "No Ginsio" Escrito por Heather WellsO resto do dia no exatamente voou. Surpreende, alis, como lentamente o tempo pode passar 
quando tudo que voc quer fazer  ir para casa. Pelo menos, quando eu voltar para Fischer Hall do hospital, o feito foi feito-a famlia de Lindsay foi notificada 
da morte dela... Que significa que ns podemos comear a contar para o pessoal do edifcio e para os residentes sobre o que aconteceu a ela. Mas isto, como eu tinha 
suspeitado, no tornava as coisas exatamente melhores. Reaes ao ser contada a verdade-que a lanchonete est l fechada por causa da descoberta da cabea cortada 
de uma lder de torcida, e no de um vazamento de gs-varia de surpresa atordoada a dar risada, enquanto chora, e at mesmo alguns que amordaam. 
Mas no  como se pudssemos manter a verdade deles... Especialmente quando bate na estao de televiso de todos noticirios locais, New York One, o qual Tina, 
a 
trabalhadora da escrivaninha estudante, muito conscienciosamente corre para vir nos contar quando ela o v no televisor no vestbulo, ento volta para cima to alto 
quanto ela pode quando apressamo-nos para nos unir a ela: "O campus da Universidade de Nova York estava chocado hoje por uma descoberta horrvel em um dos seus 
dormitrios, Fischer Residence Hall," o ancora de notcias diz, em uma voz urgente, quando atrs dele flameja um tiro do exterior do Fischer Hall, bandeiras da Universidade 
de Nova York agitando no vento de postes idnticos sobre a porta principal-em que ns colocamos segurana extra, mantendo para fora investigadores e imprensa, que 
esto todos amontoados no crculo de xadrez atravs da rua, irritando os jogadores teimosos de xadrez que enfrentaram o frio para sair e jogar. . "Alguns podem 
recordar os assassinatos de queda de duas jovens mulheres por ltimo neste mesmo dormitrio," o reprter entona, "uma tragdia que levou alguns no campus a recorrer 
ao edifcio como Dormitrio da Morte." Eu olho a Tom quando o anunciador diz isto. Ele aperta junto seus lbios, mas ao contrrio no diz nada. Pobre sujeito. O 
primeiro trabalho profissional dele fora da escola de graduao, e tem que estar no Dormitrio da Morte. Eu quero dizer, hall residncial. "Esta manh, os trabalhadores 
da lanchonete de Fischer Hall chegaram ao trabalho para fazer outra descoberta horrvel: Uma cabea humana em uma panela no fogo escolar." 
Esta coletiva de "EW!"  vista por Tina e a maioria do resto dos estudantes-no mencionando alguns administradores-recolhidos no vestbulo para assistir a transmisso. 
Tom na verdade geme e gotas caem de sua face e suas mos, em angstia. Pete, o oficial de segurana, no parece muito feliz, de qualquer jeito. "A cabea positivamente 
foi identificada, para o lamentar dos membros da famlia, como pertencendo a estudante segundanista da Universidade de Nova York e lder de torcida da universidade 
Lindsay Combs," o reprter foi, com uma fotografia de Lindsay abastecendo a tela.  a fotografia que foi tirada na noite que ela foi coroada a Rainha de Volta ao
Lar. O sorriso dela  deslumbrante como a tiara em seu cabelo mel colorido. Ela est vestida em cetim branco e segurando uma dzia de rosas vermelhas em seus braos. 
Algum fora da armao da foto tinha arremessado um brao ao redor dos ombros dela e a tiara tinha virado airosamente sobre um dos olhos do Lindsay artificialmente 
verdes. Eu seriamente no entendo por que ela achou que este era um bom olhar. "De acordo com testemunhas, Lindsay foi vista pela ltima vez ontem  noite. Ela 
deixou seu quarto s aproximadamente sete horas da noite, falando para a companheira de quarto dela que ia para uma festa. Ela nunca retornou." Isto era muito que 
ns j sabiamos. Cheryl tinha vindo mais cedo ao escritrio em lgrimas, de corao partido sobre o que tinha acontecido a amiga dela-e companheira de quarto... 
Uma 
companheira de quarto que igualmente ela nunca tinha conseguido uma chance para dar risadas a meia-noite ou trocar balas do Conforto Sulista, desde que Lindsay tinha 
morrido antes de Cheryl se mudar. A companheira de quarto original de Lindsay, Ann, tinha encarado as notcias um pouco menos histericamente, e pde dar para a 
polcia sua nica dianteira... Uma sobre a festa. Naturalmente, as relaes entre a Ann e Lindsay que no tinham sido aparentemente as melhores, a menina no tinha 
podido contar para Detetive Canavan para QUE festa Lindsay tinha ido... 
e Cheryl, incoerente com soluos, no tinha sido de muita ajuda naquele departamento, de qualquer jeito. 
Na realidade, Tom teve uma escolra de RAs para Cheryl para Aconselhamento de Servios onde est conseguindo esperanosamente ajuda para sua aflio... E o fato que 
ela est quase garantido um quarto prprio para o resto do ano. Naturalmente, Cheryl  a uma pessoa no campus que no quer um. "Como Lindsay terminou na cozinha 
da lanchonete do Fischer Hall  um mistrio que tem confundido as autoridades daqui," o reprter foi. A filmagem troca a um Presidente Phillip Allington da Universidade 
de Nova York, que se levanta em um pdio no vestbulo da biblioteca, Detetive Canavan parecia amarrotado e torcido ao seu lado. Treinador Andrews, por alguma razo, 
estava no outro lado do presidente, conseguindo parecer tranqilo, mas ao mesmo tempo um pouco confuso. Entretanto, assim  como muitos treinadores atlticos parecem, 
eu notei, quando sacudi ESPN passado. A voz do ancora vai, "Um porta voz da Polcia da Cidade de Nova York insiste que embora nenhuma apreenso seja feita, a polcia 
tem vrios suspeitos e est seguindo mais que uma dzia de dianteiras. H, Presidente da universidade Phillip Allington assegurou a comunidade acadmica mais cedo 
em uma entrevista coletiva esta tarde, nenhuma necessidade para alarme." Metragem da entrevista coletiva comea a correr. "Ns gostaramos de aproveitar esta oportunidade," 
Presidente Allington diz na cara de pau, enquanto obviamente l algo que outra pessoa escreveu mais cedo para ele no dia, "ressegurar nossos estudantes, e o pblico 
em geral, que os funcionrios da execuo da lei nesta cidade esto usando todas as medidas disponveis para ns encalar este criminoso vicioso. 
Ao mesmo tempo, ns gostaramos de urgir para nossos estudantes que tomem precaues extras de segurana at que o assassino de Lindsay seja apreendindo. Embora 
seja a meta de nossos hall residnciais por nutrir um sentimento de comunidade-que  por que ns os chamamos halls residnciais e no dormitrios- importante os 
estudantes mantenham suas portas fechadas. No permitam estranhos em seu quarto ou em qualquer edifcio do campus. Enquanto a polcia acreditar que este crime insensato 
, a desta vez, um ato isolado de violncia fortuita, no podemos dar nfase bastante em nossa necessidade de exercitar precauo at o indivduo responsvel ser 
trazido a justia...." No mais cedo eram as palavras "mantenha suas portas fechadas" fora da boca do Presidente Allington que os estudantes no vestbulo desapareceram 
abruptamente, enquanto iam em direo aos elevadores com olhares ansiosos nas faces deles.  o hbito de muitas crianas em edifcios como Fischer Hall deixar a 
porta para o quarto deles apoiada aberta a visitantes bem-vindos por conta gota. Isto aparentemente est a ponto mudar. Naturalmente, o fato que Lindsay no ter 
sido morta no quarto dela no pareceu ocorrer a qualquer um deles. Qualquer mais o fato que no tinha havido nada "fortuito" sobre o ato de violncia que tinha terminado 
com a vida de Lindsay. O assassino dela obviamente a conhecia-e tambm a lanchonete de Fischer Hall-pelo menos passavelmente bem. Mas se este fato no tivesse penetrado 
para a populao estudantil, tinha sido guiado para casa ao pessoal da cafeteria, que s agora foram permitidos ir para casa depois de um valor do dia de um interrogamento. 
Eu estou chocada por v-los virem, enquanto fluindo para fora da lanchonete logo aps o fim da entrevista coletiva do Presidente Allington, a trimestre a cinco horas...Bem 
depois que esses que foram designados  mudana do caf da manh normalmente descem para trabalho. Detetive Canavan e os colegas dele realmente os tinham grelhado... 
Sem pretenes de trocadilho. 
Ainda, cansada como deveria estar, Magda administra um sorriso quando vem para mim. Est lambuzada nos seus dedos com Purel, e est esfregando-os com um Kelenex 
(leno de papel). Quando ela se aproxima, eu vejo por que: as pontas do dedo dela esto pretas com tinta. Magda foi impressa. "Oh, Magda," eu digo, quando ela 
est bastante prxima. Eu pus um brao ao redor do ombro dela, enquanto a conduzo para fora do vestbulo e de volta para meu escritrio onde est mais quieto. "Eu 
sinto muito muito." "Est tudo bem," Magda diz, com uma fungadela. Os brancos dos seus olhos esto rosas, o seu delineador e o rmel mancharam. "Eu quero dizer, 
eles esto s fazendo seus trabalhos. No  a falta uma de minhas estrelinhas de filme-" Magda rompe com um soluo. Eu a apresso no escritrio do hall onde pelo 
menos ela estar escondida dos olhares indagadores dos residentes juntos em frente ao banco do elevador, em casa depois do primeiro dia deles de aulas-s para descobrir 
que eles tero que buscar suas refeies em outro lugar. Magda afunda no sof laranja institucional em frente a minha escrivaninha e enterra sua cabea em suas 
mos, enquanto chora. Acelero para fechar a porta do escritrio exterior que fecha automaticamente quando fechada. Tom, tendo ouvido a perturbao, sai do prprio 
escritrio e posiciona-se, olhando Magda inconfortavelmente com palavras como "Pequena Estrela de Filme," e "Byootiful little baby" movem-se para cima incoerentemente 
dos seus joelhos, que  onde afundou seu rosto. Tom olha para mim. "Que negcio  esse de outra vez com a coisa de estrela de filme?" ele sussurra. "Eu lhe falei," 
eu sussurro atrs. Para um cara gay, Tom pode ser s vezes surpreendentemente sem pista. "Eles filmaram uma cena de Tartarugas Mutantes Ninjas Adolescentes aqui 
em Fischer Hall. Magda estava trabalhando aqui na ocasio." 
"Bem." Tom a encara um pouco mais enquanto ela chora. "Parece certamente ter deixado uma impresso . Considerando que este j  um filme que ningum viu." "As pessoas 
viram isto," eu digo a ele cruzadamente. "Voc no tem algo que deveria estar fazendo?" Ele suspira. "Eu estou esperando por algum do Servio de Aconselhamento.Seguraremos 
aconselhamento aqui no escritrio de cinco a sete, para ajudar residentes a enfrentar o que aconteceu a Lindsay." Eu no digo nada. Eu no tenho que dizer. Ele 
j sabe. "Eu lhes falei ningum ia aparecer," ele diz assediado. "Exceto Cheryl Haebig e o RAs talvez. Mas desceu do escritrio do presidente. A administrao quer 
que ns pareamos preocupados." "Bem." eu acenei com a cabea a uma Magda chorando. "Aqui est algum que precisa de um pouco de conselho para a aflio." Tom 
empalidece a minha sugesto. "Ela  sua amiga," ele diz acusadoramente. Eu luzo a ele. "Voc  um com o mestrado." "Em pessoal de estudante de universidade! Eu 
tenho que lhe falar, Heather." Ele parece amedrontado. "Eu no sei sobre isto. Eu quero dizer, qualquer disto. As coisas eram muito mais simples l atrs no Texas." 
Eu luzo a ele at mais duramente. "Oh, no," eu digo. "Voc no est deixando para mim, Tom. No por causa de um pequeno assassinato." "Pequeno!" a face de Tom 
ainda est plida. "Heather, ningum l em casa j conseguiu a cabea deles decapitada e partida em uma panela em um fogo. Seguramente, foram esmagadas pares der 
crianas com a morte todos os anos debaixo da estrutura de fogueira. Mas assassinados? Honestamente, Heather. Casa est parecendo satisfatrio agora mesmo." 
"Oh, certo," eu digo sarcasticamente. "Se fosse tanto melhor l atrs, como voc esperou at chegar aqui para sair do armrio?" Tom engole. "Bem..." "Falemos sobre 
sua desistncia depois, certo?" eu caio no sof ao lado de Magda. "Eu tenho outras coisas quase certas para me preocupar agora." Tom lana para Magda um ltimo 
olhar apavorado, ento murmurra, "Certo, eu s vou, um, acabar com esta papelada," e desaparece de volta ao seu escritrio. Eu sento ao lado de Magda, enquanto 
descanso uma mo nas costas dela enquanto ela chora. Eu sei que esta  a coisa certa para fazer como uma amiga...Mas como algum que trabalha em um campo de ajuda, 
eu no estou segura se isto  o que  supostamente para fazer. Como Dr. Jessup poderia ter contratado algum como eu? Eu desejo saber. Eu quero dizer, eu sei que 
sou a nica aplicada, e tudo. Mas eu sou completamente imprpria para este trabalho. Eu no tenho a mais leve idia do que fazer em face a tristeza de Magda. Onde 
est aquele conselheiro de aflio, de qualquer maneira? "Magda," eu digo, enquanto bato levemente nas costas pelo avental de lanchonete rosa dela. "Um. Olhe, estou 
segura que eles realmente no suspeitam de voc. Eu quero dizer, qualquer um que a conhece sabe que voc no podia ter tido nada para fazer com... o que aconteceu. 
Realmente, no se preocupe sobre isto. Ningum acha que voc fez isto. A polcia est apenas fazendo seu trabalho." Magda levanta seu rosto manchado por lgrimas 
para me fitar espantada. "Isso ... isso no  por que estou chateada," ela diz, sacudindo sua cabea at ela -tigre-listrado loiro, esta semana-balanar. "Eu sei 
que eles esto s fazendo o trabalho deles. Isso  certo. Nenhum de ns fez isto-nenhum de ns poderia fazer." "Eu sei," eu digo apressadamente, enquanto ainda 
esfregando as costas delas. " horrvel supeitarem de voc. Mas, voc v-" 
"S ," Magda vai, como se eu no tivesse falado, "Eu ouvi...Eu ouvi que era Lindsay. Mas isso no pde ser. No a pequena Lindsay, com os olhos, e o cabelo? A lder 
de torcida?" Eu a encaro. Eu no posso acreditar que ela no reconheceu Lindsay antes quando ela estava olhando na panela.  verdade eu vi Lindsay provavelmente 
mais freqentemente que Magda, por causa do afeto dela por meu jarro de preservativo. Assim nem  toda maravilha que no tive nenhum problema em a reconhecer. ? 
Ou eu sirvo para este trabalho? Reconhecer os rostos de pessoas mortas que foram fervidas durante algum tempo? Para que tipo de posio este plano me qualifiqua? 
Eu quero dizer, no pode haver nenhuma demanda para algum com uma habilidade assim, exceto talvez nas poucas sociedades que so deixadas praticarem canibalismo. 
H quaisquer destes at mesmo? "Sim," eu digo, em resposta para a pergunta de Magda. "Sim, eu sinto muito. Mas era Lindsay." O rosto do Magda amarrota outra vez. 
"Oh, no!" ela diz, com uma lamria. "Heather, no!" "Magda," eu digo, alarmada pela reao dela. O qual, realmente, se voc pensar nisto,  muito mais natural 
que minha-que tinha sido fugir da rea para o calor do ER de St. Vincent. Ou Sarah que tinha feito piadas ruins. "Eu sinto muito muito. Mas se  alguma consolao, 
Cooper me falou que o juiz investigador de morte suspeita pensa que ela foi estrangulada primeiro. Eu quero dizer, ela no morreu de... de ter a cabea dela cortada 
para fora. Isso no aconteceu at depois." 
No surpreendentemente, Magda parece achar um pouco de conforto neste pedao de informao. Eu realmente sugo a mgoa ao aconselhar. Talvez eu devesse entrar em 
contabilidade. "S ..." Magda chora, "s  que Lindsay-ela era to doce! Ela amava tanto isto aqui! Ela sempre usava o uniforme dela em dias de jogo. Ela nunca 
fez 
qualquer coisa a qualquer pessoa. Ela no merecia morrer assim, Heather. No Lindsay." "Oh, Magda." eu bato levemente no brao dela. Que mais eu posso fazer? Eu 
noto que cada uma das unhas de Magda foi pintada com as cores universitrias dourado e branco da Universidade de Nova York. Uma f de basquetebol da universidade 
principal, Magda nunca perde um jogo, se ela pode ajudar com isto. "Voc tem razo. Lindsay nunca fez qualquer coisa que merecesse o que aconteceu a ela." Que ns 
saibamos. Oh, veja? Aqui est novamente! De onde vem este cinismo amolado? No pode ser porque sou uma estrela estourada esquecida e antiga tentado juntar minha 
vida, apenas contando que tenho que fazer recuperao em matemtica.Pode? "As pessoas vo tentar deixar as coisas em paz." o olhar de Magda em mim  intenso. "Voc 
sabe como as pessoas so, Heather. Eles vo tentar dizer, Bem, ela no deveria ter visto tantos garotos, ou algo assim. Mas no era a culpa de Lindsay que ela fosse 
to bonita e popular. No era culpa delas que os garotos zumbiam atrs dela iguais abelhas ao redor a mel." Ou voando ao redor de coc de cavalo. Deus, o que est 
errado comigo? Por que eu estou culpando a vtima? Eu sou seguramente a Sarah, se ela estivesse aqui, poderia me falar que eu desejo me distanciar do que aconteceu 
a Lindsay, assim eu posso ser, como, Bem, isso nunca poderia acontecer a mim, porque os garotos no esto exatamente zumbindo ao redor de mim como abelhas para o 
mel. Assim ningum me estrangular e ento cortar minha cabea fora? 
Ou h alguma outra razo que eu no posso ajudar achando que poderia haver algo mais na morte de Lindsay que um "ato fortuito de violncia"? Ela realmente era todo 
o sol e esprito da universidade? Ou ela estava de fato escondendo algo atrs daquelasiridescentes lentes de contato verdes? Magda alcana e aperta minha mo em 
um aperto to apertado que di um pouco. Os olhos dela-ainda nadando em lgrimas-so luminosos como as renas de pedra que ela s vezes coloca nas pontas de suas 
unhas. "Me escute, Heather." os lbios cuidadosamente pintados de Magda. "Voc tem que achar a pessoa que fez isto a ela. Voc tem que encontr-lo, e traz-lo a 
justia." Eu estou imediatamente em p. Mas eu no posso ir longe devido ao aperto mortal de Magda em minha mo. "Mags," eu digo. "Olhe, eu aprecio sua f em minhas 
habilidades investigativas, mas voc tem que se lembrar, eu sou s a diretora assistente do hal...". "Mas voc  a nica que acreditava que aquelas outras duas 
meninas, semestre passado, foram assassinadas! E voc tinha razo! Inteligente como , aquele Detetive Canavan, podia no pegar o assassino delas-porque nem mesmo 
achava que tinham sido mortas. Mas voc, Heather... voc sabia. Voc s tem conseguido deste modo com pessoas...." "Oh," eu digo, enquanto rodo meus olhos. "Sim. 
Certo." 
"Voc pode no pensar assim, mas pensa. Isso  por que voc  to bom nisto. Porque no sabe que pode fazer isto. Eu estou te falando, Heather, voc  a nica que 
pode pegar a pessoa que fez isto a Lindsay-que pode provar que ela realmente era uma garota agradvel. Eu estou lhe implorando que tente pelo menos...." "Magda," 
eu digo. Minha mo est comea a suar no aperto dela nisto. "Eu no sou uma policial. Eu no posso me envolver na investigao deles. Eu prometi que no vou...". 
O que, at mesmo, est Magda pensando? Ela no sabe que este sujeito, quem quer que seja, no est empurrando pessoas abaixo das cabines de elevador? Ele est estrangulando-as, 
e cortando suas cabeas para fora, escondendo seus corposento. Ol, isso  muito diferente.  muito mais mortal, de alguma maneira. "Aquela pequena garota de pompom 
tem o direito a um resto bom e prprio," Magda insiste. "E ela no pode ter isto at que o assassino dela seja achado e levado a justia." "Magda," eu digo incomodamente. 
Como um conselheiro de aflio responderia, eu desejo saber, se um dos pacientes dele exigisse que ele resolvesse um assassnio brutal do indivduo pelo qual o paciente 
est aflito? "Eu acho que voc tem assistido alguns muitos episdios de Mistrios No solucionados." Aparentemente este no era o modo apropriado para responder, 
desde que Magda s aperta minha mo mais duramente e diz, "Voc apenas ir pensar nisto, Heather? S pensar durante algum tempo nisto?" Magda tinha me falado uma 
vez que, na mocidade dela, ela tinha sido uma rainha de beleza, vice-campe para Miss Repblica Dominicana dois anos seguidos. No  de fato aquele difcil de acreditar 
agora, quando ela me contempla com toda a intensidade de um par de faris no alto. Em baixo de toda aquela maquiagem, as sobrancelhas raspadas, e os cabelos alto 
seis polegadas, h um encanto delicado que os contedos inteiros do corredor de cosmticos de Duane Reade no pde esconder.Eu suspiro. Eu sempre fui uma trouxa 
para um rosto bonito. Eu quero dizer, isso  como eu terminei selando Lucy, pelo amor de Deus. "Eu pensarei nisto," eu digo, e estou aliviada quando Magda solta 
o aperto dela em minha mo. "Mas eu no estou prometendo nada. Eu quero dizer, Magda... Eu no quero conseguir minha cabea cortada para fora, de qualquer jeito." 
"Obrigada, Heather," Magda diz, o beatificante sorriso dela apesar do fato do batom dela o estar cobrindo. "Obrigada. Eu estou segura que o esprito de Lindsay descansar 
mais facilmente sabendo que Heather Wells est olhando para ela." Eu dou para Magda um tapinha final no ombro e com um pequeno sorriso ela se levanta e vai, enquanto 
vaga abaixo no corredor ao escritrio de jantar onde o pessoal pendura seus casacos. Eu tomo conta dela, enquanto me sinto... Bem, um pouco estranha. Talvez isso 
seja porque tudo que tive para comer hoje  uma muzzarella defumada intercalada-com pimentas assadas e tomates secos que so um tipo de legumes, acho-e um grande 
mocha de caf. Ento novamente, talvez seja porque eu fiz tanto para ela se sentir melhor, e eu nem mesmo sei como fiz isso. De fato, eu no sei como ou porque. 
Eu s no posso acreditar nisto. Ela acha honestamente que vou lanar minha prpria investigao particular na morte de Lindsay? Nesse caso, ela est inalando muito 
p de gel para unha. Eu quero dizer, o que supostamente era para mim fazer, passar a procurar um sujeito com um cutelo e o corpo de uma menina em uma sepultura 
fresca no seu quintal? Sim, certo. E conseguir minha cabea cortada, tambm. A coisa inteira  ridcula. Detetive Canavan no  estpido. Ele achar logo o assassino. 
Como qualquer um pode esconder um cadver acfalo? Vai ter que emegir algum dia. E quando fizer, eu apenas espero estar em algum lugar longe, bem longe. 
Cap. 6
Voc acha que voc e eu somos como cola Voc est preso em mim, eu estou presa em voc S que voc no me conhece, nenhum pouco Se voc pensa que eu sou essa 
chicoteada. "Chicoteada" Escrito por Heather WellsAinda no neva quando deixo o trabalho, mas est negro como piche negro l fora, embora seja h pouco um pequeno 
ltima cinco hora. As equipes de notcias ainda esto estacionadas ao longo de Washington Square Park, do outro lado da rua de Fischer Hall-na realidade, h mais 
deles que nunca, inclusive furges de todas as redes principais, e mesmo a CNN... Da mesma maneira que Presidente Allington tinha predito. A presena dos furges 
de notcias no est fazendo muito para intimidar o trfico de drogas no parque, entretanto. Na realidade, eu esbarro com Reggie quando viro o canto ao pedra marrom 
de Cooper. Embora no princpio ele assobie, "Sens, sens," para mim, quando ele me reconhece, sua expresso fica sria. "Heather," ele diz. "Eu sinto muito, ouvir 
falar da tragdia em seu edifcio." 
"Obrigada, Reggie." Eu pisco a ele. No brilho rosa do poste da rua, ele parece surpreendentemente inofensivo, entretanto tive notcias de Cooper que Reggie leva 
em um coldre de tornozelo uma .22 que tem, em ocasio, sido chamado para usar. "Um... No aconteceria de voc ter ouvido qualquer coisa aproximadamente sobre o por 
que a menina foi morta? Ou por quem? Ir?" O sorriso de Reggie est largo. "Heather," ele diz, enquanto soa encantado, "Voc est me perguntando como a palavra 
est na rua?" "Um," eu digo. Porque ps aquele modo, soa assim amedontrador. "Sim. Eu acho que estou." "Eu no ouvi falar nada disto," Reggie diz, e eu posso a 
propsito contar que seu sorriso enfraqueceu-mas, mais para o ponto, o modo como mantm contato ocular fixo comigo-que ele est falando a verdade. "Mas se eu ouvir, 
voc ser a primeira a ouvir falar disto." "Obrigado, Reggie," eu digo, e comeo a voltar rua abaixo... s para pausar quando ouo Reggie chamar meu nome. "Eu espero 
que voc no esteja pensando aproximadamente em se envolver em tudo com o que esta senhora jovem estava desarrumando, Heather," ele diz a mim. Ele no est todo 
sorriso agora. "Porque voc pode apostar que ela estava desarrumando com algo... E com isso conseguiu sua morte. Eu no gostaria de ver isso acontecer a uma senhora 
legal como voc." "Obrigada, Reggie," eu digo. Que no  o que eu quero dizer. Quer dizer que eu quero dizer, eu desejo que as pessoas tenham um pouco de f em 
mim. Eu no sou essa estpida. Mas eu sei que todo o mundo s est tentando ser legal. To ao invs eu digo, "No se preocupe, eu estou deixando a investigao aos 
profissionais desta vez. Qualquer coisa que voc ouvir e me contar, eu estou levando diretamente a eles." 
"Isso  bom," Reggie diz. E ento, vendo um grupo de drogados do ponto tpico da West Village, ele acelera para longe de mim, enquanto murmurra, "Fumaa, fumaa. 
Vejam, vejam," a eles. Eu sorrio depois dele. Sempre  legal ver algum to dedicado por sua chamada. Quando finalmente termino de abrir todas as fechaduras para 
a porta da frente do pedra marrom de Cooper, eu posso deixar isto aberto apenas por causa de todo o correio que est empilhado em baixo da abertura. Acendendo as 
luzes-Cooper ainda deve estar fora no pequeno stakeout dele-recolho a pilha enorme, resmungando absolutamente sobre os pacotes de cupom e discos de ensaio AOL. Eu 
estou me perguntando por que ns nunca no recebemos nenhum correio de verdade-s contas e ofertas de poupana-quando Lucy vem, enquanto se inclinando abaixo nos 
degraus, tendo-me ouvido entrar. Nas mandbulas dela est o catlogo de um Victoria's Secret que ela aparentemente gastou a tarde atacando numa desordem babada. 
Lucy verdadeiramente  um animal notvel, dado esta habilidade especial que ela tem de provavelmente separar nico catlogo para me fazer sentir inadequada, e destruir 
isto igualmente antes de eu ter uma chance para abri-lo.  quando tento lutar corpo a corpo para me afastar de Lucy-para impedi-la de deixar pedaos grossos do 
torso de Heidi Klum por todo lado-que o corredor telefnico toca, e eu apanho isto at mesmo sem verificar o ID do visitante. "Ol?" eu digo distraidamente. H cachorro 
cuspindo em meus dedos por toda parte. "Heather?" A voz de meu ex-noivo-soando preocupada-enche minha orelha. "Heather, sou eu. Deus onde o tem estado? Eu tenho 
tentado localiz-la o dia todo. H algo... H algo que realmente preciso falar com voc sobre-" "O que , Jordan?" eu pergunto impacientemente. "Estou meio ocupada." 
eu no digo no que estou ocupada. Ele no precisa saber que estou ocupada tentando conseguir que minha cadela deixe de comer um catlogo de lingerie. 
Deixe-o pensar que estou ocupada fazendo amor com o irmo dele. Ha. Eu desejo. "S ," Jordan diz, "Tania me contou o outro dia que voc RSVP no vai ao casamento." 
"Isso  certo," eu digo. Eu estou comeando a compor sobre o que tudo isso poderia ser. "Eu tenho planos no sbado." "Heather." Jordan soa ferido. "Seriamente, 
eu tenho," eu insisto. "Eu tenho que trabalhar.  dia de check-in para os estudantes de transferncia." Esta no  uma mentira completa. Dia de check-in para os 
estudantes de transferncia  em um sbado. S que era sbado passado, no neste prximo sbado. Ainda, Jordan nunca saber isso. "Heather," ele diz, "meu casamento 
 s cinco horas. Voc est me falando que ainda estar trabalhando s cinco horas?"Maldio! "Heather, eu no entendo por que voc no quer vir a meu casamento," 
ele vai. "Eu quero dizer, eu sei que coisas foram duras durante algum tempo entre ns-" "Jordan, entrei em voc sendo a cabea de noiva," eu o lembro. "O qual, 
na ocasio, eu pensei erradamente que era. Assim acho que minha indignao era bem compreensvel." "Eu percebo isso," Jordan diz. "e  por isso que achei que voc 
poderia sentir... Desajeitado em ir. Ao casamento, quero dizer. Isso  por que eu estou chamando, Heather. Eu quero ter certeza que voc sabe como  importante para 
mim, e como importante sua vinda ao casamento  para mim, e para Tania, tambm. Ela ainda sente terrvel sobre o que aconteceu, e ns realmente gostaramos de mostrar 
para voc como verdadeiramente-" 
"Jordan." Antes desta vez, eu falei isto na cozinha com o telefone sem fio apertado em uma mo, Lucy se arrastando atrs de mim com a lngua dela se refestelandoexcitadamente. 
Depois de jogar fora o catlogo mido de Victoria's Secret, eu sacudo na luz e alcano para a maaneta da geladeira. "Eu no vou para seu casamento." "Veja," Jordan 
diz, enquanto soa frustrado, "eu sabia que era isso o que voc ia dizer. Isso  por que eu chamei. Heather, no seja deste modo. Eu realmente pensei que ns tnhamos 
conseguido pr tudo aquilo para trs. Meu casamento  um evento muito importante em minha vida, Heather, e  importante a mim que as pessoas com as que eu me preocupo 
estejo l comigo quando acontecer. Todas as pessoas com quem me preocupo." "Jordan." Aqui, atrs do leite ( fiz compras no supermercado ontem, quando ouvi falar 
do temporal iminente, assim a caixa de papelo de leite est cheia e realmente bem antes do prazo final de validade, por uma vez), senta: uma caixa de papelo branca 
de bodega de sobra de galinha frita. Em outro palavra, uma caixa do paraso. "Eu no vou para seu casamento." " porque eu no convidei o Cooper, no ?" Jordan 
quer saber. "Porque se -se significa tanto para voc-eu, tambm, o convidarei. Heck, voc pode traz-lo como sua companhia. Eu no entendo o que  que voc v nele, 
mas eu quero dizer, vocs dois esto vivendo juntos. Se voc realmente quer lev-lo-" "Eu no levarei seu irmo a seu casamento, Jordan," eu digo. Eu removi a caixa 
de papelo branca da geladeira, junto com um naco do gouda de leite de cabra da Loja de Queijo de Murray, uma ma vermelha dura, e o leite. Eu estou com o telefone 
entre minha face e meu ombro, e tenho que chutar a porta da geladeira para conseguir fech-la. Lucy no est ajudando igualmente colando na minha lateral. Ela ama 
bodega fritara de galinha (descascada do osso) at a prxima vida. 
"Porque eu no vou para seu casamento. E deixe de agir como se me quisesse l porque voc se preocupa, Jordan. Eu conheo perfeitamente bem, sua publicidade sugerida 
quando eu vou, para me fazer parecer que o perdoei por ter me trado, e que ns somos novamente os camaradas." "Isso no -" Jordan soa confrontado. "Heather, como 
voc pode insinuar tal uma coisa? Isso  totalmente ridculo." "?" eu coloco tudo o que juntei da geladeira sobre o bloco de aougueiro da mesa da cozinha, ento 
agarro um prato e um copo e me sento. "No fez seu lbum de carreira solo? E no era parcialmente porque sua imagem de garoto-da-casa-ao-lado (boy-next-door,  uma 
expresso para designar um vizinho, cara comum nos EUA) foi ligeiramente manchada por todas as manchetes quando descobriram que voc estava traindo a mim, a Princesa 
da Alameda, com o mais recente descoberta de seu pai?" "Heather," o Jordan me corta laconicamente. "Sem ofensa, mas a memria do pblico americano no  totalmente 
aquela afiao. At que voc e eu separassemos, voc no tinha tido lanado um lbum em anos.  verdade voc era uma vez amada por um certo segmento da populao, 
mas aquele segmento mudou h muito tempo-" "Yeah," eu digo, apesar de ferida. "Eles passaram a no querer nada que tenha a ver com qualquer um de ns. Coisa boa 
voc estar se prendendo  estrela brilhante de Tania. S no me pea que o assista fazendo isso." "Heather." Agora o Jordan soa como em longo sofrimento. "Por que 
voc tem que ser deste modo? Eu pensei que voc tinha me perdoado pelo que aconteceu com Tania. Parecia certo como se voc tivesse me perdoado por aquela noite no 
corredor de Cooper-" Me sinto empalidecer. No posso acreditar que ele tem coragem para expor isso. 
"Jordan." Sinto meus lbios entorpeceem. "Eu achei que ns concordamos que nunca amos falar novamente sobre aquela noite." Nunca falar disto, e nunca, nunca permitir 
que acontea novamente. "Naturalmente," Jordan diz ternamente. "Mas voc no pode me pedir que aja como se isto no tivesse acontecido. Eu sei que voc ainda tem 
sentimentos para mim, Heather, apenas como se eu ainda tivesse sentimentos por voc. Isso  por que eu realmente a quero l-" "Eu estou desligando agora, Jordan." 
"No, Heather, espere. Aquela coisa que vi no noticirio agora mesmo, sobre a cabea de alguma garota. Esse era seu dormitrio? Que o tipo infernal de lugar voc 
trabalha, de qualquer maneira? Algum amvel dormitrio da morte?" "Adeus, Jordan," eu digo, e aperto OFF. Eu derrubo o telefone e alcano a galinha. Lucy assume 
sua posio a meu lado, alerta para qualquer comida que poderia no ir de meu prato para meus lbios, e ,ao invs, cair a esmo sobre meu colo ou o cho. Ns trabalhamos 
como um time. Eu sei que h algumas pessoas l fora que preferem a galinha frita deles quente. Mas eles provavelmente nunca tiveram a galinha frita da bodega ao 
redor do canto do pedra marrom de Cooper-ou, como Cooper e eu chamamos isto, bodega frita de galinha. Bodega frita de galinha no  s para consumo cotidiano. Definitivamente 
 comida confortvel em uma balana diferente que sua galinha frita ordinria, seu KFC ou Chicken Mc-Nuggets. Eu tinha comprado uns noves pedaos por dia antes, 
sabendo que hoje seria infernal, por ser disto o primeiro dia do novo semestre. Eu s no tinha me antecipado que seria este inferno. Eu poderi comer todos os nove 
pedaos sozinha. Cooper s ia ter que sofrer. Um pouco de sal, e... Oh. Oh, sim. Nenhum orgasmo na boca, mas perto o bastante. 
Aro por minha segunda bodega frita de perna de galinha-Lucy comea a choramingar porque eu no derrubei nada, ainda-quando os telefones tocam novamente. Desta vez-depois 
que esfreguei minhas mos em uma toalha de papel-confiro o ID do visitante antes de responder. Estou sou aliviada por ver que  minha melhor amiga, Patty. Eu respondo 
na segunda chamada. "Eu estou comendo bodega frita de galinha," eu lhe falo. "Bem, eu certamente estaria se fosse voc, tambm"-a voz de Empanada, como sempre, 
 quente e confortante como casimira-"considerando o dia que voc teve." "Voc viu as notcias?" eu pergunto. "Garota, eu vi as notcias e os jornais desta manh. 
E voc no acreditar quem me ligou pouco tempo atrs." "Oh, meu Deus, ele te ligou, tambm?" estou atordoada. "O que quer dizer voc, eu, tambm? Ele te ligou?" 
"Para ter certeza que ia. Embora eu no v a nenhum RSVP." "No!" "Sim! Ento ele disse at mesmo que eu podia levar Cooper como minha companhia." "Santo Cristo." 
Isso  o que eu amo em Patty. Ela sabe todas as respostas apropriadas. "O publicista dele deve t-lo posto at para isto." "Ou Tania," eu digo, enquanto acabo com 
a perna de galinha e alcano a caixa para uma coxa. Eu sei que provavelmente ao invs disso deveria comer a ma. Mas eu sinto muito, uma ma s no vai cortar 
isto. No depois do dia que eu tive. "A faria parecer menos skank se eu aparecesse. Como se no lhe culpasse por separar a mim e Jordan." "O que voc no faz." 
"Bem, ns fomos destinados para Splitsville, E.U.A., de qualquer maneira. Tania s acelerou nossa chegada. Ainda, eu no vou. Como totalmente seria isso? E tudo 
bem  bom convidar a ex, mostrar que no h nenhum sentimento duro e tudo. Mas no  suposto que a ex v de fato." 
"Eu no sei," Patty diz. " que a coisa tem de ir agora. De acordo com a seo Styles no Times." "Tudo," eu digo. "Eu no fui elegante desde os anos noventa. Por 
que eu deveria comear agora? Voc no vai, vai?" "Voc est insana? Claro que no. Mas, Heather, ns por favor podemos falar sobre o que aconteceu em seu dormitrio 
hoje? Eu quero dizer, hall residncial. Voc soube da pobre garota?" "Sim," eu digo, enquanto seleciono um pedao de galinha pegajoso dentre meus dentes. Felizmente 
ns no estamos em vdeo telefone. "Tipo. Ela era legal." "Deus! Quem faria uma tal coisa? E por que?" "Eu no sei," eu digo. Eu corto um pedao grosso de carne 
de coxa para Lucy, depois de ter certeza que isto no contm nenhuma cartilagem ou osso, e dou isto a ela. Ela inala isto, ento olha a mim tristemente, como, Onde 
vai? "Isso  para a polcia entender." "Espere." Patty soa incrdulo. "O que voc disse h pouco?" "Voc me ouviu. Eu no estou envolvida dentro deste aqui." "Bom 
para voc!" Patty tira o telefone de sua boca e diz a algum no fundo, "est tudo bem. Ela no est envolvida este dentro deste aqui." "Diga 'oi' a Frank por mim," 
eu digo. "Ela diz 'oi'," Patty diz ao marido dela. "Como a nova bab est trabalhando?" eu pergunto, desde que os dois h pouco contrataram uma bab realmente 
britnica-uma de meia-idade, porque Patty jurou que o aconteceu a Sienna Mille nunca aconteceria a ela. "Oh," Patty diz. "A bab est bem. Ns ambos estamos apavorados 
com ela, mas Indy parece ador-la. Oh, o Frank diz para lhe falar que ele est muito orgulhoso de voc. Deixando a investigao de assassinato  polcia... Isto 
mostra 
realmente crescimento de sua parte." 
"Obrigada," eu digo. "Magda no concorda, entretanto." "O que voc quer dizer?" "Ela acha que os policiais vo culpar a vtima. Que  provavelmente verdade. Eu 
quero dizer, Reggie disse algo sobre que o que aconteceu a Lindsay parece como se pudesse ser retribuio para algo que ela fez." "Reggie... o traficante de drogas 
no canto da sua rua?" Patty pergunta, em uma voz incrdula. "Sim. Ele vai perguntar ao redor. Voc sabe, descobrir a palavra na rua para mim." "Heather," Patty 
diz, "sinto muito, eu estou confusa. Mas quando voc diz coisas assim, faz realmente parecer planejar se envolver na investigao." "Bem," eu digo, "eu no estou." 
H um resmungo masculino no fundo. Ento Patty diz a Frank, "Tudo bem, eu lhe perguntarei. Mas voc sabe o que ela vai dizer." "Me perguntar o qu?" eu quero saber. 
"O Frank tem um show no Bar do Joe semana que vem," Patty diz, em uma voz tensa. "Ele quer saber se voc gostaria de se unir." "Claro que eu irei," eu digo, surpresa 
por ela ainda pensar que tinha que perguntar. "Eu amo aquele lugar." "Um, no ir a performance," Patty diz, enquanto ainda soa tensa. "Ele quer saber se voc o 
unir a ele na apresentao (onstage)." Eu praticamente sufoco no pedao de galinha que estou engolindo. "Voc quer dizer... cantar?""No, fazer um strip tease," 
Patty diz. "Claro que cantar." De repente a voz de Frank enche o telefone. "Antes de voc dizer que no, Heather," ele diz, "pense nisto. Eu sei que voc tem trabalhado 
em materiais por conta prpria-" "Como voc sabe?" eu exijo calorosamente, embora saiba perfeitamente bem. A boca de Patty  maior at que a minha. Ela s no tende 
a encher a sua com tantas Dove Bars quanto eu,  por isso que ela  um tamanho 6 e eu sou uns 12. E crescendo. "No importa como eu sei," Frank diz, sempre o marido 
leal. "Voc no foi para cima de uma fase em anos, Heather. Voc tem que voltar l para cima." 
"Frank," eu digo, "eu o amo. Voc sabe que amo.  por isso que eu estou dizendo que no. Eu no quero arruinar seu show." "Heather, no seja como isso. Voc foi 
queimado por aquele asshole Cartwright. Snior, no jnior. Mas no o escute. Eu estou seguro que seu material  grande. E eu estou morrendo para ouvir isto. E os 
caras saem em um pontap se jogarem isto fora. Vamos. Ser uma multido divertida." "No, obrigada," eu digo. Eu estou tentando para manter meu tom lcido, assim 
ele no ouvir o pnico em minha voz. "Eu acho que minhas canes tambm so um pouco bravas-rocker-cozinha para uma multido Frank Robillard." "Por qu?" Frank 
soa incrdulo. "De nenhum modo. Eles a amaro. Vamos, Heather. Quando voc vai ter uma chance para tocar em outro bar?  uma jurisdio perfeita para materiais de 
bravas-rocker-cozinha. S voc, um banquinho, e um microfone-" Felizmente, naquele momento, vem uma chamada em espera. "Oops," eu digo. "Isso  na outra linha. 
Eu tenho que agarrar isto. Pode ser Cooper." "Heather. Escute-me. No-" "Eu ligarei de volta." eu clico em cima para outra linha, meu alvio em cima de minha fuga 
estreitamente palpvel. "Ol?" "Heather?" uma voz masculina semi-familiar pergunta indecisamente. "Esta  ela," eu digo, com hesitao igual. Porque no muito 
dos caras que eu no conheo me ligam. Por que no distribu o nmero da minha casa casa. Para qualquer um. Porque ningum nunca pede isto. "Quem ?" "Sou eu," a 
voz diz, enquanto soa surpreso. "Seu pai." 
Cap. 7
A nvoa no parque Me faz lembrar de meu corao Quando voc me empediu Me encheu de dvida Sobre o que foi isso? Por que voc no morre? "Apenas Morra Agora" 
Escrito por Heather WellsEu sento l em silncio atordoado durante talvez trs segundos. Ento eu vou, "Oh! Pai! Oi! Desculpe, eu no reconheci sua voz imediatamente. 
- foi um dia realmente longo." "Assim eu ouvi," Pai diz. Ele soa cansado. Bem, voc estaria, tambm, se estivesse servindo dez a vinte anos em um presdio federal 
por sonegao tributria. "Esse dormitrio  onde voc trabalha, certo? Onde eles acharam a cabea da menina?" "Hall residncial," eu o corrijo automaticamente. 
"E sim. Pertubava bastante." eu estou freneticamente tentando entender por que ele est ligando. No  meu aniversrio. No  um feriado. Este  o aniversrio dele 
no, ? No, isso  em dezembro. 
Assim o que  a ocasio? Meu pai nunca foi o tipo para apenas apanhar o telefone e pedir uma conversa. Especialmente desde ento-embora ele esteja servindo a tempos 
em Englin Presdio Federal Acampamento na Flrida, um dos presdios federais mais comdos na Amrica-ainda  permitido ligar apenas a cobrar, e ento s durante 
certo jogo- Ei, espere um minuto. Isto no  uma chamada a cobrar. Pelo menos, nenhum operador tinha perguntado se eu aceitava os custos. "Um, Pai," eu digo. "De 
onde voc est ligando? Voc est imvel no Acampamento Eglin?" Sobre o que estou faland? Claro que ele ainda est no Acampamento Eglin. Se ele estivesse sido libertado, 
eu teria ouvido falar disto? S... De quem? Me no fala mais com ele, e, agora que ela mora no Buenos Aires com meu dinheiro, ela no conversa comigo todo esse 
tanto 
mais, de qualquer jeito... "Bem, essa  a coisa, querida," Pai diz. "Voc v, eu fui libertado." "Realmente?" eu confiro para ver como me sinto sobre isso. Eu 
sou pegada de surpresa para pensar como me sinto... nada. Eu quero dizer, eu amo meu pai, e tudo. Mas a verdade , eu no o vejo h tanto tempo-Me nunca me levaria 
para visit-lo, naturalmente, desde que ela odiava os intestinos dele por perder todo seu dinheiro e a forar que tinha para trabalhar (como meu agente e promotor). 
E uma vez eu envelheci bastante para ir sozinha, eu j era muito quebrada para chegar a Flrida. Pai e eu nunca fomos aquele perto, de qualquer maneira... mais igualmente 
conhecidos e corteses, realmente, o pai e criana. Graas a Me. "Wow," eu digo, enquanto olho na caixa de papelo para ver quanta carne escura est na esquerda. 
Eu estou determinada a economizar os peitos para Cooper, desde que eles so o favorito dele. "Isso  grande, Pai. Assim, onde voc est agora?""Engraado voc deveria 
perguntar. Eu estou ligando de fato rua de baixo-Washington Square Diner. Eu estava desejando saber se voc queria se juntar a mim para um caf." 
Seriamente. Eu apenas no consigo pegar isso. Eu vou por meses-literalmente-onde nada de incomum me acontece. Meus dias so um borro de caminhada com a cachorra, 
trabalho, e reprise de Golden Girl. E ento WHAM! Em um dia, eu acho uma cabea em uma panela em um fogo; Pedem para tocar minhas msicas no Bar do Joe com ningum 
diferente da super-mega-estrela-de-rock Frank Robillard; e meu pai sai de priso, aparece em meu caf local, e pede para me ver. Por que coisas no podem acontecer 
um pouco de cada vez? Como um dia eu acho a cabea; Frank me pede cante com ele outro dia; e outro dia meu pai me liga para me deixar saber que ele est fora da 
priso e em minha cidade natal. Mas acho que ns no conseguimos escolher como coisas acontecem. Porque se ns fizssemos, eu definitivamente no teria comido 
toda aquela galinha antes de ir ver meu pai. Porque a viso dele sentado l naquela banca-antes dele me notar, assim eu tenho uma chance para estud-lo antes que 
ele soubesse que est sendo observado-faz meu intestino se entrelaar. No da mesma maneira que entrelaou quando vi a cabea de Lindsay naquela panela-isso era 
horror. A viso de meu pai apenas me entristece. Talvez porque ele parea triste. Triste e magro. Ele no  o jogador de golfe robusto que conheci duas dcadas 
atrs-a ltima vez que o vi fora do centro de visitas de Acampamento Eglin-mas um tipo de concha daquele homem, magro-cana, com cabelos ficando grisalhos e o comei 
at mais branco de uma barba e bigode. 
Silncio, aquele rosto se transforma quando ele olha para o caminho e finalmente me nota na entrada. No que ele esteja superado com alegria ou qualquer coisa. Ele 
s engessa um sorriso em sua face-um sorriso que no alcana seus olhos tristes, cansados-todo parte to azul quanto meu prprio. E toda parte cautelosamente cuidadoso. 
O que voc diz ao pai que voc no viu por tanto tempo, com quem teve sempre sua relao... bem, inexistente, at mesmo quando voc vivia junto? Eu digo, "Ei, Pai," 
e deslizo na banca pela mesa dele.Porque o que mais  suposto para eu dizer? "Heather," ele diz, e alcana pela mesa para apertar minha mo, uma vez que tirei minhas 
luvas. Sinto os dedos mornos contra os meus. Eu aperto de volta, com um sorriso. "Assim esta  uma surpresa," eu digo. "Quando voc saiu?" "Semana passada," ele 
diz. "Eu pensei em ligar ento, mas... bem, eu no estava seguro que voc ficaria muito contente por me ver." "Claro que eu estou contente em v-lo, Pai." Papai 
no 
tem uma boa carne. Bem, no realmente. Eu quero dizer, no era precisamente ele esfriar para no pagar impostos todos esses anos. Mas no era MEU dinheiro no que 
ele no estava pagando impostos. Ou, no caso de Me, roubou. "Quando voc chegou aqui? Na cidade, quero dizer?" "Esta manh. Eu peguei o nibus. Modo adorvel para 
ver o pas." A garonete sobe quando ele est dizendo isto, e ele olha para mim interrogativamente. "Teve jantar?" "Oh, sim," eu digo. "Eu estou bem. S pouco chocolate 
quente seria legal"-eu digo este ltimo  garonete-"com chantilly." Papai ordena sopa de macarro de galinha para ir com o caf dele. A garonete acerna com a 
cabea e vai embora. Ela parece distrada. 
Ela provavelmente est preocupanda sobre a nevasca iminente que o meteorologista em Nova York One, passando na TV pendurada em cima do balco, nos assegura que  
devida em qualquer momento. "Assim," eu digo. "O nibus." Por alguma razo eu no posso deixar de pensar no passeio de Morgan Freeman para liberdade naquele nibus 
no filme The Shawshank Redemption. Bem, eu acho que no  muito surpreendente. Morgan Freeman tinha sido prisioneiro, tambm. "No  aquilo como uma violao de 
liberdade condicional? Eu quero dizer, por voc deixar o estado de Flrida?" "No se preocupe comigo, kiddo," Papai tinha dito, enquanto batia levemente na minha 
mo. "Eu tenho coisas sob controle. Para uma mudana." "Grande," eu digo. "Isso  grande, Pai." "Assim o que voc tem de notcias de sua me?" ele quer saber. 
Eu noto que ele no estabelece contato ocular quando pergunta isto. Ele se atarefa acrescentando mais metade a metade ao caf dele. "Bem," eu digo, "Voc quer dizer 
desde que ela se foi para Buenos Aires com o contedo de minha conta bancria?" Papai enruga seus lbios e balana a cabea. Agora ele faz contato ocular. "Eu sinto 
muito por isso, Heather," ele diz. "Voc no pode saber quanto. Sua me no  igual isso. Eu no sei o que pode ter acontecido com ela." "Realmente? Porque eu tenho 
uma idia satisfatria," eu digo, quando a garonete volta com a sopa dele e meu chocolate quente. "Oh?" Papai escava na sua sopa como se fosse seu primeiro alimento 
do dia. Para um sujeito to magro, ele tem um satisfatrio apetite. ", o que ?" "Seu bilhete de refeio perdeu seu contrato de gravao," eu digo. 
"Oh, agora, Heather," Papai diz, enquanto observa de sua sopa. "No diga isso. Sua me a ama muito. Ela s nunca foi uma mulher forte. Eu estou seguro no foi idia 
dela-levar seu dinheiro, eu quero dizer. Eu sou positivo que o carter de Ricardo a ps at nisto." E eu estou positiva que foi ao contrrio, de fato, mas eu no 
digo assim, porque eu no tenho vontade de entrar em um argumento sobre isto. "Que tal voc? " eu pergunto ao invs. "Tem tido notcias dela?" "No totalmente 
em algum tempo," Papai diz. Ele abre um dos pacotes de bolachas que vieram com a sopa dele. "Naturalmente, determinando o modo que eu a decepcionei, eu no suponho 
que merea." "Eu no me bateria em cima daquela, Pai," eu digo, enquanto sinto aquela puno novamente em meu estmago. S que desta vez, percebo que a puno  
de fato a norte de meu estmago. Est mais nas redondezas de meu corao. E parece ser piedade. "Ela no foi exatamente Senhorita Me do Ano." Papai balana sua 
cabea sobre sua sopa. "Pobre Heather," ele diz, com um suspiro. "Quando eles distribuam o pais cu a cima, voc certamente recebeu o fim curto do pau." "Eu no 
sei," eu digo, surpresa por me achar um pouco ferida. "Eu acho que fiz o certo para mim. Eu quero dizer, eu tenho um trabalho, e um lugar agradvel para morar, e... 
Eu estou melhorando meu BA." Pai parece surpreso... Mas agradavelmente assim. "Bom para voc!" ele diz. "Na Faculdade de Nova York?" Eu acerno com a cabea. "Recebo 
remisso de matrcula por meu trabalho," eu explico. "Eu tenho que levar este curso de matemtica medicinal antes de eu poder comear a pegar reais cursos, mas-" 
"E o que voc vai estudar?" Papai quer saber. O entusiasmo dele sobre o assunto me surpreende, um pouco. "Msica? eu espero que voc esteja estudando msica. Voc 
sempre foi assim muito talentosa." "Uh," eu digo. "De fato, eu estava pensando mais em justia criminal." 
Papai parece assustado. "Cus," ele diz. "Por que? Voc quer ser uma policial feminina?" "Eu no sei," eu digo. Eu estou envergonhada de lhe contar a verdade tambm... 
Que eu tinha esperado, com um BA em justia criminal, Cooper poderia me assumir como uma scia no negcio dele, e ns dois poderiamos descobrir crimes junto. Como 
Remington Steele. Ou Hart to Hart.  um pouco triste que todas minhas fantasias estejam arraigadas em espetculos de televiso dos anos oitenta. "Voc deveria 
estudar teoria musical," Papai diz firmemente. "Ajudaria com suas composies." Eu coro. Eu esqueci que enviei para Papai uma fita de mim cantando alguns de meus 
prprios materiais por Natal um ano atrs. O que eu estava pensando? "Eu sou muito velha para um cantar uma composio prpria na carreira," eu lhe falo. "Eu quero 
dizer, voc viu essas meninas na MTV? Eu no posso mais usar saias curtas. Muita celulite." "No seja tola," Papai diz dissimuladamente. "Voc parece bem. Alm, 
se voc for inibida, voc pode apenas usar calas compridas." Calas compridas. Pai s vezes me mata. Ele realmente mata. "Seria uma vergonha," Papai diz. "No, 
no s uma vergonha-um pecado-deixar talento divino como o seu ser desperdiado." "Bem," eu digo, "eu no acho que tenho. Eu j fiz a coisa de cantar. Eu acho que 
talvez agora esteja na hora de tentar um talento diferente." "Justia criminal?" Papai parece confuso. "Isso  um talento?" "Bem, pelo menos um onde ningum vai 
me vaiar depois de uma fase," eu mostro. "Ningum ousaria!" Papai chora, enquanto coloca a colher dele. "Voc canta como um anjo! E essas canes suas-elas so 
muito melhores que alguns daqueles lixos que eu ouo na rdio. Aquela menina, fazendo sobre seu amontoado, ou sua bunda, ou tudo sobre o que ela est falando. E 
aquela outro-aquela Tracy Trace, a que seu antigo namorado est se casando este fim de semana. Por que, ela est meio nua naquele vdeo!" 
Eu tenho que reprimir um sorriso. "Tania Trace," eu o corrijo. "E esse  agora mesmo o vdeo nmero um no TRL." "Bem," Papai diz firmemente, "Indiferentemente. 
 lixo." "Que tal voc, Pai?" eu pergunto, enquanto penso que mudaria melhor o assunto antes que ele tambm ficasse sobre animado. "Eu quero dizer, voc estava 
no Acampamento Eglin por... Caramba. Quase vinte anos. O que vai voc fazer agora que est fora?" "Eu tenho alguns ferros no fogo," Papai diz. "Algum dos quais parecem 
bem promissores." "Sim?" eu digo. "Bem, isso soa bom. Aqui em Nova York?" "Sim," Papai diz. Mas eu noto que ele se ps mais hesitante nas suas respostas. E ele 
no est mais estabelecendo contato ocular comigo. Uh-oh. "Pai," eu digo. Porque de repente eu tenho um sentimento novo em meu estmago. E no  horror ou pena. 
 terrvel. "Voc realmente me chamou porque voc queria me ver e por-se em dia dos velhos tempos? Ou h qualquer outra coisa?" "Claro que eu queria v-lo," Papai 
diz, com alguma aspereza. "Voc  minha velha filha, para a bondade de qualquer coisa." "Certo," eu digo. "Mas..." "O que o faz pensar que haja algo, porm?" Papai 
quer saber. "Porque," eu digo, "eu no tenho mais nove anos. Eu sei que sempre h um porm." Ele coloca sua colher. Ento ele leva uma respirao funda. "Certo," 
ele diz. "H um porm." Ento ele me conta o que . 
Cap. 8
Tick-tock Despertador No toque Coisa engraada Eu desperto Nada quebrado Algum por favor Atire em mim. "Cano matutina" Escrito por Heather WellsEstou 
quinze minutos atrasada para o trabalho no dia seguinte. Pessoalmente, eu no acho que quinze minutos so todo aquele muito tempo. Quinze minutos nem mesmo devem 
contar como atrasada... Especialmente quando voc leva em conta o que aconteceu a mim antes da noite-voc sabe, a coisa inteira do retorno do pai prdigo. Mas quinze 
minutos podem ser bastante muito tempo no ciclo de vida de um hall residncial. Na realidade, quinze minutos  bem longo para um representante do Servio de Aconselhamentos 
achar minha escrivaninha e estacionar nisto. 
E quando corro arquejantemente no escritrio e a vejo l, e vai, "Como posso ajud-la?" esses quinze minutos que ela est na minha escrivaninha so aparentemente 
longos o bastante para fazer com que ela se sinta em casa o bastante para ir nisto, "Oh, no, obrigada. A menos que voc v por um caf, em que caso eu podia usar 
um, ilumine, nenhum acar." Eu pisco a ela. Ela usa um jogo de malha de caxemira cinzento de bom gosto-com prolas, nada menos-e me faz sentir bem sob minhas roupas 
em meu uso profissional de jeans e malha pesada de cabo-tric. Ela nem mesmo tem um chapu sobre o cabelo. Os cachos castanhos dela so varridos em um chin perfeito. 
Como o inferno ela fez isto pelo parque-ou, como eu tenho chamado isto ultimamente, Tundra Congelada-do Servio de Aconselhamento sem gelar a cabea dela? Ento 
eu a espio, enquanto saltando da trincheira de l preta que ela pendurou na prateleira de casaco-em minha cavilha. Earmuffs. Naturalmente. Fashionista enganadora. 
"Oh, Heather, aqui est voc," Tom diz, enquanto sai do seu escritrio. Ele parece muito melhor hoje que ontem, agora que ele conseguiu um pouco de sono e de fato 
est lavado e penteado o cabelo loiro dele. Ele at mesmo est usando uma gravata. E certo, ele est usando isto com um oxford rosa luminoso e calas jeans. Mas 
 uma melhoria. "Esta  Dra. Gillian Kilgore do Servio de Aconselhamento," ele vai em. "Ela est aqui para oferecer xonselhos a aflio a qualquer residente que 
sinta que poderiam precisar disto, levando em conta os eventos de ontem." Eu sorrio brevemente a Dra. Kilgore. Bem, que mais supostamente posso fazer? Cuspir nela? 
"Oi," eu digo. "Voc est em meu assento." 
"Oh."Tom parece notar pela primeira vez onde Gillian Kilgore se estacionou. "Isso  certo.Essa  a escrivaninha de Heather, Dra. Kilgore. Eu quis dizer para voc 
levar a escrivaninha do GA-" "Eu gosto mais desta escrivaninha," Dra. Kilgore nos aturde (eu posso contar que o Tom est atordoado porque a face dele vai to rosa 
quanto a camisa dele) dizendo uniformemente. "E claro que, quando os estudantes vm para os compromissos deles, Sr. Snelling, que eu os estarei reunindo em seu escritrio. 
Para maior privacidade." Estas notcias claramente so a Tom. Ele est l parado berrando um pouco, como uma ovelha perdida-Baaah...baaah...Mas-quando a primeira 
vtima 
de Gillian Kilgore, eu quero dizer compromisso, entra trotando no escritrio. Mark Shepelsky  dos Pansies de seis p-sete poder remetente, e atual residente do 
Quarto 212, um dos mais procurado no edifcio inteiro devido a sua viso do parque e o fato que, estando no segundo andar, seus ocupantes podem pegar os degraus 
em vez de depender dos elevadores que so mais abarrotados e quebrados na maioria do resto do tempo. "Algum precisa me ver?" Mark diz. Mais parecido com um grunhido, 
realmente. Uma criana magra, pastosa-esfolada, ele  bonito como o jogador da equipe bem cortada. Mas ele no pode segurar uma vela ao Barista Boy, se voc me 
perguntar. No que eu goste do Barista Boy. Mais. "Voc deve ser..." Dra. Kilgore olha de relance abaixo ao livro de compromissos aberto na escrivaninha dela. Com 
licena, eu quero dizer, minha escrivaninha. "Mark?" Mark arrasta seus ps tamanho quatorze. "Sim. Sobre o que  isto?" "Bem, Mark," Dra. Kilgore diz, enquanto 
desliza um par de culos de leitura em cima do nariz, eu acho que uma tentativa de parecer emptica (no funciona), "eu sou Dra. Kilgore. Eu estou aqui do Aconselhamento 
de Servios Estudantis. Eu entendi que voc era ntimo com Lindsay. Lindsay Combs?" 
Mark no exatamente quebra em lgrimas  meno do nome de sua amada. Na realidade, ele parece indignado. "Temos que fazer isto?" ele exige. "Eu j falei com os 
policiais o dia todo ontem. Eu consegui um jogo hoje  noite. Tenho de praticar." Gillian Kilgore diz ternamente, "Eu entendo, Mark. Mas ns nos preocupamos por 
voc. Ns queremos ter certeza voc est bem. Afinal de contas, Lindsay era importante para voc." "Bem, eu quero dizer, ela tinha calor e tudo," Mark diz, enquanto 
parece confuso. "Mas ns nem mesmo estvamos namorando. Ns s estvamos jogando. Voc sabe o que eu quero dizer?" "Voc dois no eram exclusivos?" eu me ouo perguntando. 
Tom e Gillian Kilgore viram para me olhar, Dra. Kilgore parece aborrecida, Tom com um olhos arregalados, voc est tentando conseguir dificuldades? Olhe, eu ignoro. 
Mark diz, "Exclusivo? De modo algum. Eu quero dizer, ns enganamos um pouco. Eu j contei o que parecia ao detetive, ultimamente as nicas vezes eu a via era em 
jogos, e e depois que rompemos eu nunca mais a vi...." "Bem, falemos sobre isso," Dra. Kilgore diz, enquanto agarra o brao de Mark e tenta gui-lo para o escritrio 
de Tom para alguma privacidade (o que, sorte, com aquela grade entre o escritrio dele e o exterior onde eu sento). "Lindsay estava vendo qualquer outra pessoa?" 
eu pergunto, antes que o Mark pudesse ser apartado. Ele encolhe os ombros. "Sim, eu acho. Eu no sei. Eu ouvi que ela estava fazendo-eu quero dizer, enquanto via-algum 
cara de frat." "Realmente." eu me arremesso abaixo sobre minha rea de trabalho. "Que frat?" Mark parece branco. "Eu no sei." "Bem." faz calor em meu escritrio. 
Eu comeo a tirar meu casaco. "Contou a Detetive Canavan sobre isto?". 
"Ele no perguntou." "Mark." a voz de Gillian Kilgore tornou-se quase to fria quanto estava fora. "Por que no passa aqui e ns vamos-" "Detetive Canavan no 
perguntou se voc e sua namorada eram exclusivos?" eu exijo incredulamente. "E voc no mencionou que no era?" "No." Mark encolhe os ombros novamente. Ele  grande 
com o encolher de ombros, eu vejo. "Eu no achei que era importante." "Mark." a voz de Dra. Kilgore agora est afiada. "Venha comigo, por favor." Mark, enquanto 
parece assustado, segue Dra. Kilgore no escritrio de Tom. Ela bate a porta praticamente atrs deles-mas no antes de me dar um fixo olhar murcho. Ento, pela grade, 
ns a ouvimos dizer, "Agora, Mark. Me fale. Como voc est se sentindo sobre tudo isso?" Ela no notou a grade? Ela realmente acha que ns no podemos ouvi-la? 
Tom olha para mim, a expresso dele notoriamente miservel. "Heather," ele diz. Ns no temos que preocupar com Dra. Kilgore nos escutar, porque ela est tagarelando 
to alto atrs da grelha. "O que est voc fazendo?" "Nada," eu digo. Eu obtenho para cima de minha escrivaninha e coloco meu casaco na cavilha prximo aonde Dra. 
Kilgore pendurou o seu. "Est quente aqui? Ou sou s eu?" "Est quente," Tom diz. "Eu virei o radiador fora, mas ainda est... radiando. Srio, entretanto. Sobre 
o que foi tudo aquilo?" "Nada," eu digo, com um encolher de ombros. Est pegando, eu acho. "Eu s estava curiosa. Eles reabriram a caf?" "Sim. Para o caf da manh. 
Heather, voc est-""Grande. Teve caf contudo?" Tom envia uma carranca na direo da porta de seu escritrio. "No. eu entrei e ela j estava aqui...." "Como ela 
entrou?" eu pergunto em surpresa. "Pete a deixou dentro, com o mestre." Tom suspira. "Voc realmente me traria uma xcara de caf? Com leite e acar?" "Voc conseguiu 
isto," eu digo, com um sorriso. "Eu tenho falado todo dia que voc  minha assintente de dormitrio favorita? Seriamente?" 
"Tom, Tom, Tom," eu digo. "Voc no quer dizer eu sua assistente de diretor favorita do HALL RESIDNCIAL?" No surpreendentemente, quando eu vou a caf, est praticamente 
vazio. Eu acho que a descoberta de uma cabea cortada na cozinha tem um modo de tirar seus comedores mais exigente. Com exceo de alguns comensais solitrios, eu 
sou a nica pessoa aqui. Eu paro pela registradora para dizer 'oi' a Magda em meu caminho dentro. Ela no parece bem. O delineador dela j enfraqueceu, e o navio 
de linha regular de seus lbios est dobrado. "Ei," eu digo a ela, em minha voz mais morna. "Como voc est, Mags?" Ela nem sequer racha um sorriso. "Nenhuma das 
minhas pequenas estrelas de filme entrar," ela diz desoladamente. "Eles so tudo comendo no Hall Wasser." Ela diz as palavras como se contivessem veneno. Hall 
Wasser, um corredor residncial pelo parque que foi renovado para incluir sua prpria piscina no poro recentemente,  nosso rival mais amargo. Depois que a imprensa-e 
os estudantes-comeou a chamar Fischer Hall de Dormitrio da Morte, eu consegui muitas ligaes de pais exigindo que suaas criana seja mudado para Hall Wasser. 
Eu s posso dizer que a assistente do diretor do hall acha que tudo isso  por causa disto? Eu, entretanto, voltei durante um exerccio de confiana, exigiram de 
todos ns fazer um treinamento depessoal em cima sobre a Quebra de Inverno, quando cada um de ns teve que se retirar um aos braos do outro e eu acidentalmente-de-propsito 
a derrubei. "Bem," eu digo ternamente, "s  natural. Eles esto assustados. Eles viro de volta quando a polcia figurar quem  o assassino." "Se a polcia figurar 
quem  o assassino," Magda diz tristemente. "Eles vo," eu a asseguro. Ento, para a animar, somo eu, "Supe com que eu jantei ontem  noite." Magda clareia. "Cooper? 
Ele lhe pediu finalmente em namoro?"  minha vez de parecer sombria. "Um, no. Meu pai. Ele saiu de priso. Ele est aqui, na cidade." 
"Seu pai fora da cadeia?" Pete est caminhando, um caf vazio assalta a mo dele. Ele est caminho dentro para um refil. "Nenhuma brincadeira?" "Nenhuma brincadeira," 
eu digo. "Assim." Pete se esqueceu do caf dele. Ele parece intrigado. "Sobre o qu voc dois conversaram?" Eu encolho os ombros. Maldito Mark e seu encolher de 
ombros contagioso. "Eu no sei," eu digo. "Ele. Eu. Me. Um pouco de tudo." Magda est igualmente fascinada. Ela se apia adiante e diz, "Eu li um livro uma vez 
onde o homem, ele vai para priso, e quando ele adquirir fora, ele...Vocs sabem. Como seu chefe, Tom. Por no ter estado com uma mulher dentro de tempo to longo." 
Eu elevo minhas sobrancelhas. "Eu estou bem segura que meu pai no  homossexual agora, Magda," eu digo. "Se isso  o que voc quer dizer." Magda parece desapontada 
e apia-se de volta no assento dela. "Oh." "O que ele quer?" Pete pergunta. "Quer?" eu o encaro. "Ele no quer nada." "O homem vem v-la a primeira coisa fora 
de priso," Pete diz, enquanto parece incrdulo. "Diz que ele no quer nada de voc...E voc o acredita? O que est errado com voc?" "Bem," eu digo indecisamente. 
"Ele disse que s precisa de um lugar para ficar durante alguns dias enquanto ele segue seu caminho." Pete deixa sair um latido que eu chamaria de risada. "O que?" 
eu choro. "Ele  meu pai. Ele me elevou durante meus primeiros dez anos ou assim." "Certo," Pete diz cinicamente. "E agora ele quer pegar sua fama e fortuna." "Que 
fortuna?" eu exijo. "Ele sabe perfeitamente bem que a ex-esposa dele roubou todo meu dinheiro." Pete, rindo, encabea para a mquina de caf. "Por que ele no 
pode apenas desejar reconstruir a relao dele com sua filha sabe?" eu grito depois dele. O que s o faz rir mais duro. "Quer dizer certo, querida," Magda diz, 
enquanto bate levemente na minha mo. "Ignore-o. Eu acho que  agradvel que seu papai voltou." "Obrigado," eu digo indignadamente. "Porque ." 
"Claro que . E o que disse Cooper quando voc lhe perguntou se seu pai podia se mudar?" "Bem," eu digo, de repente incapaz de encarar o olhar de Magda. "Cooper 
no disse nada sobre isto contudo. Porque eu no lhe perguntei." "Oh," Magda diz. "No," eu digo depressa, "porque eu no acredito que meu pai totalmente  para 
cima e para cima. Eu s no vi de fato Cooper contudo. Ele est ocupado com um caso. Mas quando eu o vir, eu perguntarei. E eu estou segura ele dir que est bem. 
Porque meu pai realmente quer virar a vida dele.""No," Magda diz. "No, Magda. Eu realmente quero dizer isto." "Eu sei que voc quer, querida," Magda diz. Mas 
seu sorriso no alcana seus olhos. Tipo como o de Papai, de fato. Mas isso, eu digo a mim mesma, no tem nada a ver com qualquer coisa eu s disse a ela. Tem a 
ver com o que aconteceu ontem, com Lindsay. E como para Pete... Bem, deixe-o rir. O que ele sabe? Embora considerando que ele  um vivo com cinco crianas para 
apoiar-se, ele poderia saber muitos de fato. Dang. 
Fazendo carranca, eu vou ao bagel bar e estouro uma plancie na torradeira. Ento eu bato na cafeteira. Eu fao um para Tom-com creme e acar-e um para mim, meio 
caf, cacau meio quente, muito chantilly-ento retorno para o bar de bage quando aparece a minha torrada na torradeira, passo creme de queijo em cada, esbofeteio 
algum bacon, ento moldo. Voil, o deleite de caf da manh perfeito. Eu ponho isto em um prato, o prato em uma bandeja com os cafs, e estou encabeando para fora 
da caf quando acontece de eu espiar, fora do canto de meu olho, um flash de ouro e branco. Eu viro minha cabea, e vejo Kimberly Watkins, um dos lder de torcida 
da vrsea do Pansies-em uniforme porque  um dia de jogo-sentanda em uma mesa, um livro de ensino grande aberto na sua frente, ao lado de um prato que parece conter 
uma omelete de ovo branco e metade de uma toranja. E antes de eu pensar no que eu estou fazendo, eu me acho colocando minha bandeja pela mesa dela e indo, "Ei, 
Kimberly." 
Cap. 9
Me tocando Algo sempre me tocando Quando eu ando de metr. "Cano do metr"Escrito por Heather Wells"Um," Kimberly diz, enquanto olha suspeitosamente para 
mim, claramente incerta de quem eu era, e por que eu estava sentando de repente em frente a ela. "Oi?" "Eu sou Heather," eu digo. "A assistente do diretor do hall?" 
"Oh!" a expresso suspeita de Kimberly muda para uma de reconhecimento, at mesmo acolhimento casual. Agora que ela sabe que eu no estou l para tentar-bem, tudo 
que ela pensou que eu estava fazendo l... Bater nela? Converter? -ela parece relaxar. "Oi!" "Escute," eu digo. "Eu s quis ver como voc est fazendo. Eu quero 
dizer, 
sobre esta coisa inteira com Lindsay. Eu sabia que as duas eram amigas..." De fato, eu no sabia disto. Mas eu s assumi que as duas meninas que estavam no mesmo 
time de lderes de torcida seriam amigas. Certo? 
"Oh,"Kimberly diz, em um tom diferente, e o luminoso, sorriso Crest-Whitestrip (Algo equivalente a 'sorriso colgate', aqui no Brasil) que ela tinha me luzido desaparece. 
"Eu sei.  to terrvel. Pobre Lindsay. Eu... Eu nem mesmo posso pensar nisto. Eu chorei ao dormir ontem  noite." Uma menina que chorou ao dormir na noite anterior, 
Kimberly parece satisfatria. Ela aparentemente gasta suas pausas em algum lugar quente, porque embora seja inverno, as pernas nuas de Kimberly esto bronzeadas. 
Aparentemente ela tambm no est interessada sobre o frio l fora, ou o temporal que New York One ainda insiste que supostamente est chegando a ns a qualquer 
momento, mas que atualmente estagnou em cima de Washington, DC. Ela no parece muito interessada em tomar o caf da manh no lugar onde, vinte e quatro horas atrs, 
a cabea cortada da boa amiga dela foi achada, de qualquer jeito. "Wow," eu digo. "Voc deve estar devastada." Ela cruza suas longas, pernas de potra em baixo 
da mesa e comea a torcer fios de seu cabelo preto longo-endireitou, naturalmente-ao redor e ao redor um dedo. "Totalmente," ela diz, seus olhos de cora arregalados. 
"Lindsay era, como, minha melhor amiga. Bem, depois de Cheryl Haebig. Mas Cheryl realmente no gosta mais de se divertir fora, por que, voc sabe, ela gasta a maioria 
do tempo livre dela com Jeff. Jeff Turner." a Kimberly pisca a mim. "Voc conhece Jeff, certo? Ele  um dos companheiros de quarto de Mark, no Dois-doze." "Seguramente, 
eu conheo o Jeff," eu digo. Eu conheo todos os jogadores de basquetebol, eles estiveram tantas vezes no escritrio para audies disciplinares, principalmente 
da variedade de barril-contrabando. Supostamente que Fischer Hall est seco. "Bem, os dois, eles so, como, praticamente casados. Eles quase nunca mais quiseram 
ir a festa." 
E agora aquela Cheryl passou ao quarto de Lindsay e  provvel que no receba um companheiro de quarto novo, ela e Jeff podero se beijar ininterrupitamente.... 
Mas 
espera. Essa no  nenhuma razo para matar algum assim. "Assim, depois Cheryl, Lindsay era sua melhor amiga," eu digo. "Gosh, deve ser terrvel perder algum 
com aquele fim. Eu estou surpresa que voc possa-sem ofensa-at mesmo comer aqui." Feito lembrar da comida dela, Kimberly leva uma mordida grande da omelete de 
ovo branco dela. Inspirada por isto, eu levo uma mordida de meu bagel de bacon-e-creme-de-queijo. Mmm. Cu. "Sim, bem," a Kimberly diz, "Eu no acredito em fantasmas, 
e tudo isso. Quando voc estiver morto, voc est morto." "Isso  muito prtico de voc," eu digo, depois de tomar um gole de meu caf-cacau. "Bem," Kimberly diz, 
com um encolher de ombros, "Eu estou no mercado da moda." E indica o livro de ensino intimidadamente parecendo em frente a ela. Introduo para Contabilidade Administrativa. 
"Oh," eu digo. "To desde que voc conhecia to bem Lindsay, voc conheceria qualquer um que talvez tinha um rancor contra ela? Talvez a queria fora do caminho? 
Bastante para a matar, eu quero dizer?" Kimberly torce durante algum tempo o longo fio de cabelo escuro no outro dedo dela. "Bem," ela diz lentamente. "Muitas pessoas 
odiavam Lindsay. Eu quero dizer, elas tinham cimes dela, e materiais. Eu contei que o policial, o que veio ontem  noite, sobre o companheiro de quarto dela, a 
Ann." "A Ann odiava Lindsay?""Bem, talvez no odiasse. Mas elas no se davam bem. Isso  por que Lindsay foi intimidadamente psicologicamente assim quando a Ann 
finalmente concordou em trocar quartos com Cheryl. Embora Cheryl no se divirta mais conosco muito, pelo menos Lindsay no tinha que se preocupar aproximadamente 
com toda bosta estpida que Ann estava fazendo para aborrec-la." 
"Bosta estpida como o qu?" eu pergunto, enquanto levo outra mordida de meu bagel. "Oh, s coisas bobas. Apagando as mensagens de pessoas deixadas para Lindsay 
na tbua seca-apagada dela na porta. Chifres de diabo puxados em todas as fotografias de Lindsay no papel escolar antes de darem isto a ela. Usando todos os absorlventes 
de Lindsay e no substituindo a caixa. Coisas como essas." "Bem, Kimberly," eu digo, "parece que Ann e Lindsay no se do exatamente bem. Mas voc realmente no 
acha de fato que Ann a matou, voc acha? Eu quero dizer, por que ela iria? Ela sabia que estava se mudando, certo?" Kimberly parece pensativa. "Bem, sim, eu adivinho. 
Mas de qualquer maneira, eu contei que o cara detetive por ter certeza que ela est conseguindo, um, como diabos chamam isto? Oh, sim, um libi. Por que voc nunca 
sabe. Poderia ser um tipo de coisa nicamente das Mulheres Brancas." Eu estou segura que Detetive Canavan saltou na dianteira de "coisa nicamente das Mulheres 
Brancas". No. "O que sobre namorados?" eu pergunto. Este pulo cognitivo  muito para o tenro crebro jovem de Kimberly processar. Ela tricota as sobrancelhas 
esbeltas dela em confuso. "O que?" "Lindsay estava vendo qualquer pessoa? Eu quero dizer, eu sei que ela estava namorando Mark Shepelsky...." "Oh." a Kimberly roda 
seus olhos. "Mark. Mas Lindsay e Mark, eu quero dizer, eles quase terminaram, voc sabe. Mark assim... imaturo. Ele e Jeff-voc sabe, o namorado de Cheryl-tudo o 
que 
eles fazem  beber cerveja e assistir esporte. Eles nunca levaram Lindsay e Cheryl para bater fora, ou tudo que. O que eu acho que est bem para Cheryl, mas Lindsay... 
ela quis mais excitao. Mais sofisticao, eu acho que voc poderia dizer.""Assim  o por que que ela comeou a ver outra pessoa?" eu pergunto. Quando os olhos 
de Kimberly alargam, eu explico, "Mark parou pelo escritrio esta manh e mencionou algo sobre um cara de frat?" 
Kimberly parece desprezativa. " como Mark o chamou? Um cara de frat? Ele no mencionou que ele  um Winer?" "Um o qu?" Durante um minuto, acho que ela est dizendo 
que o namorado novo de Lindsay reclama muito. "Um Winer. W-I-N-E-R. Voc sabe." Quando eu continuar a considerar inexpressivamente, ela balana todo seu cabelo 
longo em descrena. "Gawd, voc no sabe? Doug Winer. A famlia Winer. Construes Winer. O Complexo de Jogos Esportivo Winer, aqui na Faculdade de Nova York?" Oh. 
Agora eu sei sobre o que ela est falando. Voc no pode passar por um edifcio em construo nesta cidade-e, apesar do fato que Manhattan  uma ilha e voc pensaria 
que todo pedao de terra utilizvel nisto j foi desenvolvido, h vrios edifcios em construo-sem notar a palavra WINER escrito no lado de toda escavadora, carretel 
de arame, e pedao de andaime conectado com o local de trabalho. Nenhum edifcio na Cidade de Nova York sobe a menos que Construes Winer ponha isto para cima. 
E aparentemente os Winers ganharam um pouco de dinheiro por causa daquele fato. Eles podem no ser Kennedys ou Rockefellers, mas aparentemente, para uma lder de 
torcida da Faculdade de Nova York, eles chegam perto. Bem, eles doaram um grande pedao grosso de dinheiro  faculdade. Bastante para construir o complexo esportivo, 
e tudo. "Doug Winer," eu repito. "Assim... Doug muito bem?""Um, se voc chama imundos seres ricos de muito bem," Kimberly diz, com uma baforada. "Eu vejo. E Doug 
e Lindsay eram... ntimos?" "No noivos ou qualquer coisa," Kimberly diz. "Contudo. Mas Lindsay achava que Doug estava adquirindo uma pulseira de tnis para o aniversrio 
dela. Um diamante. Ela viu isto na cmoda dele." Momentaneamente, os patos da morte de Lindsay golpeiam, e Kimberly paece um pouco menos borbulhante. "Eu acho que 
ele ter que levar isto de volta agora," ela soma desoladamente. "O aniversrio dela era semana que vem. Deus,  to triste." 
Eu concordo que o fato Lindsay no viveu para receber uma pulseira de tnis de diamante para o aniversrio dela  uma vergonha, ento lhe pergunto se Lindsay e Doug 
tivessem tido qualquer discordncia que sabia (no), onde Doug vive (o Tau Phi Epsilo Casa), e quando Doug e Lindsay tinham visto um ao outro por ltimo (algum dia 
durante o fim de semana). Entretanto logo fica claro que Kimberly reivindica ter sido a melhor amiga de Lindsay, ou as duas no tinham sido tudo aquilo no fim, 
ou Lindsay tinha conduzido uma vida notavelmente sombria, porque a Kimberly no pode revelar qualquer coisa mais sobre a ltima semana de vida na terra de Lindsay. 
Qualquer coisa mais que pudesse me ajudar a figurar quem a matou, de qualquer maneira.Exceto, naturalmente, que isso no  o que eu estou fazendo. Eu no estou 
envolvida na investigao na morte de Lindsay. Longe disto. Eu s estou fazendo algumas perguntas para isto,  tudo. Eu quero dizer, uma pessoa pode fazer perguntas 
por um crime sem lanar uma investigao privada de fato no dito crime. Certo? Eu estou me contando isto quando entro de volta no escritrio do diretor do hall, 
enquanto segurava o caf de Tom (eu consegui um novo, depois que o original ficasse frio enquanto eu estava falando com Kimberly) em uma mo, e uma mistura de caf-cacau-chicoteado







-de-creme nova para mim na outra. Eu no estou surpresa em ver aquela Sarah, nosso assistente de grad, tambm apareceu no trabalho usando uma expresso infeliz. 
Sarah infeliz na maioria dos dias.Hoje, o mau humor dela parece estar pegando. Esto ela e Tom s escrivaninhas deles. Bem, tecnicamente, Tom est caindo na minha 
escrivaninha. Mas ele bastante parece infeliz, at que ele me v. "Voc," Tom diz, quando e estatelo o caf em frente a ele, " um salvadora. O que a levou durante 
tanto tempo?" 
"Oh, voc sabe," eu digo, enquanto afundo sobre o sof prximo a minha escrivaninha. "Eu tive que confortar Magda." eu acernei com a cabea  porta do escritrio 
de Tom que ainda est fechada. Atrs disto, e pela grade, eu ouo o baixo murmrio de vozes. "Ela ainda est l com Mark?" "No," a Sarah diz repugnantemente. "Agora 
ela est l com Cheryl Haebig." "O que h com voc?" eu pergunto para Sarah, por causa da carranca. "Aparentemente," Tom responde em uma voz de longo-sofrimento, 
desde que Sarah s afunda mais profundamente na cadeira dela, enquanto recusa-se a falar, "Dra. Kilgore  uma das professoras de Sarah. E ela no gosta muito." "Ela 
 uma Freudiana!" Sarah estoura, nem mesmo tentando abaixar a voz dela. "Ela na verdade acredita na merda machista que aproximadamente todas as mulheres esto apaixonadas 
pelos seus pais e secretamente querem um pnis!" "Dra. Kilgore deu para Sarah um D aceso dos documentos dela semestre passado," Tom, com s o mais minsculo de 
sorrisos, me informa. "Ela  anti-feminista!" Sarah afirma. "Eu fui para o decano reclamar. Mas no foi de nenhum uso, porque ela  um deles, tambm." Eles, aparentemente, 
se referiram a Freudianos. " uma conspirao. Eu estou considerando seriamente escrever uma carta para a Crnica de Ensino Superior sobre isto." "Eu sugeri," Tom 
diz, ainda com que sorriso muito leve, "que se a presena de Dra. Kilgore for tal um agravante para Sarah, ela assume os vales de dinheiro insignificantes para Orar 
um desembolso...." "Est cinco graus l fora!" Sarah grita. "Eu irei," eu ofereo docemente. Sarah e Tom me encaram incrdulamente. "Seriamente," eu digo, enquanto 
coloco meu caf-cacau na rea de trabalho e me levantando agarrando meu casaco. "Eu quero dizer, no  como se eu pudesse arrumar qualquer emprego feito, com voc 
a minha escrivaninha, Tom. E eu poderia usar algum ar fresco." "Est com cinco graus l fora!" Sarah grita novamente. 
"No  nenhuma grandenegcio," eu digo. Eu arejo meu leno ao redor meu pescoo. "Eu estarei de volta em um jiff." Eu recolho os vales de dinheiro insignificantes 
que sentam na escrivaninha de Sarah, e velejo do escritrio. Fora no salo de entrada, Pete comea a rir quando ele me v. No porque eu pareo cmica dentro de 
todos meus casacos, mas porque ele est se lembrando do que eu tinha dito sobre meu pai. Bem? Por que ele no pode s desejar reconstruir sua relao com sua filha 
apenas, sabe? Seriamente, com amigos como Pete quem precisa de inimigos?I Ignorando Pete, eu saio-e quase retrocedo, est to frio. A temperatura parece ter mergulhado 
desde meu passeio para trabalhar uma hora atrs. O resfriado suga a respirao de meu trax. Mas eu me decidi. No h nenhuma volta agora. Abaixando minha cabea 
contra o vento, eu comeo pelo parque, enquanto ignoro as ofertas de "fumaa, fumaa," dos compatriotas de Reggie quando eu fao meu espao para o outro lado de 
campus-a direo oposta do Escritrio de Oramento. Que tambm acontece de ser a direo da qual o vento est chegando em exploses sub rticas. 
Que  por que, quando eu ouvi meu nome ser convocado por detrs, eu no me viro imediatamente. Minhas orelhas esto to entorpecidas abaixo meu bon de tric, que 
acho que tenho que estar ouvindo coisas. Ento eu sinto uma mo em meu brao e chicoteio ao redor, enquanto espero ver Reggie com seu sorriso de dentes de ouro. 
Eu no acho que necessariamente  o vento que suga minha respirao quando vejo que  Cooper Cartwright. "Oh," eu digo, enquanto arregalo a ele. Ele est empacotado 
como eu estou. Com exceo dos esquilos (e os negociantes de droga) ns somos os nicos dois seres vivos estpidos-ou desesperados-o bastante para estar no parque 
nesta manh gelada. "Cooper," eu digo, por lbios rachados pelo vento. "O que est fazendo voc aqui?" "Eu parei ao v-la," Cooper diz. Ele est respirando ligeira 
e pesadamente. Aparentemente ele foi correndo para me alcanar. Correndo. Neste tempo. Em todas essas roupas. Se fosse eu, teria me desmoronado em um monte gelatinoso. 
Mas desde que  Cooper, ele s respira com um pouco mais de dificuldade que o habitual. "E a Sarah e Tom disseram que voc estava a caminho do Escritrio de Oramento." 
Ele empurra um dedo polegar por cima do ombro dele. "Mas o Escritrio de Oramento no  nesse caminho?" "Oh," eu digo, enquanto pensando rapidamente. "Sim. . 
Mas, uh, eu pensei que eu mataria dois pssaros com uma pedra e s pararia para cuidar do cara desta coisa. Havia algo importante para que voc precisasse me ver 
aproximadamente?" Por favor, eu estou rezando. Por favor no o deixe falar com meu pai antes de que tivesse uma chance para falar com ele sobre meu pai.... 
"Sim," Cooper diz. Ele no se barbeou esta manh novamente. O restolho de navalha escuro dele parece deleitavelmente espinhoso. "Meu irmo. E por que ele poderia 
ter deixado uma mensagem que pede para falar comigo sobre voc. Qualquer idia sobre o que isso poderia ser?" "Oh," eu digo, enquanto sinto ligeiramente um alvio 
doente. Embora possivelmente isso  de todo o chantilly. "Sim. Ele quer que eu v ao casamento dele. Voc sabe, mostrar que no h nenhum sentimento duro-" "Em 
frente aos fotgrafos da People," Cooper termina para mim. "Eu adquiri isto. Eu deveria saber que no era nada importante. Assim." o olhar azul frio dele focaliza 
em mim como de um laser. "Voc est parando para cuidar do cara de que coisa?" Maldio! Como ele sabe sempre? Sempre? "Bem," eu digo lentamente. "Veja, me mostraram 
que Lindsay estava vendo um novo cara antes dela morrer. Um Winer." "Um o qu?" "Voc sabe." eu soletro isto. "Como em Construes Winer." As plpebras escuro-chicoteadas 
dele se estreitam. "Heather. Por que isto me soa como se voc estivesse investigando o assassinato daquela menina morta?" "Porque eu estou," eu digo, ento sustento 
um protesto quando ele inala para comear a tirada dele. "Cooper, pense nisto! Construes Winer? O Complexo de Jogos Esportivos Winer? Eles esto ligados para ter 
chaves esquelticas por toda parte as fechaduras da cidade. Doug totalmente poderia ter tido acesso ao caf-" "E assinado qualquer um por aquela noite?" Cooper demandas. 
Maldio. Ele quase sabe o funcionamento de Fischer Hall como eu tambm. "Bem, no," eu digo. "Mas h mil modos ele poderia ter entrado. Deliverymen de comida 
chineza fazem o tempo todo, deslizando cardpios debaixo das portas das crianas-" 
"No." Isso  todo o Cooper diz. Ele acompanha a palavra com um nico tremor de cabea. "Cooper, me escute," eu digo, embora eu saiba que  insensato. "Detetive 
Canavan no est perguntando nenhuma das perguntas certas. Ele no sabe tirar informaes destas crianas. Sim. Eu juro que isso  tudo que estou fazendo. Juntando 
informao. O que ei virarei completamente para ele." "Voc acredita honestamente que eu sou aquele crdulo, Heather?" Cooper demanda. Ele est olhando para baixo 
para mim. O vento est mordendo minha face e est fazendo meus olhos picar, mas no parece est-lo aborrecendo nada. Possivelmente porque ele conseguiu todo aquele 
restolho de navalha o proteger. "Voc sabe,  muito estressante trabalhar com umas pessoas de um lugar send chamando Dormitrio da Morte," eu digo. "Tom s comeou 
a trabalhar l, e ele j quer deixar. Sarah est sendo impossvel. Eu s estou tentando fazer Fischer Hall um lugar divertido de trabalhar novamente. Eu s estou 
tentando fazer meu trabalho." "Aconselhando alguma criana porque ela ps Nair na garrafa de xampu do companheiro de quarto dela," Cooper diz, enquanto mencionando 
uma forma toda-muito-freqente de tortura de companheiro de quarto ao redor de Faculdade de Nova York, "e achando a pessoa responsvel por ferver a cabea de uma 
lder de torcida em uma gama de arte culinria so duas coisas completamente diferentes. Um deles  seu trabalho. Outro no." "Eu s quero falar com a crian Winer," 
eu digo. "Que dano implica em fazer FALAR?" Cooper continua me encarando, quando o vento assobia. "Por favor no faa isto," ele diz, to quietamente que no estou 
completamente segura que ele disse isso. A no ser que eu vi o movimento de lbios dele. 
Esses esquisitamente luxuriante (para um cara) lbios que s vezes me fazem lembrar de travesseiros contra os quais eu gostaria de apertar meu- "Voc pode vir comigo," 
eu ofereo brilhantemente. "Venha comigo e voc ver. Tudo que eu estou fazendo  falar. No investigando. No." "Voc perdeu isto," Cooper diz. No sem um pouco 
de desgosto. "Eu quero dizer isto, Heather. Sarah tem razo. Voc tem algum complexo de Super-homem." "Para cima, para cima, e fora," eu digo. E levo o brao dele. 
"Assim. Vem?" "Eu tenho uma escolha?" Cooper quer saber. Eu penso nisto. "No," eu digo. 
Cap. 10
Eu desfao o trinco da minha porta da frente No  a galinha de kung pao pela que eu tenho esperado No  um homem que leva bolsas de comida  s voc, e voc 
 at no bom. "Entrega" Escrito por Heather WellsFraternity Row, caso contrrio conhecida como Waverly Hall,  um edifcio enorme no lado oposto de Washington 
Square Park de Fischer Hall. Fica atrs da rua por uma parede de pedra ao redor de um ptio, e entrando em baixo de uma arcada,  mais na moda Parisiense que outros 
edifcios ao redor do square, e por isso, mais distinto. Talvez isso seja por que era determinado pelos fiducirios que este edifcio moraria as fraternidades gregas 
da faculdade (as repblicas de mulheres de qual s poucos esto morando em um edifcio mais moderno em Terceira Avenida), um frat por cho. Eu, naturalmente, nunca 
aprendi grego, assim eu no entendo que todos esses smbolos nas cigarras pelo meio da porta da frente.Mas eu reconheo Tau Phi Epsilo imediatamente, porque o sinal 
TAU PHI EPSILO, em ttulo preto conquistado, em vez dos smbolos gregos. 
Ao contrrio da calada bem-varrida em frente a Fischer Hall, o ptio em frente a CorWaverly Hall  imundo, coberto de lixo com latas de cerveja. Os arbustos em 
vaso em qualquer lado da porta da frente esto enfeitados com a roupa ntima de mulheres em vez das luzes cintilantes de Natal-de todos os tamanhos diferentes e 
cores e estilos de roupas ntimas de mulheres, de correias rendilhadas pretas a Calvin Klein branca e, resumidamente, at biquni de bolinha. "Agora, isso," eu 
digo, enquanto olho para baixo s calcinhas, "s  um bom desperdcio de lingerie." Porm, Cooper continua parecendo assassino, nem mesmo racha um sorriso a minha 
semi-piada. Abre a porta a arrances e espera eu entrar antes dele entrar. O calor dentro  to intenso, eu sinto meu nariz comear a descongelar imediatamente. 
Ns entramos em um vestbulo bastante limpo vigiado por um segurana oficial da Faculdade de Nova York velho cuja face  riscada por tantos vasos capilares quebrados 
que fora de seu trabalho (a pessoa s pode esperar) a predileo para usque  claramente bvia. Quando eu lhe mostro meu ID pessoal e lhe falo que ns estamos l 
para ver Doug Winer de Tau Phi Epsilo, ele sequer nem se perturba em zumbir at ver se Doug est l. Ele s ondea a ns para o elevador. Quando passamos, eu percebo 
por que: Ele se ocupa vendo os monitores da sua escrivaninha. Junto de Cooper no minsculo, elevador de trs pessoas, eu estou calada durante o passeio pulante... 
At o txu parar no quinto andar, e a porta se abre para revelar um corredor longo, um pouco sujo ao longo do qual algum pintou em spray flourescente trs-p-alto 
letras rosas: GALINHAS GORDAS VO PARA CASA. 
Eu pisco s letras que quase alcanam a meu quadril e esto rabiscadas indiscriminadamente por portas e paredes. O Tau Phi Epsilos vo ter alguns custos de dano 
de cho bem fortes ao fim do calendrio escolar. "Bem," eu digo, enquanto encaro a parede. "Isto," Cooper estoura, " exatamente por que eu acho que voc no deveria 
estar envolvida nesta investigao." "Porque eu sou uma galinha gorda, e eu deveria ir para casa?" eu pergunto, golpeando o rpido. A expresso de Cooper escurece 
at mesmo mais um pouco... um feito que eu no tinha achado possvel. "No," ele diz. "Porque... porque... os caras como esses... eles so animais." "O tipo de animais 
que cortariam fora a cabea de uma lder de torcida e cozinhariam isto em um fogo em uma cafeteria de dormitrio?" eu lhe pergunto sugestivamente. Mas aparentemente 
ele est estupefato com indignao. Assim eu bato na porta mais perto para o elevador, uma com TAU PHI EPSILO escrito em cima da armao. Os balanos de porta abrem, 
e uma mulher de cabelo escuro em um honesto-por-deus o uniforme de empregada-no desses sensuais que eles vendem na Bleecker Street, mas um real, com mangas longas 
e uma saia debaixo dos joelhos-pisca a ns. Ela  forties bastante jovem, provavelmente cedo, e tem um espanador em uma mo. Ela no est usando um ate bon, entretanto. 
Graas  Deus. "Sim?" ela diz. Ela tem um acento espanhol pesado. Mais pesado que o de Salma Hayek, at mesmo. 
Eu lhe mostro para meu ID pessoal. "Oi," eu digo. "Eu sou Heather Wells, e este  meu amigo Cooper Cartwright. Eu estou com o Departamento de Alojamento. Eu s quero 
para-" "Entre," a mulher diz desinteressadamente. Ela sai de forma que ns podemos entrar, ento fecha a porta atrs de ns. Ns nos achamos em um sto espaoso, 
bem-iluminado-o tipo antiquado, com tetos altos, moldagem de coro, e assoalho pavimentado-em um vestbulo cercado por portas em todos os quatro lados. "Eles esto 
l." Ela assente sua cabea  direita para um jogo de portas francesas fechadas. "Um, bem, ns estamos de fato procurando algum em particular," eu digo. "Doug Winer. 
Voc sabe qual quarto -" "Olhe," a mulher diz, no desagradavelmente. "Eu s limpo aqui. Eu no conheo nenhum deles de fato pelo nome." "Obrigado por seu tempo," 
Cooper diz educadamente, e, me levando pelo brao, me guia para as portas francesas fechadas. Ele est murmurando algo em baixo de sua respirao que eu no pego 
totalmente... Possivelmente porque no minuto que a mo dele fechou em cima de meu brao, meu corao comeou a tamborilar to ruidosamente em minhas orelhas, abafando 
todo o outro som. At mesmo por sete camadas de material, o toque de Cooper me excita infinitamente. Eu sei. Eu realmente sou pattica. Batendo nitidamente nas 
vidraas das portas duplas, Cooper convoca, "Oi, a." Uma voz de dentro hollers algo indistinguvel. Cooper olha abaixo a mim, e eu encolho os ombros. Ele abre 
as portas francesas. Pela nvoa cinza grossa de fumaa de maconha, eu diferencio o feltro verde de uma mesa de bilhar, e, no fundo, uma TV widescreen que transmite 
as imagens chamejantes de uma partida de futebol americano. 
O quarto  iluminado por um banco de janelas que deixam entrar a lmpada instvel pendurada em cima da mesa de sinuca. Em um canto distante, um jogo ao vivo de hquei 
est acontecendo, e a minha esquerda imediata, algum abre um mini-fridge e tira de uma cerveja. Isso  quando eu percebo que Cooper e eu s devemos ter morrido-possivelmente 
naquele elevador velho e raqutico-e eu tinha terminado de alguma maneira por engano no Paraso dos Caras. "Ei," diz uma criana loira que se apia na mesa de sinuca 
para fazer um tiro difcil. Ele tem uma conjunto apertado entre seus lbios, a ponta brilhando vermelha. Inacreditavelmente, ele est vestido em uma jaqueta de fumagem 
cetinosa vermelha e um par de Levi. "Espera." Ele retira a sugesto e vai, e o trinco de bolas  abafado pelo trovo sbito dos fs futebol americano quando eles 
se alegram com um jogador favorito. Endireitando, a criana remove o conjunto de sua boca e estuda a mim e a Cooper por trs de uma mecha de cabelo loiro. "O que 
posso fazer por voc?" ele indaga. Eu olho saudosamente para a cerveja que a criana alcana e suga de volta enquanto ele espera por nossa resposta. Um relance 
a Cooper me diz que ele, tambm, est recordando ternamente um tempo na vida dele quando era certo-at mesmo encorajado-a beber cerveja antes da hora do almoo. 
Embora eu nunca na verdade vivi por um tempo assim, depois de nunca ter ido para a faculdade. "Um," eu digo, "ns estamos procurando Doug Winer. Ele est aqui?" 
A criana ri. "Ei, Brett," ele chama em cima do ombro cetinoso vermelho dele. "Este baby quer saber se Doug aqui." Brett,  mesa de hquei ao vivo, bufa. "Ns 
estaramos desfrutando este excelente ganja aqui se no fosse o Dougster?" ele indaga, enquanto eleva sua garrafa de cerveja no ar como aquele cara naquele filme 
que sustentava o crnio e disse que ele o conhecia bem. 
"Claro que o Dougster est aqui. Na realidade, o Dougster est em todos lugares." Cooper est encarando saudosamente TV wide-screen, aparentemente desavisado que 
eu h pouco fui chamada de baby-o que, enquanto ainda machista,  um acolhimento mais agradvel que eu teria esperado, baseado no sinal do lado de fora. Ainda, 
como sinto meu scio aparentemente em um transe, eu guiar a conversa  at uma direo mais lucrativa. "Bem," eu digo. "Voc poderia me falar onde, especificamente, 
eu poderia achar Sr. Winer?" Um dos caras em frente  TV roda de repente ao redor e late, "Cristo, Scott,  uma policial!" Todos os conjuntos no quarto, e uma 
quantia surpreendente de cerveja, desaparece em um segundo fendido, esmagado debaixo de Docksiders ou escondido atrs de almofadas de sof. "Os policiais!" Scott, 
a criana  mesa de sinuca, joga ao cho o degustamento em comum dele. "Vocs no so os caras que supostamente tem que se anunciar? Voc no me pode pegar por para 
nada, homem, pois voc no se anunciou." "Ns no somos os policiais," eu digo, enquanto sustento ambas as mos para trs. "Relaxe. Ns s estamos procurando Doug." 
Scott zomba. "Sim? Bem, voc deve estar comprando, porque em trapos como esses, voc estar segura que no vende." Vrios risos silenciosos soam de acordo. Eu 
olho para baixo a minhas calas jeans, ento olhe sub-repticiamente ao anoraque de Cooper que ele abriu para revelar um suter de Shetland que caracteriza uma rena 
verde que salta em cima de um desgnio geomtrico em qual a cor rosa figura em evidncia, um suter que sei que ele recebeu de Natal de uma grande-tia caduca. Cooper 
 bastante popular com seus parentes mais ancies. 
"Um," eu digo, enquanto penso rapidamente, "sim. O que voc disse." Scott roda seus olhos e arranca a sua cerveja da cova de bola na qual ele tinha escondido isto. 
"Fora e abaixo no corredor, primeira porta a sua esquerda. E bata, aprovadamente? Winer normalmente tem companhia." Eu acerno com a cabea, e Cooper e eu repassamos 
nossos passos de volta ao corredor GALINHAS GORDAS VO PARA CASA. A empregada no foi vista em nenhuma parte. Cooper parece como se algum tivesse batido nele. "Sente," 
ele respira, "Cheira isso?" "Sim," eu digo. "Por que eu estou pensando que eles tm uma fonte ligeiramente melhor para a erva daninha deles que Reggie?" "Esta 
no  uma parte do Departamento de Alojamento?" Cooper quer saber. "Eles no tm um RA?" "Um GA," eu digo. "Como Sarah. Mas em custo do edifcio inteiro, no para 
cada andar. Ele no pode estar em todos lugares imediatamente." "Especialmente," Cooper diz, debaixo de sua respirao, "quando Tau Phis bviamente o esto pagando 
para no estar." Eu no sei o que o faz pense isso...mas eu estou disposta a apostar que ele tem razo. Ei, os assistentes de graduao so estudantes, tambm, e 
freqentemente, financeiramente insolvente. A primeira porta na esquerda est coberta com um cartaz tamanho real de Brooke Burke em um biquni. Eu bato educadamente 
no peito da esquerda de Brooke, e ouve um amortecido "O qu?" em resposta. Assim eu viro a maaneta e entro. O quarto de Doug Winer  escuro, mas bastante cinzas 
ao redor da sombra que revela uma cama de gua muito grande na qual duas figuras esto reclinadas, entre uma pletora de latas de cerveja. 
A decorao predominante, de fato, parece ser cerveja, como l pilhas de latas de cerveja, garrafas, e casos esto espalhados sobre o quarto. Nas paredes esto cartazes 
de cerveja, e nas estantes pilhas criativas disto. Eu, quem gosta de cerveja da mesma maneira como a prxima pessoa, se no ligeiramente mais, sinto um pouco envergonhada 
por Doug. Afinal de contas, beber cerveja  uma coisa. Decorar com isto  totalmente outro. "Uh, Doug?" eu digo. "Desculpe acord-lo, mas ns precisamos falar 
com voc um minuto." Uma das figuras se movimentos na cama, e uma voz masculina sonolenta pergunta, "Que horas so?" Eu consulto o relgio de Cooper-desde que 
eu no possuo um-depois que ele aperta o boto disto que ilumina o rosto. "Onze," eu digo. "Bosta." Doug estira, ento parece se dar conta da outra presena na 
cama dele. "Bosta," ele diz, em um tom diferente, e cutuca a figura-bastante nitidamente, em minha opinio. "Ei," Doug diz. "Voc. Se levante." Choramingando irregulamente, 
a menina tenta rolar longe dele, mas Doug continua cutucando, e finalmente ela se senta para cima, enquanto pisca pesadamente os olhos mascarados e aperta os lenis 
marrons ao trax dela. "Onde eu estou?" ela quer saber. "Xanadu," Doug diz. "Agora caia fora, inferno." A menina pisca a ele. "Quem  voc?" ela quer saber. "Conta 
Chocula," Doug diz. "Pegue suas roupas e caia fora. Banheiro est ali. No nivele nenhum produto de higiene feminino abaixo do john ou voc entupir isto." A menina 
pisca a Cooper e a mim na entrada. "Quem so eles?" ela pergunta. 
Como inferno eu deveria saber?" Doug diz irritadiamente. "Agora caia fora. Eu consegui coisas para fazer." "Certo, Sr. Cranky Calas." A menina se balana fora 
de cama, premiando Cooper e eu com uma viso generosa de seu traseiro amoldado em forma de corao quando ela luta fora de um par de calcinhas das que no foram 
aos arbustos. Agarrando um vestido parecido com lantejoulas ao trax dela, ela sorri quando ziguezagueia passando por Cooper no seu caminho para o banheiro, mas 
me d um claro de olhos estreitos quando ela passa. Bem, o mesmo a voc, irm. "Quem inferno voc ?" demanda Doug, se inclinando e erguendo a cortina s o bastante 
para me permitir ver que ele  formado como um lutador de peso leve, pequeno, mas musculoso e compacto. Na moda estranha do dia do campus da Faculdade de Nova York, 
a cabea dele  raspada em todos os lados, mas elevaes em um moicano loiro pontiagudo  coroa. Ele parece estar usando um medalho de St. Christopher e outro pequeno. 
"Oi, Doug," eu digo, e eu estou surpresa quando minha voz sai gotejada com animosidade. Eu no tinha gostado do modo Doug tinha tratado a menina, mas eu tinha esperado 
que pudesse esconder isto melhor. Oh, bem. "Eu sou Heather Wells e este  Cooper Cartwright. Ns estamos aqui para lhe fazer algumas perguntas." Doug est procurando 
desajeitadamente ao longo da mesa do lado de sua cama um pacote de cigarros. Seu quadrado, dedos curto e grossos fecham ao redor de um pacote de Marlboros. Isso 
 quando Cooper leva dois passos largos longos adiante, agarra o pulso da criana, e aperta muito duro. A criana gane e volta um par de olhos azuis plidos bravos 
no homem maior. "Que porra voc pensa que voc est fazendo?" ele moe. "Fumando sensaes de seu crescimento," Cooper diz, enquanto alcana abaixo e embolsa o 
pacote de cigarro. 
Ele no deixa do pulso de Doug, mas sutilmente comea a aplicar presso nisto, com respeito  criana que est tentando aparta. "E voc alguma vez viu uma fotografia 
dos pulmes de um fumante?" "Quem  o fodido que os faz, caras, pensar o que vocs so?" exige Doug Winer. Eu penso em dizer algo inteligente como, Seu pior pesadelo, 
mas eu olho em cima de Cooper e percebo que o que ns somos, realmente,  uma assistente de diretor de hall cujo BMI est na gama preponderante, e um detetive particular 
Shetland com suter cansativo, nenhum de ns alguma vez pertenceu a uma fraternidade. Ainda, Cooper poderia intimidar completamente s pelo seu tamanho, e aparentemente 
escolhe fazer assim, assomando em cima da cama da criana como uma cabeceira de seis-trs ps. "Quem ns pensamos que ns somos no importa muito," Cooper diz, 
na voz mais assustadora dele. E isso  quando eu percebo que Cooper no tinha gostado do modo como Doug tinha tratado a menina, de qualquer jeito. "Acontece de eu 
ser um detetive, e eu tenho poucos questionamentos que gostaria de lhe perguntar relativo  natureza de sua relao com Lindsay Combs." Os olhos de Doug Winer alargam 
perceptivelmente, e ele diz, em uma voz alta, "Eu no tenho que falar com os policial bostas. O advogado de meu pai disse assim!" "Bem," Cooper diz, enquanto se 
lana abaixo sobre o colcho de gua, "Isso no  estritamente verdade, Douglas. Se voc no conta aos policiais bostas, eles vo prender voc por obstruo da justia. 
E eu ou no acho qe seu pai ou o advogado dele vo gostar isso." Eu tenho que dar isto a Cooper. Ele est assustando a viva luz do dia o menino, e sem mentir a 
ele at mesmo. Ele  um detetive... E os policiais poderiam prender Doug por obstruo da justia. 
S  que Cooper no  um detetive policial, e no poderia fazer qualquer priso. Vendo a expresso truculenta da criana ir repentinamente macia com medo, Cooper 
deixa voltar do pulso dele e pe, enquanto dobra seus braos pelo seu trax e assoma totalmente ameaador. Ele consegue parecer como se ele tivesse vontade de quebrar 
o brao de Doug Winer-e ainda poderia fazer isto, se provocado. Doug massageia seu pulso onde Cooper agarrou, e olha para ele ressentidamente. "Voc no tinha que 
fazer, homem," ele diz. " meu quarto, eu posso fumar se eu quiser." "De fato," Cooper diz, com o mesmo tom amvel que, eu estou segura, sempre engana os clientes 
menos saborosos dele a pensar que ele estava secretamente no lado deles, "este quarto pertence a Associao Tau Phi Epsilo, Douglas, no a voc. E eu acho que a 
Associao Tau Phi Epsilos poderia estar interessada por aprender aquele de seus penhores que est administrando um negcio lucrativo negociando substncias controladas 
na sua propriedade." "O que?" as gotas de mandbula de Doug. Na luz cinza, posso ver agora que o queixo da criana  apimentado com acne. "Sobre o que est falando 
voc, homem?" Cooper ri. "Bem, deixemos aparte durante algum tempo isso, ns devemos? Quantos anos voc tem, Douglas? Conte a verdade, agora, filho." A minha surpresa, 
a criana no diz, eu no sou seu filho, o modo que eu teria, se eu tivesse sido ele. Ao invs, ele ressalta seu queixo espinhoso e diz, "Vinte." "Vinte," Cooper 
ecoa, enquanto olha sugestivamente sobre o quarto. "E todas estas cerveja enlatadas so suas, Douglas?" 
Doug no  totalmente to estpido quanto ele parece. Seu rosto cresce sombriamente com a suspeita que ele mente, "No." "No?" Cooper parece ligeiramente surpreendido. 
"Oh, eu imploro seu perdo. Eu suponho que seus irmos de fraternidade, os nicos que esto com mais de vinte e um, eu quero dizer que  a idade legal para beber 
neste estado, beberam todas estas cervejas e os deixaram em seu quarto como uma pequena piada. Me perdoa se eu estou errado, mas o campus da Faculdade de Nova York 
no est seco, Heather?" Cooper me pergunta, entretanto ele sabe muito bem a resposta. "Por que, sim, eu acredito que est, Cooper," eu respondo, enquanto vejo 
o jogo dele e cooperando. "E ainda, no quarto deste homem jovem, h muitos, muitos recipientes de cerveja vazios. Voc sabe disso, Cooper?" Cooper que parece interessado. 
"No, disso qu, Heather?" "Eu acho que Tau Phi Epsilo est talvez em violao daquela ordenao de campus seca. Eu acho que a Associao grega estar muito interessada 
por ouvir falar de seu quarto, Sr. Winer." Doug se sustenta nos cotovelos dele, o trax nu, calvo dele levantado de repente. "Olhar, eu no a matei, certo? Isso 
 tudo que eu lhe contarei. E vocs caras tm paradas melhores que me molestar!" 
Cap. 11
O "no" na "anotao" O "um" no "evite" O "erre" na "aberrao" O "trapaceira" em "descontente." "Cano de rejeio" Escrito por Heather WellsCooper e eu 
trocamos relances surpresos. De qualquer maneira, a surpresa no  fingida. "Qualquer um acusou qualquer um de matana, Douglas?" Cooper expande suas mos inocentemente. 
"Sim, realmente." eu tremo minha cabea. "Ns s acusvamos sua fraternidade de fornecer lcool a seu irmo abaixo da idade legal para beber." Doug faz carranca. 
"Voc omite minha fraternidade disto, certo?" "Ns talvez possamos fazer isso," Cooper diz, enquanto acaricia sua mandbula de cabeluda pensativamente. "Se voc 
pudesse ser um pouco mais vindouro com a informao minha amiga aqui pediu." Winer sacode um relance em mim. 
"Certo," a criana suspira, inclinando-se atrs contra os travesseiros da sua cama de gua e entrelaando seus dedos atrs da sua cabea de forma que Coop e eu temos 
uma grande viso dos topetes de cabelo loiro em baixo dos braos dele. Ew. "O que voc qyer saber?" Ignorando as axilas, eu digo, "Eu quero saber quanto tempo voc 
e Lindsay Combs estavam namorando." "Namorando." Doug Winer sorri maliciosamente ao teto. "Certo. Namorando. Deixe-me ver. Ela apareceu em uma festa rush em setembro. 
Isso foi onde eu a conheci. Ela estava com aquela menina que o Jeff Turner est vendo. Cheryl Algo." "O Jeff  um Tau Phi?" eu pergunto. "Ele est empenhando. 
Ele  um legado, assim ele provavelmente far isto, se ele passar de sua iniciao. De qualquer maneira, eu achei que ela era atraente. Lindsay, eu quero dizer. 
Eu lhe ofereci uma bebida." Ele atira a Coop um olhar defensivo. "Eu no soube que ela no tinha vinte e um anos. De qualquer maneira, um pouco das coisas foram 
l." "Foi como l?" eu pergunto. "Voc sabe." Doug Winer encolhe os ombros, ento atira Cooper tum sorriso afetadamente superior que eu sinto duramente apertada 
para no me lanar ao sujeito, rasgar um buraco no colcho de gua, e segurar a cabea da criana nisto at que ele se afoge. No, naturalmente, que eu faria algo 
assim. Porque ento eu provavelmente seria despedido. "No, eu no sei," eu digo, por dentes friccionados. "Por favor me explique." "Ela me deu cabea, certo?" 
risos silenciosos de Winer. "Fodida rainha da volta ao lar, minha bunda. E ela era uma profissional, me deixe lhe dizer. Eu nunca tinha gostado disso de qualquer 
menina-" "Certo," Cooper interrompe. "Ns pegamos o quadro." Eu sinto minhas bochechas queimando e me amaldio. 
Por que eu tenho que responder como tal uns Velhinha de Dois-sapatos as palavras na minha cabea? Especialmente ao redor de Cooper que j  convencido que eu sou 
"uma menina legal." passando a me ruborizar todo o tempo, eu estou s reforando a imagem. Eu tento fazer como se eu no estivesse me ruborizando, s corando. Est 
quente no quarto de Doug-especialmente desde que, julgando o som de gua que vem do banheiro dele, a namorada dele (ou tudo que ela ) parece estar no chuveiro. 
Eu comeo a desenrolar meu leno. "No importa," eu digo a Cooper, mostrar para ele eu estou certa com a linguagem arenosa. A Doug digo, "V em." Douglas, enquanto 
ainda parecendo presumido, encolhe os ombros. "Assim eu achei que seria uma boa idia para mant-la por perto, voc sabe? Para emergncias." Eu estou to surpresa 
pela frieza disto que eu no posso pensar qualquer coisa para dizer. Cooper  quem indaga, enquanto calmamente examina as prprias cutculas dele, "O que quer dizer 
voc, mant-la por perto?" "Voc sabe. Pr o nmero dela no pequeno livro preto. Durante um dia chuvoso. Sempre que eu estava me sentindo triste, eu daria para 
Lindsay uma chamada, e ela viria e me faria sentir bem." Eu realmente no posso me lembrar da ltima vez eu tinha sentido tanto com a matana algum-ento revocao 
que s uma hora ou tanto atrs eu tinha querido o pomo de Gillian Kilgore com quase a mesma intensidade com que desejei estrangular Doug Winer agora. Talvez Sarah 
tenha razo. Talvez eu tenha um complexo de Super-homem. Cooper olha a mim, e parece sentir que eu estou tendo um tempo difcil de se conter. Ele olha para baixo 
de volta s unhas dele e pergunta casualmente para Doug, "E Lindsay no tinha nenhuma reclamao sobre este tipo de relao?" "Bosta, no," Doug diz com um riso. 
"E se ela tinha reclamado, ela deve lamentar isto." 
As cabea de Cooper se volta to rpido na direo de Winer que  nada mais que um borro. "Lamenta isto como?" A criana parece perceber seu engano e leva suas 
mos longe de sua cabea, enquanto senta um pouco mais diretamente para cima. Eu noto que o abdmen dele  perfeitamente plano, excluindo onde  rigido com msculos. 
Eu tive abs planos uma vez. Quando eu tinha onze anos. "Ei, no como isso, homem." os olhos azuis de Winer esto largos. "No como isso. Eu quero dizer, deixaram 
de chamar. Isso  tudo." "Voc est tentando nos dizer"-eu achei minha voz afinal-"aquela Lindsay Combs estava perfeitamente disposta para surgir aqui qualquer 
tempo ruim que voc chamasse e dar-ahem-sexo oral?" Doug Winer pisca a mim, enquanto ouve a hostilidade em minha voz, mas no entendendo aparentemente de onde est 
vindo. "Bem. Sim." "E ela fez isto porque?" A criana me encara. "O que voc quer dizer?" "Eu quero dizer que as meninas geralmente no executam sexo oral por 
nenhuma razo." pelo menos, nenhuma menina com quem eu me familiarizei. "O que ela saiu disto?" "O que voc quer dizer, o que ela saiu disto? Ela me saiu disto." 
Era finalmente minha volta para sorrir maliciosamente. "Voc?" "Sim." A criana fixa sua mandbula defensivamente. "Voc no sabe quem sou eu?" Cooper e eu, como 
se em sugesto, trocamos olhares fixos em branco. A criana diz insistentemente, "eu sou um Winer." Quando ns continuamos parecendo desentendidos, Doug incita, 
como se ele achasse que ns estamos lentos, "Construes Winer. Complexo Esportivo Winer? Voc caras no ouviram falar disto. Ns praticamente possuimos esta cidade, 
homem. Ns praticamente construmos esta fodida faculdade. Pelo menos os edifcios novos. Eu sou um Winer, homem. Um Winer." 
Ele certamente soa como um. E se esta fosse a razo que Lindsay Combs tinha estado dando trabalhos de sopro to liberalmente nesta criana, eu para uma pessoa no 
acreditei isto. Lindsay no tinha sido aquele tipo de menina. Eu no acho. "Mais, eu dei para ela bosta," Doug admite invejarmente. Agora ns estvamos chegando 
em algum lugar. Cooper elevou as sobrancelhas dele. "Voc o qu?" "Eu dei para ela bosta." Ento, vendo a expresso de Cooper, Doug olha nervosamente em minha 
direo, e diz, "Eu quero dizer, coisas. Eu dei coisas para ela. Voc sabe, o tipo de coisas que garotas gostam. Jia e flores e coisas." Agora, Lindsay era aquele 
tipo de menina. Pelo menos, do que eu sabia dela. "Eu ia lhe dar esta pulseira para o aniversrio dela at mesmo-" De repente a criana se atira fora de cama, nos 
dispondo uma viso que eu teria preferido no ter do Calvin Klein preto justo que o resume. Ele vai para uma cmoda e tira uma caixa de veludo preta pequena de uma 
gaveta. Virando, ele lana a caixa casualmente a mim. Eu apalpo, mas consigo pegar isto. "Eu no sei o que eu vou fazer agora com isto." Eu abro a tampa aveludada 
preta e-eu admitirei isto-meus olhos se alargam na praia esbelta de diamantes que rolam dentro da caixa em uma cama de seda azul real. Se este  o tipo de reembolso 
que Lindsay estava recebendo habitualmente pelos servios dela, eu acho que poderia entender isto um pouco melhor. Abafando um desejo de assobiar ao dispndio de 
tal um presente, eu inclino a caixa a Cooper que eleva as sobrancelhas escuras dele. "Isso  realmente uma quinquilharia," ele comenta suavemente. "Voc tem que 
ter alguma mesada." 
"Sim." Doug encolhe os ombros. "Bem,  s dinheiro." " o dinheiro do Papai?" Cooper quer saber. "Ou seu prprio?" A criana tinha estado arraigando ao redor, 
procurando algo em cima da cmoda. Quando os dedos dele se fecham ao redor de uma garrafa de aspirina, Doug Winer suspira. "Que diferena faz?" ele quer saber. 
"Meu dinheiro, o dinheiro de meu pai, o dinheiro de meu av.  tudo o mesmo." ", Doug? O dinheiro de seu pai e de seu av vem da construo. Eu entendo que voc 
trafica uma substncia completamente diferente." A criana fita. "Sobre o que est falando voc, homem?" Cooper sorri afavelmente. "Os meninos do hall aqui perto 
se intimidaram que voc conhece ao seu modo hidropnico." "Eu no dou uma bosta do que eles intimidaram," Doug declara. "Eu no negocio drogas, e se voc me acusa 
tanto de venda como um destes para algum"-Ele treme a garrafa de aspirina a ns-"meu pai ter sua bunda em uma funda. Ele  amigo com o presidente, voc sabe. Desta 
faculdade." "Isso ," eu digo, enquanto fingindo terror. "Agora estou assustada." "Voc sabe o que?  melhor voc...." Doug comea a ir na minha direo. Mas ele 
no chega mais longe que um passo antes de Cooper bloquear o caminho dele, uma massa grosseira de msculo, anoraque, e restolho de navalha. "Onde voc apenas pensa 
que vai?" Cooper pergunta ligeiramente. Como tinha esperado evidentemente que ele ia-os sujeitos so to previsveis-a criana leva um balano a ele. Cooper abaixa, 
alargando seu sorriso. Agora ele tem licena para bater fora na bosta Winer, como ele sem nenhuma dvida est desejando fazer. 
"Coop," eu digo. Porque de repente eu percebo que coisas no vo a todo o modo que eu tinha esperado. "No faa."  intil. Cooper d um passo para a criana da 
mesma maneira que Doug est levando um segundo balano, captura o punho da criana na mo dele, e, aplicando presso fixa com apenas seus dedos, envia Winer aos 
joelhos dele. "Onde voc estava," Cooper resmunga, a face dele avana lentamente da criana, "na antepenltima noite?" "O qu?" Doug Winer supira. "Homem, voc 
est me machucando!" "Onde voc estava na antepenltima noite?" Cooper demanda, aumentando evidentemente a presso a mo da criana. "Aqui, homem! Eu estava aqui 
a noite toda, voc pode perguntar para os caras! Ns tivemos uma festa de bong. Jesus, voc vai quebrar minha mo!" "Cooper," eu digo, meu corao comeando a tamborilar. 
Duro. Eu quero dizer, se eu deixasse Cooper ferir um estudante, eu estaria em sria dificuldade. Queimada, at mesmo. Tambm... Bem, como eu o repugno muito, eu 
acho 
que no posso me pr de p e posso ver Doug Winer sendo torturado. At mesmo se ele merecer isto. "Deixe a criana ir." "Toda a noite?" Cooper demanda, me ignorando. 
"Voc estava em uma festa de bong toda a noite? Que horas comeou?" "Nove horas, homem! Lemme foi!" "Cooper!" eu no posso acreditar no que eu estou vendo. Este 
 um lado de Cooper que eu nunca testemunhei antes. E  bem seguro que nunca quero ver novamente. Talvez isto  por que ele no me conta o que ele faz todo o dia. 
Porque o que ele faz todo o dia  coisa assim. Cooper finalmente liberta a criana, e Winer cai ao cho, enquanto aperta sua mo e se enrola em uma posio fetal. 
"Voc vai lamentar isto, homem," a criana covarde, lutando atrs de lgrimas. "Voc vai estar real arrependido!" Cooper pisca como algum que sai de uma ofuscao. 
Ele olha para mim e, vendo minha expresso, diz medrosamente, "eu s usei uma mo." Eu estou to atordoada por esta explicao-se isso  at mesmo o -que eu s 
posso encar-lo. Uma cabea loira amarrotada aparece na da entrada de banheiro. A menina da cama de gua conseguiu se verter de volta em um vestido de festa laranja 
luminoso, mas ela est descala, seus olhos largos focalizaram na forma propensa de Doug. Mas ela no pergunta o que aconteceu. Ao invs, ela pergunta, "Esto aqui 
meus sapatos?" Inclino para baixo e levanto duas bombas de salto alto alaranjadas. "Estes so eles?" "Oh, sim," a menina diz gratamente. Ela d alguns passos 
hesitantes ao redor de seu anfitrio e agarra os sapatos. "Muito obrigada." Deslizando as bombas sobre os ps dela, ela diz a Doug, "foi uma reunio muito agradvel 
com voc, Joe." Doug s geme, enquanto ainda aperta a mo ferida dele. A menina escava algum do cabelo loiro dela dos olhos dela e inclina abaixo, exibindo uma 
quantia admirvel de diviso. "Voc pode me localizar a qualquer hora na Kappa Alpha Theta House.  Dana. Certo?" Quando Doug acerna com a cabea sem nenhuma palavra, 
Dana se endireita, agarra o casaco dela e enruga no cho de uma pilha, ento meneia os dedos dela a ns. "Adeus, agora!" ela diz, e ginga fora, o traseiro dela 
balanando incitadamente. 
"Voc caia fora, tambm," Doug diz a Cooper e a mim. "Caia fora ou eu chamarei os policiais." Cooper parece se interessado por esta ameaa. "Realmente?" ele diz. 
"De fato, eu acho que h algumas coisas que os policiaos precisam saber de voc. Assim por que voc no prossegue diretamente e o faz?" Doug s choraminga um pouco 
mais, apertando a mo dele. Eu digo a Cooper, "Apenas vamos." Ele acerna com a cabea, e ns pisamos do quarto, a porta de Doug finalmente atrs de ns. De p uma 
vez mais no corredor da Casa Tau Phi, inalando o odor rico de maconha e escutando os sons da partida de futebol americano que acumula fora do quarto de jogo, eu 
estudo a pintura do spray na parede que a empregada que atendeu a porta est tentando esfregar fora com removedor de pintura e um trapo. Ela apenas est comeando 
no G em GALINHAS GORDAS. Ela tem um caminho longo para ir. Ela est usando um Walkman, e sorri quando ela nos v. Eu sorrio automaticamente de volta. "Eu no acreditei 
uma palavra do que a criana disse," Cooper diz, quandoo ele fecha o zper do anoraque dele. "Como voc encarou?" "Nope," eu digo. "Ns deveramos conferir a libi 
dele." A empregada que aparentemente no tinha tido o volume no Walkman dela virou para cima muito alto, olhando a ns e diz, "Voc sabe que caras vo apoi-los 
em tudo que ele diz. Eles so os irmos de fraternidade dele. Eles tm." Cooper e eu trocamos relances. "Ela tem um ponto," eu digo. "Eu quero dizer, se ele no 
falasse quando voc o tinha fechado a mo, ou tudo era..." 
Cooper acena. "A Associao grega realmente  uma instituio maravilhosa," ele observa. "Sim, ," a empregada diz, da mesma maneira grave. Ento ela cai na gargalhada 
e volta a esfregar o G. "Sobre o que aconteceu l atrs," Cooper me diz, em um tom diferente de voz, quando ns estamos de p, enquanto esperamos pelo elevador. 
"Aquela criana... ele s... o modo que ele tratou aquela menina... eu s..." "Agora quem  que conseguiu o complexo Super-homem?" eu quero saber. Cooper sorri abaixo 
a mim. E eu percebo que eu o amo mais que nunca. Eu deveria provavelmente s lhe falar que, e adquirir ao ar livre assim que ns podemos deixar de jogar estes jogos 
(bem, certo, talvez ele no esteja jogando jogos, mas Deus sabe que eu estou). pelo menos desse modo eu saberia, de uma vez por todas, se eu tivesse uma chance. 
Eu estou abrindo minha boca para s fazer-lhe falar como eu realmente sinto sobre ele-quando eu noto que ele est abrindo a boca dele, tambm. Meu corao comea 
a golpear-isso que se ele est a ponto de me falar que me ama? Coisas mais estranhas aconteceram. E ele me pediu para que me mudasse com ele, quase inesperadamente. 
E certo, talvez fosse porque ele se sentia ruim sobre o fato que eu s tinha entrado em meu noivo que acontece por ser o irmo dele enquanto obtendo um trabalho 
de sopro de outra mulher. Mas ainda. Ele poderia ter feito isto porque ele esteve secretamente sempre apaixonado por mim... O sorriso dele desapareceu.  isto! Ele 
vai me falar! "Voc faria melhor se ligasse ao seu escritrio e dissesse que voltaria mais tarde," ele diz. 
"Por que?" eu pergunto arquejantemente, enquanto espero contra esperana que ele vai dizer, Porque eu planejo lev-la de volta para meu quarto e encant-la pelo 
resto do dia. "Porque eu estou assumindo-a para o Sexto Precinto onde voc vai contar para Detetive Canavan tudo que voc sabe sobre este caso." As portas do elevador 
deslizam abertas, e Cooper sem cerimnia me impele no carro. "E ento voc vai se manter fora disto, como eu lhe digo." "Oh," eu digo. Bem, aprovadamente. No 
 uma declarao de amor, exatamente. Mas pelo menos prova que ele se preocupa. 
12(N.A.: a msica a seguir faz um trocadilho utilizando pedaos de palavras que, isoladas, podem significar outras. Achei melhor no traduzir na msica pra no
perder o sentido, e traduzir as expresses aqui.Rat = rato; Unreliable Narrator = narrador no-confivel;Lie = mentira; Silliest = idiotice;End = Fim; Narcissistic
Tendencies = tendncias narcisistas;Us = Ns; Total Disgust = desgosto total)O "rat" em "unreliable narrator"O "lie" em "silliest" O "end" em "narcissistic
tendencies"O "us" em "total disgust""Cano da Rejeio" Escrita por Heather Wells"O que voc quer dizer com ns temos que ir ao jogo de hoje?""Memorando
para o departamento," diz Tom, jogando-o em minha mesa. Ou deveria dizer sua mesa, j que, aparentemente, ele est tomando posse dela durante a estadia de Gillian
Kilgore? "Presena obrigatria. Para mostrar nosso Esprito Afeminado (Afeminado = Pansy, o nome do time)"Eu no tenho nenhum Espirito Afeminado", eu digo."Bem, 
ento  melhor voc arrumar algum," Tom diz. "Especialmente porque vamos jantar antes com o Presidente Allington e o Treinador Andrews aqui na cafeteria."Meu queixo 
cai. "O QU?""Ele acha que  a melhor maneira," Tom diz, em uma voz agradvel que eu por acaso sei que  apenas por causa do Dr. Kilgore, atrs da porta, "para 
demostrar ao pblico que a cafeteria do Fischer Hall  um lugar seguro para se comer - e viver. Ele est chateado com todo mundo chamando este lugar de Dormitrio 
da Morte."Eu o encaro. "Tom, eu tambm estou chateada com isso. Mas eu no vejo como comer strogonoff de carne requentado e assistir um jogo de basquete vai ajudar.""Eu 
tambm no," diz Tom, abaixando sua voz at um sussurro. " por isso que eu esto levando comigo um pouco de licor de menta em um cantil. Ns podemos dividir, se 
voc quiser." 
Por mais generosa que soasse essa oferta, no faz a noite soar mais suportvel. Eu tinha grandes planos para esta noite: eu ia para casa fazer o jantar favorito 
de Cooper, bife marinado do Mercado Jefferson com salada e batatas coradas - na esperana de amaci-lo o suficiente para perguntar o que ele achava de meu pai morar 
com a gente por algum tempo.E Cooper precisaria ser muito amaciado, se eu quisesse pedir que ele no ficasse mais bravo comigo por causa da coisa com o Doug Winer. 
Aps sua decepo inicial pela maneira com que ele tinha lidado com o garoto (ou quanto a mim ter testemunhado o jeito com que ele lidou com o garoto) ter se dissipado 
- mais ou menos no meio do caminho enquanto amos encontrar o Detetive Canavan - Cooper foi bem claro ao falar de sua desaprovao por eu estar me involvendo na 
investigao da morte de Lindsay e tudo o mais. Eu acho que as palavras "merda de estpida" foram mencionadas.O que no combinava muito com meu plano de ter um 
filho de Cooper, muito menos com perguntar se meu pai poderia se mudar.Infelizmente, o Detetive Canavan no estava nem um pouco interessado em nenhuma das informaes 
que eu pude dar sobre a complicada vida amorosa de Lindsay. Ou pelo menos, se ele se interessou, no demonstrou. Ele sentou em sua mesa com uma expresso entediada 
no rosto durante todo o meu relato, ento, quando eu tinha terminado, tudo o que ele disse foi "Srta. Wells, deixe o garoto Winer em paz. Voc tem a menor idia 
do que o pai dele poderia fazer a voc?""Cortar-me em pedacinhos e enterr-los no cimento abaixo da estrutura de concreto de um dos prdios que ele est contruindo?" 
eu perguntei.Detetive Canavan rolou seus olhos. "No. Process-la por assdio. Aquele cara tem mais advogados que Trump." (Donald Trump)"Ah," eu disse, murchando. 
"O garoto Winer assinou a lista de visita na noite que a Lindsay foi morta?" perguntou o detetive, embora ele claramente soubesse a resposta. Ele s queria que eu 
dissesse. "No apenas para visitar Lindsay, mas qualquer outra pessoa? Qualquer um?""No," eu fui forada a admitir. "Mas como eu estava falando para o Cooper, 
h milhares de maneiras para uma pessoa entrar escondida no prdio se realmente quiser -""Voc acha que, quem quer que tenha matado aquela garota, agiu sozinho?" 
o detetive queria saber. "Voc acha que o assassino e seus comparsas todos entraram escondidos, passando por um guarda que  pago para evitar que as pessoas entrem 
escondidas?""Um de seus comparsas poderia viver no prdio," eu apontei. "Pode ter sido assim que eles conseguiram a chave..."O Detetive Canavan me deu um olhar 
entediado. Ento ele prosseguiu me informando que ele e seus companheiros investigadores j sabiam do relacionamento de Doug Winer com a vtima, e que eu deveria 
- em linguagem rebuscada de detetive - cair fora, algo que ficou ecoando por um Cooper ainda espumando, em nosso caminho para casa.Eu tentei explicar a ele sobre 
Magda e seu pedido - que o carter de Lindsay no fosse assassinado durante a investigao de sua morte - mas isso s fez com que Cooper dissesse que garotas bonitas 
que amam demais, como Lindsay aparentava fazer, de vez em quando encontram fins desagradveis. O que na verdade s serviu para ilustrar o que Magda disse.Cooper, 
entretanto, achava que se a carapua servisse, Lindsay teria de us-la. Ao que eu repliquei, "Claro. Se algum puder encontrar seu corpo." Nossa conversa, na entrada 
principal do Fischer Hall, no era o que algum poderia chamar de amigvel. Da a necessidade do bife para eu introduzir o tpico sobre meu pai."Eu tenho que ir 
em casa passear com meu cachorro," eu disse ao meu chefe, fazendo um ltimo esforo para me livrar do que eu sei que vai ser uma noite hilria. No. 
"timo," Tom diz. "Mas esteja de volta s seis. Ei, no me olhe assim. Voc ficou no 'Escritrio dos Faxineiros'" - Ele faz o gesto de aspas com seus dedos - "por 
duas horas esta manh, e eu no disse nada quanto a isso, disse?"Eu olho expressivamente para ele mas no protesto mais, porque ele tem razo. Ele poderia ter me 
delatado pelo meu ato de desaparecimento hoje mais cedo, mas ele no o fez. Provavelmente ele  o melhor chefe do mundo. Exceto pela parte em que ele quer se demitir 
e voltar ao Texas, onde as garotas aparentemente no so decapitadas na cafeteria de seu alojamento.Ter que comparecer ao jantar e jogo obrigatrios  colocar muita 
areia no meu plano sagaz. Mas quando eu chego em casa para deixar Lucy sair, eu vejo que Cooper no est por l, de qualquer forma. A luz de mensagem na secretria 
eletrnica est piscando, e quando eu aperto PLAY, eu vejo porque Coop deve estar evitando a casa. Eu ouo a voz de Jordan, dizendo irritado, "No pense que voc 
pode simplesmente desligar na minha cara desse jeito, Cooper, e que est tudo acabado. Porque no est. Voc tem uma oportunidade real aqui de mostrar  famlia 
que voc pode ser um camarada de p. No estrague isso."Wow. camarada de p. No me pergunto porque Cooper desligou na cara dele.Pobre Cooper. Ter-me por perto 
tem sabotado sua resoluo de nunca mais falar com sua famlia. Quero dizer, considerando que minha vida com ele basicamente deixa o Jordan louco. Ento, ao invs 
de ignorar seu irmo ovelha-negra, como ele devia fazer quando eu no estava por perto, ao invs disso Jordan fica focando grande parte de sua ateno em descobrir 
o que h entre a gente.O que, infelizmente, no  nada. 
Mas eu no vejo problema em Jordan pensar de outra forma. O nico problema, claro,  que  altamente improvvel que Cooper um dia se apaixone por mim se ele ficar 
sendo constantemente interrogado sobre mim por seu irmo. Isso, e minha tendncia irritante de quase acabar morta o tempo todo, deve ser extremamente cansativo. 
Sem mencionar o fato de que ele j me viu em pijamas.No h nenhuma outra mensagem na secretria eletrnica - nem mesmo, o que era estranho, do meu pai, embora 
ele tenha dito que iria ligar. Uma rpida olhada no programa New York One mostra o meteorologista ainda falando sobre a nevasca que deveremos ter - agora est caindo 
em algum lugar da Pensilvnia. Eu visto minhas botas de combate (Timberlands), esperando totalmente que simplesmente as tire mais tarde sem ter encontrado um floco 
de neve. Apesar de que meus ps iro ficar suados e nojentos por usar botas de inverno em um ginsio quente e lotado.De volta  rua, estou correndo na esquina do 
Fischer Hall quando vejo Reggie conduzir uma transao com algum em um Subaru. Eu espero educadamente enquanto ele termina, ento sorrio enquanto ele se aproxima."O 
negcio est decolando," eu observo."Por causa dessa tempestade que eles previram, esto fazendo estoque," Reggie confirma. "se tivermos sorte, ela passar completamente 
por ns.""De seus lbios para os ouvidos meteorolgicos de Deus," eu digo. Ento, afastando minha - apenas de leve - conscincia culpada, j que eu estava prestes 
a fazer algo que tanto Cooper quanto Detetive Canavan no aprovariam (mas srio, se um deles ao menos mostrasse um mnimo de respeito pela questo, eu no me sentiria 
obrigada. Quero dizer, como pode caras que fazem muito sexo serem considerados garanhes, enquanto mulheres que fazem muito sexo so consideradas piranhas?), eu 
continuo, "Escuta, Reggie. O que voc sabe sobre um garoto chamado Doug Winer?" 
Reggie parece inexpressivo. "Nunca ouvi falar. Deveria?""Eu no sei," eu digo. "Parece que ele  O Cara no Campus. Ele vive em uma daquelas fraternidades.""Ah," 
Reggie diz compreendendo. "Um garoto de festas." " assim que eles so chamados atualmente?"" assim que eu os chamo," Reggie diz, parecendo um tanto empolgado. 
"De qualquer forma, eu nunca ouvi falar dele. Mas mesmo assim, garotos de festas e eu? Ns viajamos em crculos sociais muito diferentes.""Provavelmente no to 
diferentes assim com voc pode imaginar," eu dgo, pensando nas folhas de maconha sobre a mesa de sinuca do Tau Phi Ypsilon. "Mas ser que voc pode perguntar por 
a sobre ele?""Por voc, Heather?" Reggie faz uma reverncia. "Qualquer coisa. Voc acha que esse garoto tem algo a ver com a jovenzinha que perdeu sua cabea?""Possivelmente," 
eu digo cuidadosa, consciente da ameaa do Detetive Canavan sobre a litigiosidade do pai do Doug."Verei o que posso fazer," Reggie diz. Ento ele levanta sua sobrancelha. 
"Onde voc est indo? De volta ao trabalho? Eles esto te fazendo trabalhar muitas horas essa semana.""Por favor," eu digo, rolando meus olhos. "Nem comea.""Bem," 
Reggie diz, "se voc precisar de uma ajudinha pra ficar acordada..."Eu o encaro. "Reggie.""Esquece," Reggie diz, e vai embora. 
De volta ao Fischer Hall, a excitao sobre o Jantar da Equipe de Trabalho e o Jogo de Basquete  paupvel. No. De fato,  exatamente o oposto. A maior parte da 
equipe est dando voltas da recepo com caras rabugentas. A equipe da cafeteria - do turno do dia - est sendo particularmente vocal em seus protestos de que, se 
 uma funo obrigatria, eles deveriam estar recebendo hora-extra. Gerald, o chefe deles, est dizendo que eles ganharo uma refeio de graa, ento eles deveriam 
calar a boca. Compreensivemente, seus empregados parecem pensar que comer a comida que eles ajudaram a preparar na cafeteria onde eles fazem a manuteno e que foi, 
h apenas um dia, palco de um horrvel assassinato no  um negcio to bom quanto ele parece achar. estanho ver a equipe de manuteno fora de seus uniformes. 
Eu mal reconheo Carl, o engenheiro-chefe, em sua jqueta e jeans (e vrias corresntes de ouro no pescoo). O chefe dos faxineiros, Julio, e seu sobrinho Manuel, 
so os mais irreconhecveis em casacos esportivos e gravatas. Aparentemente eles foram em casa se trocar antes de voltarem.E Pete, sem seu uniforme de segurana, 
parece com qualquer outro pai de cinco filhos... Preocupado, com pressa e ansioso com o que seus filhos esto fazendo em casa. Seu celular est grudado ao ouvido, 
e ele est dizendo "No, voc deve tir-los da lata antes. Voc no pode colocar miojo no microondas ainda na lata. No, no pode. No, voc - v? O que eu acabei 
de dizer? Por que voc no escuta seu pai?""Isso," eu digo, virando para Magda, que est resplandescente como de costume, em jeans justo branco e um suter dourado 
(a cor da escola), " uma droga."Mas h manchas brilhantes em cada uma das bochechas de Magda... e no o tipo de mancha que foi pintada."Eu tenho visto um nmero 
to maior de minhas estrelinhas de filme," ela diz, excitada, "do que os que vm durante o dia!" 
 verdade que a hora do jantar  a maior refeio do dia no Fischer Hall. E parece que a deciso do presidente de dar o exemplo, pegando uma bandeja de comida quente 
e escolhendo peru com molho, teve impacto: os moradores esto vindo comer, superando a esquisitisse de comer no Alojamento da Morte.Ou talvez eles s queiram ver 
a expresso do presidente quando ele der uma mordida na batata gratinada mais (no)famosa da cafeteria.Tom desliza furtivamente at o meu lado, parecendo aborrecido. 
Um segundo depois, eu percebo o por qu. Gillian Kilgore est o seguindo, parecendo estranhamente alegre."T vendo, no foi uma boa idia, essa?" ela pergunta, 
olhando para todos que cercam o carro de bandeijas, tentando pegar garfos e facas. "Isso mostra que todos vocs tm laos reais com o local de trabalho. Agora a 
cura pode comear.""Aparentemente ningum disse a ela que a presena  obrigatria," Tom sussurra para mim enquanto entra na fila atrs de mim."Voc est brincando?" 
eu sussurro de volta. "Isso tem de ter sido idia dela. Voc acha que o presidente inventou isso sozinho?"Tom olha por cima dos ombros novamente para a Dr. Kilgore. 
Ela est no balco de saladas, conferindo suas opes de alface (hidropnico e... hidropnico). "Diablica," diz Tom, suspirando.Aps um segundo, uma Sarah com 
cara de choro junta-se a ns. "Obrigada por ter me falado," ela diz com sarcasmo a Tom, enquanto desliza sua bandeja do lado da dele."Sarah," ele diz, "isso  somente 
para equipe integral, no estudantes.""Ah, claro," Sarah diz. "Porque ns somos cidados de segunda classe? Ns no podemos compartilhar os benefcios teraputicos 
em formar criar para compartilhar a dor? Isso foi idia daquela Kilgore? Excluir os trabalhadores estudantes? Deus, isso  to tpico de Freudianos-""Cale a boca," 
Tom diz, "e coma."Ns encontramos uma mesa que consideramos a uma distncia segura da mesa do presidente e comeamos a sentar, mas o Presidente Allington nos descobre. 
"Aqui," ele diz, acenando para Tom. "Venha sentar aqui com a gente, Scott.""Tom," Tom o corrige nervosamente. ", um, Tom Snelling, senhor.""Certo, certo," o presidente 
diz, e ao lado dele, Dr. Jessup - que claramente achou ser importante mostrar apoio ao plano do Dr. Kilgore e estava indo tanto ao jantar quanto ao jogo com a equipe 
do Fischer Hall - explicou, "Tom o diretor do Fischer Hall, Phillip."Mas  intil. Presidente Allington no est ouvindo. "E voc  a Mary, certo?" ele diz para 
mim."Heather," eu digo, desejando ter um buraco por perto para eu me jogar. "Lembra? Daquela vez na estufa, quando voc morava no Fischer Hall?"Seus olhos se estreitam. 
Presidente Allington no gosta de ser lembrado daquele dia, muito menos sua esposa, que raramente vem - isso se jamais vier novamente - para a cidade, de sua casa 
de campo no Hamptons, por causa disso."Certo, certo," Presidente Allington diz, enquanto Dr. Kilgore se junta a ns com sua bandeja, aparentemente sem notar que 
ela est sendo seguida por uma Sarah com expresso raivosa. "Bem, acho que todos ns nos conhecemos -""Com liena, Presidente Allington?"Cinco lderes de torcida 
esto alinhadas  frente de nossa mesa, todas encarando o presidente."Uh," ele diz, olhando ansiosamente para a Dr. Kilgore, como pedindo por assistncia. Ento, 
lembrando que ele tem a reputao de ser acessvel aos estudantes, Dr. Allington forja um sorriso e diz: "Ol garotas. O que eu posso fazer por vocs?"Ao lado do 
presidente, o Treinador Andrews d um suspiro e larga seu garfo."Vejam, garotas," ele diz a elas calmamente, claramente continuando uma conversa que comeou em 
outra ocasio, "ns j discutimos isso. E a resposta -""Ns no estamos falando com voc," Cheryl Haebig diz, corando. Mesmo assim, ela se mantm firme. "Ns estamos 
falando com o Presidente Allington."O presidente olha das garotas para o treinador e para as garotas novamente. "Sobre o que  tudo isso, Steve?" ele quer saber. 
"Elas querem aposentar o uniforme de treinadora de torcida da Lindsay," diz o Treinador Andrews."Elas querem fazer o qu?" O presidente parece confuso."Deixe-me 
lidar com isso," diz o Treinador Andrews. Para as meninas  frente da mesa, ele diz, "Garotas, eu me sinto to mal quanto vocs pela Lindsay.  srio. Mas o que 
acontece  que eu acho que um servio memorial formal, com a participao da famlia de Lindsay-""A famlia dela est toda aqui esta noite," informa Megan McGarretty, 
do quarto 1410. Para uma garota to pequena, ela parece estar intimidando muito, com os braos cruzados em frente  grande letra P em seu peito, e um lado do quadril 
levantado como que em sinal de aviso. "E eles no querem um servio memorial. Eles esto esperando que algum faa algo esta noite no jogo.""Oh." Os olhos do Presidente 
Allington ficam selvagens. "Eu no tenho certeza se isso seria apropriado.""Voc no pode simplesmente fingir que no aconteceu," declara Hailey Nichols, do quarto 
1714."," diz Cheryl Haebig, seus luminosos olhos castanhos repletos de lgrimas. "Porque ns no deixaremos a Lindsay ser esquecida. Ela era to parte do time 
quanto qualquer um dos garotos.""Eu acredito que todos ns reconheamos isso," diz Dr. Kilgore, tentando sair em resgate ao presidente. "Mas-""Se um dos garotos 
do time tivesse morrido," interrompe Tiffani Parmenter, a colega de quarto de Megan, "vocs aposentariam seu nmero. Vocs hasteariam sua jaqueta junto aos banners 
do campeonato.""Er." Dr. Kilgore parece desconcertada com isso. "Isso certamente  verdade, garotas. Mas jogadores de basquete so atletas, e-""Voc est dizendo 
que lderes de torcida no so atletas, Dr. Kilgore?" A voz de Sarah  congelante."C-Com certeza no," Dr. Kilgore gagueja. " s que-""Ento por que ns no podemos 
aposentar o uniforme de Lindsay?" Hailey quer saber, balanando seu rabo-de-cavalo para dar nfase a suas palavras. "Por que no podemos?" 
Eu olho para Kimberly Watkins para ver se ela vai entrar na discusso, mas ela continua calada, o que no  caracterstico dela. Todas as cinco garotas esto usando 
seus uniformes de lder de torcida, suteres brancos com uma grande letra P dourada na frente e saias muito curtas, listradas de branco e dourado. Elas esto usando 
meia-cala cor-de-pele por baixo da saia, e meias brancas com bolas douradas. Seus tnis brancos so da Reebok e a cor de seus cabelos dada por clareador de pelos. 
Exceto o da Kimberly, que  preto como a meia-noite."Vejam." o Treinador Andrews parece cansado. H crculos escuros abaixo de seus olhos. "No so as jaquetas 
que ns aposentamos quando um jogador morre.  o nmero do jogador. E a Lindsay no tinha um nmero. Ns no podemos aposentar uma pea de roupa.""Por que no?"Todos 
os olhos se voltam para Manuel que, da mesa que ele est dividindo com seu tio e vrios outros membros da equipe, pisca de volta."Por que no?" ele pergunta novamente, 
enquanto seu tio Julio, ao seu lado, parece mortificado de vergonha.Eu olho ao redor da mesa e acabo por ver a Magda no lugar mais distante dela, assistindo s 
lderes de torcida com um olhar perturbado. Eu sei o que ela est pensando sem nem ao menos perguntar. Porque eu estou pensando a mesma coisa."Eu concordo com Manuel," 
eu ouo a mim mesma dizer.Claro, todo mundo vira para mim. O que  quase um alvio para Manuel. Mas que me causa um certo grau de desconforto. Mas eu me mantenho 
firme."Eu acho que seria um gesto amvel," eu digo. "Se for de bom gosto.""Ah, vai ser," Cheryl nos assegura. "Ns j pedimos para a banda tocar a msica da escola 
em marcha-lenta. E ns fizemos vaquinha e compramos uma coroa feita de rosas brancas e douradas. E eu tenho a roupa da Lindsay, lavada e passada."Eu noto que todo 
mundo - incluindo o Dr. Jessup, diretor das Casas - est olhando para mim. 
Mas qual  o grande problema?  s um jogo de basquete estpido. Quem liga se eles - como era mesmo? Ah sim - aposentar o uniforme de uma garota durante ele?"Eu 
acho que seria um tributo tocante a uma garota que tinha mais esprito Choro (Pansy) do que qualquer outra pessoa dessa escola," eu digo para o Presidente Allington, 
que ainda aparenta estar confuso."Mas" - ele parece preocupado - "o jogo ser televisionado. Ao vivo. Os trs estados da rea inteiros vero o uniforme de lder 
de torcida de Lindsay Combs ser aposentado."Ns seremos o time de basquete de Universidade com mais motivos de riso," murmura o Treinador Andrews."E vocs j no 
so," eu digo, genuinamente curiosa, "com um nome como Chores?"O Treinador Andrews parece triste. " verdade," ele diz. Eu tenho certeza de que quando ele se candidatou 
para ser o treinador da equipe, nunca sonhou que terminaria em um time de Terceira Divido com uma flor como mascote.Ele suspira, parecendo transtornado, e diz, 
"Por mim tudo bem, se estiver tudo bem para o Presidente Allington."O presidente parece esttico - principalmente porque ele acaba de dar uma grande mordida de 
batatas gratinas, e pela expresso dele,  claramente o pedao com farinha. Aps beber meio copo de gua, o presidente diz, "Tanto faz. Faam o que vocs quiserem." 
Ele foi derrotado, por cinco lderes de torcida e batata com farinha.Cheryl Haebig imediatamente para de chorar. "Srio?" ela pergunta, sorrindo abertamente. "Srio, 
Sr. Presidente? Voc est falando srio?""Srio." 
Ento, enquanto Cheryl e suas amigas gritam - fino o bastante para fazer com que Dr. Kilgore coloque suas mos sobre seus ouvidos - treinador Andrews, levantando 
sua voz acima da confuso, diz, "De qualquer forma, eles no vo transmitir o show do intervalo."O Presidente Allington parece aliviado. "Bem," ele diz. E leva 
 boca o garfo cheio de peru. Ento, o alvio se transformando em desgosto, ele diz, "Bem," em um tom de voz diferente.E alcana avidamente seu copo de gua novamente, 
tudo isso significando que essa ser provavelmente a ltima refeio que o presidente escolher aproveitar na cafeteria do Fischer Hall. 
Cap. 13
O "grosseiro" em "decadncia" O "ow" em "levar a cabo" O "asno" em "envergonhar" Junto estas soletram "VOC." "Cano de rejeio" Escrito por Heather WellsCerto, 
assim admitirei isto. Eu nunca fui a um jogo de basquetebol antes. No um profissional (embora o Jordan me implorasse que o acompanhasse a jogos de Knicks o tempo 
todo. Felizmente, normalmente pude surgir com uma boa desculpa... Como precisar lavar meu cabelo), no um jogo de escola secundria (eu sai da escola secundria 
depois 
que meu primeiro lbum se foi), e certamente no um jogo de faculdade (eu geralmente pude achar outros modos para ocupar meu tempo). Eu realmente no posso dizer 
o que tinha esperado, exceto... No o que me cumprimentou quando passei pelas portas de ginsio que estavam centenas de fs-porque a Terceira Diviso de jogos evidentemente 
no atraem milhares de fs, at mesmo se eles esto sendo organizados na metrpole mais ocupada no mundo-com as seus rostos pintados com as cores dos seus times-ou, 
em alguns casos, usando fendas de basquetebol pela metade, com pequenos buracos cortados para buracos de olhos, como mscaras-batendo seus ps contra as arquibancadas, 
impacientes para o jogo comear. 
Porm, Magda uma endurecida veterana do esporte-todos os trs dos irmos dela jogaram na escola secundria-faz tudo sem dificuldade, enquanto me guia, seguida por 
Tom ("no me deixe s"), Sarah ("Basquetebol  to machista"), e Pete ("eu lhe falei. No ponha o hamster de seu irmo l"), por algumas manchas nuas nas arquibancadas 
para cima as que no so muito altas, porque ns no queremos ter que caminhar para chegar para muito longe, de acordo com Magda, e no muito baixo, ou, porque ns 
no queremos ser atingidos por qualquer bola. O resto dos representantes de Fischer Hall-inclusive Presidente Allington que vai para uma seo reservada s para 
ele, Dra. Kilgore e Jessup, e os fiducirios, enquanto parecem aliviados por estar fugindo finalmente da residncia do Dormitrio da Morte-fluxo nas arquibancadas, 
e, desde que o impulso  contagioso, comea a bater seus ps como bem, at as vigas de ao cem ps parecem reverberar em cima. S depois do comeo das primeiras 
notas da faixa "A Estrela Juncou Bandeira" que a multido se acalma, ento canta felizmente junto com uma major musical bem loiro principal que parece dar afinao 
tudo. Provavelmente ela acha que uma representante de um rtulo de registro principal na audincia que vai ento assinar a ela um contrato. Ou talvez um produtor 
da Broadway vai surgir a ela quando termina de cantar e  tudo, "Voc  brilhante! Voc no estrelar na revivificao de Pacfico Sul que eu estou planejando?" 
Sim. Sorte com isso, querida. Ento, quando o ltimo eco de "valente... valente... valente..." se extingue, a faixa rasga na cano escolar, e Cheryl e suas irms 
lderes 
de torcidas aparecem, enquanto sacudindo e cabriolando seu modo pelo estgio. Elas realmente so muito impressionantes. Eu nunca vi tal flexibilidade-fora de um 
vdeo da Tania Trace, quero dizer. As lderes de torcida so seguidas pelo time de Pansies provida de um bando de ouro em suas pernas e camisas brancas. Eu reconheo 
apenas o Jeff e Mark e os outros residentes do Fischer Hall. No estgio, em seus uniformes, eles parecem menos iguais a segundanistas infelizes e juniors, e mais 
iguais a... bem, atletas. Eu acho que  porque isso  o que eles so, realmente. Eles do de cinco a zero em cada um dos Nova Jersey Diabos Orientais, em seus suteres 
dourados e vermelhos, quando eles fluem pelo estgio. Eu estou impressionada por este bom senso esportivo, embora eu saiba que lhes foram falados que eles tm que 
fazer isto. As mquinas fotogrficas de televiso rodam ao redor de Treinador Andrews quando ele e vrios outros homens-os treinadores assistentes, sem nenhuma dvida-caminhando 
aos seus assentos na linha secundria, e mos tremendo com o treinador do time adversrio antes de algo acontecer aquela Magda explica o que  chamado o tip-off. 
Apesar das temperaturas abaixo de zero, est quente demais no ginsio, isso que com todas as pessoas e o seu inverno revestido e a gritaria e tudo. Temperamentos 
esto curtos. Sarah, em particular, parece sentir a necessidade de reclamar. Ela expressa opinies fortes em assuntos mltiplos, enquanto inclui, mas no limitando 
ao fato que o dinheiro gasto em atletismos na Faculdade de Nova Iorque seria melhor gasto ajudando a fundar os laboratrios de psicologia, e que o gosto de pipoca 
passada. Ao lado dela, Tom placidamente toma um gole de sua garrafa e informa para a Sarah que ele precisa de propsitos medicinais. "Sim," Sarah responde sarcasticamente. 
"Certo." 
"Eu poderia usar alguma daquela medicina," Pete observa, depois de desligar seu celular finalmente. A crise de hamster foi evitada. "Seja meu convidado," Tom diz, 
e passa a garrafa a Pete. Pete toma um gole, faz uma careta, e passa isto de volta. "Tem gosto de pasta de dentes," ele raspa. "Eu lhe falei  medicinal," Tom 
diz felizmente, e refuga um pouco mais. Enquanto isso, Sarah comeou a prestar ateno ao jogo. "Agora, por que que a criana conseguiu uma infrao?" ela quer 
saber. "Porque aquele menino estava carregando," Magda explica pacientemente. "Quando voc tiver a bola, voc no pode bater as pessoas do meio se eles estabeleceram 
posio defensiva-" "Oh!" a Sarah chora, enquanto agarra o pulso de Magda com bastante fora para fazer andar na lama algum do refrigerante dela. "Olhe! Treine 
Andrews est gritando a um dos rbitros! Por que ele est fazendo isso?" "Ref," murmurra Magda. Ela toca de leve s suas calas brancas com um guardanapo. "Eles 
so os rbitros, no os rbitros." "Oh, o que est dizendo aquele homem?" Sarah salta para cima e para baixo excitantemente no banco de branqueador. "Por que ele 
parece to furioso?" "Eu no sei," Magda diz, enquanto brilha um olhar de aborrecimento. A pacincia infinita se mostra no to infinita. "Como eu deveria saber? 
Pare de pular? Voc me fez derramar meu refrigerante." "Por que aquele menino est conseguindo um lanamento de graa? Por que ele consegue fazer isso?" "Porque 
Treinador Andrews chama o ref um filho cego de um-" Magda rompe, os olhos dela se arregalam. "Santa Maria, me de Deus." "O que?" a Sarah varre francamente o estgio. 
"O que, o que ? Um roubo?" 
"No. Heather, aquele  o Cooper?"Eu sinto meu peito inchando ao som daquela palavra. "Cooper? No pode ser. O que ele estaria fazendo aqui?""Eu no sei," diz 
Magda. "Mas eu poderia jurar que  ele l embaixo, com um homem mais velho..."Com a palavra homem mais velho, meu corao gela. Porque s existe um homem mais velho 
com quem Cooper estaria - com a excesso do Detetive Canavan,  claro.Ento eu os localizo, prximo ao banco dos Chores (Pansies). Cooper est olhando pela multido, 
obviamente procurando por mim, enquanto papai est... bem, papai parece estar curtindo o jogo."Oh meu Deus," eu digo, abaixando a cabea at meus joelhos. "O qu?" 
Magda coloca uma mo em minhas costas. "Querida, quem  aquele?""Meu pai," eu digo, para os meus joelhos."Seu o qu?""Meu pai." Eu sacudo a cabea.Isso no funciona. 
Ele ainda est l. Eu tinha esperanas de que, ao fechar meus olhos, eu o faria desaparecer. No tive essa sorte, aparentemente."Aquele  o seu pai?" Pete est 
esticando o pescoo para ver. "O pssaro da priso?""Seu pai estava na cadeia?" Tom no tinha sado do armrio quando meu nome era conhecido, e ento no sabe nada 
sobre meu passado. Ele no era nem ao menos um f secreto de Heather Wells naquela poca, o que  estranho, porque a maioria dos meus fs enlouquecidos era de garotos 
gays. "Pelo qu?""Vocs poderiam sentar?" Sarah reclama, irritada. "Eu no consigo ver o jogo.""Eu j volto," eu digo, porque Cooper finalmente me encontrou na 
multido e est abrindo caminho determinadamente at mim, meu pai seguindo, mas devagar, seu foco no jogo.A ltima coisa que eu preciso  que meus amigos testemunhem 
o que eu tenho certeza que vai ser uma cena justamente desagradvel.Meu corao acelerado, eu corro para encontrar Cooper antes que ele se junte a ns em nossa 
arquibancada. Sua expresso  misteriosa. Mas eu posso ver que ele perdeu tempo se barbeando. Ento talvez a novidade no seja de todo ruim..."Heather," ele diz, 
friamente. 
Bem, certo.  bastante ruim."Olha quem eu achei tocando nossa campainha alguns instrantes atrs," ele continua. E embora meu corao se emocione com seu uso das 
palavras nossa campainha, eu sei que ele no quer dizer no significado de casal feliz que eu gostaria de ouvir. "Quando voc iria me dizer que seu pai estava na 
cidade?""Oh," eu digo, olhando ao redor para ver se algum da minha turma est espionando. No  surpresa que todos estejam... com a excesso de Sarag, que parece 
ter sido hipnotizada pelo jogo."Eu estava somente esperando pelo melhor momento," eu digo, percebendo, enquanto as palavras saiam de minha boca, como elas soavam 
patticas. "Quer dizer, o que eu queria dizer era...""Deixa pra l," Cooper diz. Ele parece estar hiper ciente, como eu estou, que todo mundo est ouvindo nossa 
conversa - bem, o que eles conseguem ouvir por cima dos gritos e da banda. "Falaremos disso em casa."Secretamente aliviada, eu digo, "Certo. Simplesmente o deixe 
aqui comigo. Eu fico de olho nele.""Ele no  m-companhia, na verdade," Cooper diz, olhando para meu pai, que est parado no meio da arquibancada - inconsciente 
de que todas as pessoas atrs dele estavam tentando ver atravs dele - olhando o jogo. Acho que j faz um tempo desde que esteve ao vivo em um evento esportivo. 
E o jogo est bastante excitante, eu acho, se voc gosta desse tipo de coisa. Ns estamos presos no 21. "Hei. Isso  pipoca?"Sarah surpreende a todos - bem, certo, 
a mim, pelo menos - mostrando que estava prestando ateno em ns o tempo todo, quando ela balana a cabea e diz, no tirando seu olhar do jogo, "J est quase 
no fim. Faa Heather ir comprar mais.""E traz um refrigerante," diz Pete."Eu iria gostar de uns nachos," Tom adiciona."No!" Magda reclama, aparentemente a uma 
marcao l de baixo. "Ele realmente  cego!"Cooper diz, "O qu?" e escorrega para o assento que eu vaguei. "Qual foi a marcao?" 
"Falta ofensiva," Magda diz. "Mas ele mal tocou no garoto!"Sacudindo minha cabea de desgosto, eu viro e abro caminho nas arquibancadas at meu pai. Ele est olhando, 
cheio de prazer, para a bola."Pai," eu digo, quando o alcano.Ele no tira seus olhos do jogo. E nem diz nada. O quadro de pontos no meio da quadra est mostrando 
o tempo restante no jogo. Parece que ainda faltam nove segundos, e os Chores tm a bola."Pai," eu digo novamente. Quero dizer, no  nenhuma surpresa que ele no 
tenha percebido que estou falando com ele. Ningum o chama de pai h anos.Mark Shepelsy tem a bola. Ele est atravessando a quadra, driblando bem. Ele tem uma expresso 
de concentrao em seu rosto que eu nunca tinha visto ele usar antes... nem mesmo quando ele est preenchendo o relatrio de mquina de dar troco (de dinheiro mesmo)."Pai," 
eu digo, pela terceira e ltima vez, e desta vez, bem alto. E meu pai pula e olha para mim na hora em que Mark para, vira e joga a bola, acertando a cesta de basquete 
logo antes de o contador chegar ao zero e a torcida vibra. "O qu?" papai pergunta. Mas no para mim. Ele est perguntando aos fs ao redor dele. "O que houve?""Shepelsky 
marcou uma cesta de trs pontos," alguma alma caridosa o responde."E eu perdi!" papai parece genuinamente chateado. "Droga!""Pai," eu digo. Eu no posso acreditar 
nisso. Realmente no posso. "Por que voc foi na casa? Voc disse que esperaria minha ligao antes. Por que voc no ligou?""Mas eu liguei," ele diz, olhando os 
Chores correrem pela quadra, batendo nas mos uns dos outros, em expresses de xtase. "Ningum atendeu. Eu achei que talvez voc estivesse tentando me evitar.""No 
ocorreu a voc que eu poderia no estar te evitando?" eu perguntei. "Que eu poderia simplesmente no ter chegado em casa ainda?"Papai percebe, eu acho que pelo 
estresse na minha voz, que eu no estou feliz. Alm disso, toda a ao na quadra acabou por enquanto, ento ele realmente me olha novamente. 
"Qual  o problema, querida?" ele pergunta. "Eu fiz besteira?" s que," eu digo, me sentindo idiota por ficar to chateada, mas incapaz de me conter, "as coisas 
com Cooper, meu proprietrio... Quero dizer, elas so complicadas. A voc aparecendo assin, do nada-""Ele parece um cara legal," papai diz, olhando para aonde Cooper 
est sentado. "Esperto. Engraado." Ele olha para mim. "Voc tem a aprovao do seu velho."Algo dentro de mim explode. Eu acho que talvez seja um aneurisma."Eu 
no preciso de sua aprovao, pai," eu praticamente grito. "eu tenho me dado bem nos ltimos vinte anos sem ela."Papai parece arrependido. Eu acho que no deveria 
culp-lo. No  sua culpa que o que ele pensa pensar que est acontecendo entre eu e Cooper na verdade no est."O que eu quero dizer ," eu digo, suavizando meu 
tom culpado, "no  isso. Com Cooper e eu, quero dizer. Ns somos s amigos. Eu fao sua contabilidade.""Eu sei," papai diz. Ele parece confuso. "Ele me contou."Agora 
eu estou confusa. "Ento por que voc disse que aprova? Como se pensasse que ns estivssemos namorando?""Bem, voc est apaixonada por ele, no est?" papai simplesmente 
pergunta. "Quero dizer, est escrito na sua cara. Voc pode at enganar a ele, mas voc no est enganando seu velho pai. Voc ficava com a mesma cara quando tinha 
nove anos e aquele Scott Baio aparecia na TV." Eu olho para ele, ento percebo que minha boca est aberta. Eu a fecho com um barulho que provavelmente s eu posso 
ouvir na gritaria do ginsio. Ento eu digo, "Pai. Por que voc no vai sentar com Cooper? Eu volto em um minuto.""Aonde voc est indo?" Papai quer saber.""Pegar 
nachos," eu digo.E viro em meus ps para fazer isso. 
Captulo 14Eu vi a casa onde ns costumvamos viverE lembrei de voc e de tudo o que fizemosEu sempre achei que sempre voc afundariaMas a verdade  que, na 
cama, voc  uma droga."Balada do Ex"Escrita por Heather WellsEu no sou totalmente no-familiarizada com o layout do Complexo Esportivo Winer. Eu me inscrevi 
l para aulas de aerbica a vinte-dlares-o-semestre no ltimo semestre, aps passar meu perodo de experincia no trabalho, e at apareci para uma aula.Infelizmente, 
eu logo entendi que s garotas magrinhas tm aulas de aerbica na Universidade de Nova York, e ento jovens gordas como eu - para que os jovens ao meu redor pudessem 
ver o instrutor atravs de mim - tinham que ficar no fundo, onde no se podia ver nada, exceto finos braos balanando.Eu larguei aps a primeira aula. Eles no 
quiseram me devolver meus vinte dlares.Pelo menos, essa aula me familiarizou com o centro esportivo, ento levo metade do tempo para achar um banheiro feminino 
nas entranhas do prdio, onde no tem uma fila de meio metro para usar o banheiro. Estou lavando minhas mos aps us-lo, olhando para o meu reflexo no espelho acima 
da pia e me perguntando se eu deveria deixar a natureza seguir seu curso e ficar loira, quando algum d a descarga e Kimberly Watkins, seu seu uniforme dourado 
e saia com pregas, sai de um reservado prximo. Seus olhos vermelhos - sim, definitivamente vermelhos, e de chorar, tenho certeza - ficam irritados quando ela me 
v."Oh," ela diz, congelando. "Voc.""Oi, Kimberly," eu digo. Eu estou bastante surpresa de v-la, tambm. Eu achei que as lderes de torcida tinham algum banheiro 
VIP especial.Mas talvez eles tenham, e Kimberly escolheu usar esse porque aqui ela poderia chorar em privacidade.Ela parece se recuperar bem rpido, entretanto, 
e comea a lavar suas mos na pia ao lado da minha."Curtindo o jogo?" ela quer saber. Ela aparentemente pensa que eu no consigo ver que sua mscara est borrada 
onde ela enxugou as lgrimas."Claro," eu digo. 
"Eu no sabia que voc era uma f," ela diz."Na verdade no sou," eu admiti. "Eles esto nos obrigando a comparecer. Para mostrar a todos que o Fischer Hall no 
 realmente um Alojamento da Morte."Oh," Kimberly diz. Ela desliga a torneira e alcana as toalhas de papel na mesma hora que eu."V em frente," ela diz para mim.Eu 
vou."Escuta, Kimberly," eu digo, enquanto seco minhas mos. "Eu fiz uma pequena tentativa em Doug Winer hoje."Os olhos de Kimberly ficam selvagens. Ela parece 
esquecer que suas mos ainda esto pingando. "Voc fez?""Sim.""Por qu?" A voz de Kimberly falha. "Eu te disse, foi aquela companheira de quarto estranha dela 
que a matou. Sua companheira de quarto, no Doug.""Sim," eu digo, jogando as toalhas de papel que usei no lixo. "Voc disse isso. Mas isso simplesmente no faz 
sentido. Ann no  uma assassina. Por que voc diria que ela ? Exceto talvez para desviar a polcia da pessoa que realmente fez isso."Isso a atinge. Ela aperta 
seu olhar, e parece lembrar de suas mos. Ela puxa toalhas de papel . "Eu no sei do que voc est falando," ela diz."Oh," eu digo. "Ento voc est dizendo que 
no sabe que Doug trafica?"Kimberly aperta seus lbios perfeitos e olha para seu reflexo. "Eu acho. Quero dizer, eu sei que ele sempre tem cocana, eu acho. E cstasy.""Oh," 
eu digo, com sarcasmo. " s isso? Por que voc no disse algo sobre isso antes, Kimberly? Por que voc estava tentando me fazer pensar que Ann era a culpada, quando 
voc sabia tudo isso sobre Doug?""Deus," Kimberly chora, desviando seu olhar de seu reflexo e virando para mim. "S porque um cara trafica drogas no significa 
que ele seja um assassino! Quero dizer, Cus, muita gente trafica. Muita gente.""Distribuio de substncias controladas  ilegal, voc sabe, Kimberly," eu digo. 
"Assim como estar em posse. Ele poderia ir para a cadeia. Ele poderia ser expulso."A risada de Kimberly  como um soluo, de to curta. "Mas Doug Winer nunca ir 
para a cadeia ou ser expulso.""Oh? E por que isso?" 
"Ele  um Winer," Kimberly diz, como se eu fosse extremamente estpida. Eu ignoro aquilo."A Lindsay traficava, Kimberly?'Ela rola seus olhos. "Deus. O que est 
errado com voc? Por que voc se importa tanto? Quero dizer, eu entendo que voc seja, tipo, uma ex-estrela de rock frustrada ou algo assim. Mas ningum ouve mais 
suas msicas. Agora voc  s uma asistente de mesa em uma universidade da Terceira Diviso. Quero dizer, um macaco poderia fazer seu trabalho. Por que voc est 
tentando tanto?""Lindsay usava drogas?" Minha voz  to alta e fria que Kimberly pula, seus olhos selvagens."Eu no sei," ela grita para mim. "Lindsay fazia muita 
coisa... e muita gente.""O que voc quer dizer?" eu estreito meus olhos para ela. "O que voc quer dizer com muita gente?"Kimberly me d um olhar bastante sarcstico. 
"O que voc pensa? Todos esto tentando fazer como se Lindsay fosse algum tipo de santa. Cheryl e aqueles caras, com a coisa estpide do uniforme. Ela no era, sabe? 
Uma santa, quero dizer. Ela era s... Lindsay.""Com que pessoas ela estava dormindo, Kimberly?^" eu exijo. "Mark e Doug e... quem mais?"Kimberly volta ao seu reflexo 
e arruma seu batom. "Pergunte ao Treinador Andrews," ela diz, "se voc quer tanto saber."Eu encaro seu reflexo. "Treinador Andrews? Como ele saberia?"Kimberly 
simplesmente sorry.E meu queixo cai.Eu no posso acreditar. "No, pera," eu digo. Lindsay e o Treinador Andrews? "Voc est falando srio?"Nesse momento, a porta 
do banheiro feminino abre e Megan McGarretty coloca sua cabea para dentro."Deus," ela diz para Kimberly. "A est voc. Ns estamos te procurando por todos os 
lugares. Vamos, est na hora de fazer o uniforme de Lindsay."Kimberly me lana um olhar significativo, ento vira e se dirige  porta, sua saia de pregas balanando 
ao seu redor. 
"Kimberly, espere," eu digo. Eu quero perguntar a ela o que ela quer dizer com Lindsay e o Treinador Andrews. Ela no podia estar querendo dizer o que eu acho que 
ela quis dizer. Pode? Quero dizer, Treinador Andrews? Ele parece ser um... bem... correto.Mas Kimberly simplesmente sai do banheiro. No surpreendentemente, ela 
nem mesmo diz tchau.Eu fico l, olhando para a porta atravs da qual as garotas simplesmente desapareceram. Lindsay e Treinador Andrews?Mas mesmo se isso fosse 
verdade, e ele  um suspeito em potencial, eu no consigo pensar em uma razo pela qual o Treinador Andrews iria querer matar Lindsay. Ela era maior de idade. Sim, 
certo, a universidade desaprova sua equipe dormindo com os estudantes. Mas no  como se o Treinador Andrews fosse demitido por causa disso. Ele  o garoto de ouro 
de Phillip Allington, o homem que ir liderar a Universidade de Nova York de volta  glria da Primeira Diviso... de alguma forma. Ou algo do tipo. Treinador Andrews 
poderia dormir com todo o corpo feminino de estudantes e os conselheiros no piscariam um olho, enquanto os Chores continuarem ganhando jogos.Ento por que ele 
mataria Lindsay?E do que aquela pequena canalha me chamou? Assistente de mesa? Eu sou muito mais do que isso. O Fischer Hall viraria uma zona se no fosse por mim. 
Por que ela pensa que eu estou fazendo tantas perguntas sobre Lindsay, de qualquer forma? Porque eu me importo com o lugar, e com as pessoas que moram nele. Se no 
fosse por mim, quantas garotas mais teriam morrido semestre passado? Se no fosse por mim, ningum teria troco nas mquinas de lanches. Como Kimberly iria ento, 
tipo, viver no Fischer Hall?Soltando fumaa, eu deixo o banheiro feminino. O corredor do lado de fora est com um silncio mrbido. Isso  porque, eu percebo, as 
garotas comearam seu tributo a Lindsay no ginsio, e todo mundo correu para seus assentos para assistir. Eu posso ouvir as notas do hino da universidade, tocadas 
realmente lento, justamente como elas falaram que pediram que a banda tocasse. 
Eu meio que quero estar l assistindo, tambm.Mas eu ainda no comprei os nachos de Tom, ou o refrigerante de Pete. Sem mencionar a pipoca do Cooper. Agora  na 
verdade uma boa hora para ir comprar, com todos l dentro assistindo o uniforme de Lindsay ser hasteado. Talvez no tenha fila no stand.Eu viro a esquina, me apressando 
de corredor vazio a corredor vazio - se Sarah alguma vez der uma olhada sria pelo centro esportivo, ela teria muito mais razes para reclamar sobre como o Departamento 
de Psicologia  tratado. Deve haver 20 ou 30 milhes de dlares da famlia Winer s neste prdio.  quanse novo em folha, com scanners de identidade especiais nos 
portes pelos quais voc deve passar para entrar. Mesmo as mquinas de refrigerante tm scanner embutido, para voc poder comprar uma lata de Coca-cola usando seu 
carto do jantar...Exceto que, para mquinas de refrigerante novinhas, elas parecem fazer um barulho engraado. No o usual barulho eletrnico - e, vamos admitir, 
para um amante de refrigerante, reconfortante... Mas um tipo de thud-thud-thud.Mas mquinas de refrigerante no fazem thud.Ento eu vejo, de repente, que eu no 
sou a nica pessoa no corredor. Quando eu dou a volta na mquina de refrigerantes, vejo que aqueles sons de thud esto findo de uma longa faca de cozinha, enquanto 
ela golpeia repetidamente a barriga de um homem em terno esportivo e gravata. O homem jaz jogado contra a parede de um sado da mquina de refrigerantes, e ao redor 
dele trs outros homens, cada um deles usando meia bola de basquete sob o rosto, com pequenos buracos cortados para que eles pudessem enxergar.Quando todos os trs 
homens ouvem meus gritos - porque se voc esbarra em uma cena dessas quando est simplesmente andando enquanto cuida de sua prpria vida, pensando em nachos, voc 
vai gritar - eles viram suas cabeas em minha direo - trs metades de bolas de basquete, com olhos cortados nelas, viradas em minha direo.Claro, eu grito novamente. 
Porque me desculpe, mas  assustador. 
Ento um dos homens puxa a faca do homem no cho. Faz um barulho doentio de algo sendo sugado. A lmina que acabou de sair do homem est escura e escorrendo de sangue. 
Meu estmago se revira ao ver isso. apenas quando o homem com a faca diz, "Corra," aos seus companheiros, que eu percebo o que eu acabei de fazer - cruzar com 
a cena de um crime.Mas eles no parecem interessados em me matar. De fato, eles parecem interessados em sair de perto de mim o mais rpido possvel, se o barulho 
das solas de seus tnis no cho polido so de alguma indicao enquanto eles fugiram.Ento, com o hino de jogo da Universidade de Nova York soava (Aclamemos a Universidade 
de Nova York / De cores dourada e branca / Ns lhe honraremos para sempre / Ataque eles, Coulgars, ataque! - as palavras da msica no sendo mudadas aps a Universidade 
de Nova York ter perdido status e mascote de Primeira Diviso) tocando ao fundo, eu caio em meus joelhos  vista do homem machucado, tentando lembrar o que aprendi 
no seminrio de primeiros-socorros que Dr. Jessup deu nas frias de inverno. Foram apenas algumas informaes que eles puderam dar em uma hora, mas eu me lembro 
que o primeiro e mais importante  buscar ajuda - um item que eu cumpro pegando meu celular e discando o nmero do celular de Cooper, o primeiro que vm  minha 
cabea.Ele demora trs toques para atender. Eu acho que o tributo de Lindsay deve ser especialmente tocante."Algum foi esfaqueado no saguo," eu digo ao telefone. 
 importante ficar calmo em uma emergncia. Eu aprendi isso durante meu treinamento de assistente de direo. "Chame uma ambulncia e os policiais. Os caras que 
fizeram isso esto usando mscaras de bola de basquete. No deixe ningum em mscaras de bolas de basquete sair. E arrume um kit de primeiros-socorros. E venha para 
c!""Heather?" Cooper diz. "Heather - o qu? Aonde voc est?"Eu repito tudo o que acabei de dizer. Quando eu fao isso, olho para o homem esfaqueado, e percebo, 
com repentino horror, que eu o conheo. 
 Manuel, o sobrinho de Julio."Rpido!" eu murmuro no telefone. Ento eu desligo. Porque o sangue do corpo de Manuel est comeando a formar uma poa ao redor de 
meus joelhos.Tirando meu suter, eu o pressiono no buraco no estmago de Manuel. Eu no sei o que mais fazer. Os kits de emergncia de primeiros-socorros que temos 
no so suficientes para cobrir cortes mltiplos no abdome."Voc vai ficar bem," eu digo a Manuel. Ele est olhando para mim com olhos metade fechados. O sangue 
ao redor dele  gelatinoso e quase preto enquanto enxarca minha cala. Eu pressiono mais ainda meu suter no maior buraco que consigo encontrar, pressionando meus 
dedos. "Manuel, voc vai ficar bem. Apenas aguarde, certo? A ajuda vai chegar em um minuto.""H-Heather," Manuel gagueja. Bolhas de sangue saem de sua boca. Eu sei 
que isso no  um bom sinal."Voc vai ficar bem," eu digo, tentando soar como se eu acreditasse nisso. "Voc est ouvindo, Manuel? Voc vai ficar bem.""Heather," 
Manuel diz. Sua voz no  mais do que um sussurro. "Fui eu. Eu dei a ela."Pressionando forte contra a ferida - o sangue ensopou meu suter e est em minhas unhas 
- eu digo, "No fale, Manuel. A ajuda j est chegando.""Ela me pediu," Manuel diz. Ele est obviamente delirando com a dor e a perda de sangue. "Ela me pediu, 
e eu dei a ela. Eu sabia que no deveria, mas ela estava chorando. Eu no pude dizer no. Ela estava... ela estava to...""Voc pode calar a boca?" eu digo, alarmada 
pela quantidade de sangue saindo de seus lbios. "Por favor? Por favor no fale.""Ela estava chorando," Manuel continua dizendo, repetidamente. Aonde est Cooper? 
"Como eu poderia dizer no a ela quando ela estava chorando? Eu no sabia, entretando. Eu no sabia o que eles fariam a ela.""Manuel," eu digo, desejando que ele 
no possa ouvir que minha voz est tremendo. "Voc tem que parar de falar. Voc est perdendo muito sangue...""Mas eles sabiam," ele continua, claramente em seu 
prprio mundo. Um mundo de dor. "Eles sabiam onde ela conseguiu-" 
Naquele momento, Cooper aparece, Pete e Tom logo atrs dele. Pete, me vendo, tira seu walkie-talkie e comea a falar sobre como eles me encontraram, e para trazer 
uma maca para a praa ASAP.Cooper cai em seus joelhos ao meu lado e, milagrosamente, mostra um kit de primeiros-socorros que ele achou em algum lugar."A ambulncia 
est vindo," ele diz, enquanto Manuel, por trs de meus dedos cheios de sangue, continua febrilmente."Eu dei a ela, voc no percebe, Heather? Fui eu. E eles sabiam 
que fui eu.""Quem fez isso a ele?" Cooper exige saber, tirando um grande rolo de atadura do kit de primeiros-socorros. "Voc conseguiu ver?""Eles todos tinham 
bolas de basquete na cabea," eu digo."O qu?""Eles tinham bolas de basquete na cabea." Eu tiro o rolo de atadura dele. puxo meu suter, e coloco o rolo de bandagens 
na maior ferida. "Meia bola de basquete, em suas cabeas, com pequenos buracos cortados-""Meu Deus." Tom, parecendo plido, pisca para ns. "Esse ... esse  Manuel?""Sim," 
eu digo, enquanto Cooper se encurva sob Manuel e puxa uma de suas plpebras."Ele est entrando em choque," Cooper diz, calmo demais, na minha opinio. "Voc o conhece?""Ele 
trabalha no Fischer Hall. Seu nome  Manuel." Julio, eu sei, vai desabar quando ver isso. Eu rezo para que ele no venha procurar por seu sobrinho."Eles fizeram 
isso como um aviso," Manuel diz. "Um aviso para eu no dizer que eu dei a ela.""Deu o que para quem, Manuel?" Cooper pergunta a ele, mesmo que eu esteja pedindo 
que elepare de falar, falando a ele para poupar a respirao."A chave," Manuel diz. "Eu sei que eu no deveria ter dado, mas eu dei a ela minha chave.""A quem?" 
Cooper quer saber."Cooper," eu digo. Eu no acredito nisso. Eu no acredito que ele est interrogando um homem que est morrendo. Mas ele me ignora."Manuel, a 
quem voc deu sua chave?" 
"A Lindsay," Manuel diz. Manuel balana sua cabea. "Eu dei minha chave a Lindsay. Ela estava chorando... ela disse que tinha deixado algo na cafeteria, algo que 
ela precisava pegar. De noite, qando j estava fechado-"Suas plpebras se fecham. Cooper diz, "Droga."Mas ento os paramdicos esto aqui, nos tirando do caminho. 
E eu estou na verdade aliviada, pensando que tudo vai ficar bem.O que mostra o quando eu sei. Que  nada. 
Cap. 15Eu contei uma mentira inofensiva No h nenhum senso negativo. Contar-lhe a verdade Eu nem mesmo estava tentando. "Pequena Mentira inofensiva" Escrito 
por Heather WellsVoc sabe o que acontece quando algum quase  assassinado durante um jogo de basquetebol de Terceira Diviso da faculdade que est sendo televisado 
ao vivo em Nova Iorque Um? Todo o mundo continua jogando direito. Isso  certo. Oh, eles postaram policiais em todas as sadas, e depois do jogo-o qual os Pansies 
perderam, vinte e quatro a quarenta. Eles s nunca vieram de volta da metade do segundo. E nem mesmo porque eles ouviram falar do que aconteceu a Manuel. Porque 
ningum lhes falou. No, basicamente, Pansies s sugam-os policiais fizeram todo o mundo parar no caminho para fora e mostrar a eles, suas mos e ps e os interiores 
de suas sacolas, ento poderiam verificar para sangue e armas. No que eles contaram para qualquer um o que  pelo que eles estavam verificando, naturalmente. Mas 
eles no acharam nada incriminatrio. Eles sequer podiam segurar as pessoas com mscaras metade basquetebol para interrogar, porque asperamente cada macho na audincia 
tinha uma mscara metade basquetebol. E era bem bvio-para mim, de qualquer maneira-que tinha sido os caras que apunhalaram Manuel ficaram por muito tempo. Eu quero 
dizer, eu duvido altamente que eles continuassem para assistir o resto do jogo. Eles provavelmente igualmente caram fora antes dos policiais chegarem. 
Assim eles nem mesmo testemunharam a derrota humilhante do Pansies. Nem eu, de fato. Porque no mais cedo Manuel estava sendo carregado em uma ambulncia com seu 
tio de desconsolado ao seu lado e foi carregado fora-os paramdico disseram que ele tinha perdido muito sangue e tinha tido alguns danos internos, mas que nada vital 
tinha sido perfurado, assim ele provavelmente estaria bem-que eu fui batida para fora ao Sexto Precinto para olhar em assaltar tiros com Detetive Canavan, embora 
eu EXPLICASSE a ele que eu no tinha visto seus rostos, devido s mscaras. "O que sobre as roupas dele?" ele quer saber. "Eu lhe falei," eu digo, durante a trigsima 
vez pelo menos. "Elas eram roupas regulares, cotidianas cansativas. Calas jeans. Camisas de flanela. Nada especial." "E voc no os ouviu dizendo qualquer coisa 
 vtima?"  um pouco irritante a mim que Detetive Canavan continue se referindo a Manuel como "a vtima" quando ele sabe perfeitamente bem que ele tem um nome, 
e qual  esse nome. Mas talvez, com o humor de forca de Sarah, dizendo "a vtima"  um modo de se distanciar do horror dos atos de tal violncia. Eu no me importaria 
em me distanciar disto, de qualquer jeito. Toda vez que fecho meus olhos, eu vejo o sangue. No era igual na televiso, o sangue vermelho. Era marrom escuro. A mesma 
cor que os joelhos de minhas calas jeans esto agora. "Eles no disseram nada," eu digo. "Eles estavam s o apunhalando." "O que ele estava fazendo l?" Detetive 
Canavan quer saber. "Pelas mquinas de refrigerante?" "Como eu deveria saber?" eu pergunto com um encolher de ombros. "Talvez ele estivesse sedento. A linha no
posto de concesso era realmente longa." "O que voc estava fazendo l?" "Eu lhe falei. Eu tive que ir para o banheiro, e a fila ao outro banheiro feminino era
muito longa."
Quando Detetive Canavan chegou ao complexo esportivo-por causa de nosso curso, lhe contar o que Manuel tinha dito, falamos sobre dar uma chave a Lindsay-eu tinha
sugerido que ele parasse o jogo e questionasse todos as nicas pessoas presentes-particularmente Treinador Andrews quem eu tinha razo para acreditar agora estava
mais profundamente envolvido que pensei antes.
Quando o Detive Canavan chegou ao complexo esportivo - porque claro que ns ligamos para ele, para lhe contar o que Manuel havia dito sobre dar a chave  Lindsay 
- eu sugeri que ele parasse o jogo e interrogasse cada pessoa presente - particularmente o Treinador Andrews, quem, eu agora tinha razo para acreditar, estava envolvido 
mais profundamente do que eu havia pensado anteriormente.Mas o Presidente Allington - que infelizmente teve que ser informado do que estava acontecendo, devido 
ao grande nmero de policiais presentes nos bastidores do prdio - recusou-se terminantemente, dizendo que o New York One estariam cobrindo a histria no mesmo minuto, 
e que a universidade j havia tido m publicidade suficiente para uma semana. A ltima coisa que a escola precisava era reprteres por a fazendo perguntas sobre 
um crime que, por tudo que a gente sabia, provavelmente no estava de jeito nenhum relacionado com o de Lindsay - a despeito do que eu disse a todo mundo que Manuel 
havia dito.Ento o Presidente Allington continuou, afirmando para ns que, m publicidade  parte, o New York One estaria tambm dentro de seus direitos se resolvesse 
entrar com um processo judicial caso o jogo fosse interrompido, argumentando que poderiam perder um milho de dlares em propaganda se o jogo no continuasse.Eu 
honestamente nunca suspeitei que os comerciais da Bowflex arrecadassem tantos rendimentos, mas aparentemente a Terceira Diviso de Basquete Universitrio  considerado 
o mais visto da TV por aquelas pessoas que aparentemente esto mais interessadas em adquirir equipamentos de exerccio para casa. 
"Uma coisa eu quero ter certeza que todo mundo entende," Presidente Allington tambm disse ao Detetive Canavan, infelizmente (para ele) dentro do meu campo de audio, 
" que a Universidade de Nova Iorque no est de maneira nenhuma responsvel tampouco pela morte da garota ou pelos ferimentos do Sr. Juarez essa noite. E se ele 
deu a chave a ela com a qual ela provavelmente teve acesso a cafeteria, ns no somos de maneira nenhuma responsveis por isso, tambm. Legalmente, isso  ainda 
uma infrao."Isso fez o Detetive Canavan observar, "Ento o que voc est dizendo, Sr. Allington,  que se Lindsay usou a chave de Manuel para ter acesso a cafeteria, 
foi bem feito ela ter sua cabea cortada fora?"Presidente Allington pareceu compreensivelmente frustrado por essa observao, e um de seus bajuladores se aproximou 
para dizer, "Isso no  o que o presidente que dizer, de jeito nenhum. O que ele quis dizer foi que, a universidade no pode ser responsabilizada pelo fato de algum 
em nosso quadro de funcionrios ter dado sua chave a uma estudante que posteriormente foi morta na propriedade da universidade..."Detetive Canavan no continuou 
por perto para ouvir mais. E, para meu eterno alvio, ele me levou com ele.Ou pelo menos isso foi um alvio a princpio. Porque isso significava que eu poderia 
adiar minha conversa com Cooper sobre meu pai mais um pouco.Infelizmente, isso significava que eu tinha que conversar com Detetive Canavan ao invs disso."E  
isso? Isso  tudo que voc pode lembrar? Jeans, blusa de flanela, bolas de basquete na cabea. E os sapatos? Eles estavam usando tnis? Sapatos leves?""Tnis," 
eu disse, lembrando do chiado no cho."Bem." Ele piscou.  tarde, e ele provavelmente esteve na jurisdio o dia inteiro. O nmero de copos de isopor jogados desordenadamente 
no cho perto de sua mesa indica como ele est conseguindo manter seu nvel de energia por tanto tempo. "Isso estreita muito.""Desculpe-me. O que voc disse? Eles 
estavam-" 
"Usando bolas de basquete em suas cabeas. Sim. Voc mencionou isso.""A gente acabou aqui?" Eu queria saber."Ns terminamos," Detetive Canavan disse. "Exceto pela 
advertncia usual.""Advertncia?""No se envolva na investigao do assassinato de Lindsay Combs.""Certo," eu disse. Eu poderia ser to sarcstica quanto ele 
podia. "Porque eu supostamente tropecei no pobre Manuel sendo esfaqueado pelos assassinos dela, de propsito.""Ns no sabemos se o ataque ao Sr. Juarez e o assassinato 
de Lindsay esto conectados," Detetive Canavan apontou. Vendo minhas sobrancelhas levantadas, ele adicionou, "Ainda.""Que seja," eu disse. "Posso ir?"Ele assentiu, 
e eu estava fora de l como uma bala. Eu estava cansada. Tudo o que eu queria era ir pra casa. E trocar minha cala rgida com o sangue de Manuel.Eu fui para o 
corredor da Sexta Jurisdio, esperando ver Cooper l, sentado na mesma cadeira que ele sempre sentava quando ele estava esperando que eu sasse de uma das minhas 
muitas visitas ao Detetive Canavan (hoje  um novo recorde, duas vezes em menos de doze horas).Mas a cadeira estava vazia. Na verdade, o corredor estava vazio.Foi 
quando eu notei que estava nevando realmente forte l fora. Eu quero dizer, realmente forte. Eu podia apenas perceber a forma do Ranger Rover estacionado na frente 
da estao. Mas quando eu sa e olhei pela janela do motorista, eu reconheci o marido de Patty, Frank.Ele sobressaltou-se quando eu bati na janela, e a abriu."Heather!" 
Patty inclinou-se do assento de passageiro. "A est voc! Desculpe, ns no te vimos, a gente estava ouvindo um livro em fita. Um sobre paternidade que a nova bab 
recomendou.""A bab que te assusta?" Eu perguntei."Sim, ela mesma. Deus, voc deveria ter visto a cara dela quando a gente disse que estvamos vindo aqui. Ela 
quase...Bem, esquece. Entre, voc deve estar congelando!" 
Eu entrei no banco de trs. O interior estava quente e cheirava fracamente a comida indiana. Porque Frank e Patty estiveram aproveitando algumas samonas enquanto 
eles esperavam por mim."Como vocs sabiam onde eu estava?" Eu perguntei, enquanto eles me passavam uma, embriagada em molho de tamarindo. Yum."Cooper ligou," Frank 
explicou. "Disse que ele tinha que correr e perguntou se ns poderamos de buscar. Por causa de um de seus casos, eu acho. No que ele est trabalhando, de qualquer 
jeito?""Como eu deveria saber?" Eu perguntei, com minha boca cheia. "Como se ele fosse me dizer.""Voc realmente viu algum sendo esfaqueado?" Patty perguntou, 
virando em seu banco. "Voc no est assuntada? O que  isso no seu jeans?""Eu no tenho que estar assustada," eu disse, mastigando. "E isso  sangue.""Oh, Deus!" 
Patty se virou rapidamente para encarar o pra-brisa novamente. "Heather!""T tudo bem," eu disse. "Eu posso simplesmente comprar novos." Embora, com a minha sorte, 
eu terei aumentado um nmero, graas a todo o prazer de feriado no qual eu estava embebedada.Nmero 44 continua sendo normal para uma mulher americana. Apesar de 
voc no precisar comprar vrios jeans novos para acomodar seu novo nmero. Isso pode ser duro para o bolso. O que voc tem que fazer, no lugar,  uma reduo no 
consumo de frango frito de bodega. Talvez.Apesar disso depender de como voc fica nos jeans novos."Est realmente nevando bastante," Frank observou, enquanto ele 
saia da sua primorosa vaga. Em circunstncias comuns, esse espao seria instantaneamente tomado por algum veculo que estava esperando. Mas  uma nevasca, e ningum 
est nas ruas. Os flocos esto caindo densos e rapidamente, j recobrindo a rua e as caladas com uma polegada de material branco fofo. "Eu no posso imaginar como 
Cooper ser capaz de fazer qualquer investigao nesse tempo."Frank  apenas levemente obcecado com o fato de que Cooper  um detetive particular. 
A maioria das pessoas fantasia ser um astro do rock. Bem, acontece que estrelas do rock fantasiam ser detetives particulares. Ou, em meu caso, voltar a ser uma mulher 
de tamanho 38 no vaidosa, capaz de comer qualquer coisa que quiser.Apesar de eu no ser realmente uma estrela do rock. No mais."Heather, eu espero que voc esteja 
sendo cuidadosa dessa vez," Patty se aborrece no banco da frente. "Eu quero dizer, sobre essa garota morta. Voc no est se envolvendo em uma investigao, est? 
No como da ltima vez?""Ou, cus, no," eu digo. Patty no precisa saber sobre minha viagem  Casa Tau Phi. Ele tem muito com o que se preocupar, sendo uma ex-modelo 
e mulher de um astro do rock, para no mencionar me de um beb que, pela ltima notcia, comeu uma rosquinha (bagel) com tudo, quase do tamanho de sua prpria cabea 
- de uma s vez."Bom," Patty diz. "Porque eles no te pagam o suficiente para voc se submeter a ser quase morta, como da ltima vez."Quando Frank pra em frente 
da casa de Cooper, eu vejo que algumas das luzes esto acesas...o que me surpreende, desde que significa que Cooper provavelmente est em casa.Mas antes que eu 
possa sair do carro, Frank diz, "Oh, Heather, sobre o pequeno bar no Joe- "Eu congelo com minha mo na maaneta da porta. Eu no posso acreditar - com o sangue 
e tudo mais - eu esqueci sobre o convite de Frank para me juntar  ele e sua banda."Oh", eu digo, freneticamente tentando pensar em uma desculpa. "Sim. Sobre isso. 
Posso te responder depois? Porque eu estou realmente cansada nesse momento, e eu realmente no posso pensar direito-""No tem nada no que pensar," Frank diz alegremente. 
"Isso vai ser apenas eu e os rapazes e mais ou menos sento e sessenta de nossos amigos e famlia. Vamos. Vai ser divertido.""Frank," Patty diz, aparentemente tendo 
tido um relance do meu rosto. "Talvez agora no seja o melhor momento pra perguntar sobre isso." 
"Vamos, Heather," Frank diz ignorando sua esposa. "Voc nunca vai superar seu medo de palco se voc no voltar a subir l. Por que no fazer isso no meio de amigos?"Medo 
de palco?  esse o meu problema? Engraado, eu pensei que era apenas receio de ter as pessoas vaiando e jogando coisas em mim. Ou pior...rindo abafadamente, do modo 
como o pai de Cooper e Jordan fez, quando eu toquei as minhas prprias msicas naquele dia fatdico no escritrio da Cartwright Records...."Eu vou pensar sobre 
isso," Eu disse a Frank. "Obrigada pela carona. At mais."Eu mergulhei para fora do carro antes que Patty ou o marido dela pudessem dizer qualquer coisa, ento 
corri para a porta da frente, abaixando minha cabea contra o ataque dos flocos de neve.Uffa. Essa foi por um triz.Dentro, Lucy me encontrou na sala de espera, 
excitada por me ver, mas no que eu fosse sair nesse exato momento para caminhar com ela. Algum j havia a levado para passear."Ol?" eu chamei, tirando meu casaco 
e meu cachecol.Ningum respondeu. Mas eu senti o cheiro de algo incomum. Levou-me um minuto para perceber de que era o cheiro. Ento eu percebi o porqu: era uma 
vela. Eu e Cooper no somos pessoas de vela - Cooper porque, bem, ele  um cara, e eu porque j as vi causando tantos incndios no Fischer Hall que eu sou paranica, 
achando que eu, tambm, irei esquecer e deixar uma queimando desacompanhada.Ento por que tem algum queimando uma vela na casa?O cheiro est vindo de l de cima...no 
da sala de estar ou da cozinha, e no do escritrio do Cooper. Est vindo de l de cima, onde Cooper dorme.Ento isso me acertou. Cooper provavelmente est em casa 
e entretido. Em seu quarto. Com velas.O que s pode significar uma coisa: ele tem um encontro. claro. Foi por isso que ele no pde esperar por mim l na jurisdio,
e teve que ligar para Frank e Patty!
Ele tem um encontro.Eu parei na base das escadas,
tentando entender porque essa constatao fez com que eu me sentisse repentinamente to preocupada. Eu quero dizer, no  como se Cooper SOUBESSE sobre a enorme
paixo que eu tenho por ele. Por que ele NO DEVERIA sair com outras pessoas? S porque ele NO tem sado com ningum (que eu saiba...ele com certeza no trouxe 
ningum para casa) desde que eu me mudei no significa que ele NO DEVE ou NO PODE. Agora que eu pensei sobre isso, ns na verdade nunca discutimos a coisa sobre 
convidados noturnos. Isso apenas no  um assunto que alguma vez surgiu.At agora.Bem, ento o que? Ele trouxesse algum pra dormir em casa. Isso no tem nada 
a ver comigo. Eu vou apenas me arrastar para o terceiro andar e ir para cama. No h nenhuma razo para parar, bater e perguntar o que ele est fazendo. Mesmo que 
eu esteja morrendo para ver como ela . Cooper tem uma reputao em sua famlia de sempre sair com super inteligentes, incrivelmente bonitas, e at mesmo exticas 
mulheres. Como neurocirurgis que tambm so ex-modelos. Esse tipo de coisa.Mesmo se eu pensasse que eu alguma vez tive alguma chance romntica com Cooper, uma 
olhada nas muitas ex-namoradas dele teria me curado. Eu quero dizer, que cara iria querer uma ex-estrela do pop fracassada que agora trabalha como assistente diretor 
de um complexo residencial e veste jeans tamanho 38 (ou possivelmente 40) quando ele pode ter uma cientista que uma vez foi Miss Delaware?Sim. Certo. Nenhum. Eu 
quero dizer, a no ser que a cientista venha a ser realmente chata. E talvez no goste de Ella Fitzgerald (eu tenho todas as msicas dela memorizadas, incluindo 
o scat). E talvez no seja o caloroso, engraado ser humano que eu acredito que eu seja...Pare. PARE COM ISSO. 
Eu estou me arrastando pela escada em direo ao segundo andar o mais silenciosamente que eu posso - Lucy ofegando ao meu lado - quando eu noto alguma coisa estranha. 
A porta do quarto do Cooper est aberta...mas l no tem nenhuma luz acesa. Enquanto que a porta do quarto de hspedes no fim do corredor do andar do quarto de Cooper 
est aberta, e l tem uma luz acesa, e a luz est trmula. Como uma chama de vela. Quem na terra poderia estar em nosso quarto de hspedes com uma vela?"Ol?" Eu 
digo de novo. Porque se Cooper est entretendo amigas em nosso quarto de hspedes, bem,  apenas sua violenta sorte se eu entrar com tudo. Seu quarto  o santurio 
particular dele - eu nunca ousei me aventurar a entrar nele...mesmo que apenas porque ele raramente pode ser encontrado l. Tambm porque lenis de mil dlares 
me assustam.Mas o quarto de hspedes?A porta est na verdade apenas ligeiramente entreaberta. Ainda, isso  tecnicamente aberta. E  por isso que eu a empurro 
para abri-la um pouco mais, e digo, "Ol?" pela terceira vez......ento grito com a viso de meu pai fazendo o downward-facing dog. (posio de yoga) 
16Amor  uma linha em um filme ruimMgoa em uma velha cano de rdioE voc, voc  s confusoMas a confuso conhece o caminho para meu coraoSem Ttulo 
(Untitled)Escrita por Heather Wells"Eu acho yoga extremamente relaxante," Papai explicou. "No acampamento eu fazia isso toda manh e toda noite. Isso realmente 
me rejuvenesce."Eu o encarei atravs do quarto.  estranho ouvir seu pai chamar a cadeia de acampamento. Especialmente enquanto ele est fazendo yoga."Pai," eu 
digo. "Voc pode parar isso por um minuto e falar comigo?""Claro, querida," Papai diz. E volta a ficar sobre os ps.Eu no posso acreditar nisso. Ele est claramente 
acomodado. Sua mala est aberta - e vazia - no assento da janela. Seus sapatos esto em baixo da penteadeira, alinhados to organizadamente quanto se ele estivesse 
no exrcito.Tinha uma mquina de escrever - uma mquina de escrever! - em cima da antiquada escrivaninha, junto com uma pilha arrumada de materiais de escritrio. 
Ele est usando um conjunto de pijamas azuis, e l estava uma grande vela de ch verde queimando em cima do seu criado mudo, junto com uma cpia da Biografia de 
Lincoln."Meu Deus," eu digo, balanando minha cabea. "Como voc entrou aqui? Voc arrombou a porta?""Claro que no," Papai diz, parecendo indignado. "Eu aprendi 
um monte de coisas no acampamento, mas eu no arranjei nenhum bico roubando um Medeco trancado. Seu namorado (young man) me convidou para ficar.""Meu -" Eu senti 
meus olhos rolando para dentro da minha cabea. "Pai. Eu te disse. Ele no  meu namorado. Voc no disse nada a ele sobre como eu a -""Heather." Papai parecia 
abatido. "Claro que no. Eu nunca iria trair um segredo como esse. Eu meramente expressei meu descontentamento com minha situao de moradia atual, na frente do 
Sr. Cartwright, e ele me ofereceu acomodaes aqui -""Pai" Eu gritei. "Voc no fez isso!" 
"Bem, o Hotel Chelsea era dificilmente um lugar adequado para um homem na minha posio," ele disse pacientemente. "Eu no sei se voc est ciente disso, Heather, 
mas muitas pessoas com fichas criminais moraram no Hotel Chelsea. Na verdade assassinos. Esse no  o tipo de ambiente que uma pessoa que est tentando se reabilitar 
deve freqentar. Alm do mais, l era bastante barulhento. Toda aquela msica alta e aquele barulho de buzinas. No, isso" - ele olhou em volta o confortvel quarto 
branco com uma expresso feliz - " muito mais eu.""Pai." Eu no pude segurar isso. Eu no consegui continuar de p. Eu afundei sobre o lado da cama queen-sized. 
"Cooper disse por quanto tempo voc pode ficar?""Na verdade," Papai disse, estendendo a mo para acariciar as orelhas de Lucy, desde que ela me seguiu para dentro, 
"ele disse. Ele disse que eu podia ficar tanto tempo quanto fosse necessrio at que eu pudesse voltar a me virar sozinho.""Pai." Eu queria gritar. "Srio. Voc 
no pode fazer isso. No  que eu no queira trabalhar no nosso relacionamento - seu e meu, eu quero dizer.  s que... voc no pode tirar vantagem da generosidade 
do Cooper dessa forma.""Eu no estou," Papai disse trivialmente. "Eu estarei trabalhando para ele, em troca do aluguel."Eu pisquei. "Voc vai... o que?""Ele est 
me contratando como empregado das Investigaes Cartwright," Papai disse... um pouco orgulhoso, eu acho. "Assim como voc, eu estou trabalhando para ele. Eu vou 
ajud-lo a seguir pessoas. Ele disse que eu tenho o visual exato... meio que imperceptvel. Ele disse que eu me misturo."Eu pisquei mais. "Voc se mistura?" 
"Exatamente." Papai abriu a gaveta de seu criado mudo e pegou uma pequena flauta de madeira. "Eu estou tentando entender isso como um elogio. O fato que eu sou imperceptvel, 
eu quero dizer. Eu sei que sua me muitas vezes se sentiu desse jeito, mas eu no estava ciente de que isso era verdade no mundo em geral. Oh, bem. Oua essa pequena 
melodia que eu aprendi no acampamento.  bastante tranqila. E depois da noite que voc teve, eu tenho certeza que voc precisa relaxar um pouco." Ele prosseguiu 
levando a flauta a seus lbios e comeou a toc-la.Eu fiquei sentada ali por um minuto mais enquanto as notas - triste e, como ele havia mencionado, estranhamente 
tranqilas - me banhavam. Ento eu me agitei e disse, "Pai."Ele imediatamente parou de tocar. "Sim, querida?" essa ternura que est me matando. Ou provavelmente 
me fazendo querer MAT-LO. "Eu vou ir para a cama agora. Ns vamos falar sobre isso novamente pela manh.""Bem, est certo," ele disse. "Mas eu no vejo o que existe 
para falar. Cooper  obviamente um homem de bom senso. Se ele quer me contratar, eu no vejo porque voc deveria opor-se."Eu no vejo o porqu eu devo me opor, 
tampouco. Exceto... como eu vou fazer Cooper perceber que eu sou a mulher dos sonhos dele com meu PAI por perto? Como eu vou, em algum momento, fazer aquele jantar 
romntico para dois que eu estive planejando? No tem nada romntico em jantar em trio."Eu percebi que eu no tenho sido o melhor pai pra voc, Heather," Papai 
continuou. "Nem sua me nem eu cuidamos de voc com um modelo exemplar de crescimento. Mas eu espero que o dano no seja to srio que voc seja incapaz de consolidar 
um relacionamento agradvel agora. Porque eu sinceramente desejo que esse seja o tipo de relacionamento que voc e eu possamos ter um com o outro. Porque todo mundo 
precisa de uma famlia, Heather."Famlia?  isso o que eu preciso?  isso o que est errado comigo? Eu no tenho uma famlia? 
"Voc parece cansada," Papai disse. "Isso  compreensvel, depois do dia que voc teve. Aqui, talvez isso ajude a te acalmar." Ento ele comeou a tocar a flauta 
novamente.Okay. Isso eu no preciso.Eu me inclinei e soprei completamente a vela de ch verde de meu pai, e apreendi isso do criado mudo. "Isso  um perigo de 
incndio," eu falei, na minha melhor voz de assistente diretor de conjunto residencial. Ento eu sa do quarto e fui l pra cima, para o meu prprio apartamento. 
A neve no parou. Quando eu acordei de manh, eu olhei para fora da janela e vejo que ela continua caindo - mais devagar agora, e em uma quantidade menor. Mas ainda 
em grandes flocos fofos. E quando eu saio da cama - o que no  fcil, considerando o quanto estava confortvel l, com Lucy meio esparramada sobre mim - e vou at 
a janela, eu encontro-me olhando uma terra da fantasia de inverno.A cidade de Nova Iorque parece diferente depois de uma nevasca. At uma polegada pode fazer diferena 
- isso cobre toda a sugeria e as pichaes, e faz tudo parecer galante e novo.E vinte polegadas - que o que parece que a gente teve durante a noite - pode fazer 
a cidade parecer outro planeta. Tudo est tranqilo... nenhum som de buzina, nenhum alarme de carro...cada som  abafado, cada galho se esfora sob o peso de tanto 
material branco fofo, cada peitoral de janela est coberto por isso. Olhando para isso l fora, eu percebo, com um repentino disparar de corao, o que est acontecendo: 
um dia de neve.Eu percebo isso at mesmo antes de eu atacar o telefone e ligar para a linha vermelha do tempo da universidade. Oh, isso. As aulas esto canceladas 
pelo dia. A escola est fechada. A cidade, na verdade, est fechada. Apenas o pessoal de emergncia essencial deveria estar nas ruas. Sim.Exceto,  claro, quando 
voc vive a duas quadras longe de onde voc trabalha, voc no pode exatamente alegar que voc no conseguiu chegar.Mas ainda assim. Voc pode se atrasar. 
Eu gastei meu tempo tomando banho de banheira - por que ficar em p se voc no precisa? - e me vestindo. Eu tive que recorrer ao meu jeans de reserva por causa 
da marca de sangue em meu par principal, e me apavorei ao descobrir que ele est levemente justo. Okay, mais do que levemente. Eu tenho que usar o meu velho truque 
de enfiar meias com enchimento junto da cinta do meu jeans para estic-los, enquanto eu estou fazendo profundas curvas inclinadas. Eu digo pra mim mesma que isso 
 porque eles acabaram de vir da secadora. Duas semanas atrs.E quando eu removo as meias, antes de descer, eles esto um pouquinho menos apertados. Pelo menos 
eu posso respirar.E  enquanto eu estou respirando, que eu percebo que eu estou sentindo um cheiro no familiar. Pelo menos, no familiar nessa casa.Bacon. E, 
se eu no estou enganada, ovos.Eu deso apressadamente - Lucy nos meus calcanhares - e fico horrorizada quando eu entro na cozinha e encontro Cooper l, lendo o 
jornal, enquanto meu pai est no fogo em um par de calas marrons e um suter de l. Cozinhando o caf da manh."Isso," eu digo aos gritos, "tem que parar."Papai 
vira-se e sorri para mim. "Bom dia, querida. Suco?"Cooper abaixa uma das pginas do jornal. "Por que voc est acordada?" ele quer saber. "Eles acabaram de dizer 
que a Faculdade de Nova Iorque est fechada."Eu o ignorei. Mas eu no posso ignorar Lucy, que est na porta dos fundos, arranhando-a para poder sair. Eu abro a 
porta, deixando entrar uma rajada de vento rtica. Lucy parece desapontada com o que ela v l, mas corajosamente segue em frente. Eu fecho a porta atrs dela e 
me viro para encarar meu pai.Porque eu tomei uma deciso. E isso no tem nada a ver com a flauta de madeira."Pai," eu digo. "Voc no pode morar aqui. Me desculpe, 
Cooper. Foi muito legal da sua parte oferecer. Mas isso  estranho demais.""Relaxa," Cooper diz, de traz do seu jornal. 
Eu sinto minha presso sangunea disparar outros dez pontos para cima. Por que isso sempre acontece quando qualquer um diz a palavra relaxe?"Srio," eu digo. "Eu 
quero dizer, eu moro aqui tambm. Eu, alm disso, sou uma funcionria das Investigaes Cartwright. Eu no tenho uma palavra nisso?""No," Cooper diz, de traz de 
seu jornal."Querida," Papai diz, virando-se e me entregando uma caneca fumegante de caf. "Beba isso. Voc nunca foi uma pessoa matinal. Igualzinho a sua me.""Eu 
no sou igual  mame," eu digo. De qualquer forma eu pego o caf. Porque est com um cheiro maravilhoso. "Certo? Eu no sou igual a ela. Voc est vendo, Cooper? 
Voc v o que voc fez? Voc convidou esse homem para morar aqui e ele j est me dizendo que eu sou igual a minha me. E eu no sou nada parecida com ela.""Ento 
o deixe ficar aqui," Cooper diz, ainda no tirando os olhos de seu jornal, "e prove isso para ele.""Sua me  uma pessoa agradvel, Heather," papai diz, enquanto 
ele coloca dois ovos estrelados e um pouco de bacon em um prato. "S no durante a manh. Assim como voc. Aqui." Ele me entrega o prato. Ele arrumou os ovos para 
que eles ficassem parecendo olhos, e o bacon uma boca sorridente, igual a como ele costumava fazer quando eu era uma criana.De repente eu sou inundada por um desejo 
de chorar. Maldio. Como ele pde fazer isso comigo?"Eles parecem timos, obrigada," eu murmuro, e me sento na mesa da cozinha."Bem," Cooper diz, finalmente baixando 
o jornal, "agora que isso est resolvido, Heather, seu pai vai ficar com a gente por um tempo, at ele descobrir qual ser o prximo passo dele. O que  bom, porque 
eu posso usar a ajuda. Eu tenho mais trabalho do que eu posso lidar sozinho, e seu pai tem exatamente o tipo de qualidade que eu preciso em um assistente." 
"A habilidade de se misturar," eu digo mastigando um pedao de bacon. Que est, por sinal, delicioso. E eu no sou a nica que acha isso. Lucy, que meu pai deixou 
entrar depois que ela arranhou a porta, est aproveitando um pedao que eu dei a ela, tambm."Correto," Cooper diz. "Uma habilidade que nunca deveria ser subestimada 
quando voc est no campo da investigao particular."O telefone toca. Papai diz, "Eu atendo," e deixa a cozinha para atend-lo.No segundo que ele sai, Cooper 
diz, em um tom diferente, "Olhe, se isso for realmente um problema, eu vou arranjar um quarto pra ele em algum lugar. Eu no tinha percebido que as coisas estavam 
to... incertas... entre vocs dois. Eu pensei que isso poderia ser bom para voc."Eu olhei para ele. "Bom para mim? Como ter meu pai ex-trapaceiro morando comigo
pode ser bom pra mim?""Bem, eu no sei," Cooper diz, parecendo inconfortvel. " s que... voc no tem ningum.""Pelo que eu acredito, ns j discutimos isso
antes," eu disse acidamente, "voc tambm no tem.""Mas eu no preciso de ningum," ele apontou."Eu tambm no," eu disse."Heather," ele disse, sem rodeios. "Voc 
precisa. Ningum morto deixou sua casa na cidade pra voc e fez voc independentemente prspero. E, sem ofensas, vinte e trs mil dlares por ano, em Manhattan, 
 uma piada. Voc precisa de todos os amigos e famlia que voc possa arranjar." "Incluindo presidirios?" eu pergunto."Olhe," Cooper diz. "Seu pai  um homem 
extremamente inteligente. Eu tenho certeza ele vai se virar sozinho. E eu acho que voc vai querer estar por perto quando isso acontecer, nem que seja apenas para 
impor culpa o suficiente nele para faz-lo gastar algum dinheiro com voc. Ele te deve pelo menos instruo superior.""Eu no preciso de dinheiro para instruo 
superior," eu digo. "Eu posso ir de graa porque eu trabalho l, lembra-se?""Sim," Cooper diz, com uma bvia pacincia forada. "Mas voc no precisaria trabalhar 
l se seu pai concordasse em pagar seus estudos." 
Eu pisquei para ele. "Voc quer dizer... lagar meu trabalho?""Para ir para escola em tempo integral, se ter um diploma  realmente seu objetivo?" Ele deu um gole 
em seu caf. "Sim." engraado, mas de qualquer jeito o que ele est dizendo faz sentindo, eu no posso imaginar como seria no trabalhar no Conjunto Fischer. Eu 
s estou fazendo isso por um pouco mais de meio ano, mas parece que eu venho fazendo isso a minha vida toda. A idia de no ir para l todos os dias soa estranho. 
assim que todo mundo que trabalha em escritrio se sente? Ou isso  s porque eu na verdade gosto do meu trabalho?"Bem," eu disse, miseravelmente, encarando meu 
prato. Meu prato vazio. "Eu acho que voc est certo. Eu s... eu sinto como se levasse vantagem suficiente de sua hospitalidade. Eu no quero minha famlia vivendo 
s suas custas, tambm.""Por que voc no deixa eu mesmo me proteger de aproveitadores?" Cooper disse ironicamente. "Eu posso cuidar de mim mesmo. E alm do mais, 
voc no leva vantagem. Minhas contas nunca estiveram to bem organizadas. As faturas na verdade so pagas a tempo de receber descontos, e elas esto todas precisas. 
 por isso que eu no posso acreditar que eles esto fazendo voc fazer matemtica medicinal, voc est fazendo um trabalho maravilhoso-"Eu respirei profundamente 
na palavra matemtica medicinal, de repente lembrando de alguma coisa. "Oh, no!"Cooper olhou assustado. "O que?""Noite passada foi minha primeira aula," eu disse 
deixando minha cabea cair em minhas mos. "E eu faltei! Minha primeira aula... meu primeiro curso para crdito escolar... e eu perdi!""Eu tenho certeza que seu 
professor ir entender, Heather," Cooper disse. "Especialmente se ele anda lendo o jornal ultimamente."Papai voltou para a cozinha, segurando o telefone sem fio 
do corredor da frente. 
" para voc, Heather," ele disse. "Seu chefe, Tom. Que jovem encantador que ele . Ns tivemos uma agradvel conversa sobre o jogo de ontem a noite. Srio, para 
um time de terceira diviso, os garotos de vocs ofereceram um excelente espetculo."Eu peguei o telefone dele, rolando meus olhos. Se eu tiver que ouvir mais alguma 
coisa sobre basquete, eu vou gritar.E o que eu vou fazer sobre o que Kimberly disse noite passada? Tinha alguma coisa acontecendo entre o Tcnico Andrews e Lindsay 
Combs? E se tinha... por que ele iria matar ela por isso?"Eu sei que a escola est fechada," eu disse para Tom. "Mas ainda assim eu estou indo." Porque, considerando 
meu novo companheiro de casa, uma mono no poderia me manter longe, para no falar um pequeno vento do noroeste." claro que voc est," Tom disse. Claramente, 
a idia de que eu poderia fazer o que todos os outros nova-iorquinos esto fazendo hoje - ficando em casa - nunca nem ocorreu  ele. " por isso que eu estou feliz 
de te encontrar antes de voc sair. Dr. Jessup ligou -"Eu gemi. Esse no  um bom sinal."Yeah," Tom disse. "Ele ligou da sua casa em Westchester, ou seja l onde 
ele mora. Ele queria ter certeza que um representante da Habitao iria aparecer no hospital para visitar Manuel hoje. Para mostrar que ns nos importamos. E tambm 
para levar flores, desde que no tem nenhuma floricultura aberta, devido  tempestade, ele disse que se voc comprasse alguma coisa da loja de presentes do hospital, 
eu poderia reembolsar voc com o fundo para pequenas despesas...""Oh," eu disse. Eu estou confusa. Essa  uma espcie de misso de perfil superior. Eu quero dizer, 
Dr. Jessup geralmente no pede para seus assistentes diretores se intrometerem como representantes do departamento. No que ele no confie em ns.  s que... bem, 
eu pessoalmente no tenho sido a pessoa mais popular no quadro de funcionrios desde que eu deixei o assistente diretor do Conjunto Wasser cair durante um jogo de 
confiana. "Voc tem certeza que sou eu que ele quer que v?" 
"Bem," Tom disse, "ele na verdade no especificou. Mas ele quer que algum do Departamento de Habitao v, para fazer parecer que ns nos importamos - ""Ns nos 
importamos," eu o lembrei."Bem,  claro que a gente se importa," Tom disse. "Mas eu acho que ele quis dizer ns como Departamento de Habitao, no ns como as 
pessoas que realmente conhecem Manuel. Eu s tinha esperanas desde que voc e Manuel j tm uma relao prvia existente, e foi voc quem, efetivamente, salvou 
a vida dele, e - ""E eu estou duas quadras mais perto do St. Vincent's do que qualquer outra pessoa que est no Conjunto Fischer nesse momento," eu terminei para 
ele. Tudo est ficando claro agora."Algo parecido com isso," Tom disse. "Ento. Voc vai fazer isso? Passar por l antes de vir pra c? Voc pode pegar um txi 
l para voltar - se voc conseguir achar algum - e Dr. Jessup disse que ele ir te reembolsar se voc trouxer o recibo...""Voc sabe que eu estou feliz em fazer 
isso," eu disse. Toda vez que eu tenho que gastar dinheiro e colocar isso na conta do departamento  um dia feliz pra mim. "Como voc est, de qualquer forma?" Eu 
perguntei, tentando soar indiferente, apesar da resposta ser vitalmente importante para minha futura felicidade.No tem como saber que tipo de chefe terrvel eu 
poderia arranjar se Tom fosse embora. Possivelmente algum como Dra. Kilgore..."Voc continua pensando...eu quero dizer, no outro dia voc mencionou que estava querendo 
voltar para o Texas -""Eu estou tentando levar um dia de cada vez, Heather," Tom disse, com um suspiro. "Assassinato e agresso nunca foram cobertos em nenhuma 
de minhas classes pessoais de estudo, voc sabe.""Certo," eu disse. "Mas, voc sabe, no Texas eles no tem nevascas divertidas. Pelo menos, no com muita freqncia.""Isso 
 verdade," ele disse. Ainda assim, Tom no soou convencido da superioridade de Nova Iorque sobre o Texas. "De qualquer forma, eu te vejo daqui a pouco. Se mantenha 
aquecida." 
"Obrigada," eu disse. E eu desliguei... para encontrar Cooper olhando para mim de maneira esquisita por cima de seu caf."Indo para St. Vincint's para visitar Manuel?" 
ele perguntou negligentemente. Muito negligentemente."Sim," eu disse, desviando o meu olhar. Eu sei o que ele est pensando. E nada poderia estar mais distante 
da verdade. Bem, talvez no nada... "Eu duvido que eu v encontrar um txi, ento  melhor eu ir vestir umas roupas quentes - ""Voc est indo apenas desejar ao 
Manuel melhoras," Cooper disse, "e ento voltar para o trabalho, certo? Voc no iria, digo, sair por a tentando pergunt-lo sobre quem o atacou noite passada e 
porque, no ?"Eu ri energeticamente com isso. "Cooper!" eu gritei. "Deus, voc  to engraado! Claro que eu no iria fazer isso. Eu quero dizer, o pobre homem 
foi brutalmente esfaqueado. Ele esteve em cirurgia a noite toda. Ele provavelmente no estar nem acordado. Eu apenas vou passar por l, deixar as flores - e bales 
- e ir embora.""Certo," Cooper disse. "Porque o Detetive Canavan te disse para ficar fora da investigao sobre o assassinato de Lindsay.""Totalmente," eu disse.Papai, 
que esteve assistindo nossa conversa com o mesmo tipo de interesse que ele assistiu o jogo de basquete noite passada, pareceu confuso. "Por que Heather iria interferir 
na investigao da morte dessa pobre garota?""Oh," Cooper disse, "vamos apenas dizer que sua filha tem uma tendncia a ficar envolvida um pouco demais com as vidas 
dos residentes dela. E suas mortes."Papai me encarou seriamente. "Agora, querida" ele disse, "voc deveria, de verdade, deixar esse tipo de coisa com a polcia. 
Voc no quer se machucar, no ?"Eu olhei de papai para Cooper e ento de volta para meu pai. De repente isso me acertou: eu estou em minoria. Agora tem dois deles, 
e apenas uma de mim.Eu dei um grito frustrado e sa da cozinha. 
17.Essa cidade no  apenas ao e concretoEssa cidade no  apenas milhes de histriasDentes trincados, mas ainda estou sorrindoUm esperto lutador de rua dizendo" 
Venha e me tente " (come on and try me)"Lutador de rua"Escrito por Heather Wells]A loja de presentes estava aberta, graas a Deus. As flores no tinham exatamente 
um aspecto fresco, devido a no-entrega naquela manh por conta das condies da estrada, que eram to ruins que eu no s no poderia conseguir um txi, mas teria 
que andar praticamente no meio da rua a fim de evitar os montes de neve na altura dos meus joelhos.Ainda assim, eles tinham bales de todos os tamanhos e descries, 
e o tanque de Hlio estava funcionando, ento eu me diverti fazendo um enorme buqu de bales. Ento eu os arrumei em um suporte dizendo FIQUE BEM LOGO para boas 
maneiras e me certifiquei de que o suporte- FIQUE BEM LOGO poderia ser retirado, assim Manuel pode dar de presente para uma namorada ou sobrinha. Voc tem que pensar 
nessas coisas quando d um monte de brinquedo a um homem. (num tenho mta certeza dessa parte gente, mas  por a)Eu fiz meu caminho at a UTI, onde Manuel est 
internado, para encontr-lo acordado, mas grogue, com tubos entrando e saindo de si. Tem muita gente nesse quarto, incluindo uma mulher que aparenta ser sua me, 
que est cada exausta numa cadeira ao lado de Julio, tambm sonolento. Embora eu veja dois policiais-postados em cada entrada para a unidade de cuidados intensivos- 
No vejo Detetive Canavan em qualquer lugar. Ele no conseguiu passar pela cidade ainda, ou ento ele estava aqui e se foi. 
H dois responsveis pela aplicao da lei inclinados contra a parede na porta do quarto de Manuel, ambos em ternos midos at os joelhos devido ao passeio pelos 
montes de neve l fora. Eles esto segurando copos de caf de isopor. Um diz enquanto eu me aproximo, "Canavan tirou alguma coisa dele?". "Nada que faa algum sentido." 
O homem mais novo est usando uma gravata com uma estampa tropical festiva."Perguntou se ele sabia por que tinha sido esfaqueado. Tudo o que ele fez foi gemer.""Canavan 
perguntou a ele sobre a chave?""Sim. Teve a mesma resposta. Nada" "E sobre a garota?""Nada.""Talvez ns devssemos pedir o tio da criana pra perguntar a ele", 
o mais velho diz, indicando um Julio sonolento. "Talvez ele responda melhor a rostos reconhecidos.""A criana est completamente fora disso", seu colega disse encolhendo 
os ombros. "No estamos conseguindo merda nenhuma dele."Ambos os homens me notaram ao mesmo tempo. Eu sou do tipo difcil de perder, com o meu enorme buqu de bales. 
Alm disso, eu estou claramente s escutas. "Posso ajud-la senhorita?", o mais novo pergunta, soando entediado."Oh, oi." Eu disse. "Eu no quis interromper. Estou 
aqui para ver Manuel Juarez? Eu sou do Departamento de Habitao da Faculdade de Nova Iorque, onde Manuel trabalha. Eles me enviaram pra ver como ele est indo.""Voc 
tem identidade?" o detetive mais velho, ou o que quer que ele seja, pergunta numa voz to aborrecida quanto a de seu colega. Eu procuro desajeitadamente minha identidade 
nas minhas coisas (?). Tive que ter o mais novo segurando os bales enquanto fazia isso. 
"Bonito o urso," ele comenta secamente."Obrigada," eu digo. "Eu acho que ."Eles checam minha identidade. Ento o mais velho me entrega de volta e diz: "pode entrar," 
enquanto aponta para o quarto do Manuel.Eu pego meus bales de volta e, com alguma dificultade, manobro-os pela porta, ento me aproximo quieta do lado de Manuel. 
Ele me assiste o tempo todo, sem fazer qualquer som. O nico barulho que ouo, de fato,  a respirao pesada de seu tio e de uma mulher que eu assumo ser sua me. 
E os clicks de todas as mquinas prximas de sua cama, fazendo o que quer que elas faam a ele."Bem, ol, Manuel," eu digo com um sorriso, mostrando a ele os bales. 
"Isso  para voc, de todos ns do Fischer Hall. Ns esperamos que voc melhore logo. Desculpa pelo urso, eu sei que isso  um pouco, voc sabe. Mas eles no tinham 
mais flores."Manuel esboa um leve sorriso. Encorajada, eu sigo em frente. "Voc no est se sentindo muito quente, est? Eu sinto muito que aqueles caras tenham 
feito isso a voc, Manuel. Isso realmente fede."Manuel abre sua boca para dizer algo, mas a nica coisa que sai  um barulho gutural. Eu vejo seu olhar indo para 
a jarra marrom na mesa ao lado de sua cama. H alguns copos de papel perto dela."Voc quer gua?" eu pergunto. "Algum lhe disse que voc no pode beber? Porque 
algumas vezes eles no querem que voc beba, se voc vai fazer alguma outra cirurgia ou algo assim."Manuel balana sua cabea. Ento, aps deixar os bales alcanarem 
o teto para que eu no tenha mais que segur-los, eu coloco um pouco de gua em um copo de papel."Aqui est," eu digo, e seguro o copo em sua frente.Ele est muito 
fraco para segurar com suas mos - elas esto pesadas por causa de todos os tubos entrando nelas de qualquer forma - ento eu coloco o copo em seus lbios. Ele bebe 
avidamente. 
Quando ele termina o primeiro copo, ele olha apontando para a jarra, ento, deduzindo que ele quer mais, eu encho novamente. Ele bebe este tambm, mas mais devagar. 
Quando ele termina, eu pergunto se ele quer mais. Manuel sacode sua cabea, e finamente consegue falar."Eu estava com tanta sede," Manuel diz. "Eu tentei falar 
para aqueles caras-" Ele aponta para os dois detetives no corredor. "Mas eles no me entenderam. Eu no conseguia falar, minha garganta estava muito seca. Obrigado.""Oh," 
eu digo. "Sem problemas.""E obrigado pelo que voc fez na noite passada," Manuel diz. Ele no parece conseguir falar muito alto - embota Manuel, sempre no pico 
da sade, nunca foi de falar muito alto - ento  difcil ouvir o que ele est falando. Mas eu me curvo sobre ele e consigo ouvir a maior parte do que ele diz. "Tio 
Julio diz que voc salvou minha vida."Eu sacudo minha cabea. "Ah, no," eu digo. "Srio, foram os paramdicos. Eu estava apenas no lugar certo e na hora certa, 
isso  tudo.""Bem," Manuel diz, esboando um sorriso, "que sorte a minha, ento. Mas ningum quer me dizer... ns ganhamos?""O jogo de basquete?" Eu no consigo 
me impedir de rir. "No. Ns fomos massacrados na segunda metade.""Foi minha a culpa," Manuel diz, parecendo estar em dor."No foi sua a culpa." Eu ainda estou 
rindo. "Os Chores so uma droga, isso  tudo.""Minha culpa," Manuel diz de novo. Sua voz vacila.Ento eu paro de rir. Porque eu percebo que ele est chorando. 
Lgrimas grossas esto se formando por trs de suas plpebras, ameaando cair a qualquer minuto. Ele parece querer levantar suas mos para sec-las, mas no consegue."No 
foi sua culpa, Manuel," eu digo. "Como voc pode ao menos pensar algo assim? Os caras do time nem ao menos sabiam o que tinha acontecido com voc at bem depois. 
O Treinador Andrews no os contou-""No," Manuel diz. As lgrimas esto escorrendo de suas plpebras por seu rosto. "O que estou dizendo  que  minha culpa sobre 
Lindsay.  minha culpa que ela tenha morrido." 
Whoa! "Manuel," eu digo. "No  sua culpa se algum matou Lindsay. No  sua a culpa de jeito nenhum.""Eu dei a ela a chave," Manuel insiste. E ento ele consegue 
mover uma mo. Ele curva seus dedos em punho e bate na maca, pateticamente leve."Isso no quer dizer que voc a matou," eu o asseguro."Ela no estaria morta se 
eu no tivesse dado a ela. Eu deveria ter dito no quando ela pediu. S que... ela estava chorando.""Certo," eu digo. Eu procuro pelos dois detetives fora do quarto. 
Eles desapareceram. Aonde eles foram? Eu quero correr atrs deles, falar para eles entrarem aqui... Mas eu no quero que o Manuel pare de falar. "Voc disse isso 
noite passada. Quando ela foi at voc chorando, Manuel? Quando ela te pediu pela chave?"Foi logo antes de eu ir para casa," ele diz. "Segunda-feira de noite. Aps 
a cefeteria ser fechada s sete. Eu estava dobrando, porque Fernando teve que ir para a festa de anoversrio de sua av. O feriado. Voc sabe. E ela veio at mim, 
eu estava colocando meu casaco para ir para casa, e disse que precisava pegar emprestada a chave da cafeteria, porque ela tinha deixado algo l dentro.""Ela disse 
o que era?" eu pergunto, olhando para a porta. Aonde estavam aqueles caras? "O que ela tinha deixado l, quero dizer?"Manuel balana sua cabea. Ele ainda est 
chorando."Eu deveria ter ido com ela. Eu deveria ter ido e aberto a porta para ela, e esperado enquanto ela pegava o que quer que fosse. Mas eu deveria encontrar 
algum" - do jeito que ele diz a palavra algum, est claro que ele quer dizer uma namorada - "e eu estava ficando atrasado, e ela ... bem, ela era Lindsay.""Certo," 
eu digo, encorajando-o. "Todos ns conhecamos Lindsay. Todos ns confivamos nela." Embora eu esteja comeando a pensar que talvez ns no deveramos. 
"Sim. Eu sei que eu no deveria ter dado a ela," Manuel continua. "Mas ela era to linda e legal. Todo mundo gostava dela. Eu no podia imaginar que ela poderia 
querer a chave para qualquer coisa ruim. Ela disse que era realmente importante - algo que ela deveria devolver para... as pessoas de quem ela tinha pego emprestado. 
Ou eles ficariam bravos, ela disse"Meu sangue congelou. Essa  a nica coisa em que eu consigo pensar para explicar porque eu estremeci de repente. "Ela no disse 
quem eles eram?"Manuel sacudiu sua cabea."E ela definitivamente disse eles, no plural, como se fosse mais de uma pessoa?"Ele concorda.Bem, isso foi estranho. 
A menos que Lindsay tenha dito eles ao invs de ele, a fim de esconder o sexo de quem quer que fosse que ela estava falando."Ento voc deu a chave a ela," eu digo.Ele 
concorda museravelmente. "Ela me disse que me devolveria. Ela disse que me encontraria na mesa da frente na manh seguinte, s dez horas, e me devolveria a chave. 
E eu esperei. Eu estava l esperando quando a polcia chegou. Ningum me disse o que estava acontecendo. Eles s passaram por mim. Eu estava esperando por ela, e 
o tempo todo ela estava l dentro, morta!"Manuel desabafa. Ele est sacudindo um pouco, de tanto que est chorando. Uma das mquinas que est ligada a ele comea 
a apitar. A mulher que eu assumo ser sua me se mexe sonolenta."se..." Manuel diz. "Se-""Manuel, no fale," eu digo. Para a mulher que acaba de acordar, eu digo. 
"Chame uma enfermeira." Seus olhos se arregalam e ela sai correndo do quarto."Se..." Manuel continua dizendo."Manuel, no fale," eu digo. A essa altura, Julio 
est de p, murmurando algo em espanhol para seu sobrinho.Mas Manuel no se acalma."Se no foi minha culpa," ele finalmente consegue colocar para fora, "ento 
por que eles tentaram me matar?" 
"Porque eles acham que voc sabe quem eles so," eu digo. "As pessoas que mataram Lindsay acham que voc pode identific-ls. O que significa que Lindsay deve ter 
lhe dito algo que fez eles pensarem isso. Ela disse, Manuel? Tente se lembrar.""Ela disse... ela disse algo sobre algum chamado-""Doug?" eu pergunto. "Ela disse 
algo sobre algum chamado Doug? Ou talvez Mark?"Mas o apito est ficando mais alto, e agora um mdico e duas enfermeiras vem correndo, seguidos pela me de Manuel... 
e os dois detetives."No," Manuel diz. Sua voz ficando mais fraca. "Eu acho que era... Steve. Ela disse que Steve ficaria to bravo..."Steve? Quem  Steve? 
As plpebras a deriva de Manuel se fecharam. A mdica grita "Saiam do caminho" e eu pulo para o lado enquanto ela baguna (?) ao entorno com os tubos de Manuel. 
O sinal sonoro, misericordiosamente, volta ao seu normal, em uma taxa muito mais silenciosa. A doutora o examina, aliviada. Manuel,  claro, caiu no sono. "Todo 
mundo para fora", diz uma das enfermeiras, acenando-nos em direo a porta. "Ele precisa de descanso agora." "Mas eu sou sua me," a mulher mais velha insiste."Voc 
pode ficar," a enfermeira cede "o resto de vocs, para fora."Eu me sinto horrvel. Me arrasto para fora, juntamente com os dois detetives, enquanto Julio e Sra.Juarez 
ficam com Manuel."O que aconteceu com ele?" o detetive mais novo me pergunta enquanto atinge o corredor.E ento eu digo a ele. Eu digo a ele tudo Manuel disse. 
Especialmente a parte sobre Steve. Ele parece entediado. "Ns sabamos de tudo isso" o mais velho diz - meio que acusando -como se eu estivesse desperdiando seu 
tempo de propsito."No, vocs no sabiam," eu disse chocada."Sim, sabemos," o mais novo concorda com seu parceiro. "Estava tudo no relatrio. Ele disse tudo isso 
ontem  noite, sobre a chave.""No a coisa sobre Steve," eu digo."Eu tenho bastante certeza que tem um Steve no relatrio," o detetive mais velho diz."Steve," 
o mais novo diz. "Ou John, talvez.""No tem nenhum John," Eu digo. "S um Doug. Talvez um Mark. Mark era o namorado da garota morta. Bem, exceto que ela estava 
vendo um cara chamado Doug na lateral. E agora existe o Steve. S no um Steve que eu conhea-" "Ns j pegamos tudo isso," o mais jovem detetive diz de novo, com 
o olhar irritado.Eu os encaro ferozmente. "Onde est o Detetive Canavan?" 
"Ele no conseguiu chegar  cidade esta manh," o mais velho diz. "Devido s condies da estrada onde ele vive.""Bem," eu digo, "vocs vo ligar para ele e falar 
sobre esse tal de Steve? Ou eu vou ter que fazer isso?"O detetive mais novo diz, "Ns j lhe falamos, senhorita. Ns sabemos sobre-""Claro, ns vamos ligar para 
ele," o mais velho interrompe.O mais novo parece surpreso. "Mas Marty-""Ns vamos ligar para ele," o mais velho diz novamente, piscando um olho para o mais novo. 
O mais novo prossegue, "Ah, sim. Sim. Ns vamos ligar para ele."Eu s fico l olhando para eles. Est claro que o Detetive Canavan disse a eles sobre mim. Tambm 
est claro que ele no disse nada de bom."Sabe," eu disse, truculenta, "Eu tenho o celular dele. Eu poderia simplesmente ligar para ele eu mesma.""Por que voc 
no faz isso?" Marty, o detetive mais velho, diz. "Eu tenho certeza que ele adoraria ouvir de voc."O mais novo sorri.Eu me sinto corar. Ser que eu sou mesmo 
um p no saco no Detetive Canavan? Quero dizer, eu sei que sou. Mas eu nunca pensei que ele sairia por a reclamando de mim para o resto dos detetives. Eu sou a 
piada do Sexto Distrito?Provavelmente."Certo," eu digo. "Eu vou embora." E eu viro para ir embora. "Espere. Senhorita Wells?"Eu viro para encar-los. O detetive 
mais novo est segurando uma caneta e um bloco de notas."Desculpe, senhorita Wells, eu quase esqueci." Ele parece totalmente srio. "Pode me dar o seu autgrafo?"Eu 
estreito meus olhos. Que tipo de piada  essa?" srio," ele diz. "Eu disse para minha irmzinha que voc est sempre na estao, e ela me pediu para conseguir 
o seu autgrafo para ela, se eu puder."Ele parece sincero. Eu pego a caneta e o bloco de notas, sentindo certo embarao por ter sido to fria com ele."Claro," 
eu digo. "Qual  o nome de sua irm?""Ah, ela s quer sua assinatura," o detetive diz. "Ela diz que autgrafos no vendem to bem no eBay se so personalizados."Eu 
olho para ele. "Ela quer meu autgrafo apenas para vend-lo?" 
"Bem, sim," o detetive diz, como se no acreditasse que eu pensasse em outra coisa. "O que mais ela vai fazer com todos aqueles seus CDs velhos? Ela disse que tem 
uma chance maior de vender os dela se for junto a um autgrafo. Ela diz que assim vai se destacar de todas as outras milhares de pessoas vendendo sua coleo de 
CDs Heather Wells.Eu entrego a ele o bloco e a caneta. "Adeus, detetives," eu digo, e me viro para ir."Aw, vamos l," o detetive chama por mim. "Heather! No seja 
assim!""Ser que no podemos simplesmente nos dar bem?" Marty quer saber. Ele est rindo tanto qque mal consegue que as palavras saiam.Quando euchego ao elevador, 
me viro e digo o que penso deles. Com meu dedo do meio.Mas isso s faz com que eles riam mais.Eles esto errados, quando dizem que uma crise traz o melhor que 
h nos nova-iorquinos. No traz. 
18.No deixe o amor passar por voc como um farolCarregando seu corao atravs da noite No adianta esperar as coisas aconteceremPare, entre na briga"No 
deixe o amor"Escrito por Heather WellsEu fiz meu caminho de volta para o Fischer Hall em um instante... mais ou menos. Eu no pude achar um txi- simplesmente 
no havia nenhum. Os poucos carros que eu vejo na rua so carros de policiais. Um deles para na Six Avenue e se senta perto da roda traseira, enquanto um grupo de 
pessoas sai do caf mais prximo e da Gap para ajudar a esvaziar" (desculpem, complicou aqui )No eu, no entanto. Eu j tive minha cota de polcias para o dia.Eu 
ainda estou resmungona sobre a coisa dos autgrafos quando eu finalmente piso em meu gabinete... s para descobrir Tom no meu assento, e as portas para o seu gabinete 
fechado. 
Atrs dele, eu ouvi o sopro da voz de Dr. Kilgore. "Oh, vamos l", eu digo, tirando o meu chapu de tric. Eu posso sentir o meu cabelo flutuando no ar por causa 
de todas a esttica, mas eu no me importo. "Voc est me dizendo que ela est aqui de novo?""Para o resto da semana, eu tenho medo", disse Tom melancolicamente. 
"Mas alegre-se. Amanh  sexta-feira.""Ainda assim". Eu saio do meu casaco e deslizo para a cadera de Sarah. "Eu me sinto violada. Quem est em l?" "Cheryl Haebig", 
diz ele. "Novamente?"Ele d de ombros. "Sua colega de quarto foi morta. Ela est toda despedaada com isso." Eu olhei a pintura de Monet na parede. "Lindsay no 
foi to boa como todo mundo pensa que ela era," Eu me ouvi dizer.Tom eleva suas sobrancelhas. "Ol?""Pois bem, ela no era", eu diria. "Voc sabe que ela totalmente 
convenceu Manuel em dar sua chave para a CAF. Pra que ela precisava dela? Ela disse a ele que ela deixou alguma coisa l que ela tinha de pegar. Mas por que ela 
no foi a uma das RA se era esse o caso? Elas seriam capazes de deixar que ela entrasse to facilmente como Manuel, se tudo que ela precisava era pegar alguma coisa. 
No, ela foi at ele porque ele estava em seu caminho para um encontro e ela sabia que ele no teve tempo para esperar ela obter o que quer que fosse, e apenas daria 
a ela a chave se ela pedisse. Ento, ela a teria toda a noite. Ela estava trabalhando ele. Da forma como ela trabalhou todos os rapazes. E as meninas, mesmo. Quer 
dizer, Magda era louca por ela." 
"Voc parece ter um monte de problemas com Lindsay", diz Tom. "Talvez voc precise ser a prxima a falar com a Dra. Kilgore" "Cala a boca," eu o aconselho.Ele 
sorri maldosamente. "Voc tem algumas mensagens." E as passa para mim.Jordan Cartwright. Jordan Cartwright. Jordan Cartwright. Tad Tocco.Espera. Quem  Tad Tocco?"Estou 
indo pegar caf", diz Tom, levantando-se com a sua caneca. "Voc quer ter algum?"Yeah", eu digo, quase no dando ateno. "Caf seria bom." Quem  Tad Tocco, e 
por que o seu nome soa de forma familiar?Ento, depois que Tom deixou o escritrio, eu gritei, "Coloca algum chocolate quente nele!" "Tudo bem", grita Tom volta.A 
porta do escritrio de Sam  aberta com fora, e Dra. Kilgore ps sua cabea para fora para olhar para mim. "Poderia", diz ela me testando, "manter a sua voz baixa, 
por favor? Tenho uma aluna muito consternada aqui.""Ah, claro," eu digo culpada. "Desculpa." Ela me encara e BATE a porta.Eu despenco mais profundamente em meu 
lugar. Sarah deixou uma cpia do jornal da escola na sua mesa, aberto na pgina de esportes. H uma foto de Treinador Andrews sobre o mesmo, batendo suas mos e 
gritando em um borro sobre a quadra em frente a ele. A legenda diz, Steven Andrews dando gritos de encorajamento aos seus jogadores. E meu sangue gela em minhas 
veias.Steven. Steven Andrews. 
E a prxima coisa que eu sei, eu estou no telefone com o Departamento Atltico. "Uh, oi", eu digo, quando algum finalmente atende ao telefone. "O Treinador Andrews 
est hoje?"Quem quer que responde soa ranzinza... possivelmente porque ele, como eu, foi forado a vir e trabalhar em um dia de neve."Onde mais ele estaria?" a 
pessoa ranzinza responde, "Ele tem um outro jogo neste fim de semana, voc sabe." O cara desligou na minha cara. Mas eu no me importo. Porque eu descobri o que 
eu preciso saber. Treinador Andrews est por a. O que significa que posso ir mais para o Complexo Winer e pergunta-lhe sobre seu relacionamento com Lindsay...No, 
espere. Eu no posso fazer isso. Eu prometi. Eu prometi a todos que eu no me envolveria dessa vez... Mas eu prometi a Magda que no deixaria o nome da Lindsay ser 
arrastado por meio da lama. E, se Treinador Andrews estava dormindo com ela, como a Kimberly sugeriu, logo isso significa que Lindsay estava tirando vantagem de 
uma pessoa em posio de poder. Bem, tanto poder quanto um treinador de basquete pode ter sobre uma lder de torcida. No mnimo, o relacionamento era totalmente 
inadequado...Mas o que poderia eventualmente Lindsay ter deixado na cafeteria que ela precisava devolver ao Treinador Andrews to desesperadamente?Realmente h 
apenas uma maneira de descobrir. 
E  por isso que me levantei da escrivaninha de Sara, depois de parar na pilha de reciclagem na base da escadaria e pegar uma caixa com um bom tamanho, eu me apressei 
para o saguo enrolando meu leno de volta ao redor do meu pescoo e quase colidindo com meu chefe que estava carregando duas canecas de caf da cafeteria. "Onde 
voc est indo?" Tom quer saber, de olho na caixa."Os pais da Lindsay ligaram," eu minto.  realmente assustador como estas coisas saltam da minha lngua. No  
preciso imaginar que pareo no ter coragem de cantar na frente de ningum.  cada vez mais claro que o meu verdadeiro talento reside em um sentido completamente 
diferente do que o desempenho vocal. "Eles querem algum para esvaziar seu armrio no Complexo Winer."Tom olha confuso "Espere... eu pensei que Cheryl e suas amigas 
que j o fizeram. Quando elas pegaram seu sweater"."Eu acho que no", eu digo, encolhendo os ombros. "Eu vou estar de volta em um pouco." Tchau! "Antes de ele 
pode dizer outra palavra, eu me lancei fora para o vento e frio, usando a caixa como o meu escudo para enfrentar a neve. A ida  devagar, ningum teve a chance de 
escavar as caladas ainda, devido ao fato de que a neve apenas abrandou um pouco, no parou. Mas eu estou com as minhas Timberlands, ento meus ps permanecem secos 
e relativamente quentes. E, mesmo assim, eu gosto de neve. Ela cobre os depsitos de cigarros de maconha e xido nitroso que sujam a calada, e abafa o som das sirenes 
e buzina dos carros.De verdade, os donos de carros no sero capazes de tirar seus carros por uma semana, uma vez que os arados de neve - suas luzes piscando branco 
e laranja, branco e laranja enquanto eles passam, refletindo contra os montes de neve empilhados em cada lado da rua - s vo cobri-los de novo. 
Mas  claro que  bonito. Especialmente em Washington Square Park, onde a neve agora totalmente enche a bacia da fonte, e cobriu as esttuas de George Washington 
com cabeleiras de Inverno branco. Pingentes de gelo reluzem sobre os ramos pretos torcidos de rvores, em que, noutra poca, os criminosos foram enforcados. S esquilos 
perturbam a vastido branca de neve sob essas rvores, onde uma vez sepulcros de pobres, no bancos verdes, descansaram. O cachorro corre vagamente, como numa rea 
de brincar, balanando (?) pra frente e para trs com o vento. O nico sinal de vida provm do crculo do xadrez, que , como sempre, ocupado, pelas pessoas desalojadas 
que evitam a duvidosa segurana do abrigo local para desalojados, e jogadores sobreviventes (?) que esto dispostos a enfrentar a natureza a fim de obter um bom 
jogo. 
 assim que eu gosto deminha cidade: de qualquer jeito, menos vazia. Deus, eu realmente sou uma nova-iorquina azarada. Mesmo assim, linda do jeito que essa cidade 
est, eu fico aliviada quando abro a porta do complexo esportivo e consigo sacudir a neve das minhas botas. Meu rosto descongela lentamente enquanto eu pego minha 
identidade e mostro para o segurana, que acena para mimatravs do scanner de mo. O prdio, como sempre, fede a suor e cloro da piscina. Est bastante vazio - a 
maioria dos estudantes no parecem achar necessrio enfrentar os elementos a fim de prosseguir com sua malhao diria.Nem tanto para com o time de futebol dos 
Chores, entretanto. Eu os vejo quando olho para trs do trio de corrida, na quadra de baixo, praticando as enterradas que eles no tm permio de tentar durante 
um jogo, se balanando no aro, esse tipo de coisa. A quadra parece maior com todas as arquibancadas puxadas para trs. Enquanto eu assisto, algum passa a bola aa 
Mark - eu reconheo seu corte de cabelo (flattop - tipo de corte de cabelo que fica totalmente reto em cima, assim[ HYPERLINK "http://www.flattopsystems.com/acatalog/flattop%5B1%5
D.gif" \t "blank" http://www.flattopsystems.com/acatalog/flattop%5B1%5D.gif].)."Shepelsky," seu companheiro de time diz. "tente um layup (um tipo de lance do
basquete)."Mark pega a bola, faz alguns dribles e joga a bola. Eu juro que tem pelo menos um metro de ar entre a sola de seu tnis e a quadra. Quando ele pousa,
eu ouo o mesmo barulho de borracha atritando em alguma superfcie encerada que eu ouvi a noite passada, quando os assassinos mascarados de Manuel fugiram da cena.No 
que isso signifique alguma coisa. Quero dizer, todos os tnis soam desse jeito. Alm disso, Mark e seus amigos provavelmente estavam no vestirio enquanto Manuel 
estava sendo esfaqueado, levando bronca do treinador. Eles no poderiam ter nada a ver com o que aconteceu a ele.A menos...A menos que o Treinador Andrews tenha 
sido a pessoa que os ordenou fazer aquilo. 
Estou deixando minha imaginao me levar. Melhor levar a mim mesma e minha caixa para o escritrio do Treinador Andrews e ver se tem algo de verdade nessa minha 
idia louca antes de comear a imaginar cenrions nos quais Steven Andrews  um Svengali com a habilidade de converncer jovens garotos atrasados a fazer seus menores 
contatos...Talvez nas escolas da Diviso I, onde o treinador de basquee s vem atrs de Deus - ainda mais importante que o presidente da universidade - algum como 
o Treinador Andrews teria seu assistente pessoal para guardar sua privacidade. Mas aqui, h apenas um estudante sentado na recepo do Escritrio de Esportes, lendo 
uma cpia de Fountainhead."Ei", eu digo a ele. "O Treinador Andrews est?"O garoto nem ao menos levanta a cabea de seu livro, apenas inclina a cabea na direo 
de uma porta aberta."L dentro," ele diz.Eu o agradeo e me aproximo da porta, de onde vejo Steven Andrews sentado em uma mesa coberta pelo que me parece livros 
de jogo. Ele tem sua cabea em suas mos, e est olhando para um papel com um bom nmero de X's e O's. Ele lembra, literalmente, Napoleo planejando uma batalha.Ou 
talvez a mim, fazendo escala dos quartos, j que eu ainda no descobri como mexer no sistema de computador do Departamento de Habitao."Um, Treinador Andrews?" 
eu digo.Ele olha para cima. "Sim?" ento, enquanto eu tiro meu chapu e meu cabelo cai no meu rosto, ele parece me reconhecer. "Oh, oi. Voc ... Mary?""Heather," 
eu digo, sentando na cadeira  frente de sua mesa. Eu no me incomodo em apontar que os mveis de escritrio do Complexo Esportivo Winer
so muito mais legais que os
mveis de meu escritrio. No tem sofs de vinil laranja aqui, no senhor. Tudo  preto ou de ferro cromado.Eu aposto que o Treinador Andrews ganha mais do que
R$23.500 por ano, tambm.Embora ele no ganhe de graa todas as barras de Dove que puder comer. Provavelmente."Certo," ele diz."Desculpe. Heather. Voc trabalha
no Fischer Hall." "Certo," eu digo. "Onde a Lindsay viveu." 
Eu assisto a sua reao ao nome "Lindsay" com cuidado.Mas no h reao. Ele no se encolhe nem fica plido. Ele simplesmente parece interrogativo. "Ah ?"Cara. 
Essa  uma noz difcil de quebrar."Sim,' eu digo. "Eu estava apenas me perguntando... Ser que algum tirou as coisas de seu armrio?" Agora o Treinador Andrews 
parece confuso. "Seu armrio?""Isso," eu digo. "Seu armrio aqui no complexo esportivo. Quero dizer, assumindo que ela tinha um.""Tenho certeza que ela tinha," 
Treinador Andrews diz. "Mas isso  algo que voc estaria melhor se perguntasse  treinadora das lderes-de-torcida, Vivian Chambers. Ela seria quem poderia lhe dizer 
qual era o armrio de Lindsay, e qual  a combinao. Ela tem um escritrio no final do corredor. S que eu no acho que ela veio hoje. Por causa da nevasca.""Ah," 
eu digo. "A treinadora das lderes-de-torcida. Claro. S que... bem, eu estou aqui agora.
E tenho essa caixa.""Bem." o Treinador Andrews parece realmente querer 
ajudar. Srio. Quero dizer, o cara tem um jogo importante chegando, e ele est disposto a tirar tempo para ajudar um colega de trabalho empregado da Universidade 
de Nova Iorque. E um empregado que ganha muito menos dinheiro que ele. "Eu acho que provavelmente poderia conseguir o nmero e a combinao do Almoxerifado. Deixe-me 
dar um telefonema.""Wow," eu digo. Ele est sendo super prestativo porque  realmente um cara legal? Ou porque ele se sente culpado pelo que fez a Lindsay? "Isso 
 to legal de sua parte. Obrigada.""Sem problemas," diz o Treinador Andrews, enquanto pega seu telefone e disca. 
"Quero dizer, isso se os caras conseguiram vir trabalhar hoje..." Algum do outro lado da linha atende, e Steven Andrews diz, "Oh, Jonas, que bom que voc veio. 
Olha, eu tenho uma mulher aqui do Departamento de Alojamento que precisa limpar o armrio de Lindsay Combs. Eu estava me perguntando se vocs tm a combinao. Ah, 
e tambm se sabem qual armrio , j que que Viv no conseguiu chegar ao trabalho esta manh... Vocs tm? Srio? Sim, isso seria timo. Ok, sim, me ligue de volta."Ele 
desliga e vira para mim. "V est com sorte," ele diz. "Eles vo procurar e depois me ligam."Eu estou impressionada. Srio. "Isso ... Obrigada, isso foi realmente 
legal de sua parte.""Ah, sem problemas," o Treinador Andrews diz novamente. "Tudo que eu puder fazer para ajudar. Quero dizer, o que aconteceu a Lindsay foi to 
terrvel!""No foi?" eu digo. "Quero dizer, especialmente j que a Lindsay - bem, ela era to popular.  difcil acreditar que ela tinha algum inimigo.""Eu sei," 
o Treinador Andrews se recosta em sua cadeira. "Essa  a parte que me intriga. Ela era, tipo, universalmente adorada. Por todos.""Quase todos," eu digo, pensando 
em Kimberly, que honestamente no parece ter sido muito f dela."Bem, certo," diz o Treinador Andrews. "Quero dizer, alm de quem quer que tenha feito isso a ela."Hmmm. 
Ele no parece estar ciente da inimizade entre Kimberly e Lindsay."," eu digo. "Claramente algum no gostava dela. Ou estava fazendo com que ela se calasse sobre 
algo."Os olhos azuis de Steven Andrews esto arregalados e sem culpa quando eles encontram os meus. "Sobre o qu? Quero dizer, Lindsay era uma boa garota. Isso 
que  to complicado em tudo isso. Para mim, quero dizer. Para vocs, eu tenho certeza que  pior. Quero dizer, voc e seu chefe... Qual  o nome dele mesmo? Tom 
alguma coisa?Eu pisco. "Snelling. Tom Snelling.""Isso," o treinador diz. "Quero dizer... ele  novo, certo?""Ele comeou ms passado," eu digo. Espera a. Como 
ns samos do assunto Lindsay, e camos em Tom? 
"De onde ele vem?" Treinador Andrews quer saber. "Da Universidade do Texas," eu digo. "O negcio sobre a Lindsay -""Wow," o treinador diz. "Essa deve ser uma grande 
mudana para ele. Quero dizer, vindo de uma Universidade pequena para o "Big Apple". Quero dizer, tem sido difcil para mim, e eu vim logo ali de Burlington.""Sim," 
eu digo. "Eu imagino que seja difcil. Mas Tom est lidando bem com isso". Eu no menciono a parte na qual ele quer pedir demisso. "Sobre Lindsay, o que eu estava 
me perguntando era-""Ele no  casado, ?" o Treinador Andrews pergunta. Casualmente. Muito casualmente.Eu o encaro. "Quem? Tom?""Sim," ele diz. De repente eu 
reparo que suas bochechas esto ficando meio... rosadas. "Quero dizer, eu no vi uma aliana.""Tom  gay," eu digo. EU sei que ele  um treinador de um time se 
futebol da terceira diviso e tudo. Mas srio, quo denso esse cara pode ser?"Eu sei," diz o Treinador Andrews. Agora suas bochechas esto vermelhas. "Eu estava 
me perguntando se ele est tendo algum relacionamento com algum."Eu me vejo sacudindo minha cabea para ele, piscando. "N-no..."Oh." O treinador parece visivelmente 
aliviado - mesmo feliz - de ouvir isso. "Porque eu estava pensando, voc sabe,  difcil mudar para uma nova cidade e comear um novo trabalho e tudo. Talvez ele 
gostaria de tomar uma cerveja alguma hora, ou algo do tipo. Eu no-"Seu telefone toca. O Treinador Andrews atende. "Andrews," ele diz. "Ah, timo. Deixa s eu pegar 
uma caneta."Eu sento l enquanto Steven Andrews escreve o nmero do armrio de Lindsay e a combinao, tentando entender o que eu penso que acabou de acontecer. 
Porque a menos que eu esteja enganada, o Treinador Andrews  gay. E parece querer namorar o meu chefe."timo, muito obrigado," o treinador diz, e desliga o telefone."Aqui 
est," ele diz, escorregando o pedao de papel no qual ele escreveu at mim. "Apenas v at o vestirio feminino, e voc o encontrar. Nmero seiscentos e vinte 
e cinco." 
Eu pego o papel e coloco em meu bolso. "Obrigada," eu digo."Sem problemas," o Treinador Andrews diz. "Onde ns estvamos, mesmo?""Eu... eu... eu no sei.""Ah, 
certo, Tom," ele diz. "diga a ele para me ligar qualquer hora. Voc sabe. Se ele quiser curtir.""Curtir," eu repito. "Com voc.""Sim." O Treinador Andrews deve 
ver algo no meu rosto que o alarma, j que ele pergunta, parecendo repentinamente ansioso, "Pera, isso foi totalmente inapropriado, no ? Talvez eu deva eu mesmo 
ligar para ele.""Talvez," eu digo, "voc deva.""Certo." O treinador concorda. "Voc est certa. Eu devo. Eu s achei que - bem, voc sabe. Voc parece legal, e 
talvez voc... mas esquea."Essa foi, para mim, a tentativa mais elaborada do mundo para despistar uma suspeita de assassinato, ou ento o treinador Andrews era, 
de fato, gay.Ser que a Kimberly mentiu para mim?  o que est comeando a parecer. Especialmente quando Steven Andrews se inclina para a frente e sussurra, "No 
quero soar como uma garota, mas eu tenho, tipo, todos os seus CDs."Eu pisco para ele uma ltima vez. Ento eu digo, "timo. Eu vou indo agora.""Tchau," ele fiz, 
alegremente.E eu pego minha caixa e saio. Rpido. 
19So 4 da manh e meu brao est esticadoMas no h um txi em lugar algumDeveria ter visto que no era para serIr para casa,  o metr para mim."Taxi"Escrita 
por Heather Wells"Ligue para o Treinador Andrews," eu digo ao Tom, quando volto ao escritrio.Ele olha por cima de seu computador - ou eu deveria dizer, o meu 
computador. "O qu?""Ligue para Steve Andrews," eu digo, me jogando na cadeira de Sarah e largando a caixa - vazia; algum j tinha limpado o armrio da Lindsay, 
como Tom tinha dito - no cho. "Eu acho que ele est afim de voc."Os olhos de Tom se arregalam. "Voc est de sacanagem comigo.""Ligue para ele," eu digo, desenrolando 
minha echarpe, "e veja.""O treinador  gay?" Tom parece to surpreso como se eu tivesse ido at ele e lhe dado um tapa na cara. "Aparentemente. Por qu? Ele no 
disparou seu gaydar?" (gaydar = radar para detectar pessoas gays)"Qualquer cara gato dispara mey gaydar," Tom diz. "Mas isso no quer dizer que eu estou exatamente 
certo.""Bem, ele perguntou sobre voc," eu digo. "Ou isso tudo foi parte de um esquema diablico para nos impedir de suspeitar dele no assassinato de Lindsay, ou 
ele realmente est afim de voc. Ligue para ele, para que a gente descubra qual das duas opes  a verdadeira."A mo de Tom est quase alcanando o telefone quando 
ele para e diz, me dando um olhar confuso, "Espere. O que o Treinador Andrews tem a ver com o assassinato da Lindsay?""Ou nada," eu respondo, "ou tudo. Ligue para 
ele."Tom balana sua cabea. "No, no. Eu no vou fazer algo dessa importncia na frente de uma platia. Nem mesmo uma platia que seja voc. Eu vou fazer isso 
do meu apartamento." Ele gira sua (bem, minha, na verdade) cadeira, e levanta. "Nesse momento." 
"Apenas me diga o que ele disse," eu peo, enquanto Tom corre para a porta e ento ao elevador. Quando ele se vai, eu sento e me pergunto at onde Andrews est disposto 
a levar essa coisa, no caso de ele no ser gay. Ser que ele enganaria o Tom? Tudo em um esforo para despistar os investigadores? Poderia um cara heterossexual 
ao menos fazer isso? Bem, provavelmente, se ele for bi. Mas o Treinador Andrews no parece ser bi. 
Claro que ele tambm nunca me pareceu ser gay, at hoje. Ele fez um trabalho excelente em esconder isso. Mas talvez, se voc  um treinador de basquete, voc tem 
que ser bom em esconder isso. Quero dizer, se voc quiser manter seu trabalho.Eu me pergunto se o Presidente Allington tem alguma idia de que o seu garoto de ouro 
 um garoto gay, quando Gavin McGoren entra no escritrio."Como vo as coisas?" ele diz, e se joga no sof em frente  minha - quero dizer,  mesa de Tom.Eu o 
encaro."Como eu posso saber como vo as coisas?" eu digo. " um dia de neve. Ningum tem aula. Por que voc est aqui? Voc no deveria estar fora, em algum bar 
no SoHo (um bairro), bebendo at cair?"Eu poderia estar," Gavin diz, "exceto que aquele seu chefe diz que eu tenho de v-lo" - ele puxa uma carta disciplinar muito 
amassada e suja de seu bolso de trs - "aconselhamento devido a um incidente envolvendo lcool.""H," eu digo, alegre - "seu perdedor!""Ningum nunca te disse 
que voc no tem uma atitude muito profissional quanto ao seu trabalho?" Gavin quer saber."Ningum nunca te disse que tentar beber 21 doses em uma noite  extremamente 
perigoso, sem falar estpido?"Ele me deu um olhar tipo 'd'. "Ento, como  possvel que eles no tenham capturado ainda o cara que detonou a Lindsay?" ele pergunta."Porque 
nungum sabe quem fez isso." E alguns de ns esto ficando loucos tentando descobrir."Wow," Gavin diz. "Isso faz com que eu me sinta to seguro no ambiente em que 
vivo. Minha me quer que eu me mude para o Wasser Hall, onde as pessoas no tm suas cabeas arrancadas."Eu o encaro, genuinamente chocada. "Voc no vai mudar 
para l, vai?""Eu no sei," Gavin diz, sem me olhar nos olhos. " mais perto da Escola de Cinema.""Oh meu Deus." Eu no consigo acreditar nisso. "Voc est pensando 
nisso.""Bem, tanto faz." Gavin parece desconfortvel. "No  legal, viver no Dormitrio da Morte." 
"Eu imaginei que isso seria muito legal," eu digo, "para um cara que aspira ser o prximo Quentin Tarantino.""Eli Roth," ele me corrige."Tanto faz," eu digo. "Mas 
de qualquer forma, mude para o Wasser Hall se voc est assustado. Pegue." Eu me abaixo e pego a caixa vazia que eu levei ao Complexo Esportivo Winer e trouxe 
de 
volta. "Comece a empacotar suas coisas.""Eu no estou assustado," Gavin diz, empurrando a caixa e levantando seu queixo. Eu percebo que a barba rala est deixando 
de ser to rala e mais cheia. "Quero dizer... Voc no est?""No, eu no estou assustada," eu digo. "Eu estou com raiva. Eu quero saber quem fez isso a Lindsay, 
e o porqu. E eu os quero capturados.""Bem," Gavin diz, finalmente me olhando nos olhos, "eles tm alguma pista?""Eu no sei," eu digo. "Se eles tm, no esto 
me dizendo. Deixe-me te perguntar uma coisa. Voc acha que o Treinador Andrews  gay?""Gay?" Gavin deixa escapar uma gargalhada. "No!" Eu balano minha cabea. 
"Por que no?""Bem, porque ele  um grande esportista.""Historicamente, j tiveram alguns atletas gays, sabe," eu digo.Gavin sorri. "Claro. Jogadoras mulheres.""No," 
eu digo. "Greg Louganis."Ele olha para mim sem expresso. "Que  esse?""Ningum," eu suspiro. "Ele poderia ser gay e simplesmente no querer que algum saiba. 
Porque isso poderia fazer com que os jogadores surtassem.""Nossa, voc acha?" Gavin pergunta, com sarcasmo."Como eu poderia saber?" Gavin pergunta. "Eu nunca conheci 
o cara. Eu s sei que ele  um treinador de basquete, e eles no so gays. A maior parte do time.""Bem, voc j ouviu alguma coisa sobre o Treinador Andrews e Lindsay?""O 
que, tipo, romanticamente?" Gavin quer saber."Sim.""No," ele diz. "E, eu devo acrescentar, que nojo. Ele tem, tipo, trinta anos." Eu estreito meus olhos para 
ele. ". Isso  ser muito velho."Gavin sorri, e diz, "Tanto faz. Alm disso, eu pensei que Lindsay estava cheia de fogo com Mark Shepelsky." 
"Eles esfriaram, aparentemente," eu digo. "Ultimamente ela estava siando com um garoto chamado Doug Winer. Voc o conhece?""Na verdade no." Ele diz. "Eu conheo 
mais o seu irmo, Steve."E a terra subitamente parece entrar nos eixos."O que?" Eu no consigo acreditar no que acabei de ouvir.Gavin, surpreso pela minha reao, 
gagueja, "St-Steve. Sim. Steve Winer. O qu, voc no sabia-""Steve?" eu o encaro. "Doug Winer tem um irmo chamado Steve? Voc est falando srio?""Sim." Gavin 
olha para mim estranhando. "Ele estava em uma das minhas classes de cinema no semestre passado. Ns trabalhamos juntos em um projeto. Foi meio pattico - o que faz 
sentido, j que o Steve  meio pattico. Mas ns samos algumas vezes. Ele est no ltimo ano. E mora na Casa dos Tau Phi."Ele  um Tau Phi, tambm?" Eu no consigo 
digerir tudo isso."Sim. Ele , tipo, presidente da casa, ou algo assim. Bem, ele deveria ser, porque ele  o cara mais velho de l. O cara tem vinte-e-cinco anos, 
e ainda est assistindo aulas como Introduo ao Servio Social e coisas do tipo. Steve quer ser um grande ganhador-de-po, como seu papai. Mas ele  muito estpido 
e preguioso para pensar em alguma outra maneira de fazer isso alm de traficar. Ento..." Gavin suspira. "Ele trafica cocana e essas coisas aos garotos festeiros 
da faculdade, enquanto seu pai - bem como a Universidade de Nova Iorque, at onde eu sei - se fazem de cegos. Quero dizer, faz sentido que a escola no faa nada 
quanto a isso, porque o velho Winer doou o complexo esportivo." Ele sorri. "Pena que seus prprios filhos estejam muito fudidos a maior parte do tempo para us-lo.""Ento 
os garotos Winer so grandes traficantes?" eu pergunto. De repente, o Treinador Andrews no parece nem metade interessante do que ele me pareceu antes. 
"Eu no sei se so grandes," Gavin diz, com um suspiro. "Quero dizer, eles dois traficam, e tudo, tudo bem. Mas voc no deve usar sua prpria mercadoria. Mas quando 
eu tinha aulas com ele, Steve estava usando, o tempo todo. E ento ele estava sempre matando aulas ou dormindo nelas, voc sabe - quando ns deveramos estar trabalhando 
no projeto. Eu tive que fazer acoisa toda sozinho, praticamente. Ns tiramos A, claro. Mas Winer nem agradeceu."E o que ele trafica?" eu pergunto."Voc diz o que 
quer, e Winer consegue. Embora ele tenha princpios. Ele s vende para pessoas que esto prontas para experimentarem os planos alternativos de realidade a que as 
drogas podem te levar.  algo assim." Gavin rola seus olhos. "E que princpios! Voc sabe qual era o Hobby desse cara quando ele era uma criana? Enterrar gatos 
at o pescoo em seu quintal, e ento atropelar suas cabeas com o cortador de gramas.""Isso," eu digo, arregalando os olhos, " nojento.""Isso no  tudo. Steve 
amarrava um tijolo em seus rabos e os jogava na piscina. O cara  um manaco. Alm do mais, ele tem essa coisa com dinheiro. Sabe, o pai deles ganhou uma pilha de 
dinheiro com construes. E ele quer que seus filhos faam o mesmo. Sabe, que achem sua prpria fonte de dortuna, e tal? Ento assim que eles se formarem na faculdade, 
eles no recebero mais dinheiro.  por isso que o Steve est tentando fazer com que sua estadia dure o mximo possvel.Eu olho para ele. "Gavin," eu digo, "como 
voc sabe todas essas coisas?" 
"Que coisas?""Todas essas coisas sobre os Winer."Gavin parece sem expresso. "Eu no sei. Eu j me diverti com eles.""Voc j se divertiu com eles?""Sim," Gavin 
diz. "Voc sabe. Eu acho o Steve um perdedor, mas o cara tem suas conexes. Essa  uma ponte que eu no vou desfazer, mesmo que ele tenha fodido totalmente com nosso 
projeto. Mas, voc sabe, quando eu tiver minha prpria companhia de produo, precisarei de investidores. E dinheiro de drogas  melhor que nenhum dinheiro. Eu no 
preciso perguntar de onde ele vem. Alm disso, algumas garotas bonitas sempre aparecem nas festas da Tau Phi. H uma essa noite..." Sua voz some, e ele olha para 
mim. "Quero dizer, mulheres. No garotas. Mulheres.""H uma festa na casa dos Tau Phi essa noite?" Eu pergunto."Hum," Gavin diz. "Sim?"E de repente eu sei aonde 
estarei essa noite. "Voc pode me colocar para dentro?"Gavin parece confuso. "O qu?""Na festa. Para conhecer Steve Winer." 
Os olhos de Gavin, sempre sonolentos, se arregalam. "Voc quer comprar cocana? Oh, cara! E eu sempre achei que voc fosse certinha! Todas aquelas campanhas anti-drogas 
que voc fez quando era uma estrela-""Eu no quero cocana nenhuma," eu digo."Porque cocana no faz bem pra voc. Um bagulho  muito melhor. Eu posso te arrumar 
um bagulho excelente, vai te amaciar na hora. Porque voc pode ser uma verdadeira chata algumas vezes, sabia disso, Heather? Eu sempre notei isso em voc.""Eu no 
quero nenhum bagulho," eu digo, com os dentes trincados. "O que eu quero fazer ao Steve algumas questes sobre Lindsay Combs. Porque eu acho que o Steve deve saber 
algo sobre isso."As plpebras de Gavin voltam ao seu lugar de sempre. "Ah. Bem, a polcia no deveria estar fazendo isso?""Voc acharia isso, no acharia?" Eu 
dou uma risada. "Mas a polcia no parece realmente se importar, at onde eu entendi. Ento. O que voc diz? Voc acha que consegue me introduzir l?""Claro," Gavin 
diz. "Eu consigo fazer isso. Quero dizer, se voc quiser que eu faa. Eu posso levar voc comigo para a festa de hoje a noite.""Srio?" eu me inclino na mesa de 
Sarah. "Voc realmente faria isso?""Uh," Gavin diz, como se duvidasse de minha sanidade, "sim. Quero dizer, no  nada demais.""Wow." Eu olho para ele. Eu no 
consigo dizer se ele est tentando me ganhar para puxar algum tipo de esquema, ou se ele sinceramente quer ajudar. "Isso seria... timo. Eu nunca fui a uma festa 
de fraternidade antes. Que horas vai comear? O que eu devo vestir?" eu tento no pensar na placa de "GAROTAS GORDAS, VO PARA CASA". Ser que isso ainda vai estar 
l? E se eles no me deixarem entrar por acharem que eu sou gorda? Deus, que embaraoso!Quero dizer, para eles."Voc nunca foi em uma festa de fraternidade antes?" 
Agora Gavin parece chocado. "Jesus, nem mesmo quando voc estava na faculdade?"Eu decido mudar de assunto. "Como uma puta, certo? Eu devo me vestir como uma puta?" 
Gavin no est me olhando mais nos olhos. "Sim, como puta geralmente funciona bem. A coisa geralmente no comea at as onze. Devo ir te buscar?""s onze?" eu praticamente 
grito, ento me lendo de Dr. Kilgore, que eu posso dizer, pelo murmrio por trs da grade, est encontrando algum no escritrio de Tom, e abaixo minha voz. "s 
onze?" Geralmente, s onze horas, eu geralmente pego meu violo, para tocar um pouco antes de ir para cama, seja qual for a msica em que eu esteja trabalhando. 
"Mas  to tarde!"Agora Gavin me olha de volta, rindo. "Vai ter de ajustar seu alarme, ento, Vov?""No," eu digo. A quem ele est chamando de Vov? "Quero dizer, 
se esse  o mais cedo-"".""Bem, tudo bem. E no, voc no pode vir me buscar. Eu me encontrarei com voc do lado de fora do Waverly Hall s onze."Gavin sorri. 
"Qual  o problema? Est com medo de que seu namorado nos veja?""Eu j disse," eu digo. "Ele no  meu-""Sim, sim, sim," Gavin diz. "Ele no  seu namorado. A 
prxima coisa que voc vai dizer  que isso no  um encontro."Eu o encaro. "No . Eu pensei que voc tinha entendido isso. Essa  uma misso exploratria, para 
chegar ao fundo do assassinato de Lindsay. Isso no  nem um pouco um encontro. Embora eu realmente aprecie sua-""Jesus!" Gavin explode. "Eu estava apenas brincando 
com voc! Por que voc tem que ser assim?"Eu pisco para ele. "Assim como?""Toda profissional.""Voc disse h um minuto que eu no era muito profissional," eu 
aponto."Mas  exatamente isso," ele diz. "Voc fica toda quente e gelada. Qual  o seu problema com isso?" Ele diz isso logo antes de o Tom entrar, perguntando."Qual 
 o problema com o qu?" Tom quer saber, escorregando para a cadeira atrs de minha mesa. Eu posso dizer pela sua expresso que seu telefonema para Steve Andrews 
tinha ido bem. O que isso significa? Ser que eu errei de Steve, no fim das contas? Mas por que Kimberly mentiria para mim? 
"Essa coisa," Gavin diz, sacudindo a carta disciplinar na cara de Tom. "Cara, olhe, eu sei que fiz besteira. Mas ns realmente temos que ir adiante com isso? Eu 
no preciso de educao sobre lcool, eu j recebi uma na emergncia do St. Vinnie, cara.""Bem, Gavin," Tom diz, se encostando em minha cadeira. "Voc  um homem 
de sorte, ento. Porque, somando o fato de que atualmente eu no tenho acesso ao meu escritrio - e aconteo de estar de excelente humor - voc est dispensado do 
aconselhamento sobre lcool essa semana."Gavin parece chocado. "Espere... Eu estou?""Por essa semana. Eu irei re-marcar. Por agora... voe," Tom diz, sacudindo 
sua mo para a porta. "Esteja livre.""Oh merda," Gavin diz, alegremente. Ento ele vira para mim. "Te vejo mais tarde, bochecha fofa."E corre para fora.Tom olha 
para mim. "Bochecha fofa?""No pergunte," eu digo. "Srio. Ento, eu suponho que voc e Steve-""s sete da noite, esta noite," Tom diz, sorrindo de orelha a orelha. 
"Jantar no Po.""Romntico," eu digo."Eu espero que sim," Tom replica.E eu tambm... pelo bem dele. Porque se acontecer de eu estar errada, e Steve Andrews no 
for gay, isso significa que h realmente algo no que Kimberly me disse no banheiro feminino na noite passada.At que eu tenha certeza, entretanto, eu me concentro 
na nica outra pista que eu tenho: o misterioso "Steve" de Manuel, o que muito coincidentemente acabou sendo o nome do irmo de Doug Winer. Se ele sabe algo sobre 
a morte de Lindsay, eu poderei dizer... Ou pelo menos eu espero.Se eu no for expulsa por ser uma garota gorda, para comear. 
20Como Michael e seu suco de Jesus (Jesus Juice - ?)Como OJ e sua luva (?)Ns nos encaixamosMeu verdadeiro e desfuncional amor."Ns encaixamos"Escrita por 
Heather WellsNunca tendo ido a uma festa de fraternidade antes,  meio difcil decidir o que vestir. Eu acho que se vestir como puta vai dar certo. Mas at que 
ponto? Alm disso, est frio l fora. Ento eu realmente quero me aventurar a sair de meia-cala e mini-saia? Mini-saia  ao menos apropriada para uma mulher na 
minha idade, sem mencionar com tantas celulites quanto eu pareo ter desenvolvido recentemente?E no  como se eu tivesse ningum a quem perguntar. Eu no posso 
ligar para Patty, porque seno ela vai me lembrar que eu no dei uma resposta a Frank sobre cantar no Joe's, e Magda no  de nenhuma ajuda. Quando eu ligar e perguntar 
a ela se eu deveria usar uma mini-saia, ela vai simplesmente dizer "Claro." E quando eu perguntar se eu devo usar junto um moletom, ela vai explodir, "Moletom? Claro 
que no! Voc no tem nada que combine? E quanto a estampa de leopardo?"Eu escolho uma mini-saia preta que serve um pouco justa, mas com uma bata decotada (embora 
no combine) da Betsey Johnson, na qual voc no v o pneuzinho que minha barriga faz em cima da saia, mesmo com minha cinta moduladora. Eu enfio um par de botas 
pretas (que vai ser instantaneamente estragada pelo sal dos limpadores de neve) e vou trabalhar em meu cabelo. Eu quero parecer muito diferente do jeito que eu parecia 
da ltima vez que eu estive na casa Tau Phi, ento eu escolho por modular de um jeito sexy com gel... Embora isso vai terminar parecendo daquele jeito de quando 
eu tiro o chapu, de qualquer forma. 
Alguns esguichos do ltimo spray da Beyonc - ei, eu sei que  errado usar a marca de uma estrela pop rival, mas ao invs dos de Tania (ou de Britney), os produtos 
da Beyonc realmente cheiram bem... como coquetel de fruta - e eu estou pronta para ir.Eu s no antecipo esbarrar em Jordan Cartwright quando estou saindo.Srio. 
Por que eu? Quero dizer, eu desco as escadas furtivamente - fazendo uma sada segura dos dois outros homens em minha vida sem nenhum deles suspeitar de nada, papai 
est em seu quarto tocando sua flauta, e Cooper em seu quarto fazendo o que quer que ele faa quando escurece, o que s Deus sabe o que , mas eu acho que deve envolver 
fones de ouvido, porque eu no consivo ver como ele pode fazer o que quer que seja ouvindo o que quer que seja que papai esteja tocando - at a porta da frente, 
s para encontrar um cara esquisito parecendo o P-grande, tentando descobrir como subir os degraus usando esquis."Heather?" o P-Grande pergunta para mim no fio 
de liz que sai da porta que eu acabei de abrir. "Oh, graas a Deus que  voc."Mesmo que sua voz esteja abafada por causa de todas as echarpes que ele envolveu 
ao redor de seu pescoo, eu reconheo."Jordan." eu me apresso para fechar e trancar a porta atrs de mim, ento deso cuidadosamente os degraus - no to fcil 
com um salto de sete centmetros, alm do gelo. "O que voc est fazendo aqui? Isso so... esquis?""Voc no retornou minhas ligaes." Jordan abaixa as echarpes 
para que eu possa ver sua boca, ento levanta os culos de esqui que estavam escondendo seus olhos. "Eu realmente preciso falar com voc. E papai pegou a limousine, 
e nenhum dos servios de carro passariam pela ponte, e no tinha nenhum taxi. Ento eu tive que esquiar da Quinta Avenida at aqui."Eu o encaro. "Jordan," eu digo, 
"voc poderia ter pego o metr."Seus olhos se arregalam na luz vinda do poste de luz. "O metr? A essa hora da noite? Heather, existem ladres." 
Eu balano minha cabea. Finalmente est parando de nevar, mas ainda est muito frio. Minhas pernas j esto congelando, com apenas uma fina camada de nylon para 
proteg-las."Jordan," eu digo, impaciente, "o que voc quer?""Eu... Eu me caso depois de amanh," Jordan diz."Sim," eu digo. "Voc vai. Eu espero que voc no 
tenha vindo at aqui apenas para me lembrar disso e para implorar que eu v ao seu casamento. Porque mesmo assim eu no vou.""No," Jordan diz.  difcil dizer 
na luz baixa dos postes, mas ele parece meio enjoado. "Heather. Eu me caso depois de amanh.""Eu sei," eu digo. Ento, de uma vez, eu percebo o que ele est fazendo. 
E tambm que ele est bbado."Ah, no." Eu mostro para ele a palma de minha mo enluvada. "No. Voc no vai fazer isso comigo agora. Eu no tenho tempo para isso, 
Jordan. Eu tenho que encontrar algum.""Quem?" Os olhos de Jordan se estreitam. "Voc parece meio... bem vestida. Heather... voc tem um namorado?""Deus!" eu no 
posso acreditar. Finalmente minha voz no ecoa muito na rua. H quase um metro de neve no topo de todos os carros estacionados nos carros - sem falar nas nuvens, 
pairando to baixas que esto refletindo as luzes da cidade com um brilho rosa. "Jordan, se voc mudou de idia quando a casar com ela, diga a ela. No para mim. 
Eu no ligo para o que voc faz. Ns terminamos, lembra? Voc terminou comigo, alis. Por causa dela.""As pessoas erram," Jordan murmura."No, Jordan," eu digo. 
"Ns terminarmos no foi um erro. Ns precisvamos terminar. Ns estvamos certos ao terminar. Ns no devemos ficar juntos.""Mas eu ainda te amo," Jordan insiste."Claro 
que ama," eu digo. "Do msmo jeito que eu te amo. Como um irmo. E  por isso que ns tnhamos que temrinar, Jordan. Porque irmos no deveriam - voc sabe.  nojento.""No 
foi nojento aquela noite que fizemos aqui," ele disse, aprontando para a porta da frente de Cooper. 
"Ah, claro," eu digo sarcstica. "Foi por isso que voc correu to rpido quando terminamos. Porque no foi nojento.""No foi," Jordan insiste. "Bem... talvez tenha 
sido estranho. Um pouco.""Exatamente," eu digo. "Jordan, voc s quer estar comigo porque j est acostumado comigo.  fcil. Ns estvamos juntos h tanto tempo... 
Ns crescemos juntos, praticamente. Mas essa no  uma boa razo para duas pessoas ficarem juntas. Tem que ter paixo. E ns no temos isso. E eu acho que voc e 
Tania tm.""Sim." Jordan parece melanclico. "Ela  toda cheia de paixo. Eu mal consigo acompanhar."Isso no  nem um pouco o que voc quer ouvir sobre a nova 
namorada de seu ex. Mesmo se voc PENSE nele como um irmo. Na maior parte do tempo."Bem, esquie de volta," eu digo, "e tome uma aspirina e v para a cama. Voc 
vai se sentir melhor quanto a tudo isso pela manh, eu prometo.""Aonde voc est indo?" Jordan pergunta."Eu tenho que ir a uma festa," eu digo, abrindo minha bolsa 
para me certificar de que eu trouxe meu batom e uma lata nova de spray de pimenta. Cim, e sim."O que voc quer dizer com, tem que ir?" Jordan quer saber, esquiando 
at o meu lado enquanto eu cuidadosamente comeo a andar na calada. "Para o qu  isso, trabalho ou algo do tipo?""Algo do tipo", eu digo."Oh." Jordan esquia 
comigo at chegarmos  esquina, onde um sinal de trnsito pisca ao longo de uma rua sem trnsito. Nem mesmo Reggie est na rua com o tempo assim. 
O vento forte do parque nos chicoteia, me fazendo repensar toda essa aventura, e eu me arrependo de no estar na minha banheira com o ltimo livro da Nora Roberts, 
ao invs de estar aqui nessa esquina vazia com o meu ex."Bem," ele finalmente diz. "Ento, certo. Tchau.""Tchau, Jordan," Eu respondo, me sentindo aliviada por 
ele finalmente estar indo embora.Enquanto ele sai esquiando rumo a 5 Avenida, eu comeo a atravessar o parque, me arrependendo amargamente de no ter optado pelos 
jeans. Fato, eu no estaria to sedutora. Mas, em compensao, estaria muito mais aquecida.Atravessar o parque  a morte. Eu no mais admiro a beleza da neve recm 
cada. Os caminhos foram limpos, mas no muito bem, e a neve nova j os cobriu. Minhas botas no so  prova d'gua, sendo desenvolvidas para serem usadas em ambientes 
interno, de preferncia em frente a uma lareira crepitante, em cima de um tapete de pele de urso. Ou pelo menos era isso que a modelo do catlogo estava fazendo 
na foto. Eu sabia que deveria ter ido s milhares de lojas de sapato na 8 Rua ao invs de comprar pela internet. Mas  to mais seguro comprar pela internet. No 
h nenhum cartaz de Krispy Kreme [marca de Donuts americana] piscando com os dizeres "AINDA QUENTE" no meu computador.Parte de mim espera que, quando eu chegar 
ao Waverly Hall, o Gavin no estar l e eu poderei dar meia volta e ir pra casa.Mas ele est l, certo, tremendo com o vento rtico do parque. Enquanto eu cambaleio 
indo na direo dele, ele diz, "Voc me deve uma, mulher. Eu to congelando at a bunda""timo," eu respondo, quando o alcano. "Voc mete sua bunda em muitos problemas, 
de qualquer jeito"Eu tenho que colocar a mo no ombro do Gavin para me equilibrar, enquanto bato a neve das minhas botas. Ele olha minhas pernas e assobia."Meu 
deus, fofinha," ele diz. "Deu uma bela produzida, hein." 
Eu tiro minha mo do seu ombro e bato na parte de trs da sua cabea."Olhe pra frente, Gavin," eu digo. "Ns estamos em uma misso aqui. No quero nada de flertes. 
E no me chame de fofinha.""Eu no estava," Gavin insiste. "Fe-fler- isso a que voc disse.""Qual ," eu digo. Eu sinto que estou corando. E isso  porque eu 
estou comeando a me arrepender de tudo isso - no s da mini-saia, mas tambm da ajuda de Gavin.  desse jeito que uma administradora universitria se comporta, 
se encontrando com alunos - mesmo que sejam maiores de vinte e um anos - na calada da noite na porta de festas da fraternidade? O Gavin j demonstrou uma grande 
imaturidade quando se trata de consumo de lcool. O fato de eu concordar em acompanh-lo a um evento como esse no vai reforar seus julgamentos ruins? Seria eu 
uma capacitante? Ai, deus, eu sou!"Olha s, Gavin," eu digo, enquanto ns subimos a escadaria do prdio at porta da frente. Eu no posso mais ver a cueca no arbusto, 
porque est todo coberto de neve, mas eu posso ouvir a msica latejante vinda de algum andar acima, to alta que parece reverberar dentro do meu peito. "Talvez essa 
no tenha sido uma idia boa. Eu no quero te meter em problemas...""Do que voc ta falando?" Gavin me pergunta, enquanto segura a porta para mim - sempre um cavalheiro. 
"Como eu vou me meter em problemas?""Bem," eu digo. Uma lufada de ar quente vinda do lobby nos atinge. "Com a coisa da bebida."Gavin estremece, apesar do calor. 
"Mulher, nunca mais eu bebo de novo. Voc acha que eu no aprendi minha lio na outra noite?" 
"Entre ou feche a porta," o guarda ruge da mesa de segurana. Ento a gente corre pra dentro." s que," eu sussurro, enquanto estamos l limpando nossos ps sob 
o olhar penetrante do segurana, "se Steve e Doug realmente esto por trs do que houve com a Lindsay, eles so pessoas extremamente perigosas""Certo," Gavin diz. 
"E  por isso que voc no deveria beber nada, quando chegarmos l, que no tenha sido voc mesma que abriu. E no deixe sua cerveja em algum lugar, nem por um segundo.""Srio?" 
Eu levanto minhas sobrancelhas. "Voc realmente acha -""Eu no acho," Gavin fala. "Eu sei.""Bem, eu -"Atrs de ns, a porta se abre e o P-Grande nos segue at 
dentro.S que no  o P-Grande.  o Jordan."Aha!" ele diz, levantando seus culos de esqui e apontando pra mim. "Eu sabia!""Jordan." Eu no consigo acreditar 
nisso. "Voc me seguiu?""Sim." Jordan est tendo alguma dificuldade em passar seus esquis pela porta. "E foi bom que eu tenha feito isso. Pensei que voc tinha 
dito que no tinha um namorado.""Feche a porta!" diz o velho segurana irritado atrs de ns.Jordan est tentando, mas seus esquis ficam no meio do caminho. Irritada, 
eu vou ajud-lo, puxando um de seus esquis. A porta finalmente se fecha atrs dele."Quem  esse cara?" Gavin pergunta, irritado. Ento, num tom de voz completamente 
diferente, ele diz, "Oh meu deus. Voc  o Jordan Cartwright?"Jordan remove seus culos de esqui. "Sim," ele diz. Seu olhar penetrante se fixa no Gavin, notando 
o cavanhaque e as roupas-lixo. "Andou seqestrando o berrio, Heather?" ele me pergunta, acidamente."Gavin  um dos meus residentes," eu fungo. "No meu namorado.""Hey." 
Gavin est com um pequeno sorriso nos lbios. Eu deveria ter tomado isso como um sinal de que eu no iria gostar do que ele iria falar. "Minha me realmente adorou 
seu ltimo lbum, cara. Minha av tambm. Ela  uma grande f. 
Jordan, j estando na metade do trabalho de desenrolar seus cachecis, o encara. "Hey," ele diz. "Vai se foder, menino."Gavin se faz de ofendido. "Esse  o jeito 
de falar com o filho de uma das nicas pessoas que comprou seu ltimo cd, cara? Meu, isso  maldade.""Eu estou falando srio," Jordan diz para o Gavin. "Eu acabei 
de esquiar todo o caminho at aqui do East Sixties, e eu no estou com humor pra travessuras."Gavin parece surpreso. Ento ele olha pra mim, divertido. "Jordan 
Cartwright disse travessuras," ele diz."Parem," eu digo. "Vocs dois. Jordan, coloque seus esquis de novo. Ns vamos pra uma festa, e voc no foi convidado. Gavin, 
veja por a se consegue algum pra nos autorizar a entrar."Gavin pisca pra mim. "Os caras da fraternidade no precisam autorizar pessoas a entrar.""No seja 
ridculo," eu digo pra ele. "A poltica de autorizao vale pra todo o campus. Eu mostraria minha carteirinha pra nos autorizar mas, sabe como , eu no quero que 
eles saibam que uma empregada do conjunto residencial est subindo." Eu olho pro meu ex, que ainda est desenrolando seus vrios cachecis. "Jordan. Srio. Gavin 
e eu estamos aqui numa misso, e voc no est convidado.""Que tipo de misso?" Jordan quer saber."Do tipo que envolve ser discreto," eu digo. "O que no vamos 
conseguir ser, se fizermos uma entrada triunfal l com o Jordan Cartwright.""Eu poso ser discreto," Jordan insiste."A poltica de autorizao no inclui as fraternidades," 
Gavin diz, numa voz entediada.Eu olho para o segurana. "Srio?""Qualquer um ir l em cima," diz o guarda. "S no sei por que algum iria querer.""Isso tem 
alguma coisa a ver com aquela garota morta?" Jordan quer saber. "Heather, o Cooper sabe disso?""No," eu digo, trincando os dentes. Eu no consigo evitar, estou 
to irritada. "E se voc contar pra ele, eu... eu... Eu vou contar pra Tania que voc a traiu!" 
"Ela j sabe," Jordan diz, parecendo confuso. "Eu contei tudo para Tania. Ela disse que tudo bem, contanto que eu no fizesse isso de novo. Escuta, porque eu no 
posso ir com vocs? Eu acho que daria um detetive incrvel.""No, no daria," eu digo. Eu ainda estou lidando com a informao de que sua noiva sabe que ele a traiu. 
Eu me pergunto se ela sabe que foi comigo. Se sabe, no  de se espantar que ela me d olhares raivosos sempre que me v.Pelo outro lado, olhares raivosos so o 
tipo de coisa que Tania sempre d para qualquer um. "Voc no se camufla," eu acuso Jordan.Jordan parece ofendido. "Eu me camuflo sim," ele insiste. Ele olha para 
os esquis que est segurando, ento os encostou, junto com os bastes de esqui e seus culos protetores, na parede. "Voc pode os vigiar para mim?" ele pergunta 
para o segurana."No," o segurana diz. Ele volta para o que quer que ele esteja assistindo em sua mini-televiso."V?" Jordan mostra seus braos. Ele est vestindo 
um casaco de camura, vrias echarpes, jeans, botas de esqui, um suter de golas altas com flocos de neve em seus ombros, e uma balaclava (Um tipo de mscara de 
esqui:  HYPERLINK "http://www.danny.com.br/camara-fria-balaclava.html)" \t "blank" http://www.danny.com.br/camara-fria-balaclava.html). "Eu me misturo.""Ns 
j podemos entrar?" Gavin quer saber, olhando nervoso para a porta. "Um monte de pessoas esto chegando. A capacidade mxima do elevador  3 pessoas. Eu no quero 
esperar."Cansada de discutir com Jordan, eu suspiro e aponto para o elevador. "Vamos," eu digo. Eu tenho quase certeza de que Jordan diz, "Maneiro!". Mas isso no 
 possvel. ? 
21Quando a noite terminaAo amanhecerVoc sabe que j festejouPor muito tempo."Cano da Festa"Escrito por Heather WellsEu nunca gostei de festas. A msica 
est sempre alta demais, e voc nunca consegue ouvir o que algum est falando.Embora em uma festa como a da Casa Tau Phi, isso poderia ser na verdade uma coisa 
boa. Porque ningum aqui parece um conversador cintilante, se  que voc me entende. Todo mundo  super atraente - todas as garotas usando creme alisador, os garotos 
com uma camada de gel em seus cabelos, para dar a impresso de que acabaram de acordar, quando todo mundo sabe que acabaram de sair do banho. E mesmo que esteja 
mais do que congelando do lado de fora, voc no saberia pelo jeito com que as garotas esto vestidas - tops curtos e decotados e saias curtas to curtas que deixariam
uma stripper corar. Eu no vejo nem um par de botas. Os garotos da Universidade de Nova York no so o "no" na lista "Gostosa ou No".Eu fico desanimada quando
ns saimos do elevador e eu vejo que as palavras GAROTAS GORDAS, VO EMBORA ainda esto pixadas ao longo do corredor, embora parea que j tiveram algum progresso 
em remov-las. Elas no esto to fluorescentes como estavam da ltima vez que estive aqui. Mas elas ainda esto l.E eu com certeza no vejo ningum maior do 
que tamanho 44 na festa. Se eu tivesse que adivinhar, diria que elas so tamanho 32.Embora eu no saiba como essas garotas conseguem comprar roupas na sesso infantil, 
o que sem dvida  aonde a maioria delas tem de comprar pra poder achar roupas que caibam nelas. 
Mas nem todo mundo parece achar estranhas suas cinturas incrivelmente finas (como todos os seus rgos internos ao menos cabem l? Quero dizer, o fgado e todo o 
resto? No est tudo espremido? No se precisa de uma cintura de pelo menos 70 centmetros para que tenha espao para todos os rgos funcionarem?). Jordan est 
se deliciando, j que no minuto em que ele passa pela porta, uma menina corre para ele dizendo "Oh meu Deus, voc no  Jordan Cartwright? Do Easy Street? Oh meu 
Deus, eu tenho todos os seus CDs!"Logo mais meninas tamanho 32 se juntam ao redor dele, rebolando seus finos e no mais infantis quadris. Uma delas oferece a Jordan 
um copo descartvel com cerveja de um barril prximo. Eu o ouo dizer, "Bem, voc sabe, depois que o meu lbum solo saiu, teve um pouco de receio damdia, porque 
as pessoas no esto confortveis com o que no  familiar," e eu sei que ele j est absorvido na Zona das Garotas 32."Deixa ele," eu digo a Gavin, que encara 
Jordan preocupado - e quem no o faria? Essas garotas parecem que no comem a dias. "Tarde demais. Ele vai ter que salvar a si mesmo. Voc v Doug em algum lugar?"Gavin 
olha ao redor. O loft est to entupido de gente - e as luzes esto to baixas - que eu no vejo como ele pode reconhecer algum. Mas ele consegue espiar Doug Winer 
em um canto, na janela, se agarrando com alguma garota. Eu no consigo dizer se a garota  Dana, sua companheira do outro dia. Mas quem quer que ela seja, ela est 
mantendo Doug ocupado... o suficiente para ns no termos de nos preocupar com ele levantando a cabea e me vendo no momento."timo," eu digo. "Agora, qual deles 
 o Steve?"Ele olha ao redor novamente. Dessa vez ele aponta na direo das mesas de sinuca e diz, " aquele. Jogando sinuca. O alto, de cabelos loiros." 
"Okay," eu digo. Eu tenho de gritar para que ele me oua, porque a msica est muito alta.  techno-pop, o que eu at meio que gosto. Para danar. Infelizmente, 
ningum est danando. Talvez no seja legal danar em festas de faculdade? "Ns vamos l. Voc vai me apresentar a ele, certo?""Certo," Gavin diz. "Eu vou dizer 
que voc  minha namorada."Eu balano minha cabea. "Ele nunca vai acreditar nisso. Eu sou velha demais para voc.""Voc no  velha demais para mim," Gavin 
insiste.Eu estou desabotoando meu casaco e tirando meu chapu. "Voc me chamou de vov!""Eu estava brincando," Gavin diz, parecendo arrependido. "Voc no poderia 
ser minha av de verdade. Quero dizer, quantos anos voc tem, de qualquer forma? Vinte e cinco?""Hum," eu digo. "Sim," colocando ou tirando uns quatro ou cinco 
anos. "Mesmo assim. Diga a ele que sou sua irm."Gavin reclama, indignado. "Ns no parecemos em nada!""Ai meu Deus." O techno-pop est comeando a me dar dor 
de cabea. O que eu estou fazendo aqui? Eu deveria estar em casa, na cama, como todas as outras mulheres de vinte-e-poucos anos. Latterman j comeou(The David Latterman 
Show, um talk-show estilo J Soares). Eu penduro o casaco em meu brao. Eu no sei o que mais fazer com ele. No tem nenhum cabide, e euno me atrevo a deix-lo 
em algum lugar. E se algum resolve vomitar nele? "timo. Diga ento que eu sou uma amiga que est procurando alterar seu estado de conscincia.""Gavin concorda. 
"Certo. Mas no saia sozinha com ele. Se ele chamar."Eu engulo em seco. s um pouco. Eu passo a mo no cabelo que escapou do penteado. "Voc acha que ele vai?""Steve 
agarra tudo que se move," Gavin responda, desconcertado. "Ele  um cachorro.""Certo," eu digo, puxando minha mini-saia para baixo para deix-la um centmetro mais 
longa. "Bem, vamos l." 
Ns andamos pela multido de corpos at a mesa de sinuca, aonde dois caras esto jogando, na frente de uma platia de tamanhos-32. De onde saem essas garotas to 
pequenas? H algum tipo de ilha aonde elas so mantidas, e s as deixam sair de noite? Porque eu nunca as vejo durante o dia.Ento eu me lembro. A ilha se chama 
Manhattan, e a razo pela qual eu nunca as vejo durante o dia  porque elas esto muito ocupadas em seus estgios da Cond Nast (A Editora que publica revistas famosas 
como a "Vogue", "Glamour", "Brides", "Vanity Fair"...)Gavin aguarda educadamente o cara alto encaapar a bola 6 - para o delrio das garotas-32 - antes de chamar 
"Ei! Steve!"O cara alto levanta a cabea, e eu reconheo os olhos azul-claros de Doug Winer - mas  s. Steve Winer  to magro e alto quanto seu irmo  baixo 
e forte. Um corpo de jogador de basquete para a moldura de Doug. Usando um suter preto de cashmere (um tecido caro) com as mangas puxadas para mostrar seus braos 
musculosos, e jeans to gastos que s poderia ser assim de propsito, Steeve usa o mesmo cabelo cuidadosamente desarrumado com gel que os outros garotos de sua festa 
- com a exceo de Gavin, cujo cabelo est bagunado porque ele realmente no os penteou desde que acordou."McGoren," Steve diz, com um sorriso em seu rosto bonito. 
"Quanto tempo no te vejo, cara."Gavin vai at ele e pega a mo esticada de Steve do outro lado da mesa. Que  quando eu noto que o jeans de Steve est to baixo 
em seu quadril que revela uma parte de sua barriga. a vista de sua barriga que faz isso - alm do fato de ter alguns tufos de plos aparecendo, tambm. Eu sinto 
como se algum tivesse acabado de me chutar no estmago. Steve Winer pode ser um estudante e um assassino em potencial, e por isso fora dos limites. Mas ele tem 
um corpo gostoso."Ei, cara," Gavin diz, em seu habitual tom sonolento. "Como vo as coisas?" 
"Bom te ver, cara," Steve diz, enquanto eles sacodem as mos. "Como vai a faculdade? Ainda o maioral em filmes?""Ah, claro que sim," Gavin diz. "Passei do Experimental 
Avanado" semestre passado.""T brincando?" Steve no parece surpreso. "Bem, se algum ia conseguir, esse algum era voc. Voc tem visto aquele cara, Mitch, que 
estava no nosso grupo em Teoria Tecnolgica?""No muito," Gavin diz. "Ele foi pego com metanfetamina.""Merda." Steve sacode sua cabea. "Isso  uma merda."", 
bem, eles o mandaram para uma federal de segurana mnima, no uma estadual.""Bem, que sorte, pelo menos nisso."". Eles o deixam levar duas peas de equipamento 
esportivo, ento ele levou seu saco-de-areia e um Frisbee. Ele j comeou um time de Frisbee. O primeiro do sistema presidirio.""Mitch sempre foi um pioneiro," 
Steve observa. Seu olhar para em mim. Eu tento adotar a mesma expresso vaga que vejo nos rostos das garotas-32 ao meu redor. No  to difcil. Eu s imagino que 
no como h vinte-e-quatro horas, como elas."Quem  sua amiga?" Steve quer saber."Oh, esta  Heather," Gavin diz. "Ela est na minha sala de Workshop Narrativo."Eu 
entro levemente em pnico com essa improvisao de Gavin - eu no sei nada sobre workshop de filmes. Mas eu me inclino para frente - pra ter certeza de que meus 
peitos, no soutien preto meia-taa, esto bem visveis, e digo, "Prazer em conhec-lo, Steve. Eu acho que ns temos uma amiga em comum."O olhar de Steve estemmeus 
peitos. Ah sim. Tomem isso, suas tamanho-32. "Srio?" ele diz. "E quem seria?""Ah, essa garota, Lindsay... Lindsay Combs, acho que  seu nome."Ao meu lado, Gavin 
comea a engolir, mesmo que no esteja bebendo nada. Eu acho que ele no gostou da minha improvisao mais do que eu gostei da sua. 
"Acho que no conheo ningum com esse nome," Steve diz, desviando seu olhar do meu peito e olhando para mim direto nos olhos. Demais para o que aqueles especialists 
em linguagem corporal no US Weekly esto sempre dizendo, sobre mentirosos nunca fazerem contato direto com os olhos enquanto esto contando uma mentira."Srio?" 
Eu finjo que no noto como as tamanho-32 ao nosso redor esto levantando as sobrancelhas uma para a outra e sussurrando. Elas sabem quem Lindsay Combs , tudo bem. 
"Deus, isso  to estranho. Ela estava me falando de voc semana passada... Ah, espera. Talvez ela tenha dito Doug Winer.""Sim," Steve diz.  minha imaginao 
ou ele relaxou um pouco? "Sim, esse  o meu irmo. Ela deve ter falado dele.""Ah," eu digo. E sorrio o mais estupidamente possvel. "Desculpa! Erro meu. Winer 
errado.""Espera." Uma das tamanho-32, que parece estar levemente mais bbada - ou algo do tipo - do que as outras, solua para mim. "Voc ouviu o que aconteceu 
a ela, certo? A Lindsay?"Eu tento parecer mais sem expresso possvel. "No. O qu?""Oh meu Deus," essa garota diz. "Ela foi, tipo, totalmente assassinada.""Totalmente!" 
concorda a amiga da tmanho-32, que parece como se pudesse ser tamanho-34. "Eles acharam a cabea dela em uma panela no fogo do Domitrio da Morte!"Ao que todas 
as garotas tamanho 32 e 34 ao redor da mesa de sinuca respondem, "Ecaa!"Eu engulo e pareo chocada. "Oh, meu Deus!" eu choramingo. "Por isso que ela no apareceu 
na Aula de Audio ultimamente."Gavin, ao meu lado, fica plido como uma bola branca. "Lindsay era fazia exatas," ele murmura, na minha orelha.Droga! Eu esqueci!Mas 
tudo bem, porque amsica est tocando alto o suficiente, eu no acho que algum alm dele me ouviu. Steve Winer, por sua vez, alcana sua taa de Martini - srio, 
o cara est bebendo martini em uma festa de fraternidade - enquanto seu oponente alinha uma jogada que faz com que ns ao redor da mesa desinuca tenhamos de nos 
afastar um pouco. 
Eu sinto como se tivesse perdido o momento da conversa, ento enquanto ns ficamos ao redor da mesa assistindo Steve dar sua prxima jogada aps seu oponente perder, 
eu digo, "Oh, meu Deus, porque algum faria isso? Matar Lindsay, quero dizer? Ela era to legal."Eu vejo vrias garotas tamanho-32 trocando olhares nervosos. Uma 
delas at deixa a mesa, murmurando algo sobre ter de ir ao banheiro."Quero dizer," eu digo. "Eu at ouvi algo sobre ela e o treinador de basquete..." Eu penso 
em simplesmente jogar essa e ver o que acontece.O que acontece  bem previsvel. As tamanho-32 parecem confusas."Lindsay e o Treinador Andrews?" Uma loira balana 
sua cabea. "Eu nunca ouvi nada disso. Tudo o que eu ouvi  que voc no devia deixar seu baseado  vista quando Lindsay estava por perto-"A loira para de falar 
quando sua amiga levanta a sobrancelha para ela, com um olhar nervoso ao Steve, e diz "Shhh."Mas  tarde demais. A jogada de Steve  violenta. E ele no est feliz 
com isso, tambm. Ele olha para Gavin e diz, "Sua amiga fala demais.""Bem," Gavin diz, parecendo resignado, "ela faz curso de roteirista."Os olhos azuis claros 
de Steve grudam nos meus. Eu no acho que  minha imaginao que, bonito como ele , h algo genuinamente horripilante nele - apesar de ser gostoso."Ah, sim?" 
ele diz. "Ningum nunca te disse que voc parece bastante com aquela, como  o nome dela? A pop star que cantava nos shoppings?""Heather Wells!" A garota tamanho-34 
no est to bbada -ou o que quer que seja - como todo o resto (sem dvidaspor ter mais gordura corporal, podendo absorver mais lcool), ento ela  bem rpida 
na ligao. "Oh meu Deus, ela PARECE mesmo com a Heather Wells! E... voc no disse que o nome dela era Heather?" ela pergunta a Gavin."," eu digo fracamente. 
". Eu ouo muito isso. J que meu nome  Heather. E eu pareo com a Heather Wells." 
"Isso  to aleatrio." Uma das tamanho-32, que mal consegue se manter de p, e tem que se apoiar no lado da mesa de sinuca pra ficar de p. "Porque voc no vai 
acreditar em quem est aqui. Jordan Cartwright. Do Easy Street. No apenas um ssia com o mesmo nome. O prprio.H alguns gritinhos excitados das outras garotas. 
Um segundo depois, elas esto perguntando  amiga aonde ela viu Jordan. A garota aponta, e a maioria das espectadoras do jogo de Steve Winver, esto ao redor de
Jordan pedindo um autgrafo...em seus peitos."Deus," eu digo aos caras quando as garotas todas se vo. "Ningum imaginaria que Jordan Cartwright era to popular
pelas vendas de seu ltimo lbum.""Aquele cara  viado," o oponente de Steve afirma. Ele est tomando o controle da mesa j que Steve perdeu o tiro e ele est 
encaapando as bolas de Steve uma a uma. Steve, do outro lado da mesa, no parece estar muito feliz com isso. "Eu ouvi que essa coisa toda de casamento com Tania 
Trace  para cobrir o fato de que ele e Ricky Martin so parceiros de bunda (butt buddies)"."Wow," eu digo, excitada por ter um rumor desses por a, mesmo que 
eu saiba no ser verdade. "Srio?""Ah, sim," o oponente de Steve diz. "E aquele cabelo dele? Implante. O cara  to careca quanto essa bola de sinuca.""Wow," 
eu digo novamente. "E eles fazem um trabalho timo cobrindo isso sempre que ele aparece ao vivo.""Bem," Gavin diz, pegando meu brao por alguma razo, "desculpa 
por interrimper seu jogo. Ns vamos indo.""No v," Steve diz. Ele est apoiado na mesa de sinuca, olhando para mim, pelos ltimos dois minutos. "Eu gosto de sua 
amiga aqui. Heather, voc disse que era o nome dela? Heather o qu?""Snelling," eu digo, sem pestanejar. Porque o sobrenome de meu chefe veio to prontamente aos 
meus lbios, eu no fao idia. Mas a est. De repente meu nome  Heather Snelling. " polons.""Srio? Parece ingls ou algo assim.""Bem," eu digo, "No . 
E Winer, o que ?" 
"Alemo," Steve diz. "Ento voc conheceu Lindsay em uma de suas aulas de roteirista?""Aula de udio," eu o corrigi. Pelo menos eu devo seguir com minha mentira 
original. "Ento, sobre o que a garota estava falando aquela hora? Sobre Lindsay s ser legal contanto que voc no deixe  vista dela seu baseado?""Voc realmente 
est interessadaem Linday," Steve diz. A este ponto, seu oponente finalmente falhou em encaapar uma bola e est esperando impacientemente por pela jogada de Steve, 
dizendo "Steve, sua vez" a cada segundo.Mas Steve est o ignorando. Do mesmo jeito que eu estou ignorando Gavin, que continua a segurar meu brao e diz, "Vamos, 
Heather. Estou vendo outras pessoas que conheo, e que te apresentar," O que  uma mentira deslavada de qualquer forma."Bem," eu digo, olhando para Steve bem nos 
olhos, "ela era uma garota especial.""Ah, ela era especial, certo," Steve concorda, impassivel. "Eu achei que voc tinha dito que no a conhecia," eu aponto."Certo," 
Steve diz, deixando de lado seu taco de sinuca e se movendo at mim - e Gavin, cujo aperto est ficando convulsivamente mais forte em meu brao. "Quem  essa 
puta, McGoren?""Jesus Cristo!" A voz, vinda por trs de ns, infelizmente me  familiar. Quando eu viro minha cabea, vejo Doug Winer, um brao nos ombros de uma 
muito bem apanhada tamanho-38 ( bom saber que os garotos Winer no escolhem por tamanho). Doug est apontando para mim, seu rosto ficando vermelho. "Essa  a garota 
que estava com o cara que tentou quebrar minha mo ontem!"Toda a amabilidade se esvaneceu do rosto de Steve. "Ento," ele diz, no sem alguma satisfao. "Colega 
de classe, hein?" Isso  diretamente para Gavin. E no de uma forma muito amigvel. 
Instantaneamente eu me arrependo da coisa toda. No do fato de eu no estar em casa em minha cama, tocando meu violo, com a Lucy enrolada ao meu lado. Mas o fato 
de que eu envolvi Gavin. Tudo bem, ele se voluntariou. Mas eu nunca deveria ter aceitado sua proposta. Eu percebo disso no minuto em que eu vejo o olhar de Steve. 
 frio e duro como a estatua de metal do George Washington no parque.Eu no sei se esse  o cara que matou Lindsay. Mas eu sei que ns estamos em confuso. Grande 
confuso.Gavin no parece estar to convencido quanto eu de que ns jramos. Pelo menos se jeito calmo com que ele est falando, "Do que voc est falando, cara?", 
for de alguma indicao. "Heather  minha amiga, cara. Ela estava s querendo conseguir algum."Espera. O qu? Eu estava o qu?"Mentira," diz Doug. "Ela estava 
com aquele cara que veio no meu quarto e meperguntou tudo aquilo sobre Lindsay. Ela  uma policial."J que Gavin genuinamente no faz idia do que Doug est falando, 
sua indignao  bem acreditvel. "Hey, cara," ele diz, voltando seu olharpara o Winer mais novo. "Voc tem provado um pouco demais de seu prprio produto? Crack 
 roubada, voc sabe."Steve Winer cruza seus braos no seu peito. Em constraste com o suter preto, seu brao parece bronzeado. Steve obviamente esteve em algum 
lugar de clima quente recentemente. "Eu no vendo crack, idiota."" uma expresso," Gavin diz com um suspiro. Eu o encaro admirada. Ele pode estar na faculdade 
de cinema porque quer dirigir, mas como ator, ele no  to mal. "Escuta, se voc vai ficar de merda pra cima de mim, eu vou cair fora."O lbio superior de Steve 
se afina. "Voc sabe o que voc , McGoren?" Gavin no parece nem um pouco preocupado. "No. O que eu sou, cara?" 
"Um narc." Enquanto Steve fala, dois corpos se destacam saindo de duas poltronas pretas de couro, aonde, despercebidos por mim, eles estavam sentados por um tempo, 
assistindo um jogo de basquete na televiso wide-screen. As garotas que tinham corrido para pegar o autgrafo de Jordan esto de volta, mas pararam de sorrir, e 
agora esto olhando para o drama se desenrolando na frente delas, como se fosse um episdio de Real Life ou algo assim."Ns no gostamos de narcs," um dos Tau 
Phi diz. Um pouco mais novo que Steve, esse tem uns bceps consideravelmente grandes."," diz seu gmeo. Pelo menos no tamanho dos bceps.Eu olho de um para 
outro. Eles no so parentes, provavelmente, e mesmo assim eles parecem quase exatamente iguais, o mesmo conjunto suter-de-cashmere-e-jeans de Steve. E o mesmo 
par de olhos azuis sem um pingo de amabilidade - ou inteligncia - neles."Jesus, Steve," Gavin diz, resentido o suficiente para parecer ofendido com a acusao. 
Ele aponta na minha direo com a cabea. Ele no larga o meu brao. "Ela  s uma amiga minha, querendo conseguir algo. Mas se voc vai agir como babaca com isso, 
esquece. Ns vamos embora. Vamos, Heather."Mas a tentativa de Gavin  impedida pelo prprio Doug Winer, que sepe diratemente em nosso caminho."Ningum ameaca 
um Winer e se safa disso," Doug Winer diz para mim. "Quem quer que voc seja... voc vai se arrepender.""?" Eu no sei o que d em mim. Gavin est tentando me 
arrastar para ir embora, mas eu me planto nos meus ps e me recuso a me deixar levar. Para piorar as coisas, eu at me ouo perguntar, "Do mesmo jeito que algum 
fez Lindsay se arrepender?"Ento algo acontece com Doug. Seu rosto fica to vermelho quanto as luzes de torres areas que eu consigo ver nas janelas escuras por 
trs dele."V se foder,"ele grita.Eu provavelmente no deveria estar to surpresa quando, um segundo depois, a cabea de Doug Winer encontrou minha cintura. 
No fim das contas, eu vinha pedindo por isso. Bem, mais ou menos. 
22A verdade  queNo significa nadaTer o homemMas no a aliana."Cano de Casamento"Escrita por Heather WellsTer cem quilos de um cara de fraternidade 
te acertando no estmago  uma sensao especial, difcil de descrever. Para dizer a verdade,  at uma coisa boa que eu seja uma garota to grande quanto eu sou. 
Eu poderia no ter sobrevivido se eu tivesse tamanho 32.Mas j que (verdade seja dita) Doug no  to mais pesado assim que eu - alm do qu, eu o vi chegando, 
e ento tive tempo para me encolher por reflexo - eu simplesmente estou no cho sem todo o ar drenado para fora demim. Eu no tenho nenhuma leso interna. Que eu 
possa detectar, quero dizer.Gavin, por outro lado, no est to bem. Oh, ele estaria bem se tivesse simplesmente ficado l. Mas ele tem que cometer o erro de tentar 
se vingar de Doug por mim. Por que Doug - no  surpresa, srio - briga sujo. Assim que Gavin o pega pelos ombros, Doug se vira e tenta morder um dos dedos de 
Gavin.J que eu no posso permitir que um de meus residentes seja comido, eu puxo uma de minhas pernas e - ainda segurando meu casaco e minha bolsa em uma mo 
- dou um chute em uma parte de Doug aonde a maioria dos caras realmente preferiria no ser chutada. Ei, eu posso no fazer ioga - ou qualquer exerccio que seja. 
Mas como todas as garotas que j viveram na cidade de Nova York por algum perodo de tempo, eu sei como fazer estrago em algum com meus sapatos.Aps Doug cair 
no cho segurando suas partes privadas, o inferno parece ter se aberto, com objetos e corpos sendo jogados ao redor do loft como se ele tivesse se transformado de 
repente em um ringue de luta. Os espelhos atrs das estantes no bar so estilhaados por uma bila de bilhar voadora. 
Gavin consegue empurrar um garoto da fraternidade na TV wide-screen, derrubando com um barulho e soltando fagulhas. As garotas tamanho 32 esto gritando e correndo 
para o corredor passando pelo aviso de GAROTAS GORDAS, VO PARA CASA, justamente quando uma das mquinas de pinball se quebra com o peso de Jordan (eu no pergunto 
o que ele est fazendo em cima dela... ou porque suas calas esto abaixadas at seu tornozelo).Felizmente o caos  to grande que eu consigo agarrar Gavin e gritar 
"Vamos embora!". Ento ns dois jogamos os braos de Jordan ao redor de nossos pescoos (ele no est em condies de andar sozinho) e o arrastamos pelo loft e pelo 
corredor......no momento em que o sistema de sprinkler  acionado devido ao fogo iniciado pela televiso derrubada.Enquanto as garotas tamanho 32 no corredor 
gritam enquanto suas chapinhas esto sendo desfeitas pela gua, ns marchamos por uma porta dizendo "ESCADAS", e no paramos de correr - e carregando um semi-consciente 
ex-integrante de uma boy band (Boy band = bandas estilo Backstreet Boys e N'Sync, de garotos que cantam e danam) - at chegar na rua. "Que merda," Gavin grita, 
com o ar gelado entrando em nossos pulmes. "Voc viu aquilo? Voc viu aquilo?""Sim," eu digo, escorregando um pouco na neve. Jordan no  exatamente um peso morto, 
mas ele tambm no  leve. "Aquilo no foi legal.""No foi legal? No foi legal?" Gavin est balanando sua cabea alegremente enquando ns escorregamos pelo norte 
da Washington Square, tentando chegar no lado oeste. "Eu queria estar com a minha filmadora! Nenhuma daquelas garotas estava usando suti. Quando a gua as atingiu-""Gavin," 
eu digo, o cortando rapidamente, "procure um txi. Ns precisamos levar o Jordan de volta ao Alto Lado Leste (Upper East Side, a regio de Manhattan onde vive a 
alta elite novaiorquina), onde ele mora.""No h nenhum txi," Gavin diz. "Nem mesmo tem algum na rua. Alm de ns." 
Ele est certo. O parque  uma zona fantasma. As ruas ao redor mal tiveram a neve removida. No h nenhum carro  vista, exceto l na Oitava Avenida. Nenhum dos 
taxistas pode nos ver, entretanto, no importa o quanto eu acene freneticamente.Eu estou perplexa. Eu no sei o que fazer com Jordan. Eu acredito no que ele disse 
sobre nenhum dos servios de automveis esto conseguindo atravessar as pontes. E de jeito nenhum eu vou ligar para seu pai - o homem que me disse que ningum quer 
ouvir minha "merda de garota rockeira revoltada" - para ver se ele pode mandar a limousine da famlia.Jordan est feliz como uma ostra, cambaleando entre ns, 
mas isso seria definitivamente pior. E eu no posso simplesmente deix-lo na porta de algum - por mais tentadora que a idia seja. Ele vai morrer congelado. E a 
passagem para o metr est bloqueada, e na direo oposta - ns teramos que passar pelo Waverly Hall para chegar at a Astor Place.E eu no vou arriscar esbarrar 
em nenhum garoto da fraternidade. Especialmente quando eu j consigo ouvir as sirenes na distncia. O departamento de bombeiros deve ser automaticamente notificado 
quando o sistema de sprinkler dispara.Entre ns, Jordan levanta sua cabea e exclama alegremente, tendo ouvido tambm as sirenes, "Oh, ei! L vm os policiais!""Eu 
no acredito que voc foi noiva desse cara," Gavin diz com desgosto - revelando, acidentalmente, que ele tem procurado sobre mim no Google. "Ele  um idiota.""Ele 
no foi sempre assim," eu asseguro a Gavin. Embora a verdade seja que Jordan provavelmente sempre foi assim. Eu s nunca notei, porque eu era to jovem e estpida. 
E apaixonada por ele. "Alm disso, ele vai casar depois de amanh. Ele est um pouco nervoso.""No depois de amanh," Gavin diz. "Amanh. J passa da meia-noite. 
 oficialmente sexta-feira." 
"Droga," eu digo. Os Cartwrights tm de estar se perguntando o que aconteceu ao seu filho mais novo. Tania deve estar desesperada. Isso se ela ao menos notar que 
ele saiu. Eu no posso mand-lo de volta a ela assim - com suas calas metade abertas e marcas de batom por todo o seu rosto. Deus, porque ele no pode ser pelo 
menos um pouco como seu irmo?Oh, Deus. Seu irmo. Cooper vai me matar quando ele descobrir aonde eu estive. E eu vou ter de dizer para ele. No posso simplesmente 
carregar Jordan para casa desse jeito e no explicar.E eu tenho de levar Jordan para casa.  o nico lugar para onde eu posso o levar. Eu no acho que consigo 
carregar ele por muito mais tempo. Alm disso, eu estou congelando. Meia-cala definitivamente no  muito til na noite seguinte a uma tempestade de neve em Manhattan 
em Janeiro. Eu no sei como aquelas garotas de mini-saia conseguiam ficar assim."Okay," eu digo a Gavin, enquanto ns alcanamos a esquina Norte com a Oeste da 
Washington Square Park. " o seguinte. Ns vamos lev-lo para minha casa.""Voc est falando srio? Eu vou poder ver aonde voc vive?" O tom de Gavin, no brilho 
rosa das lmpadas de rua, me alarma. "timo!""No, no  timo, Gavin." eu replico. " o oposto de timo. O irmo de Jordan  o proprietrio, e ele vai ficar bravo 
- muito bravo - se ele nos ouvir entrar e ver Jordan desse jeito. Ento ns vamos ter que ser quietos. Super quietos. "Eu posso fazer isso," Gavin diz galantemente."Porque 
no  s Cooper que eu no quero acordar," eu digo a ele. "Meu, um, pai est ficando l, tambm.""Eu vou poder conhecer seu pai? O que estava na cadeia?" Ah, sim. 
Gavin definitivamente procurou sobre mim no Google."No, voc no vai conhec-lo," eu digo. "Porque eu tenho esperanas de que ele, como Cooper, vai estar dormindo. 
E ns no vamos acord-lo. Certo?""Certo," Gavin diz, com um suspiro."Heather." Jordan est arrastando seus ps cada vez mais. "Cala a boca, Jordan," eu digo. 
"Ns j estamos chegando." 
"Heather," Jordan diz novamente."Jordan," eu digo. "Eu juro por Deus que, se voc vomitar em mim, eu te mato.""Heather," Jordan diz uma terceira vez. "Eu acho 
que algum colocou algo na minha bebida."Eu olho para ele em alarme. "Voc quer dizer que no  assim que voc sempre fica aps uma festa?""Claro que no," Jordan 
diz. "Eu s bebi uma cerveja.""Sim," eu digo. "Mas quantos copos de vinho voc tomou antes de vir at aqui?""S dez," Jordan diz, inocentemente. "Ei. Falando 
nisso. Aonde esto meus esquis?""Ah, eu tenho certeza de que eles esto bem, Jordan," eu digo. "Voc pode peg-los pela manh. Por que algum iria colocar algo 
em sua bebida?""Para tirar vantagem de mim,  claro," Jordan diz. "Todos querem um pouco de mim. Todos querem um pedao da torta de Jordan Cartwright."Gavin, 
que ganha uma baforada de cerveja de Jordan quando ele diz isso, enruga seu nariz. "No eu," ele diz.Ns alcanamos a casa de Cooper. Eu pago para cavar minhas 
chaves em minha bolsa, e dou um pequeno discurso enquanto isso."Agora, quando ns entrarmos," eu digo a Gavin, "Ns vamos simplesmente jogar Jordan no sof na 
sala de estar. Ento eu vou levar voc de volta ao Fischer Hall.""Eu no preciso de acompanhante," Gavin diz resignado, suas grias de rua voltando agora que no 
tem nenhum Tau Phi  vista e ele est se sentindo  vontade de novo."Aqueles garotos da fraternidade esto bravos," eu digo. "E eles sabem aonde voc vive-" "Aw, 
que inferno, mulher," Gavin diz. "Steve no sabe nada sobre mim alm do meu nome. Eu nunca fui legal o suficiente para ele porque no gosto de colocar produtos qumicos 
em meu corpo.""Exceto por vinte e uma doses.""Eu quero dizer, exceto por lcool," Gavin corrige."timo," eu digo. "Ns vamos discutir isso depois. Primeiro 
vamos jogar Jordan no sof. Ento ns vamos nos preocupar em te levar para casa.""So s duas quadras daqui," Gavin diz."Heather.""Agora no, Jordan," eu digo. 
"Gavin, eu s no quero que voc-" 
"Heather," Jordan diz novamente."Que foi, Jordan?""Cooper est olhando para ns." Eu olho ao redor.E com certeza, l est o rosto de Cooper na janela da porta. 
Um segundo depois, ns ouvimos a fechadura ser destrancada."Okay," eu digo para Gavin, meu corao comeando a acelerar. "Mudana de planos. Quando eu contar at 
trs, ns largamos Jordan e ento corremos sem parar. Um. Dois.""Nem pense nisso," Cooper diz, quando ele abre a porta. Ele est vestindo cala de algodo e um 
suter de tric. Ele parece quente e calmo e sensvel. Eu desejo me jogar nele, enterrar meu rosto em seu peito, cheirar sua essncia-de-Cooper, e dizer a ele que 
noite terrvel eu tive. Ao invs disso, eu digo, "Eu posso explicar.""Eu tenho certeza de que voc pode," Cooper diz. "Bem, vamos. Coloque ele para dentro."Ns 
arrastamos Jordan para dentro, com esforo - especialmente j que Lucy aparece e comea a se jogar excitadamente em cima de ns. Bem, de mim, na verdade. Felizmente, 
minhas pernas esto to congeladas que eu no sinto suas unhas quando elas arranham minhas meias de nylon. quando Lucy pula em esforo para lamber a mo de Jordan 
que ele de repente fica muito agitado, dizendo, enquanto ns passamos por Cooper, na entrada, "Ei, oi, irmo! Como esto as coisas?""Sua noiva ligou," Cooper diz, 
quando ele fecha a porta e comea a trancar as fechaduras. " assim que as coisas esto. Por acaso voc saiu sem dizer a ningum aonde ia?"", basicamente," Jordan 
diz, quando ns o soltamos e ele cai no sof rosa de alguma forma dilapidado de seu av, aonde Lucy comea a lamb-lo. "Ow. Bom cachorro. Faz a sala parar de girar, 
por favor.""Como ele ao menos chegou aqui?" Cooper quer saber. "No h nenhum taxi. E impossvel o Jordan ter pego o metr." "Ele esquiou," eu explico. Est 
abenoadamente quente dentro de casa. Eu posso sentir minhas pernas comeando a descongelar."Ele esquiou?" Cooper levanta suas suas sobrancelhas.. "aonde esto 
os esquis?""Ele os perdeu," Gavin diz. 
Cooper parece ter notado Gavin pela primeira vez. "Oh," ele diz. "Voc de novo, hein?""Voc no deveria ficar bravo com a Heather," Gavin comea. "Foi tudo culpa 
daquele cara. Sabe, ela estava tentando deix-lo sbrio com uma caminhada pelo parque, mas ele no queria ir. Felizmente eu estava passando e pude ajudar a trazer 
ele aqui, ou quem sabe o que poderia ter acontecido. O carateria congelado. Ou pior. Eu ouvi que tem um mdico que pula em qualquer bbado que encontra no parque 
para tirar seus fgados e doar para bolivianos em dilise. Voc acorda de manh todo dolorido e no sabe o porqu e bum. Acontece que algum roubou seu fgado."Wow. 
Gavin realmente  o rei da improvisao. Ele mente to fcil, e convincente, que eu no consigo deixar de me perguntar quantas histrias ele me contou nos ltimos 
meses que eram fabricadas como a que ele acabou de inventar.Cooper, entretanto, no parece impressionado."Certo," ele diz. "Bem, obrigado por sua ajuda. Eu acho 
que ns podemos assumir a partir daqui, ento adeus.""Eu te acompanho," eu comeo a dizer para Gavin, mas uma voz vinda do corredor me interrompe."A est ela!" 
meu pai entra, vestido em pijamas e um robe.  bvio pelo jeito de seus cabelos que ele esteve dormindo, mas a ligao de Tania deve t-lo acordado junto com Cooper. 
"Heather, ns estvamos to preocupados. Quando aquela tal de Tania ligou, e ento ns no conseguimos te achar - nunca mais faa isso, mocinha! Se voc vai sair, 
 melhor que voc nos diga ainda est indo."Eu pisco, olhando de meu pai para Cooper e ento para o meu pai. "Voc est falando srio?" eu pergunto incrdula."Eu 
vou acompanhar Gavin," Cooper diz, deixando evidente que ele antecipou o que eu faria - evitar. "Heather, pegue um cobertor para Jordan. Alan, ligue para Tania e 
diga que Jordan vai passar a noite aqui."Papai concorda. "Vou dizer que ele estava em uma despedida de solteiro surpresa," ele nos diz, "e veio dormir aqui para 
no atrapalh-la." 
"Eu no preciso que ningum me acompanhe," Gavin declara, quando Cooperpega seu casaco."Talvez no," Cooper diz firmemente. "Mas eu preciso de um ar puro. Vamos."Os 
dois saem, me deixando sozinha com Jordan e meu pai - dois homens que me abandonaram quando eu mais precisei deles, e ento os dois voltaram quando eu no precisada 
- e nem queria - eles por perto."Voc me deve uma," eu digo a Jordan, depois de eu ter voltado  sala de estar com um cobertor - e uma travessa de salada - para 
ele vomitar. E mesmo que ele no vai lembrar de nada disso pela manh, eu adiciono, "E ainda assim eu no vou ao seu casamento." Ao meu pai, eu digo, "No diga a 
Tania que eu estava com ele quando vov ligar.""Eu posso ter estado na priso pelas duas ltimas dcadas, Heather," Papai diz, com a dignidade ferida. "Mas eu 
ainda tenho uma idia de como essas coisas funcionam.""Bem, bom pra voc," eu digo. Ento, chamando Lucy, eu corro pelas escadas para meu quarto, esperando que 
se eu trancar a porta e cair na cama rpido o suficiente, eu vou perder o retorno de Cooper. Eu sei que Sarah me acusaria de usar prticas evitativas.Mas, ei, 
quando se trata de Cooper, algumas vezes evitar  a melhor coisa a fazer. 
23Porque quando ela  a mulher deleE no vocEla no  a nicaQue est bancando a idiota."Cano de Casamento"Escrita por Heather WellsEu saio de fininho 
na manh seguinte para evitar Cooper. Eu fao isso levantando na hora no-abenoada de oito da manh, e consigo tomar banho e me vestir e sair pela porta at oito 
e meia. Isso  to diferente da minha rotina normal - no aparecer no andar de baixo antes de oito e cinqenta e cinco - que eu evito todo mundo da casa, incluindo 
meu pai, que ainda est tocando sua flauta indiana, tocando "tributo  manh" quando eu corro pelo seu quarto, com as botas na mo para no fazer as tbuas de madeira 
rangerem.No h nenhum sinal de Cooper - uma olhada pela porta parcialmente aberta revela uma cama perfeitamente feita - ou, mais ameaadoramente, Jordan. Os cobertores 
em que Jordan dormiu esto dobrados no canto do sof, e a travessa de salada est no topo deles, abenoadamente vazio. Parece claro para mim o que aconteceu: Cooper 
acordou seu irmo e o est transportando em seu veculo. Jordan no teria acordado to cedo sozinho aps a festa de ontem de noite. Que eu saiba, Jordan costuma 
dormir at as 4 da tarde. Nosso desgosto mtuo por manhs era uma das nicas coisas que tnhamos em comum - alm de uma afeio por cookies Garota Scout (ele: os 
de menta; eu: os de pasta de amendoim).Sentindo como se eu tivesse ganho na loteria, eu deixo Lucy sair para fazer as coisas dela, pego uma barra de protena de 
chocolate (para energia durante a caminhada para o trabalho), coloco ela para dentro e me mando - s para encontrar um recado colado na frente da porta."Heather," 
diz, na letra limpa e infinitamente fina, que eu fui forada a aprender a ler como sua administradora, "ns temos de conversar".Heather, ns temos de conversar? 
Heather, ns temos de conversar? Poderiam cinco palavras ser mais ameaadoras em toda a linguagem portuguesa (inglesa, no livro) do que ns "temos de conversar"? 
Quero dizer, srio, quem quer ver um recado DESSES colado na porta da frente? Ningum, isso sim.O que explica porque eu puxo o recado de l e o enfio no meu bolso 
enquanto saio pela porta.Sobre o qu ser que Cooper quer falar comigo? O fato de que eu carreguei seu irmo para casa noite passada, morto de bbado, para dormir 
no sof dele, quando Cooper deixou muito claro de que ele no quer ter nada a ver com sua famlia mais prxima? O fato de que eu me enfiei na investigao do assassinato 
de Lindsay Combs, sem dizer para ningum aonde estava indo e aps eu ter jurado que dessa vez eu iria deixar as investigaes para os profissionais? Ou possivelmente 
o fato de que eu comprometi a vida de um de meus residentes enquanto fazia isso?Ou talvez isso no tenha nada a ver com o que aconteceu noite passada. Talvez Cooper 
tenha decidido que est cansado de abrigar os Coitados e todas as suas esquisitices - a dlauta indiana de papai e minha tendncia de trazer para casa estrelas pop 
bbadas e garotos de vinte e um anos usando calas largas que gostam de fingir serem gngsters. Talvez ele v nos colocar para fora. Alguns de ns certamente merecem 
esse tipo de tratamento.E eu no estou falando sobre Lucy ou meu pai.Minha caminhada para o trabalho  reflexiva e triste. Mesmo a barrade protena parece ter 
muito mais gosto de obrigao do que da barrinha de sempre. Eu no quero ser expulsa da casa de Cooper.  o nico lar que eu j tive, srio, sem contar o apartamento 
em que Jordan e eu vivemos juntos, cuja imagem que eu tenho dele na memria agora est pra sempre danificada depois de v-lo com os lbios de Tnia ao redor de seu-"Heather!" 
Reggie, de volta ao seu costumeiro ponto na esquisa, parece surpreso de me ver ali to cedo. Eu estou surpresa de v-lo de volta ao trabalho. Embora a neve tenha 
parado e os carros de tirar neve tenham cavado o caminho, as ruas ainda so meras linhas entre vastas montanhas de neve empilhada. 
"Dia, Reggie," eu digo, saindo de trs de dois metros de neve cobrindo o carro de algum azarado. "Que tempestade foi essa, hein?""Eu no estava muito feliz com 
isso," Reggie diz. Ele est encolhido no frio em um casaco Tommy Hilfiger dourado. Um copo de papel de caf solta fumaa em suas mos enluvadas. "s vezes eu penso 
que seria melhor voltar para as ilhas.""Mas o que voc faria l?" eu pergunto, genuinamente interessada."Meus pais tm uma plantao de banana," Reggie diz. 
"Eu poderia ajudar a levar o negcio. Eles tm pedido para eu voltar para casa h muito tempo. Mas eu ganho mais dinheiro aqui."Eu no consigo evitar de contrastar 
os garotos Winer e a situao de sua famlia com a de Reggie. O pai de Doug e Steve Winer quer que eles faam sua prpria fortuna, e ento os garotos passaram a 
vender drogas. Os pais de Reggie querem que ele assuma o negcio da famlia, mas ele ganha mais dinheiro vendendo drogas. A coisa toda  simplesmente... estpida."Eu 
acho que voc estaria melhor na plantao de banana, Reggie," eu digo. "Se isso significa algo. Isso seria muito menos perigoso."Reggie parece considerar isso. 
"Exceto durante a temporada de furaces," ele finalmente concede. "Mas se eu voltasse para l, eu no iria mais ver a sua carafeliz toda manh, Heather.""Eu poderia 
ir te visitar," eu digo. "Eu nunca estive em uma plantao de bananas.""Voc no iria gostar," Reggie diz, com um sorriso que mostra todos os seus dentes de ouro. 
"Ns acordamos muito cedo l, antes de amanhecer. Por causa dos galos.""Deus," eu digo, horrorizada. "Isso parece horrvel. Agora entendo porque voc prefere Nova 
York.""Alm disso, se voc conseguir viver aqui, voc consegue viver em qualquer lugar," Reggie diz,com um suspiro."Verdade," eu digo; "Ei, voc ouviu algo sobre 
aquele tal Doug Winer, que eu falei no outro dia?"O sorriso de Reggie desaparece. "Nada," ele diz. "Embora eu tenha ouvido que teve uma certa confuso em uma das 
fraternidades na noite passada." 
Eu levanto minhas sobrancelhas. "Srio? Wow. Que tipo de confuso?""Uma que aparentemente envolveu seu ex, Jordan cartwright," Reggie diz. "Mas isso deve ser s 
um rumor, porque o que o famoso Jordan Cartwright estaria fazendo em uma festa de fraternidade duas noites antes de seu casamento?""Voc tem razo," eu digo. "Deve 
ser s um rumor. Bem, melhor eu ir andando. No quero me atrasar!""No," Reggie concorda gravemente. "No voc.""Te vejo depois! Fique... aquecido!" eu aceno 
alegremente, ento viro na esquina oeste da Washington Square. Ufa! Essa foi por pouco. Eu no posso acreditar que a histria de ontem  noite j alcanou os ouvidos 
dos traficantes de drogas. Eu me pergunto se vai estar na Pgina Seis. Graas a Deus que os Gregos no tm poltica de presena. Eu estaria em uma encrenca no trabalho 
se soubessem que eu estava l...Quando eu olho atravs da porta da frente no Fischer Hall s vinte para as nove, Pete, que est na mesa de segurana, quase se 
engasga com seu po-doce."O que houve?" ele pergunta, com preocupao fingida. " o fim dos tempos?""Muito engraado," eu digo a ele. "Eu j cheguei na hora 
antes, sabe.""Sim," Pete diz. Mas nunca antes da hora.""Talvez eu esteja mudando," eu digo."E talvez eu v ganhar um aumento esse ano," Pete diz. Ento ri 
abertamente de sua prpria piada.Eu fao uma careta para ele, paro na mesa de trabalho dos alunos para pegar os formulrios da noite anterior e vou para meu escritrio. 
Eu vejo, para meu alvio, que a porta de fora est fechada e trancada! Sim! Eu sou a primeira a entrar! Tom vai ficar surpreso quando me ver!Eu tiro meu casaco 
e chapi, ento vou at a cafeteria pegar um caf e um po-doce. Magda, fico feliz em ver, est de volta ao seu posto regular. Ela parece melhor do que esteve toda 
a semana. Sua sombra de olho  rosa fluorescente, seu cabelo est, como sempre, h quinze cetmetros da testa, e seu delineador est to preto quanto carvo. Ela 
sorri para mim quando eu entro. 
"A est ela," ela diz. "Minha estrelinha pop. Voc sentiu falta de sua Magda?""Sim, eu senti," eu digo. "Teve um bom dia de descanso?""Tive," Magda diz. "Eu 
precisava disso. Voc entende o que eu quero dizer? Foi bom no pensar nesse lugar - e no que aconteceu aqui - pra variar." Ela d um suspiro, ento, quando dois 
estudantes aparecem atrs de mim, ela exclama, em uma voz completamente diferente, "Oh, veja. L vm duas de minhas estrelas de cinema. Bom dia, estrelinhas de cinema!"Os 
estudantes a encaram enquanto ela passa seus cartes de refeio no scanner. Quando ela os entrega a eles e as crianas j foram, Magda diz, em sua voz normal, "Eu 
ouvi que voc foi visitar Manuel. Como ele est?""Um, quando eu estive l ontem, no to bem," eu digo. "Mas quando eu sa noite passada, ouvi que ele seria movido 
para a UTI mas estava estvel.""Bom," Magda diz. "E a polcia ainda no capturou as pessoas que fizeram isso a ele?""No," eu digo. Eu fico tentada em contar 
a Magda que eu tenho uma tima idia de quem eles so. Mas eu preciso saber como foi o encontro de Tom primeiro. "Mas eu tenho certeza de que eles esto trabalhando 
nisso."Magda d de ombros. "Eles no esto trabalhando para achar quem matou a pequena Lindsay," ela diz. "J passaram trs dias e ainda ningum foi preso. Isso 
 porque ela  uma garota," ela adiciona, descansando seu queixo em suas mos. "Se fosse a cabea de um homem que eles acharam l, eles j teriam algum preso. A 
polcia no se importa com o que acontece com garotas. Especialmente garotas como Lindsay.""Magda, isso no eu  verdade," eu asseguro a ela. "Eles esto trabalhando 
tanto quanto eles podem. Tenho certeza de que eles vo prender algum logo. Quero dizer, eles ficaram presos ontem por causa da neve, assim como voc."Mas Magda 
parece ctica. Eu percebo que  intil tentar mudar sua cabea quando ela est to convencida de que est certa, ento eu pego meu po-doce com torta de queijo e 
bacon, e um capuccino e volto para minha mesa. 
Estou sentada l me perguntando quem  Tad Tocco e porque ele quer que eu ligue para ele - ele tem uma extenso no escritrio da Universidade de Nova York - quando 
Tom entra sonolento no escritrio, parecendo surpreso por me ver."Whoa," ele diz. "Isso  uma iluso?""No," eu digo. "Sou realmente eu. Cheguei na hora certa.""Voc 
chegou antes da hora." Tom sacode sua cabea. "Os milagres nunca vo acabar?""Ento." Eu o encaro cuidadosamente. "Como foi? Com o treinador Andrews, quero dizer."Ele 
est pegando sua chave para destrancar a porta de seu escritrio, mas eu vejo um sorriso furtivo de seu rosto antes de ele o esconder."Foi bom," ele diz sem expresso."Ah, 
claro," eu digo. "Vamos. Desembucha.""Eu no quero azarar isso," Tom diz. "Srio, Heather, eu tenho uma tendncia de apressar as coisas. E eu no vou fazer isso 
dessa vez. Simplesmente no vou.""Ento..." eu o estudo. "Se voc vai levar as coisas devagar com ele, isso significa que as coisas devem ter ido muito bem.""Elas 
foram timas," Tom diz. Ele no consegue escondermais o seu sorriso. "Steve  to... Bem, ele  incrvel. Mas como eu disse, ns vamos levar isso devagar"Ns. 
Ele j comeou a dizer ns.Eu estou feliz por ele, claro. Mas um pouco chateada por mim. No porque eu gostaria de fazer parte de um ns algum dia - embora eu 
goste, naturalmente. Mas porque agora eu tenho de me perguntar porque Kimberly mentiu to discaradamente para mim... Quero dizer, a menos que Steven Andrews seja 
to bom ator quanto Heath Ledger, o que eu meio que duvido. Mesmo assim, eu no consigo evitar me sentir feliz por Tom."Ento vocs vo levar as coisas devagar," 
eu digo, "isso quer dizer que voc est planejando ficar por algum tempo no fim das contas, certo?"Ele suspira, corando. "Vamos ver," ele diz. E entra em seu escritrio.O 
que me lembra de outra coisa. "Ento aonde est a Dr. Morte? Ela vem hoje?" 
"No, Graas a Deus," Tom diz. "O Servio de Aconselhamento decidiu que se algum outro estudante precisar de ajuda com aconselhamento de luto, eles podem atravessar 
o parque.""Deixe-me adivinhar," eu digo. "Cheryl Haebig passou para ver Dr. Kilgore poucas vrias vezes.""Eu acho que Cheryl quase levou Dr. Kilgore  distrao," 
Tom diz alegremente. "Meu escritrio  meu de novo. Todo meu! Eu vou at a cafeteria pegar uma bandeja - uma bandeja - e tomar caf-da-manh em minha mesa.""Aproveite," 
eu digo alegremente, pensando em como  legal ter um chefe que acha que tomar caf-da-manh em sua mesa  totalmente apropriado no local de trabalho. Eu realmente 
ganhei acertei no quesito chefe com Tom. Eu estou feliz que ele no v embora. Pelo menos, por enquanto.Eu estou analisando os formulrios de entrada quando Gavin 
aparece, parecendo estranhamente desconfortvel."Um, oi, Heather," ele diz, parando rgido em frente  minha mesa. "Tom est por a? Eu devo remarcar meu horrio 
de aconselhamento alcolico.""Sim, ele est aqui," eu digo. "Ele foi s na cafeteria pegar algo para comer. Senta a, ele j est voltando."Gavin senta no sof 
prximo  minha mesa. Mas ao invs de se jogat nele, com as pernas obscenamente afastadas, como ele costumava fazer antes, Gavin senta muito rgido, mantendo o olhar 
direto  frente. Ele no brinca com os clipes de papel ou os brindes do McDonald's do Toy Story 2 que esto em minha mesa,como ele tambm costuma fazer.Eu o encaro. 
"Gavin? Voc est bem?""O qu?" ele pisca para o quadro de Monet na parede, resolutamente sem olhar para mim. "Eu? Claro, estou bem. Por qu?""Eu no sei," eu 
digo. "Voc parece estar sendo meio... distante.""Eu no estou sendo distante," Gavin diz. "Eu estou simplesmente lhe dando espao."Isso me faz piscar. "Voc 
est o qu?" Finalmente ele olha para mim."Voc sabe," ele diz. "Estou te dando espao. Seu amigo Cooper me contou na noite passada que voc realmente precisa 
de espao. Ento eu estou tentando te dar isso." 
Algo gelado passa por mim. Eu acho que  um mau pressentimento. "Espera," eu digo. "Cooper te disse que eu preciso de espao?""Sim," Gavin diz concordando. "Noite 
passada. Quando ele me trouxe de volta para c. O que no precisava, alis. Quero dizer, eu tenho 21 anos. Eu no preciso de um acompanhante para voltar ao meu dormitrio.""Morad
ia," eu digo. "E o que mais disse Cooper sobre mim?""Bem, voc sabe." Gavin suspira desconfortavelmente e volta a olhar para o Monet na parede oposta. "Que voc 
ficou realmente, realmente machucada quando o irmo dele Jordan te traiu, e que voc estava confusa, e que ainda est superando a perda, e no est pronta para nenhum 
novo relacionamento amoroso-""O QU?" eu fico em p. "Ele disse o qu?""Bem," Gavin diz, virando sua cabea para olhar pra mim questionadamente, "voc sabe. 
Quero dizer, por que voc ainda est apaixonada por ele-"Meu corao parece explodir no meu peito. "Apaixonada por QUEM?""Bem, Jordan Cartwright,  claro." Gavin 
parece recuar. "Oh, merda," ele adiciona, quando v minha expresso. "Eu esqueci. Cooper disse para eu no te contar o que ele disse - voc no vai contar a ele, 
vai? Aquele cara meio que me assusta..."A voz de Gavin morre enquanto ele me encara em alarme. Eu no consigo imaginar o porqu. Talvez seja porque eu estou de 
p em minha mesa com minha boca escancarada e meus olhos girando em suas rbitas."Bem, quero dizer, no  por isso que voc no quer ir para o casamento de Jordan 
amanh?" Gavin comea a balbuciar. "Porque voc ainda est apaixonada por ele, e no vai conseguir v-lo casando com outrapessoa? Porque isso  o que o seu amigo 
Cooper pensa, de qualquer forma. Ele acha que  por isso que voc no conseguiu seguir em frente e ficar com outra pessoa, porque voc ainda est lamentando pela 
perda de Jordan, e que ainda vai levar um tempo at voc esquec-lo-" 
O grito comea nos meus ps e vai subindo. Eu estou pronta para solt-lo quando Tom entra correndo no escritrio, seu rosto to branco como a neve l fora. Ele no 
est carregando uma bandeja de caf."Eles acabaram de achar o resto dela," ele diz, antes de sejogar no sof ao lado de Gavin.O grito desaparece."O resto de 
quem?" Gavin quer saber. "Lindsay," Tom diz. 
24Eles dizem que s o tempo vai dizerAt l, estou vivendo um infernoO que eu posso fazer, o que eu posso dizerEu no ACREDITO no quanto eu engordei"Balana"Escrita 
por Heather WellsMagda est em sua caixa registradora, chorando."Magda," eu digo, pelo que deve ser a quinquagsima vez, "s me diga. Diga o que aconteceu."Magda 
sacode sua cabea. Contra todas as leis da fsica e dos sprays de cabelo, seu cabelo desmoronou. Est cado tristemente sobre um lado de seu rosto."Magda. Conta 
o que eles acharam. Tom no quer falar sobre isso. Gerald no deixa ningum entrar na cozinha. A polcia j est vindo. Vamos, conte."Magda no consegue falar. 
Ela est contrita de pesar. Pete no est tendo de discutir com nenhum dos moradores para evitar que eles entrem na cafeteria - eles esto indo embora por vontade 
prpria, dando olhares nervosos na direo de Magda.Considerando o fato de que ela est praticamente gritando, eu no os culpo."Magda," eu digo, "Voc est histrica. 
Voc tem que se acalmar."Mas Magda no consegue. O que explica porque, aps um suspiro, eu vou at ela e lhe dou um tapa na cara. E porque ela, em retorno, me 
d um tapa na cara."Ai!" eu reclamo, com a mo na bochecha. "Por que voc fez isso?""Voc me bateu primeiro!" Magda declara com raiva, passando a mo em sua 
prpria bochecha."Sim, mas voc estava histrica." Magda tem um brao! Eu estou vendo estrelas. "Eu estava simplesmente tentando fazer com que voc sasse da 
histeria. Voc no tinha que me devolver o tapa.""Voc no deveria bater em pessoas histricas," Magda replica. "Eles no ensinam nada naqueles cursos de primeiros-socorros 
que eles te fizeram assistir?""Magda." Meus olhos finalmente param de nadar em lgrimas. "Diz o que eles acharam." 
"Eu vou te mostrar," Magda diz, e levanta a mo que ela no usou para amassar minha cara. L, em sua palma, est um objeto de aparncia estranha. Feito de ouro, 
lembrando um brinco, s que muito maior, e curvado. H um diamante em uma das pontas. O ouro est bastante amassado, como se tivessem pulado em cima dele."O que 
 isso?" eu perguntando, olhando para o objeto."ONDE VOC PEGOU ISSO?"Magda e eu estamos perplexas pela reao de Cheryl Haebig enquanto ela e seu namorado passam 
por ns no caminho para sair da cafeteria. Os dois olhos de Cheryl esto arregalados, seu olhar grudado no objeto na mo de Magda. Pete, que est tentando expulsar 
todo mundo do lugar, parece frustrado."Cher," Jeff diz, puxando o brao de sua namorada, "vamos. Eles querem que a gente v embora.""No," Cheryl diz, sacudindo 
sua cabea, seu olhar ainda fixado no que Magda est segurando. "aonde voc conseguiu isso? Me diz.""Voc reconhece isso, Cheryk?" - eu pergunto a ela - embora 
seja bvio pela sua reao que ela reconhece. E tambm que eu no quero saber o porqu. "O que  isso?"" o piercing de umbigo da Lindsay," Cheryl diz. Seu rosto 
est to branco quanto  blusa que ela est vestindo. "Oh, Deus. Aonde voc conseguiu isso?"Magda pressiona seus lbios. E junta seus dedos. "Ah, no," ela diz, 
na voz cantada que ela sempre usa quando os estudantes esto por perto. "No  nada. V para a saa agora, voc ir se atrasar-"Mas Cheryl d um passo para frente 
e diz, seus olhos to duros quanto o cho de mrmore abaixo de ns, "Me diga."Magda engole, olha para mim, ento diz, em sua voz normal, "Isso estava preso no 
fundo do despejo de lixo. Aquele que no funcionou bem a semana toda. O engenheiro do prdio finalmente resolveu dar uma olhada nele. E achou isso."Ela vira o 
piercing. Do outro lado do ouro, a palavra LINDSAY est gravada - difcil de reconhecer, depois de ser amassada. Mas ainda est l. 
Cheryl engasga, e ento parece ter dificuldades para ficar de p. Pete e Jeff a ajudam a sentar em uma cadeira prxima."Diga a ela para colocar a cabea entre 
as pernas," eu digo a Jeff. Ele concorda, parecendo estar em pnico, e faz sua namorada se curvar at que seu longo cabelo cor-de-mel esteja varrendo o cho.Eu 
viro para Magda e olho para o piercing. "Eles jogaram o resto dela no lixo?" eu murmuro.Magda sacode sua cabea. "Eles tentaram. Mas os ossos no foram triturados." 
(Nos EUA, as pias e depsitos de lixo tm trituradores que trituram e reduzem partculas slidas a p)"Espera a, ento... eles ainda esto l?"Magda concorda. 
Ns estamos murmurando para Cheryl no nos ouvir. "A pia tinha parado de funcionar. Ningum se perguntou o porqu - ela sempre pra. Ns simplesmente usamos a outra.""E 
a polcia no olhou l?"Magda enruga seu nariz. "No. A gua estava toda... bem, voc sabe como pode ficar l. Alm disso, serviram Chili na segunda-feira de noite..."Eu 
sinto um pouco de vmito surgindo em minha garganta. "Oh, meu Deus," eu digo."Eu sei," Magda olha para baixo, para o piercing. "Quem poderia fazer algo assim a 
uma menina to legal, to linda? Quem, Heather? Quem?""Eu vou descobrir," eu digo, dando as coistas para ela e indo cegamente - porque meus olhos esto cobertos 
de lgrimas - at Cheryl, ainda sentada com sua cabea entre as pernas. Eu me abaixo at ela paraque possa pergunt-la, "Cheryl. Lindsay e o Treinador Andrews estavam 
dormindo juntos?""O QU?"  Jeff quem parece atnito. "Treinador A. e Lind- DE JEITO NENHUM."Cheryl levanta sua cabea. Est muito vermelha por todo o sangue 
que foi parar l enquanto ela estava de cabea para baixo. H lgrimas em suas bochechas e outras em seus longos cilhos."Treinador Andrews?" ela repete, com um 
suspiro. "N-no. No, claro que no.""Tem certeza?" eu pergunto a ela.Cheryl confirma. "Sim," ela diz. "Quero dizer, Treinador A., ele..." Ela olha para Jeff. 
"Ahn..." 
"O qu?" Jeff parece assustado. "O que tem o Treinador A., Cher?"Cheryl suspira e olha para mim. "Bem, nenhuma de ns tem certeza," ela diz. "Mas ns sempre assumimos 
que o Treinador A.  gay.""O QU?" Agora parece que Jeff  quem vai chorar. "Treinador Andrews? De jeito nenhum. DE JEITO NENHUM."Cheryl pisca para mim, os olhos 
cheios de lgrimas. "Voc pode ver porque ns mantemos a suspeita para ns mesmas," Cheryl diz."Entendo," eu digo. Eu dou a Cheryl um tapinha no ombro. "Obrigada."E 
ento eu vou embora, passando por Pete para sair da cafeteria em direo ao elevador."Heather?" Magda corre atrs de mim. "Aonde voc est indo?"Eu aperto o 
boto de subir, e a porta do elevador abre."Heather." Pete me segue at o lobby, olhando para mim preocupado. "O que est acontecendo?"Eu ignoro os dois. Eu 
entro no elevador e aperto o boto do 12 andar. Enquanto as portas fecham, eu vejo Magda correndo at mim, tentando me impedir de ir sozinha.Mas  bom que ela 
no venha comigo. Ela no vai gostar do que eu estou prestes a fazer. Eu no gosto do que eu estou prestes a fazer.Mas algum tem que fazer.Quando as portas 
se abrem no 12 andar, eu saio do elevador e ando at o quarto 1218. O corredor - decorado com o tema Tigro, do Tigro e Pooh, mas s que irnico, j que o Tigro 
est usando dread nos cabelos - est silencioso. So pouco mais de nove da manh, e quem no est em aula, est dormindo.Mas um deles eu pretendo acordar."Escritrio 
do Diretor," eu grito, batendo na porta com meu punho. Ns no temos permisso de entrar em um quarto sem nos anunciar.Mas isso no significa que ns temos de 
esperar pelo morador abrir a porta. E eu no espero. Eu insiro minha chave-mestra na fechadura e viro a maaneta.Kimberly, quando eu abro, est enrolada na cama. 
A cama de sua companheira de quarto - at a cabeceira das camas da Universidade de Nova York so dourado e branco - est vazia. Kimberly est sentando, grogue. 
"O Q-Que est acontecendo?" ela pergunta, sonolenta. "Oh meu Deus. O que voc est fazendo aqui?""Saia da cama," eu digo a ela."O qu? Por qu?" Mesmo acordando 
de um sono profundo, Kimberly Watkins parece bonita. Seu rosto - diferente do meu, quando eu acabo de acordar - no estcoberto com vrios cremes para espinhas e 
rugas, e seu cabelo, ao invs de parecer cmico, cai perfeitamente plano nos dois lados de seu rosto."H algum incncio?" Kimberly quer saber."No h nenhum 
incndio," eu digo. "Vamos."Kimberly saiu da cama e est de p em uma camisa enorme da Universidade de Nova York e usando short. Em seus ps, um par de meias cinzas."Espera," 
ela diz, colocando uma mecha de cabelo por trs da orelha. "Aonde estamos indo? Eu tenho que me vestir. Tenho que escovar meus-"Mas eu j peguei seu brao e a 
estou arrastando pela porta. Ela tenta resistir, mas vamos enfrentar os fatos: eu sou muito maior do que ela. Alm disso, eu estou completamente acordada, e ela 
no."Aonde voc est me levando?" Kim exige saber, enquanto ela corre para me acompanhar pelo corredor at o elevador. Sua alternativa  me deixar arrast-la, 
o que ela aparentemente percebe que eu estou disposta a fazer."Eu tenho algo para lhe mostrar," eu digo a ela em resposta. Kimberly pisca nervosamente. "E-eu 
no no quero ver."Por um minuto, eu considero jog-la contra a parede mais prxima como se ela fosse uma bola. Ao invs disso, eu digo, "Bem, voc vai ver. Voc 
vai ver, e ento voc e eu vamos ter uma conversa. Entendido?"A cabine do elevador ainda est aguardando no 12 andar. Eu a empurro para dentro e aperto o boto 
para a cafeteria. "Voc est doida," Kimberly diz, com a voz tremendo, enquanto ns descemos. Ela est comeando a acordar agora. "Voc sabia? Voc vai ser demitida 
por isso.""Ah, ?" eu rio. Essa  a melhor que eu ouvi o dia inteiro." srio. Voc no pode me tratar assim. O Presidente Allington vai ficar bravo quando descobrir." 
"O Presidente Allington," eu digo, quando o elevador abre, "pode beijar minha bunda."Eu a arrasto passando pela porta do meu escritrio, e no corredor em frente 
 mesa, onde a estudante trabalhando l levanta a cabea de sua cpia da revista Cosmo, que ela surrupiou da correspondncia de algum, para olhar para mim chocada. 
Pete, que est levando os bombeiros para dentro do prdio - porque, no importa por qual motivo ns ligamos para o 911, de estudantes surtando drogados a ossos humanos 
no depsito de lixo, o Departamento de Bombeiros da Cidade de Nova York sempre consegue aparecer primeiro? - pausa em seus esforos de coordenao para olhar para 
mim."Eu espero que voc saiba o que est fazendo," ele diz, enquanto eu arrasto Kimberly por ele."No fique a simplesmente," Kimberly grita para ele. "Pare 
ela! Voc no v o que ela est fazendo? Ela est me arrastando contra a minha vontade! Ela est machucando meu brao!"O rdio de Pete faz um barulho. Ele leva 
at seus lbios e diz, "No, est tudo bem por aqui.""Seu segurana de aluguel estpido!" Kimberly grita para ele, quando eu a empurro pela porta da cafeteria.Magda, 
que est na entrada prxima ao seu chefe, Gerald, e vrios bombeiros, parece perplexa. Sua mo est aberta mostrando aos bombeiros sua descoberta. Cheryl, eu vejo, 
ainda est sentada ali perto, com um rosto muito plido, mas solene - ao lado de Jeff Turner. Eu agarro Kimberly pela sua nuca e empurro seu rosto para a palma aberta 
de Magda."V isso?" eu exijo. "Voc sabe o que  isso?"Kimberly est se contorcendo para escapar de minha mo. "No," ela diz. "Do que voc est falando?  melhor 
voc me soltar.""Mostre a ela," eu digo para Magda, e Magda segura o piercing de umbigo bem na frente do rosto de Kimberly."Reconhece isso?" eu pergunto a ela.Os 
olhos de Kimberly esto arregalados. Seu olhar est no objeto que Magda est segurando."Sim," ela diz, com a voz sumindo. "Eu reconheo isso." 
"O que  isso?" eu pergunto, soltando seu pescoo. Eu no preciso mais segurar paraque ela olhe. A verdade  que ela no consegue desviar o olhar." um piercing 
de umbigo.""Piercing de Umbigo de quem?""Da Lindsay.""Certo," eu digo. " da Lindsay. Voc sabe onde ns achamos?""No." Kimberly parece estar sem palavras. 
Eu me pergunto se ela est chorando ou simplemente tentando pensar em alguma coisa."No depsito de lixo," eu digo. "Eles tentaram triturar o corpo de sua amiga, 
Kimberly. Como se ela fosse lixo.""No," Kimberly diz. Sua voz est sumindo cada vez mais. O que no  normal, para uma lder de torcida."E voc sabe o que as 
pessoas que mataram Lindsay fizeram a Manuel Juarez no jogo naquela noite," eu digo. "S porque eles estavam com medo de que Lindsay tivesse dito algo sobre eles. 
O que voc pensa sobre isso, hein, Kimberly?"Kimberly, sua voz ainda fraca, com seu rosto coberto de lgrimas, murmura, "Eu no sei o que isso tem a ver comigo.""No 
brinque comigo, Kimberly," eu digo. "Primeiro voc tentou me dizer que a companheira de quarto de Lindsay a matou por inveja. Depois voc tentou me fazer pensar 
que o Treinador Andrews e Lindsay estavam romanticamente envolvidos, quando voc sabe perfeitamente bem que a orientao sexual do Treinador Andrews  a mesma-"Eu 
outro, por detrs de mim, uma tossida. Eu sei que vem de Cheryl Haebig."Encare os fatos, Kimberly," eu digo, sem olhar para trs. "Voc sabe quem matou Lindsay."Kimberly 
est balanando a cabea, tando que seus cabelos esto caindo sobre seus olhos. "No, eu-""Voc quer ver, Kimberly?" eu exijo. "O depsito aonde eles tentaram 
enfiar Lindsay? Estava entupido. Com seu sangue e seus ossos. Mas eu te mostro, se voc quiser."Kimberly deixa escapar um gemido. Os bombeiros esto me encarando 
como se eu fosse algum tipo de louca doente. Eu acho que eles esto certos. Eu sou louca doente. Eu no me sinto mal pelo que estou fazendo a Lindsay. Nem mesmo 
um pouquinho. 
"Voc quer saber o que eles fizeram a Lindsay, Kim? Voc quer saber?" Ela balana a cabea ainda mais, mas eu vou em frente. "Primeiro, algum a estrangulou - to 
forte e por tanto tempo, que os capilares ao redor de seus olhos estouraram. Ela estava provavelmente sufocando sem ar, mas quem quer que estivesse com as mos nela 
no ligou, e no a soltou. Ento ela morreu. Mas isso no foi suficiente. Porque ento eles a cortaram. A cortaram e colocaram partes diferentes de seu corpo no 
cano do depsito de lixo...""No." Kimberly est fungando agora. "No, isso no  verdade!""Isso  verdade. Voc sabe que . E voc quer saber do que mais, Kimberly? 
Voc  a prxima. Eles vo vir atrs de voc depois."Os olhos repletos de lgrimas se arregalam. "No! Voc s est dizendo isso para me assustar!""Primeiro 
Lindsay. Depois Manuel. E ento voc.""No!" Kimberly comea a se afastar de mim - mas infelizmente acaba na frente de Cheryl haebig, que se levantou e est parada 
l, com os olhos brilhando para Kimberly.Somente Kimberly parece no notar o brilho. Ela diz, "Ah, Graas a Deus," quando v Cheryl. "Cheryl, dia a ela - diga 
a essa puta que eu no sei de nada"Mas Cheryl apenas sacode sua cabea."Voc disse a ela que Lindsay e o Treinador A estavam envolvidos?" Ela acusa. "Porque 
voc fez isso? Por qu? Voc sabe que no era verdade."Kimberly, vendo que no vai conseguir nenhum apoio de Cheryl, comea a se afastar dela, ainda sacudindo 
a cabea. "Voc... voc no entende," ela solua."Oh, eu entendo tudo," Cheryl diz. Para cada passo que ela d para frente, Kimberly d um passo para trs, at 
que as costas de Kimberly esto cotra a mesa de Magda, onde ela congela, olhando cheia de lgrimas para o rosto de Cheryl. "Eu entendo que voc sempre teve inveja 
de Lindsay. Eu entendo que voc sempre quis ser to adorada e popular quanto Lindsay. Mas isso nunca vai acontecer. Porque voc  uma-" 
S que Cheryl no chega a terminar. Porque Kimberly caiu pela mesa, deslizando vagarosamente at estar no cho, com uma poa no uniforme branco e dourado da Universidade 
de Nova York."No," ela exclama. "No. Eu no fiz isso. Eu no fiz nada. Eu no matei ela!""Mas voc sabe quem matou," Eu vou at ela e digo. "No sabe, Kimberly?"Ela 
est sacudindo sua cabea. "No sei! Eu juro que no sei! Eu s - eu sei o que Lindsay fez."Cheryl e eu trocamos olhares intrigados."O que Lindsay fez, Kimberly?" 
eu pergunto.Kimberly, seus joelhos dobrados no peito, murmura, "Ela roubou a cocana dele.""Ela o qu?""Ela roubou a cocana dele! Deus, o que voc , surda?" 
Kimberly olha para cima e nos encara por detrs das lgrimas. "Ela roubou toda a cocana dele, mais de um grama de cocana. Ela estava brava com ele, por causa do 
jeito que ele a tratava. Tipo, ela fez um boquete nele e ele s lhe disse uma frase ou duas. Alm disso, ele estava saindo com outras garotas, tambm. Isso a estava 
tirando do srio.Cheryl d o que parece ser um passo involuntrio para trs quando ouve isso. "Voc est mentindo," ela diz para Kimberly."Espera," eu digo, 
confusa. "A cocana de quem? De Doug Winer? Voc est falando de Doug Winer?""Sim." Kimberly concorda. "Ela pensou que ele no sentiria falta. Ou se sentisse, 
ele pensaria que um dos garotos da fraternidade pegou. Ah, no me olhe assim, Cheryl!" Kimberly estolhando para sua companheira de esquadro. "Lindsay no era nenhuma 
santa, sabe. No importa o que voc e as outras garotas queiram pensar. Deus, eu no seu porque vocs nunca a viram pelo que ela era... uma puta drogada. Que teve 
o que merecia!"As fungadas de Kimberly chegaram ao nvel de hiperventilao. Ela est sacudindo seus braos no estmago como se estivesse sofrendo de apendicite, 
seus joelhosno peito, sua testa nos joelhos.Mas enquanto Cheryl est se afastando, parecendo horrorizada, eu ainda assim no estou afim de deixar Kimberly livre. 
"Mas Doug sentiu falta da cocana," eu digo. "Ele sentiu falta, e veio procurando, no veio?"Kimberly concorda novamente."Que  porque Lindsay precisava entrar 
na cafeteria. Para lhe entregar sua cocana. Porque ela escondeu aqui, no foi? Por que ela no achou que seria seguro esconder em seu quarto, onde Ann poderia encontrar." 
Ela concorda. "Ento ela pegou a chave com Manuel, entrou aqui, Doug entrou no prdio de alguma forma, e... Ento o qu? Se ela devolveu a ele... Por que ele a mataria?""Como 
eu deveria saber?" Kimberly levanta sua cabea devagar, como se ela estivesse pesada. "Tudo o que eu sei  que Lindsay acabou recebendo o que ela merecia por tudo.""Sua..." 
Cheryl est olhando para a outra garota, seu peito levantando e abaixando rapidamente de emoo, seus olhos brilhando com as lgrimas. "Sua... sua... puta!"Que 
 quando Cheryl levanta seu brao para bater em Kimberly, que se encolhe, mas a mo de Cheryl  barrada antes de ela conseguir enconstar no rosto de Kimberly."Isso," 
Detetive Canavan, que aparece por detrs de ns, diz calmamente, " o suficiente, garotas." 
25Agora tem uma tempestade vindo sobre mimVentos fortes, vrias ondas curtasNo sei at quando eu consigo no me afogarUma choclatra em um bote afundando."Afundando"Escrita
 por Heather Wells-Ento a est - eu digo a Pete, quando ns sentamos na mesa grudenta nos fundos do Corvo Chapado (Stoned Crow), aps o trabalho. "A est o 
motivo, claro como o dia."Um olhar para o rosto do segurana revela que ele est pelo menos to confuso quanto Magda."O qu?" os dois dizem, ao mesmo tempo."Foi 
por isso que ele a matou," eu explico, pacientemente. "Lindsay estava andando por a, abrindo a boca para seus amigos sobre ele ser traficante. Ele teve que a silenciar, 
ou se arriscara ser pego eventualmente.""Voc no precisa arrancar a cabea de uma pessoa somente para silenci-la," Magda diz, indignada."," Pete concorda. 
"Quero dizer, assassinato  algo muito extremo, voc no acha? S porque sua namorada  um pouco fofoqueira, voc no tem de mat-la.""Talvez ele a matou como 
um aviso," Sarah diz, do bar aonde ela est sentada assistindo um jogo de basquete universitrio na televiso. "A seus consumidores. Avis-los para manter suas bocas 
fechadas, ou sofrero destino similar. Oh, Jesus! Falta! FALTA! O juz  cego?""Talvez," Pete diz, tocando no burrito requentado que ele comprou na barraquinha 
na esquina. Mas esse  o preo que voc tem que pagar quando a cafeteria no seu local de trabalho est fechada para que a equipe da percia possa extrair as partes 
do corpo do cano da pia da cozinha. O burrito  a primeira coisa que Pete tem a chance de comer desde o caf-da-manh. A cerveja e a pipoca que eu estou curtindo 
no momento so a primeira coisa que eu tenho a chance de comer. "Ou talvez isso fosse simplesmente o tipo de coisa que um doente pervertido como Winer ache engraado.""Ns 
no sabemos com certeza se foi o garoto Winer," Magda aponta. Tanto Pete quanto eu a encaramos. 
"Bem," ela diz, "vocs no sabem. S porque aquela garota disse que ele era a pessoa q Lindsay foi encontrar, no quer dizer que tenha sido ele quem a matou. Vocs 
ouviram o que o detetive disse.""Ele disse que ns deveramos cuidar das nossas vidas," eu a recordo. "Ele no disse nada se ele pensava ou no que Doug - ou seu 
irmo - tenha feito isso." Mesmo que eu o tenha pego de lado e, aps ter dito o que eu observei na festa na fraternidade, na noite anterior, e tenha dito, " bvio 
que aquele Doug - e Steve, lembre-se do que Manuel disse, que Steve foi o nome que Lindsay mencionou - a matou por ela abrir a boca sobre ele ser traficante, ento 
deixou sua cabea como um aviso ao resto dos clientes. Voc tem de prend-los. Voc TEM de prend-los."Detetive Canavan, entretanto, no gostou deter sido dito 
o que ele deveria fazer. Ele simplesmente me encarou e disse, "Eu deveria ter imaginado que era voc na festa noite passada. Voc no pode ir a lugar algum sem causar 
confuso?"O que eu tomei como injusto. Porque eu j estive em vrios lugares em que no surgiu nenhuma briga. Muitos lugares. Olhe para mim no bar em frente ao 
Fischer Hall.E tudo bem, so apenas 5:05, ento quase nigum saiu do trabalho ainda e o lugar est basicamente vazio exceto por ns. Mas no teve nenhuma briga. 
Ainda."Ento quando eles vo fazer isso?" Magda quer saber. "Prender aqueles garotos?""Se eles vo prend-los," Pete a corrige."Mas eles tm que prender," 
Magda diz, piscando rapidamente para sua bebida alcolica favorita - White Russian. Pete e eu no conseguimos nem mesmo olhar para a bebida sem rir baixinho. "Quero 
dizer, eles levaram aquela Kimberly para interrogatrio aps ela ter dito todas auelas coisas na frente de ns... mesmo que ela tenha mentido para eles depois, eles 
ouviram o que ela nos disse na cafeteria." 
"Mas isso  evidncia?" Pete pergunta. "Isso no , como eles chamam em Law and Order (seriado "policial" americano, com o mesmo nome aqui no Brasil, cuja traduo 
literal seria Lei e Ordem) ? Especulao?"Voc est me dizendo que eles no pegaram impresses digitais naquela cozinha?" Magda exige. "Ningum pegou um fio de 
cabelo de quem eles possam extrair DNA, para descobrir quem fez isso?""Quem sabe o que eles acharam?" e digo, colocando minha mo cheia de pipoca na boca. Por 
que pipocas de carrinhos de rua so to gostosas? Especialmente com cerveja gelada. "Ns provavelmente seremos os ltimos a descobrir.""Pelo menos Manuel vai ficar 
bem," Pete diz. "Julio disse que ele est melhorando a cada dia. Embora eles ainda mantenham policiais em postos na porta de seu quarto no hospital.""O que ele 
vai fazer quando tiver alta?" Magda quer saber. "Eles vo colocar policiais na sua casa?""Eles j tero prendido Doug at l," Saah diz, do bar. "Quero dizer, 
Doug tem que ser quem a estrangulou. A nica questo , ele fez isso acidentalmente? Tipo, ele a asfixiou durante uma brincadeira no sexo, e ento entrou em pnico? 
Pelo que voc me disse, ele no parece o tipo de cara que tem muito controle sobre seu temperamento-"". Eu mencionei que ele me deu uma cabeada no estmago?" 
eu pergunto."Mas colocar os seus restos no cano do depsito para se livrar das evidncias?" Sarah sacode sua cabea. "Doug no tem crebro para uma coisa dessas 
- mesmo que no tenha funcionado graas ao triturador ter quebrado. Oh, meu Deus, falta! FALTA!"Eu desvio o olhar do saco de pipocas vazio e noto que Pete e Magda 
no so os nicos que encaram Sarah com descrena. A garonete, Belinda, uma rockeira com a cabea raspada, tambm est piscando para ela, atnita.Sarah nota, 
olha ao redor e diz, defensivamente, "Desculpa, mas uma pessoa pode pode ter mltiplos interesses, sabe. Quero dizer, eu posso ser interessada em psicologia e esportes, 
tambm. Isso se chama ter mente aberta." 
"Mais pipoca?" Belinda pergunta a ela, parecendo bastante assustada para algum com tantos piercings no nariz."Ah, no," Sarah diz. "Essa coisa  sem gosto.""Um," 
eu digo, "Eu vou querer. Obrigada.""Eu quero a conta," Pete diz, levantando de sua cadeira, "Eu tenho que chegarem casa antes de meus destrurem tudo. Magda, voc 
quer uma carona at o metr?""Ah, sim," Magda diz, se levantando tambm."Espera," eu protesto. "Eu acabei de pedir mais pipoca!""Desculpa, querida," Magda 
diz, lutando cotnra seu casaco de plo de coelho falsificado. "Mas est por volta de doze graus l fora. Eu no vou andar at o metr. Te vejo na segunda.""At 
segunda, galera," eu digo chatedada, vendo-os partir. Eu iria embora, tambm, mas eu ainda tenho meia cerveja. Voc no pode simplesmente largar cerveja assim.  
desamericano (a idia  uma palavra que no existe, mesmo: un-american).Exceto que, um minuto depois, eu me arrependo por no ter escapado quando eu tive a chance, 
j que a porta abre, e quem mais poderia entrar alm de... Jordan?"Ah, a est voc," ele diz, me encontrado. O que no  difcil, j que eu sou a nica no bar, 
 exceo de Sarah e um casal do tipo dos caras do Departamento de Matemtica, jogando sinuca. Jordan desliza paraa cadeira que Pete acabou de vagar, e explica, 
enquanto tira sua jaqueta, "Cooper me disse que voc vem aqui s vezes aps o trabalho."Eu o encaro por cima da minha cerveja. Eu no sei o porqu. Eu quero que 
 por ele ter mencionado o nome de Cooper. Cooper no est no topo da minha lista de pessoas favoritas no momento.Na verdade, nem o seu irmo."Lugar legal," 
Jordan diz, olhando em volta. Claro que ele est sendo sarcstico. A idia de Jordan de um lugar legal  um bar no Four Seasons. O que no est exatamente ao meu 
alcance financeiro. No mais."Bem, voc me conhece," eu digo, mais leve do que me sinto, "Somente o melhor." 
"," Jordan para de olhar ao redor e ao invs disso olha para mim. De alguma forma, isso  pior. Eu sei que no estou exatamente arrumada no momento. A corrida selvagem 
de noite passada no fez muito pelas bolsas pretas debaixo dos meus olhos, e eu no exatamente lavei meus cabelos esta manh. Eu os lavei na noite passada, para 
tirar o cheiro de fumaa de cigarro da casa dos Tau Phi. Dormir em meus cabelos quando molhados  uma maneira de os deixar, bem, meio armado no dia seguinte. Sem 
falar no fato de que estou vestindo meu segundo melhor jeans - eu ainda no consegui repor a cala com manchas de sangue nos joelhos - que no est exatamente perdida, 
ao ponto de eu me preocupar em comprar outra, e a voc pode imaginar.Mas Jordan tambm no est nenhuma beleza hoje. Ele tem crculos pretos aonde eu tenho bolsas, 
e seu problema com os cabelos est muito maior que o meu. Seus cabelos loiros esto escapando em tufos por todo o chapu."Voc quer uma cerveja?" eu pergunto a 
ele, j que Belinda est nos encarando inquisitiva."Oh, Deus, no," Jordan diz, "Eu nunca mais vou beber depois da festa de ontem de noite. Eu realmente acho que 
algum colocou algo em minha bebida. Eu s bebi aquela-""Voc me disse que tinha bebido dez taas de vinho antes de sair de casa," eu o recordo."Sim," Jordan 
diz, com uma cara de "E da?" em seu rosto. "Isso  o que eu costumo beber todas as noites. Eu nunca estive to lerdo como estive noite passada.""Por que algum 
iria te drogar?" eu pergunto. "No  como se voc no tivesse disposto a transar com estranhos."Ele me encara. "Ei," ele diz. "Isso no  justo. A eu no sei porque 
algum faria isso. Talvez foi, tipo, uma garota feia, ou algum com quem eu normalmente no faria""Eu no vi nenhuma garota feia naquela festa," Ento eu tenho 
esclareo. "Talvez tenha sito um dos caras! Fraternidades so conhecidas pela latente homossexualidade." 
Jordan faz uma careta. "Por favor, Heather... vamos deixar isso para l, certo?  suficiente eu dizer que nunca mais vou beber de novo.""Bem, isso vai deixar os 
brindes de champagne amanh um pouco decepcionados," eu digo.Jordan arranha as iniciais de algum cravadas no tampo da mesa, sem encontrar meu olhar. "Olhe, Heather," 
ele diz. "Sobre a noite passada-""Eu no sei onde esto seus esquis, Jordan," eu digo. "Eu liguei para o Waverly Hall e o guarda disse que ningum deixou esquis 
l, ento obviamente algum os roubou. Eu sinto muito, mas voc sabe-"Ele se encolhe. Eu acho que  porque eu estou falando alto demais."Eu no ligo para os estpidos 
esquis," ele diz. "Eu estou falando sobre ns."Eu pisco para ele. Ento eu me lembro que Cooper deve ter o levado para cara essa manh.Ah, no."Jordan," eu 
digo. "Eu no te amo mais. Eu no ligo para o que Cooper te disse, certo? Quero dizer, eu te amava. Mas isso foi h muito tempo atrs. Eu segui em frente-"Ele 
pisca para mim. "Cooper? Do que voc est falando?""Ele no te levou para casa hoje de manh?"Sim. Mas ns no falamos sobre voc. Ns falamos sobre mame e 
papai. Foi legal. Eu no falava com Cooper - assim, s ns dois - desse jeito h muito tempo. Eu acho que ns resolvemos algumas coisas. Nossas diferenas, quero 
dizer. Ns dois concordamos que no somos to parecidos - mas que est tudo bem. Qualquer que seja seu relacionamento com mame e papai... Bem, no h razo para 
que a gente no se d bem."Eu o encaro. Eu no consigo acreditar no que estou ouvindo. Cooper no suporta Jordan. Quero dizer, ao ponto de se recusar a atender 
seus telefonemas ou abrir a porta quando ele aparece."Wow," eu digo. "Isso ... isso ... bem, um progresso. Que bom pra vocs.""," Jordan diz. Ele continua 
a arranhar o graffiti. "Eu acho que o convenci a ir ao casamento amanh. Quero dizer, ele no concordou em ser meu padrinho, como eu pedi, mas ele disse que iria." 
Eu estou genuinamente chocada. Cooper no suporta sua famlia, e agora ele est planejando ir ao grande e explosivo casamento na Catedral de So Patrick, com uma 
recepo no Plaza, em sua companhia? Esses no so seus tipos de eventos nem um pouco..."Bem," eu digo. Porque eu realmente no sei o que mais dizer. "Isso ... 
isso  incrvel, Jordan. Srio. Eu estou to feliz por vocs.""Isso realmente significa muito para mim," Jordan diz. "A nica coisa melhor seria se... bem, se 
voc tivesse concordado em ir amanh, Heather."Eu sacudo minha cerveja. "Oh, Jordan," eu digo. "Isso  realmente fofo. Mas-"" por isso que  to difcil para 
mim dizer o que vou dizer," Jordan vai em frente, como se eu no tivesse falado. "E  isso. Heather." Ele estica o brao por cima da mesa e pega a mo que no est 
segurando a cerveja, ento olha nos meus olhos. "Realmente me machuca dizer isso, mas... Eu no posso deixar voc ir ao meu casamento amanh."Eu pisco para ele. 
"Jordan," eu digo. "Eu-""Por favor, me deixa terminar," Jordan diz, apertando minha mo. "No  que eu no te queira l, Heather. Mais do que qualquer pessoa no 
mundo, eu te quero l. Voc  a pessoa de quem eu estive mais prximo por mais tempo em toda a minha vida. Se tem algum que eu quero que esteja do meu lado para 
o evento mais importante de minha vida,  voc.""Hum, Jordan," eu digo. "Eu estou honrada. Realmente estou. Mas a pessoa que voc mais quer do seu caso no deveria 
ser-"" Tania," Jordan interrompe."Certo," eu digo. " isso que eu ia dizer. No deveria ser Tania a pessoa que voc mais quer do seu lado? Considerando que 
ela  a pessoa que voc vai-""No, eu quero dizer que Tania  a pessoa que no te quer l," Jordan diz. "No depois da noite passada. V, ela no ficou muito feliz 
em descobrir que eu passei a noite com voc-" 
"Oh meu Deus, Jordan!" eu explodo, puxando minha mo para longe dele, e olhando para Sarah e Belinda para me certificar de que elas no ouviram nada. "Voc no passou 
a noite comigo! Voc passou a noite no sof da sala de estar do seu irmo!""Eu sei disso," Jordan diz, tendo a dignidade de corar. "Mas Tania no acredita. V, 
Tania acha que voc ainda me ama, e-""Oh meu Deus," eu digo novamente. "O que h com todo mundo, pensando que eu ainda te amo? Eu no te amo! Eu me desapaixonei 
por voc muito antes de voc antes mesmo de entrar em casa e ver Tania com o seu-""Ei," Jordan diz, inclinando sua cabea, quando os dois nerds da matemtica olham 
para ns, interessados. "No h necessidade desse tipo de linguagem.""Srio, Jordan," eu digo. "Eu me desapaixonei por voc naqula vez em que ns estavamos em 
turn no Japo, lembra, e voc ficava indo visitar todos aqueles Templos. S que no eram realmente templos, eram?"Jordan cora mais ainda. "No. Eu no sabia que 
voc sabia. Voc nunca disse nada."Eu suspiro. "O que tinha para dizer? Alm disso, eu achava que talvez voc superasse isso. Mas voc no superou.""Eu s nunca 
conheci nenhuma mulher que pudesse fazer aquilo com uma bola de ping-pong," Jordan diz, com uma voz sonhadora."Sim," eu digo rispidamente. "Bem, felizmente para 
voc, Tania  uma mulher de muitos talentos." A voz de sua noiva lhe tira de seu devaneio, como eu sabia que o faria."Ento voc est bem com isso?" ele me pergunta, 
com uma expresso preocupada. "Em no ir ao meu casamento?""Jordan, eu nunca tive nenhuma inteno de ir ao seu casamento amanh. Se lembra? Eu te falei isso. 
Umas cinco vezes." 
Ele se estica para pegar minha mo de novo. "Heather," ele diz, olhando para meus olhos injetados. "Eu no posso te dizer o que isso significa pra mim. Isso prova 
que, no importando o que voc diga, voc se preocupa comigo... pelo menos um pouco. E eu espero que voc acredite quando eu digo que sinto muito que as coisas tenham 
ficado assim. Mas est na hora de eu comear uma vida nova, com minha nova parceira. Se isso te d algum conforto, eu espero que algum dia voc, tambm, encontre 
algum para dividir sua vida...""Jordan," eu digo, me inclinando para frente e dou tapinhas em sua mo. "Eu j achei algum. Seu nome  Lucy."Jordan faz uma 
careta e solta minha mo. "Eu quero dizer um homem, Heather, no um cachorro. Por que voc sempre tem que fazer piada sobre tudo?""Eu no sei," eu digo com um 
suspiro. "Esse  simplesmente o tipo de garota que eu sou, eu acho. Voc tem sorte de ter escapado em tempo."Joran olha para mim tristemente, sacudindo sua cabea. 
"Voc nunca vai voltar a ser quem costumava ser quando ns nos conhecemos, vai? Voc era to doce naquela poca. Nunca cnica.""Isso  porque naquela poca meu 
namorado no sentia como se tivesse perdendo algo pelo fato de que eu nunca fiz nenhum truque vaginal com uma bola de ping-pong," eu digo a ele."Agora chega," 
Jordan diz, colocando sua jaqueta e levantando. "Eu vou embora. Eu te vejo... bem. Depois.""Depois que voc voltar da lua de mel," eu digo. "Para onde vocs esto 
indo, de qualquer forma?"Jordan no parece capaz de me olhar nos olhos. "Japo. Tnia est em turn.""Bem," eu digo. "Ja mata." (Ja mata  uma expresso japonesa 
para "at mais")Com a raiva em seu rosto, Jordan sai estrondosamente do bar. S quando ele j se foi  que Sarah desvia sua ateno do jogo (est passando um comercial), 
e diz, "Jesus Cristo. O que voc disse a ele?"Eu suspiro. "Adeus." 
26
Meu corao estava como um livro rasgadoMinha alma estava despedaada, no merecia um olharEnto voc me encontrou, e eu apenas soube Sonhos realmente podem se 
tornar verdade"Livro"Escrito por Heather WellsDepois do dia que eu tive, tudo que eu quero  uma noite sozinha. Eu estava planejando pegar meu velho violo 
e dar a ele um completo trato, depois ascender um fogo e me jogar no sof para assistir todos os programas de TV que eu gravei em DVD durante a semana (no tenho 
certeza se  bem isso). Eu acho que ainda tem alguma sobra de comida indiana na geladeira. Eu irei comer umas samosas e assistir a reprise de America's Next Top 
Model. Poderia existir um programa melhor para uma sexta-feira  noite? Especialmente uma sexta  noite depois de uma semana lidando com cadveres e garotos de fraternidade.No 
entanto, quando eu entro pela porta da casa de Cooper, eu percebo que tinha uma coisa que eu havia esquecido de levar em considerao no meu plano.O fato de que 
agora eu moro com meu pai.O cheiro me alcana no minuto em que eu coloco os ps no vestbulo. Isso  claro. Algum est cozinhando os bifes que eu escapei do trabalho 
para comprar no Mercado Jefferson. Os bifes que eu comprei para mim e Cooper, mas que nunca tive oportunidade de cozinhar para ele, graas a...bem, a tudo que est 
acontecendo.Arrancando meu casaco, eu entro furtivamente na cozinha. Papai est l em um avental em frente do fogo, cozinhando meus bifes em uma frigideira de 
ferro fundido com cogumelos e cebolas que eu tambm comprei. Ele preparou a mesa da cozinha para dois, com guardanapos e velas acesas e tudo mais. Lucy, enroscada 
em uma de suas muitas camas de cachorro (Cooper  quem continuam as comprando, no eu. Ele acha que elas so fofas), levanta sua cabea quando eu entro e sacode 
seu rabo, mas isso  tudo. Ela claramente j havia passeado. 
Papai pula e se vira. Ele est bebendo uma das minha Cocas Diet. Um pouco disso caiu da lata porque ele se virou to abruptamente."Heather!" ele grita. "A est 
voc! Eu no ouvi voc entrando."Eu estou olhando os bifes. Eu no posso evitar isso. Eles estavam em minha geladeira em meu apartamento l em cima.  verdade 
que eu nunca tranco, mas isso no significa que homens estranhos so bem vindos para ficar vagueando por l, mexendo em minhas coisas.Porque papai  um homem estranho. 
Para mim. Isso , relativamente falando."Eu espero que voc no se importe," papai diz, aparentemente notando a direo do meu olhar. "Eu achei que era melhor 
algum frit-los, ou eles iriam estragar. Eu estava em seu apartamento, procurando pelo nmero de sua me.""Na geladeira?" Eu pergunto."Eu estava apenas me perguntando 
o que voc come," ele diz afavelmente. "Eu sinto como se eu mal conhecesse voc. Me desculpe, voc estava guardando esses bifes para uma ocasio especial? Porque 
se estava, voc realmente deveria t-los guardado no frzer. Eles iriam durar mais desse jeito."O cheiro de carne frita e cebolas est delicioso, est me fazendo 
ficar um pouco tonta."Eu estava meio que guardando eles...mas isso no importa," eu digo, um pouco tristemente. Isso no importa porque, pelo menos de acordo com 
Garvin, Cooper acha que eu continuo de pernas pro ar por seu irmo, de qualquer forma. Fazer um jantar para ele no vai mudar isso. Eu provavelmente vou ter que 
atirar bolas de ping-pong do meu ying yang em um palco antes que algum acredite que eu superei Jordan. Inclusive Jordan."Bem, isso  bom," papai diz. "Porque 
eles esto quase prontos. Voc gosta de seu bife um pouco mal passado, certo?"Eu levanto minha sobrancelha, genuinamente surpresa. "Espera...voc cozinhou eles 
para mim?""Quem mais?" Papai parece um pouco surpreso."Bem." Eu mordo meu lbio inferior. "Uma amiga, talvez?" 
"Heather, eu s estou fora da priso h uma semana," Papai diz. "Isso  dificilmente tempo suficiente para fazer uma amiga.""Bem, ento, Cooper," Eu digo."Cooper 
est ocupado com seu ltimo caso," Papai diz. "Ento eu temo que seja s voc e eu. Eu no tinha certeza de quando voc iria estar em casa, mas eu arrisquei. Sente-se. 
Tem uma garrafa de vinho ali. Eu espero que voc no se importe em beber sozinha. Eu estou preferindo refrigerante esses dias."Chocada, eu puxo uma cadeira e me 
sento, mais porque eu no tenho certeza se eu poderia continuar em p do que porque ele me pediu."Pai," eu digo, olhando a mesa cuidadosamente arrumada, "voc 
no precisa cozinhar o jantar pra mim. Ou caf da manh, tambm, por falar nisso."" o mnimo que eu posso fazer," papai diz. Ele tira os bifes da frigideira e 
os coloca em dois pratos, juntamente com os cogumelos e as cebolas. "Eu s vou deixar isso descansar por um minuto," ele explica. "Eles ficam melhor dessa forma. 
Suculento. Ento." Ele tira a cadeira que est ao lado da minha e se senta nela. "Como foi o seu dia?"Eu o encaro por um minuto. Eu estou tentada, na verdade, 
a contar para ele. Bem, pai, no muito bem, na realidade. Ns descobrimos o que eles fizeram com o resto de Lindsay Combs, e isso no foi nada bonito. E ento eu 
tratei com grosseria uma estudante e quando meus superiores descobrirem sobre isso eu provavelmente serei demitida.Mas ao invs disso, eu digo: "Meu dia foi bom, 
eu acho. E o seu?" Porque eu realmente no quero entrar em detalhes sobre isso."Bom, bom" papai diz. "Cooper me mandou seguir um homem do escritrio dele at seu 
encontro marcado para o almoo e ento de volta ao escritrio."Minhas sobrancelhas se levantam. Espera um momento. Eu no acredito que eu finalmente aprendi alguma 
coisa sobre o que Cooper faz o dia inteiro."Srio? Quem o contratou para seguir o cara? O que o rapaz supostamente fez?" 
"Oh, eu no posso te dizer nada disso," papai diz agradavelmente. "Aqui." Papai colocou um pouco de vinho tinto em uma taa e a passa para mim."Mas eu trabalho 
para a empresa," eu digo. "Relao cliente-detetive devia estender para mim.""Oh, eu acho que no," papai diz, balanando sua cabea. "Cooper foi absolutamente 
explcito sobre eu no te contar nada.""Mas isso no  justo," eu choramingo."Ele disse que voc iria dizer isso. Me desculpe, querida. Mas ele parece realmente 
preferir que voc no saiba. Eu acho que isso  devido a sua tendncia a se envolver em situaes em que voc realmente deveria se manter de fora. Como esse assassinato 
em seu dormitrio. Eu acho que os bifes esto prontos agora."Papai levanta-se rapidamente para peg-los. Eu tomo um gole de meu vinho, olhando de cara feia para 
dentro das chamas da vela."Conjunto habitacional," eu digo, ele coloca em minha frente um prato cheio com bifes perfeitamente preparados."Perdo?""Conjunto 
habitacional" eu digo. "No um dormitrio. Chamar de dormitrio no estimula o senso caloroso de comunidade, que o que ns estamos objetivando. Bem, aparte de todo 
o estpido senso homicida." Eu corto um pedao de carne e mastigo. Paraso. Preparado com escabeche perfeitamente."Eu entendo," papai diz. "Isso  muito parecido 
com como ns chamamos Eglin um acampamento e no o que isso era, priso.""Certo," eu digo, tomando um gole do meu vinho. "Faz vocs esquecerem sobre os canivetes, 
e se concentrarem em todas as gargantilhas (?).""Oh, ningum tinha um canivete," papai diz, com uma risada. "Como est seu bife?" 
"Est timo," eu digo, engolindo outro pedao. "Okay, ento enquanto ns estamos trocando brincadeiras sobre nossos locais de trabalho - ou encarceramento - qual 
 o negcio? Por que voc est aqui, pai? No  realmente porque voc no tem nenhum outro lugar para ir, porque eu sei que voc tem uma abundncia de amigos ricos 
com os quais voc poderia estar morando ao invs de comigo. E essa coisa de ter-que-conhecer-sua-filha-melhor - desculpa, eu no estou acreditando nisso. Ento seja 
direto comigo. Qual  o engano? E, por favor, tenha em mente que eu tenho certeza que eu sou mais pesada que voc."Papai baixa seu garfo e solta um suspiro. Depois 
ele toma um gole de Coca Diet e diz, "Voc  to parecida com sua me, isso  estranho."Eu sinto a usual bolha de animosidade que aparece toda vez que ele diz 
isso. Mas dessa vez, eu a empurro para baixo.", eu acho que a gente j estabeleceu que voc acredita nisso," eu digo. "Ento vamos seguir em frente. Por que voc 
estava procurando pelo nmero da mame em meu apartamento hoje?""Porque," papai diz, "faz alguns anos agora, que eu estou trabalhando em uma espcie de...programa. 
Ele tem certos passos que os seus praticantes devem seguir se, no final, eles quiserem alcanar esclarecimento espiritual. E um desses passos  que eles devem fazer 
emendas com aqueles que eles machucaram. Esse  o porqu de eu ligar para sua me. Para tentar fazer emendas.""Papai," eu digo. "Mame te deixou. Voc no acha 
que ela  quem precisa fazer emendas? Com ns dois?"Papai balana sua cabea. "Eu prometi a sua me, quando me casei com ela, que eu iria am-la e apoi-la. Isso 
no significa apenas emocionalmente. Eu prometi apoi-la financeiramente, tambm, especialmente enquanto ela ficava em casa e educava voc. Quando eu fui para a 
priso, fui forado a quebrar a minha parte na barganha.  minha culpa, de verdade, que sua me tenha tido que te colocar em turn para poder sustentar vocs duas." 
"Certo," eu digo sarcasticamente. "Ela no poderia ter arrumado um emprego como recepcionista em um escritrio mdico em algum lugar. Ela teve que preparar uma demonstrao 
de sua filha artista esquisitona por a em frente a multides em vrios shoppings."Papai faz um som de tisc tisc."Agora, Heather," ele diz. "No tente reescrever 
a histria. Voc adorava se apresentar. Ns no podamos te tirar do palco. Acredite em mim, eu tentei. Sua me s fez o que ela achou que deveria fazer...e voc 
certamente 
nunca reclamou."Eu baixo meu garfo. "Papai eu tinha onze anos. Voc realmente acha que essa era o tipo de deciso que deveria ser deixada para mim?"Papai olha 
para baixo, para sua comida. "Bem, esse  um assunto que voc vai ter que trabalhar com sua me. Eu temo que nessa poca, eu no estava mais em posio para estar 
ativamente envolvido em sua paternidade.""Verdade," eu digo. E h uma grande chance de que eu nunca tenha a oportunidade de "trabalhar" meus assuntos com minha 
me. Isso  uma coisa que  um pouco difcil de fazer pelo telefone. De qualquer forma parece que papai est disposto a tentar. "Ento. Voc achou o nmero?""Sim," 
papai diz. "Ele estava no seu caderno de endereos. Alguns dos endereos l esto meio velhos, voc sabe. Voc deveria pensar em comprar um caderno novo. Se voc 
quiser, eu posso fazer isso pra voc amanh."Eu ignoro essa oferta. "Voc ligou para ela?""Liguei," papai diz."E vocs fizeram emendas?""Eu tentei," papai 
diz. "Mas sua me pode, como voc sabe, ser bem difcil. Ela se recusou a admitir que eu tenha a machucado de alguma maneira. Na verdade, ela me lembrou - assim 
como voc fez h pouco - que foi ela quem me deixou, e que se algum deveria estar fazendo emendas, esse algum seria ela. Mas que ela no se importa em faz-lo, 
porque, de acordo com ela, eu mereci tudo que aconteceu comigo." 
Eu assenti. ", isso soa como a mame, certo.  realmente uma droga quando voc diz que eu pareo com ela, por falar nisso. Se voc tivesse tentado fazer emendas 
comigo, eu teria sido muito mais receptiva.""Bem," papai diz. "Isso  bom, porque voc  a prxima em minha lista." Eu encolho os ombros. "Reparao aceita.""Eu 
ainda nem a fiz ainda.""Sim, voc fez," eu digo. "Esse jantar  o suficiente. Est completamente delicioso.""Esse jantar  dificilmente o bastante," papai diz. 
"Voc esteve basicamente desprovida de uma figura paterna durante seus anos de adolescncia. Esse  o tipo de dano que no pode ser reparado com um simples jantar.""Bem," 
eu digo, "agora que voc est morando aqui, talvez voc possa reparar isso com muitos jantares. Tipo toda sexta de noite, ou algo parecido. Embora voc possa querer 
variar o menu um pouquinho. Eu gosto de carne de porco, tambm. Oh, e de frango frito.""Heather," papai diz, soando triste. "Comida no serve como tranqilizante 
para todo o dano que eu te causei. Eu entendo isso, de todas as pessoas que eu machuquei quando eu violei a lei, voc foi a que sofreu mais. Vivendo sozinha com 
sua me, que ento te ps em uma turn pelos shoppings. Mesmo que voc tenha aproveitado isso, essa no  a maneira como ningum deveria passar sua infncia, morando 
em um trailer e viajando de shopping para shopping, sendo explorada pela pessoa que deveria estar cuidando dos seus melhores interesses.""Foi mais divertido do 
que ir para a escola," eu aponto. "E, como voc disse - era difcil me tirar do palco naquela poca.""Mas voc foi privada de uma infncia normal. E eu no posso 
mudar isso, mas parece que essa privao  parcialmente responsvel pelo modo como voc  atualmente."Eu o encaro. "O que h de errado com o modo como eu sou atualmente?" 
eu pergunto. 
 "Bem, por uma coisa, voc est prximo aos 30 e voc no tem um marido ou filhos. Voc no parece perceber que famlia  a coisa mais importante no mundo - no 
aquele violo que eu escuto voc dedilhando tarde da noite, e no o seu trabalho. Famlia, Heather. Aceite isso de algum que perdeu a dele - famlia  o que importa."Eu 
baixo meu garfo novamente e digo gentilmente, "Existem vrios tipos diferentes de famlia hoje em dia, pai. Elas nem sempre so compostas por um marido e uma esposa 
e filhos. Algumas delas consistem em uma garota, sua cadela, um detetive particular, o pai dela, a melhor amiga dela, e por vrias outras pessoas com quem ela trabalha. 
Sem mencionar o traficante de drogas no fim da rua. Meu sentimento sobre isso  que, se voc se preocupa com algum, essa pessoa no se torna automaticamente sua 
famlia?""Mas voc no teme," papai diz, depois de passar um minuto digerindo essa informao, "que se voc no tiver um filho, no ter ningum para cuidar de 
voc quando voc estiver em sua velhice?""No" eu digo. "Porque eu poderia ter filhos e eles poderiam vir a me odiar. No modo como eu vejo isso, eu tenho amigos 
que cuidam de mim agora, ento eu irei provavelmente ter amigos que iro cuidar de mim quando eu estiver velha, tambm. Ns vamos cuidar uns dos outros. E no meio
tempo, eu estou colocando o mximo no meu 401 (k)*, e enviando  parte tanto quanto eu posso para um SEP IRA** tambm."*nome de um tipo de plano
de aposentadoria patrocinado pelo empregador, adotado nos Estados Unidos e outros pases, e recebe este nome em razo da seo do Cdigo Fiscal norte-americano,
em que est previsto.**Simplified Employee Pension Individual Retirement Account: variao da Conta Individual de Aposentadoria utilizada nos EUA. So adotadas
por donos de empresas para fornecer benefcios de aposentadoria para os empresrios e seus empregados.
Papai olha pra mim por cima de seus bifes. Eu estou incomodada em notar que existem lgrimas em seus olhos."Isso  muito profundo, Heather," ele diz. "Especialmente
desde que eu percebi que, de vrias formas, esses assim chamados membros de sua famlia vem sendo melhor para voc do que seus verdadeiros parentes de sangue.""Bem," 
eu admito, "pelo menos nenhum deles roubou todo o meu dinheiro e fugiu do pas. Ainda."Papai levanta a lata de sua Coca Diet. "Eu vou brindar a isso," ele diz. 
Eu toco a lata dele com minha taa de vinho. "Ento voc realmente no se importa," ele diz, quando a gente termina de brindar, "se eu ficar por perto e tentar fazer 
emendas - embora voc diga que eu no precise?""Eu no me importo," eu digo. "Com tanto que voc no esteja esperando que eu cuide de voc em sua velhice. Porque 
eu s estive contribuindo para minha 401 (k) h alguns meses. Eu no tenho dinheiro suficiente nela para me sustentar, sem falar em um pai idoso.""Eu vou te dizer 
uma coisa," papai diz. "Porque ns no concordamos em apoiar um ao outro apenas emocionalmente?""Parece bom para mim," eu digo, perfurando meu ltimo pedao de 
bife."Parece que voc est pronta para a salada," papai diz, levantando e indo at a geladeira, de onde ele pega a salada na tigela em que Jordan, graas  Deus, 
no vomitou. Nela tem o que parece ser vrios tipos de alface, alguns tomates vermelhos, e - muito para o meu deleite - croutons*.*quadradinhos 
de po seco, daqueles para comer com sopa ( HYPERLINK "http://allthingshealth.files.wordpress.com/2007/11/croutons.jpg)" \t "blank" http://allthingshealth.files.wordpress.com/20
07/11/croutons.jpg) 
 "Eu vou arremessar," papai diz, fazendo isso em seguida. "Eu espero que voc goste de blue cheese dressing*. "Sem esperar por uma resposta (porque, srio, por que
ele iria precisar de uma? Quem no gosta de blue cheese dressing*?), ele segue em frente, "Agora. Sobre voc e Cooper."Eu quase me engasgo com o gole de vinho
que eu estava tomando."Essa  apenas minha opinio," papai diz, "e eu estive fora dessa coisa de namoro por um longo tempo, eu admito. Mas se voc realmente quer 
que as coisas progridam para um nvel romntico com ele, eu sugiro que voc no passe absolutamente tanto tempo com o irmo mais novo dele. Eu entendo que voc e 
Jordan estiveram juntos por um terrvel longo tempo, e isso  difcil de deixar pra trs. Mas eu sinto uma certa quantia de atrito de Cooper com relao a famlia 
dele, e se eu fosse voc, eu iria limitar minha interao com eles. Especialmente Jordan."Eu dou uma facada em um pouco de alface que ele havia colocado em meu 
prato."Ai meu Deus, pai," eu digo, "obrigada pelo conselho." Porque o que mais eu posso dizer? Eu no vou entrar na minha vida amorosa - ou na falta de uma - com 
meu pai.Mas ele aparentemente no percebeu isso, desde que ele continua."Eu acho que uma vez que Jordan esteja casado, e Cooper perceba que voc finalmente o 
superou, voc ter uma chance melhor com ele." Papai senta de novo e comea a comer sua prpria salada. "Apesar de que no iria doer se voc fizesse um pouco mais 
de esforo em ser agradvel pela manh."* popular molho para saladas nos EUA. Normalmente  feito a partir de maionese, nata, blue cheese (classificao 
geral de queijo de leite de vaca, ovelha ou cabra que tenham tido culturas de mofo acrescentadas de modo que o produto final  manchado por toda parte com um bolor 
azul, azul acinzentado ou azul esverdeado. So queijos tipo o Gorgonzola), leite, vinagre, cebola em p, sementes de mostarda e alho em p.  comumente servido com
asas de galinha ou vegetais crus.
Eu como mais salada. "Bom em saber," eu digo. "Eu vou manter isso em mente.""Ainda que voc pareceu ter feito uma impresso totalmente positiva noite passada."
Papai comenta.Eu paro de mastigar. "Noite passada? Voc quer dizer quando Cooper me pegou rebocando o irmo dele completamente bbado porta a dentro?""No," papai
diz amavelmente. "Eu quero dizer o fato de voc estar usando uma saia. Voc deveria fazer isso mais vezes. Homens jovens apreciam uma garota em uma saia. Eu vi Cooper 
fitando.Eu no me incomodei em dizer a meu pai que a razo pela qual Cooper estava fitando no era porque eu estava em uma saia e ele aprecia isso, mas porque eu 
estava em uma mini-saia tal, que eu estava parecendo uma prostituta. Provavelmente Cooper estava tentando no rir.Alm do mais, esse no  o tipo de coisa que voc 
pode dizer para o seu pai."Eu nem te perguntei," Papai diz, um pouco mais tarde, depois da sobremesa (Dove Bars*,  claro). "Voc tem planos pra hoje  noite? Eu 
estou te impedindo de fazer alguma coisa?""Apenas America's Next Top Model**," eu digo."O que  isso?" Papai pergunta inocentemente."Oh, papai," eu digo. E mostro 
a ele. Eu quero dizer, se ele realmente quer fazer emendas, assistir ANTM** comigo  uma excelente forma de comear.*  HYPERLINK "http://farm2.static.flickr.com
/1228/962688751518ae74664.jpg?v=0" \t "blank" http://farm2.static.flickr.com/1228/962688751518ae74664.jpg?v=0**reality show onde um nmero de mulheres concorre
pelo ttulo de America's Next Top Model e pela chance de iniciar suas carreiras na indstria de modelos.
27No me excluaQuem est contando?Eu no serei contabilizadaEu no estou desperdiando respiraoEu no estou me afogando."Afogando"Escrita por Heather
Wells Papai est dormindo aps nosso quarto episdio seguido de ANTM. Eu acho que no posso culp-lo. Enquanto mulheres acham fascinante assistir mulheres lindas
fazendo jogos complicados uma com a outra fascinante - como hoje na cafeteria, com Cheryl e Kimberly - os homems heterossexuais comuns s conseguem aguentar algumas 
poucas horas disso antes de - como papai e o marido de Patty, Frank - desmaiarem de tdio.Ele est dormindo pesado o suficiente para, quando o telefone tocar, 
nem ao menos acord-lo. Deve ter algo a ver com aquele negcio de yoga, se isso te faz dormir to profundamente que nem mesmo um toque de telefone consegue te acoirdar."Al?" 
eu sussurro, aps chegar o identificador de chamadas - nmero desconhecido - e atender."al, Heather?" pergunta uma voz vagamente familiar."Sim," eu digo. "Quem 
est falando?""Oh, eu acho que voc sabe," a voz diz. "Quem mais estaria te ligando  meia-noite de uma sexta-feira?"Eu penso sobre isso. Na verdade, eu no 
conheo ningum que me ligaria a essa hora,  exceo de Patty. Mas ela no ousaria telefonar a essa agora, agora que ela agora tem aquela bab 24 horas.Alm disso, 
Patty no tem voz de homem."..." eu sei que parece ridculo, mas eu digo de qualquer forma. "Tad Tocco? Desculpa por no ter retornado sua ligao mais cedo, 
mas eu estive ocupada."Eu ouo uma risada convulsiva. Quem quer que esteja do outro lado da linha, est se divertindo bastante. Eu instantaneamente suspeito de 
estudantes.Estudantes bbados."No, no  Tad," a voz diz. "Na verdade,  um amigo seu da noite passada. No me diga que no se lembra."E ento a memria daqueles 
olhos azuis penetrantes vem  minha cabea. 
"Todo o sangue parece deixar minhas extremidades. Eu estou sentada l, congelada, segurando o telefone com meu pai dormindo de um lado e Lucy dormindo do outro."Ol, 
Steve," eu consigo dizer, pelos lbios congelados. "Como voc conseguiu meu nmero?""Como eu descobri seu sobrenome e procurei, voc diz?" Steve pergunta, com 
uma gargalhada. "Um passarinho me contou. Voc quer falar com ele? Ele est aqui."A prxima coisa que eu escuto, uma voz, que  indiscutivelmente de Gavin McGoren, 
chingando bastante, e com muito mais imaginao - no telefone. Eu reconheo aqueles "filho da puta" em qualquer lugar. So os mesmos que Gavin usava regularmente 
quando eu o pegava surfando no elevador. Ento eu ouo um barulho de soco - como pele em pele - e um segundo depois, Steve est dizendo, "Siga a ela, seu amaldioado. 
Diga a ela o que ns lhe mandamos dizer.""FODA-SE,"  a resposta de Gavin. Isso  seguido por um barulho de voz abafada, e depois mais socos. Quando eu ouo 
a voz de Steve novamente, est sem flego."Bem, eu acho que voc entendeu a idia, de qualquer forma," ele diz. "Ns estamos dando outra festa. E dessa vez, 
voc est convidada. E paratercerteza de que voc vir, ns estamos com seu amigo Gavin aqui. A menos que voc faa exatamente o que estou mandando, ele vai sofrer 
alguns danos corporais. E voc no ia querer isso, agora, certo?Eu estou to horrorizada que mal consigo respirar. Eu digo, "No.""Ah, eu achei que no. Ento 
o negcio  esse. Voc bem aqui. Sozinha. Se voc chamar apolcia, ele se machucar. Se voc no aparecer, ele-""HEATHER, NO-" eu ouo Gavin comear, mas sua 
voz  rapidamente abafada."-poder sair muito, muito machucado," Steve termina. "Entendeu?""Entendi," eu digo. "Estarei a. Mas a onde? Na casa dos Tau Phi?""Por 
favor," Steve diz, entediado. "Ns estamos aqui, Heather. Eu acho que voc sabe onde." 
"No Fischer Hall," eu digo, meu olhar indo para a janela da sala de estar, com vista para o prdio que  meu local de trabalho. Ainda  cedo, pelos padres das moradias 
da Universidade de Nova York, o que significa que a maioria das luzes nas janelas esto acesas enquanto os ocupantes do prdio esto se preparando para sair, aparentemente 
completamente inscientes de que no primeiro andar, na cafeteria fechada e trancada, algo indizvel est para comear.Que  quando eu descongelo, e comeo a me 
sentir brava. Como eles ousam? Srio. Como eles ousam pensar que vo se safar dessa de novo? Eles realmente acham que eu vou ficar senta deixando eles transformarem 
o Fischer Hall no Dormitrio da Morte?E certo, talvez j seja Dormitrio da Morte. Mas eu no vou deix-los se safarem dessa."Heather?" avoz de Steve  morna 
em meu ouvido.  maravilhoso o quo charmosos os assassinos psicopatas podem ser, quando eles se esforam para isso. "Voc ainda est a?""Oh, eu estou aqui," 
eu digo a ele. "E eu estarei a j, j.""Bom," Steve diz, se sentindo agradado. "Ns estamos asiosos para te ver. Sozinha, como eu disse.""No se preocupe," 
eu asseguro a ele. "Eu estarei sozinha." Como se eu precisasse de ajuda para chutar sua bunda fina. Steve Winer est tomando uma pssima deciso, me desafiando a 
confront-lo em meu prprio covil. Ele pode ter sido capaz de finalizar uma garota pequena como Lindsay sem ter sido pego, mas se ele acha que uma garota como eu 
vai cair sem lutar - uma luta alta o suficiente para trazer o prdio todo para as portas da cafeteria - ele tem que pensar de novo.Mas ento, ele, como seu irmo, 
no me atinge como a faca mais afiada do faqueiro. "Bom," Steve diz. "E lembre-se. Sem polcia. Ou seu namorado  um homem morto."Eu ouo um soco, e ento um grito. 
O grito vem de Gavin.E eu sei que, apesar de quo estpido ele possa ser, Steve Winer no  algum que se deva subestimar. 
Eu bato o fone no gancho e olho em volta, vendo meu pai se sentar, piscando sonolento. "Heather?" ele diz. "Qual  o problema?""Algo est acontecendo no dormitrio," 
eu digo, pegando um pedao de papel e escrevendo um nmero nele. "Quero dizer, na moradia estudantil. Algo ruim. Eu preciso que voc ligue para essa pessoa e diga 
a ele para ir para l o mais rpido possvel. Diga a ele para me encontrar na cafeteria. Diga a ele para trazer reforo."Papai olha para o nmero. "Aonde voc 
est indo?""Estou indo para o Fischer Hall," eu digo, pegando meu casaco. "Eu voltarei assim que puder."Papai parece confuso. "Eu no gosto disso, Heather," 
ele diz. "Eles no te pagam o suficiente para voc ir correndo para l no meio da noite desse jeito."", eu sei," eu digo, e saio pela porta.A caminhada at 
o Fischer Hall nunca pareceu to longa. Mesmo que eu esteja quase correndo, parece uma eternidade at chegar l. Boa parte porque as caladas esto escorregadias, 
mas tambm, estou convencida, por causa de quo rpido meu corao est martelando em meu peiro. Se eles fizessem alguma coisa para machucar Gavin... se eles pelo 
menos machucaram ele...Eu estou to vida por chegar l que nem mesmo vejo Reggie at esbarrar nele."Whoa, pequena dama," ele diz, quando colidimos. "Aonde voc 
est indo com tanta pressa a essa hora?""Credo, Reggie," eu digo, lutando para recuperar meu flego. "Voc nunca vai para casa?""Sextas-feiras so minhas melhores 
noites," Reggie diz. "Heather, qual  o problema? Voc est to plida quanto - bem, uma garota plida.""So aqueles caras," eu digo. "Os caras de quem eu te falei. 
Eles esto com um de meus residentes. Na cafeteria. Eles vo machuc-lo se eu no chegar l, rpido-""Whoa, whoa, whoa." Reggie segura meus dois braos e no parece 
querer solt-los. "Voc est falando srio? Heather, voc no acha que deveria chamar a polcia?" 
"Eu chamei!" Eu tenho de torcer meus dois braos antes de conseguir soltar suas mos. "Meu pai est ligando para eles. Mas algum tem de fazer algo nesse meio tempo-""Por 
que essa pessoa tem de ser voc?" Reggie quer saber.Mas  tarde demais. Eu j estou correndo de novo, minhas botas batendo na calada, meu corao batendo em minha 
garganta.Quando eu abro a porta do Fischer Hall, o mistrio de como Doug e seus companheiros da fraternidade - sem falar de seu prprio irmo - entraram no prdio 
para matar Lindsay sem terem sido autorizados a entrar  esclarecido no minuto que eu passo pela porta e vejo o segurana."Voc!" eu digo.  o velho segurana 
da mesa de seguraa do Waverly Hall."Identidade," ele diz. Ele nem ao menos me reconhece."Voc estava no Waverly Hall noite passada," eu digo, apontando para 
ele acusadoramente."," o guarda velho diz, suspirando. " l que eu fico regularmente. Eu preencho outros lugares quando d. Como aqui, hoje. Eu preciso ver sua 
identidade antes de lhe deixar passar."Eu estou abrindo minha carteira para mostr-lo minha credencial de funcionrio. "Sou a diretora assistente desse prdio," 
eu digo a ele. "Eu sei que voc deixou um monte de garotos da Tau Phi entrarem aqui sem faz-los assinarem a lista. Assim como voc fez na segunda de noite, quando 
eles mataram algum."O guarda velho - seu nome no crach diz Curtiss - reclama. "Eu no sei do que voc est falando," ele diz."Sim," eu digo. "Bem, voc vai 
descobrir em um minuto, acredite em mim. No meio tempo, eu quero que voc ligue para o prdio do diretor e diga a ele para ir para a cafeteria. E quando os policiais 
aparecerem, mande-os para l, tambm.""Policiais?" o velho parece perplexo. "O qu-"Mas eu j estou passando por ele, correndo. 
Eu no vou para as portas principais da cafeteria. No vou andando cegamente para a armadilha deles - por pior que seja. Ao invs disso, eu dou a volta, passo pelo 
meu escritrio, ento pelo escritrio do coordenador - fechado e trancado, como sempre - e finalmente pelo escritrio de administrao alimentar, indo para a entrada 
dos fundos da cafeteria. A porta, como eu sabia que ia estar, est trancada.Mas eu tenho minha chave-mestra. Eu pego do meu bolso e - segurando uma lata de pray 
de pimenta em minha mo livre - destrando a porta o mais silencioso possvel e entro na cozinha.Est escuro. Como eu esperava, eles esto na sala de jantar em 
si. Eles no tm ningum na cozinha. Eles nem mesmo se preocuparam em acenderem as luzes aqui. Amadores.Eu ando pela cozinha, afiando meus ouvidos. Eu consigo 
ouvir o murmrio de vozes masculinas no refeitrio. Tem uma luz acesa l, tambm... Mas no as luzes dos lustres. Eles no acenderam as luzes. Ao invs disso, eles 
tem algum tipo de luminria ligada... lanternas?Ou chamas?Se eles esto acendendo velas aqui, eles esto em uma confuso enorme. Acender velas no  permitindo 
em nenhuma moradia estudantil.Eu no tenho certeza de qual  o meu plano. Eu imagino que vou me esgueirar o mais prximo que puder por detrs do balco, ento 
espiar para ver o que os garotos esto tramando. Ento eu vou me esgueirar de volta e relatar o que eu vi ao Detetive Canavan quando ele chegar com reforo. Assim 
eles tero uma boa idia de com quantas pessoas esto lidando.Eu passo pelas mesas da cozinha, pensando que realmete vou ter de levar uma conversa com Gerald, 
porque est nojento aqui embaixo. Srio, os joelhos de meu jeans esto ficando imundos, e minhas mos passaram por algo grudento que eu espero ser gelia.Exceto 
que gelia no faz barulhos quando apertdo e nem vai embora pulando. O mximo que eu consigo fazer  sufocar um grito. 
O que  bom eu ter feito. Porque quando eu levanto para olhar por cima do balco, eu vejo algo que tanto me deixa horrorizada quanto perplexa. Uma dzia de figuras 
em robes longos - como os monges usam - mas s que vermelho-sangue, parados ao redor de uma das mesas de jantar, que foi arrastada de sua posio original para uma 
posio proeminente no centro do salo, e coberto com uma toalha vermelho-sangue. Em cima dela, h vrios itens que eu estou muito longe para identificar. Um deles, 
entretanto, tem que ser um candelabro ou algo assim. A luz flamejante que eu estou vendo  realmente uma vela.Eu no estou longe demais para identificar a figura 
sentada em um lado, seus pulsos amarrados nos braos de uma das cadeiras de jantar.  Gavin. Com fita crepe em sua boca.Vai dor muito quando eles a tirarem. 
Quero dizer, por causa de seu bigode.E claro, eu sei de cara para o que eu estou olhando. Eu assino todos os canais premium da TV acabo, afinal.  algum tipo de 
ritual de iniciao de fraternidade, como naquele filme Sociedade Secreta (o nome original  The Skulls).E eu no quero fazer parte disso. Gavin parece estar bem 
- pelo menos, ele no parece em nenhum tipo deperigo iminente. Eu decido que a melhor coisa a ser feita  me retirar e esperar por reforo.O que  o que estou 
fazendo, me arrastando de voltapela cozinha, quando o bolso do meu casaco se prende em uma panela de ferro numa estante baixa. Ela cai no cho engordurado com um 
barulho, e a prxima coisa que eu vejo  um par de tnis adidas na minha frente, aparecendo por baixo do robe vermelho."Olha o que ns temos aqui," uma profunda 
voz masculina diz. Um segundo depois, mos firmes me pegam pelos braos e me colocam de p. 
No que eu v calmamente,  claro. Eu levanto minha mo, direcionando o spray de pimenta para o capuz, somente para ter a lata arrancada de minha mo. Eu estou, 
entretanto, usando botas de inverno, o calado de escolha de intrpidas diretoras assistentes de dormitrios de Manhattan. Eu bato um dos ps no tornozelo de meu 
captor, fazendo-o gemer e ficar vermelho.Infelizmente, entretanto, ele no me solta, e o nico resultado  que outro cara em robes aparece e me agarra, tambm. 
alm disso, vrias outras panelas caem no cho, fazendo uma tremenda barulheira.Mas uma barulheira  o que eu quero fazer agora, Eu quero que todos no prdio venham 
correndo. Por isso, eu comeo a gritar enquanto sou arrastada at a mesa cerimonial que os Tau Phi arrumaram.Pelo menos at Steve Winer - ou um cara que eu assumo 
que seja ele; ele  o mais alto e tem uma faixa dourada ao redor de seu robe, como se simbolizando o presidente de uma fraternidade - anda at onde Gavin est sentado 
e lhe bate no meio do rosto com um tipo de cedro que ele est segurando.Eu paro de gritar. A cabea de Gavin pende cada. Por um minuto ele fica desse jeito. Ento, 
lentamente, ele vira seu pescoo, e eu vejo o vermelho que ficou em sua bochecha... e a fria crepitando em seus olhos.Junto com lgrimas."Sem gritos," Steve 
diz, apontando para mim."Ela tambm me chutou," diz o garoto em Adidas ao meu lado."Sem chutes," Steve adiciona. "Se voc gritar ou chitar, o garoto apanha de 
novo. Entendeu?"Eu digo, no que considero uma voz relativamente calma, "A polcia chegar em um minuto. Eu sei que voc disse para no os chamar, mas... tarde 
demais."Steve puxa seu capuz para trs para me ver melhor. A nica fonte de luz -  realmente um candelabro, parado no meio do altar que ele criou - no  exatamente 
forte, mas eu posso ver sua expresso bem o suficiente. Ele no, entretando, parece alarmado.E isso me alarma. 
Especialmente quando, um segundo depois, a porta-dupla da cafeteria abre, e o velho Curtiss entra, parecendo chateado. Ele tem um sanduche pela metade nas mos. 
Parece ser um Blimpie Best ( HYPERLINK "http://www.premierfranchises.com/franchises/blimpieimg2a.jpg)" \t "blank" http://www.premierfranchises.com/franchises/blimpieimg2a.jpg)
.Que acontece ser um dos meus favoritos, especialmente com mel e pimentas."Vocs podem fazer isso em silncio?" ele pede a Steve, com uma voz irritada. "As pessoas
esto perguntando o que est acontecendo aqui."Eu o encaro com horror. Vendo minha expresso, Steve sorri."Ah, sim," ele diz. "H membros leais da Tau Phi por
todo o mundo, Heather. Mesmo trabalhando como seguranas em uma grande universidade urbana.""Alguns policiais apareceram," Curtiss diz para mim, dando outra mordida 
em seu sanduche e falando com a boca cheia. "Eu disse a eles que no sabia do que eles estavam falando, que eu estive aqui a noite toda e no tinha te visto. Ento 
eles foram embora. Eles pareciam bravos. Eu no acho que iro voltar."Eu o encaro. "Voc," eu digo, "Est to demitido."Curtiss ri. Ele parece genuinamente estar 
se divertindo. "Demitido," ele diz, rindo. "Certo."Ele se vira e volta de onde ele veio.Eu olho para Steve. "Certo," eu digo. "Vamos terminar logo com isso. Mas 
deixe Gavin ir. Seu problema  comigo, no com ele.""Ns no temos um problema," Steve explica, educadamente, "com nenhum de vocs.""Bem." Eu olho ao redor do 
salo para os Tau Phis, me perguntando qual deles  Doug. "O que eu estou fazendo aqui, ento?""Ah, eu no expliquei no telefone?" Steve quer sabeer. "Acho que 
eu esqueci." Ele d um passo para a frente e levanta uma longa e ornamental faca do altar que ele faz. Ornamental porque sua bainha  feita de ouro e coberta com 
pedras semi-preciosas.A lmina, entretanto, parece bem real. E afiada. "Iniciados," Steve diz. "Est na hora."E das sombras aparece mais uma dzia de figuras 
de robes, que aparecentemente estavam no fundo, perto da registradora de Magda. 
"Hora de qu?" eu pergunto, curiosamente."Da iniciao." Steve me informa. 
28Ningum parece se importar maisSe escondendo, fechados atrs de uma portaNunca saindo para ver a luz do diaEu no quero viver minha vida dessa forma.Sem 
TtuloEscrita por Heather Wells"Ah, voc tem que estar brincando" eu digo em desgosto."Iniciados," Steve diz, ignorando a mim, " agora  a hora na qual vocs 
tero a oportunidade de provar sua dedicao  casa Tau Phi Epsilon.""Srio," eu digo. "Isso  estpido."Steve finalmente olha para mim. "Se voc no calar a 
boca," ele diz, "ns iremos finalizar seu namorado primeiro, e depois voc."Eu pisco para ele. Eu quero ficar quieta. Eu realmente quero. Mas..."Gavin no  
meu namorado," eu digo. "E srio, voc no acha que j teve morte o suficiente?""Um." Um dos iniciados joga seu capuz para trs. Eu fico perplexa em ver Jeff Turner, 
o namorado de Cheryl Haebig, parado ali. "Licena. O que ela est fazendo aqui?""Cale a boca!" Steve roda no lugar para encarar Jeff. "Ningum lhe deu permisso 
para falar!""Mas cara," Jeff diz. "Ela  a diretora assistente do prdio. Ela vai contar-""Ela no vai contar," Steve interrompe. "Porque ela vai estar morta."Essa 
novidade parece ser um choque no s para Jeff. Alguns outros iniciados se encaram."Cara," Jeff diz, "Isso  alguma piada?""SILNCIO, INICIADOS!" Steve troveja. 
"Se voc quer ser um Tau Phi, voc deve estar preparado para fazer sacrifcios pela causa!""Ah, certo," eu digo rapidamente, enquanto ainda tenho os iniciados 
- ou Jeff, pelo menos - do meu lado. "Foi isso que Lindsay Combs foi, Steve? Um sacrifcio? Foi por isso que voc a matou?"Mais movimentos nervosos entre os 
iniciados. Steve vira sua cabea para me encarar. "Aquela puta traiu um membro de nossa ordem," ele diz. "Ela tinha que ser punida!""Certo," eu digo. "Arrancando 
sua cabea e jogando o resto de seu corpo no triturador de lixo?"Jeff d um olhar chocado na direo de Steve. "Cara. Foi voc?""Ah, foi Steve sim,"eu digo. 
"S porque Lindsay roubou-" 
"Algo que ela no tinha o direito de ter," Steve diz. "Algo que ela no queria devolver-""Ela tentou," eu insisto. "Ela deixou seu irmo entrar aqui-""E no 
estava mais aqui!" Steve grita. "Ela disse que algum deve ter roubado. Como se ns fssemos acreditar nisso! Ela era uma mentirosa e uma ladra. Ela mereceu ser 
morta por sua traio!""Cara." H mgoa e descrena no rosto de Jeff. "Lindsay era a melhor amiga de minha namorada.""Ento voc deve me agradecer," Steve diz, 
imperativo. "Porque se sua namorada tivesse continuado a andar com aquela mulher, era eventualmente aprenderia suas maneiras e te trairia, tambm, do jeito que traiu 
a mim e aos nossos irmos."Parece levar um minuto para Jeff assimilar isso. Mas quando ele finalmente assimila, no hesita nem mais um segundo." isso." Jeff 
Turner sacode sua cabea. "Estou fora. Eu s entrei para essa fraternidade estpida porque meu pai foi dela. Eu no me alistei para sair por a matando pessoas. 
Voc quer bater na minha bunda com um cedro? Tudo bem. Voc quer que eu vire 24 cervejas? Sem problemas. Mas matar garotas? De jeito nenhum. Vocs esto loucos-"Quando 
diz isso, ele tira seu robe. Steve, assistindo, sacode sua cabea tristemente. Ento ele murmura para duas figuras de robes no crculo ao redor do altar, e eles 
atravessam a sala para dar vrios chutes na canela de Jeff - enquanto ele est tirando seu robe, no antes - at que ele finalmente cai no cho, onde eles comeam 
a chut-lo, ignorando seus gritos de dor. Os outros iniciados, vendo esse tratamento brutal com um de seus companheiros, ficam parados no lugar, congelados.Eles 
no so os nicos a congelar. Eu no consigo acreditar no que estou vendo. Cad os policiais? Eles no podem ter realmente acreditado naquele idiota do Curtiss, 
podem? 
Sabendo que h uma nica pessoa que pode colocar um fim nisso - ou morrer tentando, pelo menos - eu digo alto para os outros iniciados, que esto parados assistindo 
seu amigo ser chutado, "S para vocs saberem, a coisa que Lindsay roubou? Foi um pacote de cocana de Doug Winer." impossvel dizer qual  a reao dos garotos 
a essa informao, j que seus rostos esto ainda escondidos em seus capuzes. Mas eu os vejo hesitar."No ouam a ela," Steve os instrui. "Ela est mentindo. Isso 
 o que todos eles fazem - tentam demonizar a ordem espalhando mentiras maliciosas sobre ns.""Um, ns no queremos os demonizar," eu digo. "Vocs fazem um timo 
trabalho por conta prpria. Ou voc est dizendo que seu irmo no estrangulou sua namorada at a morte s porque ela roubou seu docinho de nariz?"Uma das pessoas 
chutando Jeff Turner para, e um segundo depois Doug Winer est vindo em minha direo, com o capuz abaixado."Retire o que disse!" ele diz, os olhos crepitando. 
"Eu no fiz isso! Eu no a matei!"Steve se estica para agarrar p brao de seu irmo mais novo. "Doug-""Eu no fiz isso!" Doug diz. "Voc no tem nenhuma prova!" 
e para Steve, ele diz, "Ela no tem nenhuma prova!""Oh, ns temos provas o suficiente," eu digo. Eu estou tentando ganhar tempo. Steve deve saber disso. Mas ele 
parece ter esquecido sobre usar Gavin para me manter calada. E isso  tudo o que eu quero. "Ns achamos o corpo dela hoje, sabia. O que restou dele, de qualquer 
forma.O olhar que Steve joga para mim  de total incredulidade. "Do que voc est falando?""O corpo. O corpo de Lindsay. V, o que vocs no levaram em conta 
foi o fato de que trituradores no trituram ossos... ou piercings de umbigo. Ns achamos Lindsay essa manh."Soug faz o tipo de barulho que garotasalgumas vezes 
fazem quando eu lhes digo que no podero ter um quarto s para elas no ano seguinte.  um som entre um suspiro e um protesto, e ento diz, "No!" 
Steve aperta sua mo na faca. A lmina brilha na luz da vela. "Ela est blefando. E mesmo que no esteja... e da? No pode haver nada que os leve at ns. No depois 
do jeito que a gente limpou tudo.""Sim." eu estou suando agora, de to quente eu meu casaco de inverno. Ou talvez no seja o calor. Talvez seja o nervosismo. Meu 
estmago deu um n. Eu provavelmente no deveria ter comido aquela segunda Dove Bar. Jeff est no cho totalmente imvel agora. Eu no sei  porque ele est inconsciente, 
ou se est fingindo o estar, para no o chutarem mais. "Vocs podem ser timos em dar festas e fazer rituais de iniciao chiques, mas em limpar, vocs so uma droga. 
Eles acharam vrios cabelos."Doug joga um olhar perplexo para o irmo. "Steve!""Cala a boca, Doug," Steve diz. "Ela est blefando.""Ela no est!" Doug ficou 
branco como um fantasma eu seu robe. "Ela sabia! Elasabia sobre a cocana!""Deixar a cabea foi o seu primeiro erro," eu continuo em tom de conversa. "Vocs poderiam 
ter se safado, se no tivessem deixado a cabea no fogo daquele jeito. Eles teriam notado os ossos e o piercing e tudo, mas h chances de que eles no fizessem 
idia de a quem pertenciam. Teria sido como se Lindsay tivesse apenas desaparecido. Ningum saberia que vocs tinham estado aqui, ento ningum teria se perguntado 
como vocs entraram. Esse foi o seu segundo erro, tentar finalizar o Manuel. Ele no teria dito a ningum sobre a chave se vocs no o tivessem assustado daquele 
jeito. E mesmo que tivesse contado, que diferena teria feito? Ele  simplesmente o faxineiro." Eu sacudo minha cabea. "Mas no. Vocs tinham que ficar violentos.""Steve," 
Doug reclama. "Voc disse que ningum saberia que fomos ns. Voc disse que ningum saberia! Se papai descobrir o que a gente fez-""Cale a boca!" Steve grita. 
Eu pulo um pouco com o volume de seu tom. Os garotos que esto me segurando tambm pulam. "Pela primeira vez em sua vida, cale a boca, seu merdinha!" 
Mas Doug no faz como seu irmo diz. "Cristo, Steve!" ele diz, sua voz desafinando. "Voc me disse que papai nunca saberia. Voc me disse que tomaria conta disso!""Eu 
tomei conta disso, seu merdinha," Steve diz. "Assim como eu tomo conta de todas as merdas que voc faz.""No se preocupa, voc disse. Deixa que eu resolvo, voc 
disse." Doug est praticamente chorando. "Seu filho da puta. Voc me disse que tomaria conta disso! Agora Lindsay est morte, ns seremos pegos - e eu ainda no 
sei o que houve com minha cocana."Aparentemente consciente de que o que Doug disse acabou de os incriminar, Steve grita, "Sim, bem, quem  o idiota que matou 
a puta para comear? Eu te mandei mat-la? Eu te mandei matar ela? No, eu no mandei!""No foi culpa minha ela ter morrido!" De repente Doug anda para frente 
e, para meu horror, agarra com as duas mos a frente do meu casaco. Um segundo depois, ele est fungando em minha cara. "Eu no quis mat-la, senhora. Sinceramente, 
eu no quis. Mas ela me deixou to puto, roubando minha cocana daquele jeito. E ento ela no quis devolver! A coisa toda, me dizendo que algum deveria ter roubado 
- isso era mentira. Se ela tivesse simplesmente me devolvido quando eu pedi... mas no. Eu pensei que Lindsay era diferente, voc sabe. Eu pensei que Lindsay realmente 
gostava de mim, no como as outras garotas, que s queriam sair comigo por causa do meu sobrenome. Eu no quis apertar seu pescoo to forte-""Cale a boca, Doug." 
A voz de Steve  dura novamente. "Estou falando srio. Cale a porra dessa boca!"Doug me solta e vira no lugar para falar com seu irmo, com lgrimas rolando em 
seu rosto. "Voc disse que tomaria conta disso, Steve! Voc disse para eu no me preocupar. Por que voc teve que fazer aquilo com sua cabea, hein? Eu te falei 
pra no-" 
"Cale a boca!" Steve, eu posso dizer pelo jeito com que suasmos esto tremendo, est perdendo a pecincia. A faca que ele est segurando aponta um minuto para mim, 
e no outro para Doug. Uma parte destacada de meu crebro se pergunta se Steve Winer realmente esfaquearia seu irmo.A mesma parte que espera que ele o faa."O 
que voc esperava que eu fizesse, hein, seu merdinha?" Steve est to bravo, sua voz agora no est mais alta que um sussurro. "Voc me liga no meio de uma porra 
de uma noite, chorando feito um beb, e diz que voc matou sua porra de namorada. Eu tenho de levantar, vir at aqui, e limpar sua baguna para voc. E voc ainda 
tem coragem de me criticar? Voc tem a porra da capacidade de questionar meus mtodos?"Doug gesticula pra mim pedindo desculpas. "Jesus Cristo, Steve! Essa merda 
de ADMINISTRADORA DE DORMITRIO descobriu. Quanto tempo voc acha que vai levar at a polcia descobrir?"Steve pisca para mim, ento lambe seus lbios nervosamente, 
sua lngua golpejando como uma cobra. "Eu sei.  por isso que temos de nos livrar dela."Que  quando uma das figuras de robes vermelhos ao meu lado me sacode e 
diz, "Ei, cara. Voc disse que ns s iramos assust-la, como fizemos com aquele faxineiro-""Assust-lo? Ele quase sangrou at morrer!" eu digo.A ponta da faca 
da faca viaja para longe de mim, e acaba apontando para um copo no altar. Parece estar cheia de gua. "Beba aquilo," Steve comanda.Eu olho para o copo. No fao 
idia do que tem nele. Mas eu posso imaginar, considerando o que aconteceu a Jordan na outra noite. Rohypnol, tambm conhecido como Boa Noite Cinderela, um sedativo
popular no circuito universitrio. Uma dose, j dissolvida em gua, deve me deixar muito mais malevel, quando chegar a hora de me cortar.
 exatamente quando eu decido que j aturei o suficiente. Estou com calor, meu estmago di, e eu estou muito preocupada com Gavin e Jeff. Eu queria ter deixado 
Cooper matar Doug Winer quando ele teve a chance. Eu queria que eu mesma tivesse pego um dos travesseiros de Doug e o colocado sobre sua cabea e segurado at o 
garoto parar de lutar.No. Isso seria bondoso demais. Eu queria ter envolvido minhas prprias mos em volta de seu pescoo e apertado at tirar a vida dele do 
jeiro que Doug tirou a vida de Lindsay..."Vamos l, Heather," Steve diz, gesticulando impacientemente com a faca. "Ns no temos a noite toda.""Uh, Steve," o 
outro cara do meu lado diz. " srio, cara. Isso est ficando estranho.""Cale a boca," Steve diz ao seu companheiro Tau Phi. Ele pega o copo, traz at mim, e sacode 
debaixo do meu naria. "BEBA."Eu viro meu rosto. "No."Steve Winer olha para mim. "O qu?""No," eu digo. Eu posso sentir que eu tenho o apoio do refeitrio. 
Os Tau Phi esto comeando a perceber que seu lder perdeu a cabea. Eles no vo deixar que ele me machuque. Eu tenho muita certeza disso. "Eu no vou beber isso.""O 
que voc quer dizer, que voc no vai beber isso?" A sombra de um sorriso volta para o rosto de Steve. "Voc est cega? Eu estou segurando uma faca em sua garganta.""E 
da?" eu pergunto. "Qual  a diferena para mim? Eu vou ser assassinada de qualquer jeito."Isso no  o que Steve quer ouvir. O sorriso some de seus lbios, e
no h um pingo de humor em seu rosto quando ele d o copo para o cara em minha direita, d a volta, anda at Gavin, pega ele pelo cabelo, puxa sua cabea para trs,
e lovanta a faca at sua gargata exposta."Steve, cara, no faa isso!" um de meus guardas grita, bem na hora que eu digo, "Whoa, eu vou beber, eu vou beber," pego
o copo e engulo seu contedo." isso," o cara que estava segurando o copo diz. "Eu vou dar o fora daqui. Jeff est certo, vocs so loucos."
E ele comea a deixar a cafeteria - junto com vrios outros Tau Phi - incluindo todos os iniciados, exceto Jeff Turner, que ainda est deitado no cho, parado como
se tivesse morto."No os deixe ir," Steve grita para os Tau Phi que chutaram Jeff. Mas mesmo eles hesitam."Vocs me ouviram?" Steve solta o cabelo de Gavin e
fica parado l, olhando confusamente para seus irmos de fraternidade comeando a deix-lo, um por um. "Caras. Vocs no podem fazer isso. Vocs fizeram um voto. 
Um voto de lealdade total. Aonde vocs esto... vocs no podem-"Doug est comeando a parecer assustado. "Jesus, Steve," ele diz. "Deixe-os ir. S-"Doug interrompe 
o que estava falando. Isso porque Steve derrubou sua faca, e, de algum lugar no fundo de seu robe, ele tirou uma pequena arma, que agora est segurando na altura 
do peito de seu irmo."Douglas," Steve diz. "Eu estou ficando de saco cheio de voc e de seus choramingos.""Jesus, Steve!" Doug diz. Mas dessa vez o medo e as 
lgrimas em sua voz fazem com que seus companheiros Tau Phi virem para olhar.Que  quando eu fao o que sei que tenho que fazer. Afinal, ningum est prestando 
a menor ateno a mim. O olhar de todo mundo est em Steve, que est de costas para mim. Que  porque, assim que eu vejo seu dedo firme no gatilho, eu mergulho, 
com os braos abertos, no cho. Porque eu sei algo sobre o cho da cafeteria do Fischer Hall que Steve Winer nunca vai saber: est impecavelmente limpo. Julio pode 
no ser encarregado de limpar o cho dos balces da cozinha, mas ele  encarregado do cho da cafeteria, e ele o encerou at ficar liso como gelo. O que significa 
que eu deslizo pelo cho como se fosse uma esquiadora olmpica fazendo um salto ornamental (Belly Flop) , at colidir com as pernas do mais velho dos Winer, as quais
eu envolvo com meus braos, o puxando para baixo. Ento eu me estico, alcanando o pulso de Steve, e cravo meu dente dele, o forando a largar a arma e tambm para
gritar e se sacudir de dor e terror.
Doug parece assimilar o que eu acabei de fazer - talvez porqye ele  o nico que no teve o senso de se abaixar quando Steve comeou a sacudir a arma, ento  a
nica pessoa no cmodo ainda de p. Ele vai em frente at sua mo se fechar no coldre da arma que seu irmo derrubou. Com os dedos tremendo, ele levanta a pistola
e mira. Bem, para mim."No," grita Steve, selvagem. "No atire, seu fodido. Voc pode me atingir!""Eu quero te atingir!" Doug grita. Srio. Ele grita. Lgrimas 
esto rolando por seu rosto. "Eu estou to cheio de voc sempre me dizer que merda eu sou! E tudo bem, eu posso ser um merda... mas pelo menos eu no sou um maluco! 
Sim, eu matei Lindsay - mas eu no tinha a inteno. Voc  o doente que pensou que seria uma boa idia deixar sua cabea no fogo. Quem ao menos faz uma merda dessas, 
Steve? Quem? E ento voc nos fez esfaquear o coitado daquele faxineiro... e agora voc quer que a gente mate essa moa aqui... e por qu? Para fazer voc parecer 
um malvado na frente de seus amigos da fraternidade. Porque papai era malvado quando ele era um Tau Phi."A ponta da arma que Doug est apontando para ns fica 
indo de mim para Steve de uma maneira irritante. Steve, ambaixo de mim, est comeando a suar. Copiosamente."Doug," ele diz. "Dougie. Por favor. Me d a-""Mas 
papai no matava as pessoas, Steve!" Doug procede, como se no tivesse ouvido. "Ele no cortava as pessoas! Ele era malvado sem fazer merdas como essas! Por que
voc no consegue ver isso? Por que voc no consegue ver que, no importa o que voc faa, voc nunca ser como papai""timo," Steve diz. "Eu nunca serei como
papai. Agora abaixe a arma-""No!" Doug grita. "Porque eu sei o que vai acontecer. Voc vai virar o jogo e colocar a culpa em cima de mim de alguma forma. Como
voc sempre faz! Como voc sempre fez! E eu no vou mais deixar isso acontecer! No dessa vez!"Que  quando ele aponta a arma no meio da testa de Steve.
E tambm quando uma voz calma, levemente familiar, diz da porta da cafeteria, "Abaixe a arma, filho."Doug levanta a cabea, em sua expresso um misto de
surpresa
e indignao. Eu viro minha cabea tambm, e fivo bem confusa em ver Reggie - sim, o traficante Reggie - segurando uma larga e brilhante Glock 9mm (arma tpica de
policiais,  HYPERLINK "http://world.guns.ru/handguns/glock19.jpg)" \t "blank" http://world.guns.ru/handguns/glock19.jpg) na altura do peito de Doug Winer."Solte
a arma," Reggie diz. Estranhamente, seu sotaque jamaicano se foi. "Eu no quero ter de lhe machucar, mas se eu tiver que fazer isso, eu o farei. Eu acho que ns
dois sabemos disso."Steve, ainda embaixo de meu corpo, diz, "Oh, Policial, graas a Deus voc est aqui! Esse cara ficou louco e estava tentando me matar!""Arram,"
Reggie diz em tom imparcial. "Me d a arma, filho."Doug olha para seu irmo, que o encoraja por baixo de mim, dizendo. "V em frente, Dougie. D a arma para o policial 
legal."A essa altura, Doug est chorando demais para conseguir atirar, de qualquer forma. "Voc  um fodido, Steve," ele diz, enquanto entrega a arma para Reggie, 
que a passa para o Detetive Canavan, que est na porta de entrada atrs dele, sua arma tambm levantada."Voc pode no saber, policial, mas voc acabou de salvar 
nossas vidas," diz Steve Winer. "Meu irmo estava tentando me matar...""Certo," Reggie diz, alcanando seu cinto para pegar suas algemas. "Heather, por favor saia 
de cima do Sr. Winer."Obedientemente, eu rolo de cima de Steve Winer. Enquanto eu fao isso, o cmodo meio que gira ao meu redor. Mas de uma maneira agradvel."Reggie!"
eu digo, de onde ca no cho. "Voc  um policial disfarado? Por que voc no me disse?"
"Porque ele  da polcia federal." Detetive Canavan est em cima de mim, diretamente na frente de vinte policiais uniformizados para algemar todos em robes vermelhos. 
"Com sua confiana usual, voc esbarrou no meio de uma operao em que o DEA (Drug Enforcement Administration - a unidade americana de combate s drogas, correspondendente 
 nossa Diviso de Narcticos) vem trabalhando h meses. Parabns por isso, alis.""Detetive!" eu grito felizmente, olhando para o Detetive Canavan. "Por que voc 
demorou tanto?""Ns tivemos um pequeno problema para entrar," ele explica. "O segurana estava sendo... resistente. E ningum conseguia achar uma chave." Ele rola 
seus olhos. "Tpico desse lugar, alis. Por que suas pupilas esto to dilatadas?""Porque eu estou muito feliz em te ver!" eu digo, sentando e jogando meus braos 
ao redor de seu pescoo quando ele se inclina para me ajudar a levantar. "Eu te amo tanto!""Ah," Detetive Canavan diz, enquanto eu me apoio nele - porque o cmodo 
est girando bastante agora. "Wells? Voc est sob o efeito de algo?""Eles a fizeram beber algo," isso vem de Gavin, que foi desamarrado pela empregada/agente 
do DEA disfarada, cujas ferias de rosto esto sendo examinadas por um par de paramdicos que entraram, aparementente do nada. Como eu esperava, a fita isolante 
deixou uma marca vermelha violenta em sua boca, e tirou uma parte de seu bigode, deixando-o ainda mais ralo."Gavin!" eu digo, coltando o Detetive Canavan e ao 
invs disso jogando meus braos ao redor dele - muito para a chateao dos paramdicos tentando examin-lo. "Eu te amo, tambm! Mas s como um amigo."Gavin no 
parece to feliz de ouvir isso quanto eu acho que ele deveria estar. "Eu acho que  Boa-noite-cinderela," ele diz, tentando se soltar do meu abrao. O que eu acho 
rude, pra dizer o mnimo."Okay," Detetive Canavan diz, mepegando pelo brao. "Vamos.""Aonde estamos indo?" eu quero saber. 
"Oh," Detetive Canaval diz, "eu acho que o hospital  um bom lugar para comear. Colocar alguns fluidos em voc.""Mas eu no estou com sede," eu o asseguro. "Entretanto 
eu gostaria de um sorvete. Ei, voc quer uma Dove Bar? Elas esto ali no congelador. Ei, todo mundo deveria comer uma Dove Bar. Ei, galera," eu viro para gritar. 
"Peguem uma Dove Bar! Eu pago!""Vamos, Wells," Detetive Canavan diz, mantendo a mo firme em meu brao. "Isso  o suficiente."E ento, enquanto ele est me levando 
para fora da cafeteria, na recepo, eu vejo algo que me faz esquecer tudo sobre Dove Bars. E no  o velho Curtiss em algemas, embora me agrade muito ver isso. 
E no so todos os residentes parados l, tentando entender o que est acontecendo, e Tom e os assistentes, junto com Sarah, tentando os convencer em ir para seus 
afazeres da noite de sexta-feira.No.  o meu pai."Pai!" eu grito, me libertando do Detetive Canavan e me jogando nos braos de meu pai."Heather!" ele diz, 
parecendo muito surpreso com a minha recepo, mas no infeliz por isso. "Graas a Deus voc est bem!""Eu te amo tanto," eu digo a ele."Ela ama bastante todo 
mundo nesse momento," eu ouo o Detetive Canavan explicar. "Ela tomou Rohypnol.""No  por isso que eu te amo," eu asseguro a meu pai, preocupada que seus sentimentos 
possam ser feridos se eu no o fizer. "E no  s porque voc ligou para a polcia e impediu que eu fosse decapitada, tambm.""Bem," papai diz, sorrindo, " bom 
saber. A boca dela est ensangentada. Porque tem sangue na boca dela?"E s ento eu noto que papai no est parado l sozinho. Cooper est do seu lado. Ele est 
pegando um de seus lenos impecveis. Lenos so aparentemente uma ferramente importante no campo de investigaes privadas."Ah," diz Detetive Canavan. "Ela mordeu 
um cara. Foi s isso." "Cooper!" eu digo, jogando ento meus braos em volta de seu prescoo, enquanto Cooper alcana minha boca para limpar o sangue de Steve 
Winer que est l. "Estou to feliz em te ver!" 
"Eu estou vendo," Cooper diz. Ele est sorrindo, por alguma razo. "Fique parada, voc tem-""Eu te amo tanto," eu digo a ele. "Mesmo que voc tenha dito a Gavin 
que eu ainda amo seu irmo. Por que voc fez isso, Cooper? Eu no estou mais apaixonada pelo Jordan. No estou.""Okay," Cooper diz. "Ns vamos acreditar na sua
palavra. Aqui, fique parada.""Eu no estou," eu o asseguro. "Eu no amo Jordan. Eu amo voc. Eu realmente, realmente amo."Ento Reggie aparece na minha linha
de viso mais uma vez, bem na hora que Cooper termina de me limpar, e eu grito, "Reggie! Eu te amo! Eu te amo tanto! Eu quero visitar sua plantao de banana!""Eu
no tenho uma plantao de banana de verdade, Heather," Reggie diz. Ele tambm est sorrindo. Por que todo mundo est sorrindo? Srio, talvez eu devesse desistir
da coisa de compor msicas e ir para o ramo de comdia stand-up (a traduo literal seria "comdia de p", um estilo de show americano de comediantes nos quais eles
ficam de p, sozinhos no palco, enquanto fazem suas piadas), j que aparentemente eu sou to hilria. "Eu sou de Iowa.""Tudo bem," eu digo, enquanto alguns paramdicos
gentilmente tiram meus braos do pescoo de Cooper. "Eu ainda te amo. Eu amo todos vocs! Voc, Tom - e Sarah - e at Dr. Kilgore. Ainde est Dr. Kilgore, de qualquer
forma?"E ento o cmodo comea a girar rpido - quero dizer, realmente rpido - e o meu sono se torna grande demais para resistir.E eu no me lembro de mais
nada aps isso.
29Voc disse que me amaE uma merda dessa no vem de lugar nenhumLugar nenhum exceto o corao."Cano de Gavin"Escrita por Heather WellsMinha cabea est 
LATEJANDO. Srio.Isso no  engraado.Eu no consigo acreditar que as pessoas usem drogas por recreao. Se assim foi como Jordan se sentiu ontem - aquilo foi 
s ontem? - no Stoned Crow, bem, no  de se espantar que ele tenha recusado uma cerveja. Eu nunca mais quero beber. Nada. Nem mesmo gua. Nem mesmo-"Heather."Eu 
abro um olho. Eu no acredito em quem est sentado ao lado de minha maca. Meu chefe. De todas as pessoas no mundo para eu ver quando acordar, eu abro meus olhos 
para ver o rosto de meu chefe? Quero dizer, eu amo Tom, e tudo.Mas no a esse ponto."Como voc est se sentindo?""Uma merda," eu o informo."Sinto muito em 
ouvir isso." Ele segura um monte de bales escritos "FIQUE BOA" da loja de presentes. "Do departamento."Eu murmuro e fecho meus olhos. Srio,  um mal sinal quando 
as cores de um bocado de bales so brilhantes demais para seus olhos."Voc deve se sentir melhor logo," Tom diz. H um tremor de risada em sua voz. "Eles esto 
te enchendo de fluidos e de vitamina B.""Eu quero ir para casa," eu digo, gemendo. Eu no consigo nem levantanr meu brao, to cheio de agulhas que ele est."Bem, 
voc est com sorte," Tom diz. "Eles no vo te internar. S mais algumas horas de fluidos intravenosos aqui na sala de emergncia, e voc vai ficar boa para ir 
embora."Eu murmuro. Eu no acredito nisso. Eu estou na sala de emergncia do So Vincent, a mesma sala de emergncia aonde eu j visitei tantos estudantes exatamente 
na mesma condio em que estou. Mas eu nunca imaginei que eles se sentiam desse jeito."Escuta," Tom diz, em uma voz que no tem mais trao de riso. "Eu queria 
que voc fosse a primeira a saber."Eu abro um olho. "Voc est realmente se demitindo?" eu pergunto."Nem tanto," Tom diz, rindo. "Eu fui promovido. Para o coordenador 
da rea." 
Eu abro meu outro olho. "O QU?""Stan ficou to impressionado em como eu lidei com toda a situao de Lindsay," Tom explica excitado, "que ele me promoveu. Eu 
ainda estarei em Alojamento, mas agora eu fui destinado para o Waverly Hall. As fraternidades, Heather. Stan disse que percebe agora que aquele prdio precisa 
da presena de um adulto por dentro...  um aumento de dez mil dlares por ano. Claro, eu estarei trabalhando com idiotas como os Tau Phi... mas eles no devem 
ser difceis de lidar, agora que Steve e Doug esto presos. E Steven - o Treinador Andrews - diz que ficar feliz em ajudar..."Eu fecho meus olhos. Eu no acredito 
nisso. Eu finalmente ganhei um chefe que eu gosto, e eles o tiram de mim.E me desculpe, mas o Tom no lidou com a situao de Lindsay. Eu lidei. Fui eu que quase 
fui assassinada resolvendo. Onde est a minha promoo?De um modo, eu meio que desejo que eles tivessem me matado. Pelo menos minha cabea no doeria tanto. "Wow," 
eu digo. "Isso  timo, Tom.""No se preocupe," Tom diz. Eu o sinto tocar minha mo. "Eu me certificarei de que voc ganhe um novo chefe maravilhoso. Okay?""Sim," 
eu digo. "Okay."Eu devo ter voltado a dormir, porque quando abro meus olhos novamente, Tom se foi. Em seu lugar esto Magda, Sarah, e Pete."Vo embora," eu digo
a eles."Oh, graas a Deus," Magda diz, parecendo aliviado. "Ela est bem.""Estou falando srio," eu digo. "Minha cabea est me matando.""Isso  o benzodiazepan 
perdendo o efeito," Sarah diz. " uma depresso do remdio no sistema nervoso central. Voc vai se sentir uma merda por um tempo."Eu olho para ela. "Obrigada.""Ns 
s queramos ber como voc estava," Pete diz. "E dizer para voc no se preocupar.""," Magda diz, agarrando o lado da minha maca e dizendo, excitada. "Eles acharam 
a cocana!""Isso," Pete diz. "Eles acharam a cocana. A cocana de Doug Winer. A que Lindsay roubou."Isso faz com que eu abra ainda mais meus olhos. "Srio? 
Onde estava?" 
"Onde voc acha?" Sarah pergunta. "No quarto de Kimberly Watkins.""Mas..." Eu sei que ainda no estou bem. Mas eu no consigo acreditar que esteja mal a esse ponto. 
"Kimberly e Lindsay estavam nisso juntas?"Sarah sacode sua cabea. "No. Lindsay colou o pacote debaixo de sua mesa favorita da cafeteria, que  porque no estava 
l qundo ela voltou procurando, para devolver a Doug quando ele descobriu que tinha sido ela quem pegou. Porque algum tinha achado. Alguem que regularmente divide 
a mesa com Lindsay. Ou dividia, alis."Eu a encaro. "Kimberly Watkins? Kimberly estava com a cocana de Doug o tempo todo?" Quando Sarah concorda, eu pergunto, 
"Como vocs descobriram?""Cheryl," Magda explica. "Ela estava to brava - pelo que Kimberly tinha dito sobre Lindsay e o Treinador Andrews, e ento, depois, pelo 
que aconteceu ao seu pobre Jeff - que vai ficar bem, s quebrou alguns ossos - que ela foi confrontar Kimberly, e... bem... Basta dizer que elas no agiram como 
duas estrelas de cinema.""Bem, a menos que voc esteja falando de Paris Holton e Nicole Richie," Sarah diz."Cheryl pressionou Kimberly," Pete diz. "E Kimberly 
confessou. Parece que ela irita comear sua prpria operao de trfico. Ela viu Lindsay esconder a cocana, e roubou na prxima chance que teve. S que depois do 
que aconteceu a Lindsay, ela estava assustada demais para fazer qualquer coisa. Ela estava com medo de que os garotos Winer descobrissem que foi ela quem roubou
a coisa, e fossem fazer com ela o que fizeram a Lindsay.""Por isso ela ficou tentando me desviar da trilha deles," eu murmuro.
"Exatamente," Sarah diz. "De qualquer forma, Cheryl foi direto at a polcia com o que ela descobriu, e agora Kimberly tambm est presa. Parece que o DEA esteve
travalhando por meses para descobrir o que eles consideravam a maior aliana de droga estudantil no campus. S que, at o assassinato de Lindsay, eles no tinham
a menor idia de onde os alunos conseguiam as drogas. Por isso eles colocaram Reggie trabalhando sob disfarce no parque. Eles estavam esperando que ele conseguisse
algumas pistas... o que ele finalmente conseguiu, quando voc o perguntou sobre os garotos Winer. Mas mesmo assim, eles ainda no tinham nenhuma prova..."Sarah
suspira. "Agora, alm de posse e trfico de drogas, os irmos Winer sero acusados e assassinato e tentativa de assassinato... junto de alguns outros garotos da
fraternidade. Papai Winer j contratou o melhor advogado criminal da cidade. Mas eu no sei como eles vo conseguir se safar dessa com voc para testemunhar. Ah,
e Kimberly, que concordou com ser considerada testemunha em troca de eles retirarem as acusaes de posse de drogas contra ela...""E Kimberly foi expulsa da faculdade?"
eu murmuro."Hum," Magda diz, "sim. Todos eles foram. Inclusive os Winer.""Bom," eu digo com a voz sumindo, enquanto minhas plpebras se fecham novamente. "Assim
tem mais espao para eu fazer as mudanas de quarto na semana que vem."Tudo ficou abenoadamente preto por um tempo - meu sistema nervoso central deve ter entrado
em depresso novamente. Quando eu abro meus olhos, encaro Detetive Canavan e Reggie."Voc," eu digo para Reggie. "Voc mentiu para mim."Ele sorri. Meu corao
pula ao perceber que o dente de ouro dele sumiu. "Desculpe," ele diz. "Era parte do meu trabalho."
"Brian  um agente especial da Agncia de Segurana de Drogas (Drug Enforcement Agency - DEA), Heather," o Detetive Canavan explica. "Ele tem trabalhado disfarado
por quase um ano nno parque, tentando entender de onde o influxo de drogas nas festas do campus estava vindo. Graas  sua dica sobre os Winer, Brian pde direcionar
seu pessoal enviando uma companheira agente disfarada de empregada" - a empregada que eu tinha visto no corredor da casa Tau Phi esfregando a placa de GAROTAS GORDAS,
VO PARA CASA - "e conseguir todas asevidncias que eles precisavam para pegar os Winer no apenas por trfico de drogas, mas eventualmente por assassinato e assalto
tambm."Eu olho para Reggie. "Brian?"Ele sorri. "Reggie soa mais 'da rua', sabe?""Por acaso voc j esteve na Jamaica?" eu pergunto a ele."Oh, Deus, no,"
ele diz. "Sempre que eu tenho algum tempo vago, vou direto para as montanhas. Sou um esquiador."Eu olho para o Detetive Canavan. "Eu ganho uma medalha ou algo
do tipo?""Hum," Detetive Canavan diz. "No. Mas eu tenho isso." Ele segura uma barra de chocolate preto do tipo Dove. "O de sorvete teria derretido," ele explica.Eu
levanto minha mo - a mo com todas as agulhas enfiadas - e pego a barra de chocolate, afastando dele. "Essa cidade," eu digo, "est ficando muito mesquinha com 
as recompensas de valor."Eles vo embora, e eu como minha barra de chocolate.  deliciosa. To deliciosa que eu caio no sono novamente. Quando eu acordo, Gavin 
McGoren est me olhando."Bem, bem, bem," ele diz, com um sorriso. "Essa no  uma boa virada nos eventos? Pela primeira vez voc  que est na maca, e no eu. 
Eu tenho que dizer, eu gosto muito mais desse jeito.""Quem te deixou entrar?" eu quero saber.Gavin suspira. "Eu sou um companheiro paciente, no um visitante," 
ele diz. Ele vira para me mostrar sua bochecha onde Steve o acertou. "Sete pontos. O que voc acha? Isso vai deixar uma cicatriz tima, n?"Eu fecho meus olhos. 
"Sua me vai me matar." 
"Do que voc estava falando, mulher?" Gavin diz. "Voc salvou minha vida.""Eu fiz voc ser seqestrado e espancado," eu digo, abrindo meus olhos novamente. "Gavin, 
eu - eu no posso dizer como eu sinto muito. Srio. Eu nunca deveria ter envolvido voc em nada disso."A marca vermelha ao redor da boca de Gavin j sumiu. a barba 
tambm. Ele aparentemente passou algum tempo fazendo a barba antes de vir me ver. O que deveria ter me dado um sinal do que estava por vir, mas minhas faculdades 
ainda esto levemente alteradas por causa da droga."H uma maneira de voc compensar isso, e voc quiser," ele diz."? Como?" eu genuinamente penso que ele vai 
pedir um quarto de solteiro com vista para o parque. Ao invs disso, ele me pede para sair."Voc sabe," ele diz. "Alguma hora. Ns arrebentaramos juntos. Poderamos 
jogar sinuca ou algo do tipo. Quando voc estiver se sentindo melhor. No tem de ser um encontro," ele diz. "Eu sei que voc ainda  apaixonada por Jordan Cartwright, 
e tudo o mais. Mas, voc sabe. S para tentar. S para ver.""Gavin," eu no tenho certeza, mas acho que sou a primeira diretora assistente da moradia estudantil 
de uma Universidade em Nova York a ser chamada para sair enquanto est em uma maca na sala de emergncia do So Vincent, se recuperando por ter sido drogada. "Eu 
no posso sair com voc. Voc  um residente. Eu no tenho permisso para sair com residentes."Gavin considera isso. Ento ele suspira. "Eu vou alugar um apartamento."Eu 
arregalo meus olhos. "Gavin. Voc tem alguma idia de quanto custa um aluguel em Manhattan? Alm disso, voc ainda  um estudante. Os funcionrios da Universidade 
de Nova York no tm permisso para sair com estudantes."Gavin pensa nisso por um minuto. Ento ele diz, "Certo, bem, ento depois que eu me formar. No ano que 
vem. Voc sai comigo?"Eu estou cansada demais para resistir. "Sim, Gavin," eu digo, fechando meus olhos nocamente. "Ano que vem, depois que voc se formar, eu 
saio com voc." 
Gavin parece feliz. "Legal. Voc disse que me amava, sabia." Meus olhos se abrem. "Gavin, eu estava sob influncia.""Eu sei," ele diz, ainda parecendo feliz. "Mas 
uma coisa dessasno vem de lugar nenhum. Lugar nenhum exceto o corao."Quando eu abro meus olhos novamente, vejo Patty e Frank. "Oi," eu digo."Voc poderia ter 
simplesmente me dito que ainda no est pronta para tocar na frente de ningum," Frank dic, "ao invs de se dar a todo esse trabalho s para recusar o bico.""Frank!" 
Patty soa exasperada. "No oua a ele, Heather. Ns acabamos de ficar sabedo. Como voc est?""Oh," eu digo. Minha voz ainda soa horrorosa. "timo.""Srio," Frank 
diz. "Ns estaremos tocando no pub a semana toda. Ento se voc no est se sentindo bem essa noite, ainda tem amanh a noite. E na noite depois dessa, tambm.""Frank," 
Patty diz, parecendo aborrecido. "Deixe-a em paz. Voc no pode ver que cantar  a ltima coisa que ela tem em mente?""No," eu surpreendo a mim mesma dizendo.Ambos, 
Frank e Patty, olham para mim de uma maneira estranha. "No, o qu, querida?" Patty pergunta."No, eu quero," eu digo. Mas  s quando as palavras j esto saindo 
de minha boca que eu percebo que estou falando srio. "Eu quero tocar com vocs. Mas s uma msica."Patty sacode sua cabea. "Oh, Heather. Voc ainda est drogada.""No, 
ela no est," Frank diz, alegremente. "Ela est falando srio. Voc est falando srio, Heather, no est?"Eu concordo. "Mas no essa noite, certo? Porque eu estou 
com dor de cabea."Frank diz ainda mais alegremente. "timo. Ento o que voc vai cantar? Algo que voc escreveu? Algo novo?""No," eu digo. "Algo Ella."O sorriso 
de Frank desaparece. "Voc est certa," ele murmura para Patty. "Ela est drogada.""Ela quer dizer Ella Fitzgerald," Patty sibila para ele. "S sorria e acene." 
"Frank sorry e acena. "Certo, Heather. Boa noite, Heather."Eu fecho meus olhos e eles somem. Quando eu acordo, depois, meu pai est me encarando. 
"Querida?" Ele parece preocupado. "Sou eu, papai.""Eu sei." Cada palavra  como uma facada em minha cabea. Eu fecho meus olhos novamente. "Como voc est, papai?""Estou 
bem," papai diz. "Estou to feliz que voc esteja bem. Eu liguei para sua me, para avis-la."Isso faz com que eu abra meus olhos. "Papai. Por que voc faria isso? 
Ela nem sabia que eu estava - tanto faz.""Eu acho que ela tem o direito de saber," papai diz. "Ela ainda  sua me. Ela te ama, voc sabe. Da maneira dela.""Oh," 
eu digo. "Certo. Eu acho. Bem. Obrigada por ter ligado para o Detetive Canavan.""Bem,  para isso que serve a famlia, querida," ele diz. "Escuta, eu estava falando 
com o mdico. Eles vo deixar voc ir para casa logo.""Eles vo me dar algo para essa dor de cabea primeiro?" eu pergunto. "Eu mal consigo ver, minha cabea est 
latejando tanto.""Deixe-me ver se eu consigo achar o mdico," papai diz. "Heather... o que voc fez. Eu estou realmente orgulhoso de voc, querida.""Obrigada, 
pai," eu digo. E as lgrimas em meus olhos no so apenas da dor em minhas tmporas. "Pai. Aonde est Cooper?""Cooper?""Sim. Quero dizer, todo mundo j veio 
me ver, exceto Cooper. Aonde ele est?" Ele me odeia. Eu sei. Eu disse algo a ele - eu no consigo me lembrar o que era. Mas eu sei que eu disse. E ele me odeia 
por isso."Bem, ele est no casamento de Jordan, querida. Se lembra?  sbado. Ele estava aqui por um longo tempo enquanto voc estava dormindo. Mas finalmente 
ele teve que ir. Ele prometeu ao irmo dele, voc sabe.""Oh," eu digo. A decepo que eu sinto  ridcula. "Certo.""Ah, a vem o seu mdico," papai diz. "Vamos 
ver o que ele tem a dizer." 
Eles me liberam naquela noite. Aps doze horas de fluidos intravenosos e, embora eu no me sinta cem por centro em nenhuma maneira, pelo menos minha dor de cabea 
se foi e as coisas pararam de girar  minha volta. Um olhar no espelho do banheiro feminino me diz mais do que eu quero saber sobre o que Rohypnol faz para uma garota 
- meu rosto est branco, meus lbios roxos, e os crculos ao redor de meus olhos barecem machucados.Mas, ei. Eu estou viva.Isso  mais do que a pobre Lindsay 
tem a dizer.Eu assino os papis de minha alta e saio, com uma amostra de Tylenol - meu nico souvenir, Tylenol, que foi o melhor que eles puderam fazer - esperando 
ver meu pai esperando por mim na recepo.Mas ao invs de papai, eu encontro Cooper. De terno.Eu quase me viro e me interno, considerando o jeito que meu corao 
comea a bater em meu peito ao v-lo. Com certeza aquilo no era normal. Com certeza  um sinal de que o meu sistema nervoso central precisa de mais fluidos, ou 
algo assim.Ele se levanta quando me v, e sorri.Ah, agora, veja. Sorrisos como aquele deveriam ser crimes. Considerando o que eles fazem a uma garota. Bem, uma 
garota como eu."Surpresa," ele diz. "Eu deixei seu pai ir para casa. Ele ficou aqui a noite toda, sabe.""Eu soube que voc tambm ficou," eu digo. Eu no consigo 
olh-lo nos olhos, por causa do meu corao, que est martelando, e porque eu estou com vergonha. O que eu tinha dito a ele mais cedo? Eu tenho certeza de que eu 
disse a ele que o amava.Mas papai disse que eu estava dizendo aquilo para todo mundo, inclusive para as plantas gmeas do lado de fora do Fischer Hall.Mesmo 
assim, com certeza Cooper deveria saber que isso foi por causa das drogas. Mesmo que, claro, no caso dele, no fosse."Sim," Cooper diz. "Bem, voc tem uma tendncia 
em me manter alerta.""Me desculpe," eu digo. "Voc deve estar perdendo a recepo." 
"Eu disse que ia ao casamento," Cooper diz. "No disse nada sobre a recepo. Eu no sou o maior f de salmes. E eu no fao a dana da galinha.""Oh," eu digo. 
Eu realmente no consigo imaginar ele fazendo a dana da galinha. "Bem, obrigada.""De nada," Cooper diz.E ns samos no frio, indo para onde seu carro est estacionado 
na Rua Doze. Uma vez do lado de dentro, ele liga o motor e d a partida. Est escuro - mesmo que mal seja cinco da tarde - e as luzes nos postes esto acesas. Elas 
lanam um brilho rosado na rua. A neve, to bonita assim que caiu, est rapidamente ficando feia, com a sujeira deixando-a cinza."Cooper," eu me ouo dizer, quando 
ele finalmente pe o carro em movimento. "Por que voc disse a Gavin que eu ainda estou apaixonada por seu irmo?"Eu no acredito que disse isso. Eu no fao idia 
de onde aquela pergunta veio. Talvez ainda tenha algum resduo de Rohypnol no meu sistema nervoso central. Talvez eu deva voltar para o hospital para tirar o resto 
dele."Isso de novo?" Cooper pergunta, parecendo surpreso.A surpresa lana uma fasca de irritao em mim. "Sim, isso de novo," eu digo."Bem, o que voc queria 
que eu falasse a ele?" Cooper pergunta. "Que ele tem uma chance com voc? Porque eu odeio ser a pessoa que traz isso at voc, heather, mas aquele garoto  apaixonado 
por voc. E quanto mais voc o pedir para lev-lo para festas de fraternidades e coisas do tipo, mais voc est reforando isso. Eu tive que dizer a ele algo que 
tirasse o encanto dele. Eu achei que voc ficaria grata."Eu sou cuidadosa para no olh-lo nos olhos. "Ento voc no acredita nisso. Sobre eu e seu irmo, quero 
dizer."Cooper fica quieto por um minuto. Ento ele diz. "Me diz voc. Quero dizer,  difcil acreditrar que no h nada l quando todas as vezes que eu me viro, 
vocs dois esto juntos.""Esse  ele," eu digo, "No eu. Eu no sinto nada por seu irmo. Fim de histria." 
"Certo," Cooper diz, em um tom do tipo que algum usaria para falar com algum com distrbios mentais. "Estou feliz por termos esclarecido isso.""No," eu me ouo 
dizer. O que estou fazendo? O QUE ESTOU FAZENDO?Cooper, que estava quase saindo do estacionamento, pe o seu p no freio. "No o qu?""Ns no esclarecemos isso," 
eu digo. Eu no posso acreditar que aquelas palavras esto saindo de minha boca. Mas elas continua vindo. No h nada que eu possa fazer para par-las. Isso tem 
que ser o Rohypnol. Tem quer ser. "Por que voc nunca me chamou para sair?  porqu voc no est interessado em mim dessa forma, ou o qu?Cooper soa surpreso 
quando replica, "Voc  ex-noiva do meu irmo.""Certo," eu digo, batendo um punho no painel. "Ex. Ev-noiva. Jordan est casado agora. COm outra pessoa. Voc estava
l, voc viu isso por s mesmo. Ento qual  o problema? Eu sei que no sou bem o seu tipo..." Oh, Deus. Isso est indo de mal a pior. Mesmo assim, eu no posso 
parar. "Ma eu acho que ns combinamos. Voc sabe. Na maior parte.""Heather," agora tem um tom de impacincia na voz de Cooper. "Voc acabou de sair de um longo 
relacionamento ruim-""H um ano.""-comeou em um novo emprego-""H quase um ano.""-reconectou com um pai que voc mal conhece-""As coisas com papai esto 
legais. Ns tivemos uma boa conversa na noite passada.""-est tentando descobrir quem voc , e o que voc vai fazer de sua vida," Cooper conclui. "Eu tenho certeza 
de que a ltima coisa que voc precisa agora  de um namorado. Em particular, o irmo de seu ex-noivo. Com quem voc vive. Eu acho que sua vida est complicada o 
suficiente."Eu finalmente me viro em meu assento e olho para ele. "Voc no acha que sou eu quem deveria julgar isso?" eu pergunto a ele.Dessa vez, ele  quem 
olha para o outro lado. "Certo," ele diz, "Minha vida est complicada demais. Heather - eu no quero ser seu estepe.  s que... eu no sou assim. Eu no fao 
a dana da galinha. E eu no quero ser o estepe. 
Eu engasgo. "Estepe? Estepe? Cooper, Jordan e eu terminamos h um ano-""E quem voc namorou, depois dele?" Cooper quer saber."Bem, eu... eu..." eu engulo. "Ningum.""A 
est," Cooper diz. "Voc precisa de um estepe. E no serei eu."Eu olho para ele. Por qu? Eu quero perguntar. Por que voc no quer ser meu estepe? Porque na verdade 
voc no me quer? Ou porque voc quer mais de mim do que isso? Olhando para ele, eu percebo que nunca saberei. Pelo menos... no ainda. Eu tambm percebo que provavelmente 
eu no quero saber. Porque se for esse ltimo, eu vou descobrir, um dia desses. E se for o primeiro... Bem, ento eu simplesmente vou querer morrer."Quer saber," 
eu digo, desviando meu olhar, "Voc est certo. Est tudo bem.""Srio?" Cooper pergunta.Eu olho para ele. E eu sorrio.Isso leva todo o resto de fora que eu ainda 
tenho. Mas eu fao isso. "Srio," eu digo. "Vamos para casa.""Okay," ele diz. E sorri para mim.E  o suficiente. Por enquanto. 
30Tad ToccoEscritrio do Professor AssistenteHorrios: 14-15hs durante a semana.Isso  o que a placa na porta diz.O que  porque eu no entendo o que, quando 
eu abro a porta, um deus grego est fazendo l, sentando de frente para mim.Srio. O cara sentado no computador atrs da mesa tem cabelos loiros e longos - to 
longos quanto os meus - um brilho saudvel de boa forma sobre ele; um adesivo em sua mesa que diz "KILLER FRISBIE 4-EVER" (Frisbie Matador Para Sempre); e as mangas 
de sua camisa de boto dobrada pararevelar um cconjunto de antebraos to musculosos e bonitos que eu penso que entrei em alguma loja de esqui ou algo assim."Oi," 
o cara atrs da mesa diz, com um sorriso. Um sorriso que revela um par de dentes brancos e alinhados. Mas no  que eles sejam, tipo, perfeitos. Apenas perfeitos 
o suficiente para eu poder adivinhar que ele provavelmente brigou com sua famlia sobre no querer colocar aparelho.E que ele ganhou."Espera, no me diga," ele 
diz. "Heather Wells, certo?"Ele tem a minha idade. Talvez um pouco mais velho qu eu. Trinta, trinta-e-um. Ele tem que ser, mesmo que esteja usando culos de leitura... 
culos de leitura dourados e adorveis. E ainda assim, h uma lancheira do Scooby Doo em uma prateleira sobre sua cabea. No uma nova, porm. Uma lancheira original 
do Scooby Doo, do tipo que as crianas usavam quando eu estava na primeira srie."Hum," eu digo. "Sim. Como voc..." Minha voz some. Certo. Eu esqueo, s vezes, 
que meu rosto j esteve estampado por todas as paredes de quartos de garotas adolescentes - e de alguns de seus irmos."Na verdade, eu vi voc cantar na outra 
noite com Frank Robillard e sua banda," o cara diz, alegremente. "No Pub do Joe?"Meu estmago revira. "Ah. Voc viu aquilo?""Jazz no  muito meu estilo," o 
cara diz. "Mas eu gostei da cano que voc interpretou." 
"Era um cover de Ella Fitzgerald," eu digo. Eu realmente quero vomitar agora. Acontece que a cano "I Wish I Were in Love Again" (Eu Queria Me Apaixonar Novamente) 
 uma das msicas preferidas de Cooper. O que no  necessariamente o motivo pelo qual eu escolhi cantar, mas... Bem, deve ter sido uma das razes.Graas a Deus 
ele foi chamado no ltimo minuto por algum tipo de emergncia de investigador particular. Eu no acho, no fim das contas, que eu poderia ter ido at l se soubesse 
que ele estava na platia."Frank e eu -" eu comento. "N-Ns estvamos s brincando."Bem, Frank estava brincando. Eu estava mortalmente sria... pelo menos at 
ningum nos vaiar. Ento eu comecei a relaxar e a me divertir um pouco com aquilo.No final, as pessoas aplaudiram... mas  claro que estavam aplaudindo Frank (mesmo 
que Patty me assegure que eles tambm estavam me aplaudindo. Mas s por ter coragem de subir l, eu tenho certeza. Eu estava enferrujada... E eu no tinha perdido 
o fato de que meu pai, na platia, estava aplaudindo mais que qualquer um. Eu acho que  bom saber que, o que quer que acontea, eu tenho um pai cuidando de mim)."Bem, 
soou timo para mim," o Sr. Gostoso diz. "Ento voc finalmente recebeu minhas mensagens?" Eu pisco para ele. "Um, eu acho que sim. Eu recebi uma mensagem de algum 
chamado Tad Tocco-""Sou eu," Tad diz. O sorriso fica ainda maior. E ele tambm, enquanto levanta e levanta sua mo direita. Ele  mais alto que eu. E possivelmente 
pesa mais que eu. Ele  um cara grande e musculoso. "Seu professor de matemtica." Sua mo balana a minha. "Eu ia me apresentar a voc aps o show naquela noite, 
mas voc pareceu desaparecer logo aps sua cano."Eu digo algo. No fao idia do qu. Sua mo  calejada. De jogar muito Frisbee matador, sem dvidas. 
"De qualquer forma, eu tenho que dizer," ele diz, soltando minha mo, finalmente, e sentando em sua cadeira, justamente quando meus joelhos falham e eu meio que 
caio em uma cadeira do outro lado de sua mesa, "voc tem uma desculpa muito melhor por perder minhas aulas do que a maioria dos estudantes. Quero dizer, eu nunca 
tive ningum que perdeu a primeira semana de aula porque estava ocupado capturando um assassino."Minha mandbula cai. "Voc  meu... voc  meu..." Eu esqueci 
como formular palavras."Sou seu professor de matemtica," Tad diz, alegremente. "Eu queria entrar em contato com voc para marcar algumas aulas de reforo. Voc 
sabe, para repor as aulas que voc perdeu? Eu no quero que voc fique para trs. Ento eu imaginei que poderamos nos encontrar.  sua convenincia, claro. Que 
tal aps o trabalho? H um bar prximo ao local aonde voc trabalha - O Fischer Hall? O Stoned Crow. Alguns de ns jogam dardos l, ento seria conveniente para 
mim que pudssemos nos encontrar l, j que ns dois somos maiores de 21 anos." Ento ele pisca para mim. Ele pisca para mim. "Eu acho que lgebra fica muito mais
fcil com pipoca e cerveja. O que voc acha?"Eu s consigo encar-lo. Ele  to... gostoso. Muito mais gostoso que o garoto do Bar (Barista Boy)De repente eu 
acho que vou gostar da faculdade. Bastante."Parece timo para mim," eu digo. 
Observaes da MegEu no tenho nada contra o sistema Grego (Greek system - o sistema de fraternidades que levam letras gregas no nome). Honestamente. Eu tenho mesmo 
alguns amigos que participaram de algumas. Bem, tudo bem, uma amiga. E ela foi expulsa. Mas isso no vem ao caso.Mesmo que eu tenha crescido em uma universidade 
da cidade que abrigava um dos maiores e mais antigos sistemas Gregos do pas, eu nunca tentei entrar em uma fraternidade, porque eu no podia ver qual era o sentido 
em viver em uma casa com vrias garotas, quando eu poderia morar nos dormitrios cheios de garotos. Algumas pessoas poderiam chamar isso de loucura por garotos. 
Eu chamo isso de diverso. Mas isso tambm no vem ao caso.A questo  que por duas dcadas inteiras de minha vida (quando eu vivi em uma cidade e que dezessete 
por cento da comunidade universitria era no sistema Grego.), e pela dcada aps isso (quando eu trabalhei como diretora assistente do dormitrio de uma universidade 
urbana enorme), eu nunca encontrei uma fraternidade como uma nesse livro, a casa Tau Phi Epsilon, que  inteiramente fictcia.Eu j no posso dizer que a coisa 
do GAROTAS GORDAS, VO PARA CASA nunca aconteceu. Isso estava, de fato, pintado na parede lateral de uma fraternidade em minha faculdade. Era a mesma fraternidade 
cujos membros ficavam sentados na frente do prdio segurando placas com pontuaes, enquanto garotas passavam em seu caminho para a aula, dando notas para sua aparncia 
na escala de 1 a 10 (eu aprendi a fazer uma rota diferente para a aula).Essa tambm  a mesma fraternidade que, como um trote, roubou todos os vasos de plantas 
de minha me do nosso jardim da frente, e colocou em seu prprio canteiro, ento negou ter feito isso quando ns os descobrimos e chamamos a polcia. 
Mas eu reconheo que h vrias fraternidades e irmandades exemplares em existncia, cuja caridade e filantropia os valorizou e ajudou a muitos, e so um exemplo 
para as comunidades em que existem. Eu incluo entre essas: Delta Nu, Omega Mus, e,  claro, Tri-Lams.Eu espero que vocs tenham gostado de ler Tamanho 44 Tambm
No  Gorda. Veja meu prximo livro de mistrios da Heather Wells, atualmente entitulado Big Boned ("Ossos Largos"), em Janeiro de 2008.
